Textos sobre como Curtir a Vida
como pode um ser não amar, não disfrutar desse sentimento que nos faz sonhar e querer fazer feliz a pessoa amada.
amar é sofrer porem os momentos de felicidade que se encontra no amor, vale todo o sofre,r vale todas as lagrimas que derramamos por amar e talvez por ser amado.
não querer amar é o mesmo que não querer viver pois a vida sem o amor se reduz a nada.
Quanta Sorte - Gustavo Lacombe
Quanta sorte ter você como motivo
Do escancarado e máximo sorriso
E cerro os olhos pra ver
Que no escuro é você
Me transbordando de alegria sem aviso
Me belisca porque devo estar sonhando
Por esbarrar com tal riqueza no caminho
Beijo bom de hortelã
Repete toda manhã?
Fica em meus braços mais uns cinco minutinhos
Ê, que sorte
Pergunto a Deus como será que pode
Encontrar alguém que me faz tanto bem
É destino, acaso ou algo mais forte
Ê, que sorte
Me beija mais porque nessa hora pode
Amor, paixão, sedução, romance de pé no chão
É destino, acaso ou algo mais forte
Vem, bastou piscar
Em meus sonhos já vi tudo acontecer
Meu futuro taí
Cruzado e embaralho com você
Cansado
Cansado, é como me sinto.
Um cansaço indizível.
Cansaço, nada mais que isso.
Não é cansaço de nada ou dos outros.
Cansado, só isso.
Cansado, como quem
nunca diz o que senti.
Cansado, como quem diz,
quem desabrocha, mas não a ninguém.
Cansado, simplesmente.
Cansado, como há quem nunca descansa.
Cansaço... de... cansado...
Céus! Viver...
Basta o coração que me levaste
Porque devo sacrificar-me por ti
Se tal como as outras
Menos tardar te apartarás de mim
Como fel amargos serão os meus dias
E depois de ti não mais terei
Prazer em com prazer vive-los
Um famigerado me tornou
Perante os deuses do amor
Assim como tu eles vivenciaram
O mais belo sentimento
Que por ninguém ainda posso sentir
Basta o coração que me levaste
Por eu ter sido tão ingénuo
E por teres tu sido
Como todas as mulheres
Se comigo pretendes continuar
Não me peça mais do que lhe tenho dado
Porque quando me fores a deixar
Eu possa afirmar: já fui amado.
Amor verdadeiro
Tão forte é esse amor
Tão forte como o ferro
Que tudo quebra e esmiúça
Doce é o que me faz sentir e,
Agradável a sua satisfação
Quero sempre te amar
Porque isto me serve de motivação
Crio, interiorizo e materializo
Tudo a partir do coração
Difícil é assemelhar o que sinto
Porque sinonimo nenhum serve para tal
Esse amor é especial
Não inveja, não trata mal
Não se vende
Até pode enfraquecer
Mas no fim tudo suporta.
Ingratidão total
Olha só,
Como me devolveste o coração!?
Sujo, húmido e pestilento
Nem parece que nos amamos
Com emoção
Vejo que te esqueceste de tudo,
Juras docemente proferidas
E hoje? Promessas viraram feridas
Me amaste de corpo e boca
E culpas a vida por ser como tu; louca!
Não soubeste conservar o sentimento
Buscaste achar nos outros
O que eu não dispunha no momento
Fizeste de mim idiota e eu fui
Nada mais posso fazer
Senão reabilitar o coração
Quem sem ínfima piedade me destruíste
Buscarei um novo amor
Sincero, amável, que ame
Porque um amor igual ao seu
Tenha certeza; nem você merece.
Meu primeiro amor
Com o …
Por entre as pétalas das suas “mathangas”
Aprendi como é que,
Se desenha um filho
Sem noção de arquitectura
Penetrei-te amorosamente
Como o camponês
Desvirgina a terra
Na esperança de um dia
Lhe proporcionar uma bela colheita
Quando gritei Nhandayeyoôô…
Quando invoquei aos meus antepassados
Era o nosso filho estalando-se no seu óvulo,
Fecundante.
Era o leite que, amanhã, fará com que,
Os que hoje te chamam de “Nguavana”
Te chamem mulher
Contigo aprendi que,
Na vida nada mais doce pode existir
Senão essa fonte de prazer
Que as sexopatas vendem até em “Dumbanegues” .
Minda
Minda!
Só para dizer o quanto és linda
Sem receio 1000 versos como estes faria
Versos iguais ao teu rosto cheio de alegria
Embora não penses o mesmo de mim
Com versos e rimas te elogio mesmo assim
Tu mereces, ainda que consideres pouco
Aceite o elogio deste vadio, poeta e louco
Até podia te oferecer um vestido de marca
Mas não seria mais belo que a sua anca
És doce no falar e excitante no desfilar
És preta e negra com isso deves te orgulhar
Não te ofereci flores porque és uma delas
Nem me foi necessário te oferecer estrelas
Tu brilhas, alegras os olhos do apreciador
Resumindo todo poema; Minda és um amor!
Não acredito
Embora fosse o que sempre quis;
Me deitar no seu corpo como morto
Desfalecendo os meus músculos virís
E ressuscita-los no aconchego do seu porto
Embarquei na loucura de dissuadi-la
Organizei mil dúzias de caprichados versos
E os recitei docemente para comove-la
E se uniram em mim sentimentos dispersos
Para a minha espantosa alegria, me aceitaste
Não acreditei! Era um sonho ouvir de ti um “sim”
Quase enfartei quando amorosamente me osculaste
Na hora esqueci da vida, por conseguinte, de mim
Estou infinitamente feliz por tê-la ao meu lado
Alegras-me os momentos e viabilizas-me os sonhos
Embora não acredite, mesmo por ti sendo desejado
A verdade é que os meus dias já não são tristonhos
Tapete vermelho
Estás num tapete vermelho
Como te fica nele caminhares
És uma imagem reflectida no espelho
Que tombo terás quando despertares
Num mundo tão real como este
Não sei como é que consegues tanto sonecar
Esse velho que tão novo coração cedeste
É caso e desfruta bela vida familiar
O que me admira nesse vosso amor
É ouvir de te que se amam sem limites
Mas que amor é esse que não dás valor
Entregando se a mim sem recreio nem convites
Não vou pedir que o deixes agora
Pois não tenho o material que ele te dá
Mas eu lhe advirto antes mesmo da hora
Largue-o, antes que a vida te prove o quanto é má.
vivo em um tempo que me minha maior paixão está a me sufocar
como todos os amores, um dia chega ao seu declínio...
minha liberdade tão desacerbada, sem muros, sem cadeados, sem prisões que fizesse-me ficar...
essa tal liberdade que conseguir com anos de merecimento, hoje me faz sentir-me só!
NÃO perdi o gosto pelas viagens muito menos de andar sem rumo a noite na madrugada.
essa liberdade me permitiu enxerga que a felicidade só é felicidade quando compartilhada, não estou atrás de um namorado ou de uma simples companhia para andar, esse declínio essa montanha russa descendo me fizeram percebe que eu não preciso de qualquer "um", mas sim de "um" e que esse UM seja único.
não julgo que já vivi tudo, meu coração ainda anseia por muitas aventuras e adrenalinas.
e não estou à dizendo com esse texto que quero parar com a minha maior paixão 'LIBERDADE', mas digo e ASSUMO que preciso de um amor, maior, para fazer dessa liberdade a melhor do mundo mesmo estando "presa"!
você me vem nos sonhos, e eu não entendo como posso gostar tanto de alguém cujo o rosto nunca vejo.
espero por você o tempo que for, mas por favor não demore muito estou precisando dos seus afagos, estou precisando dos seus sorrisos, conversas, estou precisando de você!
ando nas ruas olhando para cada par de olhos profundamente para que deus me dei uma luz, olho profundamente para cada alma para vê se a minha encaixa em alguma.
onde você estar? por que lhe sinto tão perto? que coisas estranhas são essas que sinto? e esses d'javus estranhos do futuro?
"Palavras que diziam tudo, mas não diziam nada. Como explicar essa contradição? Como solucioná-la? Acha que se a resposta existisse, aqueles ali estariam daquele jeito? Tão abalados?
Fatos; essa palavra explicava o porquê de tanta dor, indignação, mágoa, incerteza e porventura aflição, talvez não havia como saber o real motivo de tudo aquilo."
O DARDO DA EDUCAÇÃO
A educação é algo meio assim,
Como conversa em um botequim.
A gente aprende isso desde menino
E no dia a dia fica isso bem cristalino.
Há pessoa que não tem estudo nenhum,
Mas tem educação fora do comum.
Tem cultura popular para dar e vender
E a gente perto quer ficar por querer.
A educação é um dardo de boa pontaria,
Que traz que o levou apenas melhoria,
Isso não se aprende em academia,
É aprendido com humildade e valentia.
O dardo da educação ocorre a todo o momento,
Basta termo bom senso e auto-julgamento.
Somos dardos ou somos a mosca do dardo?
Não importa nessa vida ninguém sai salvo...
Então seja sempre, mas sempre educado...
Você não sabe o que te espera do lado.
André Zanarella 25-11-2012
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4612394
EU E VOCÊ
Musica romântica me faz lembrar você,
Assim como musica sertaneja e axé.
Aprendi aceitar uma cultura não minha,
Moldei-me a hábitos não meus e sim seus,
Não me arrependo de nada, pois amo.
Queria mais momentos de calor,
Calor em teus braços,
Alias no enlace,
Os meus braços nos braços teus.
Saudades dos toques roubados,
Da mão na mão e do olhar no olhar,
Uma casualidade inesperada,
Um ato falho, um “Gá” perdido.
Esses momentos estão ficando raros,
Parece que o abismo está se abrindo,
Cansando de lutar para manter você,
Amo-te tanto, mas dou-lhe a liberdade,
Sofro quando sei que está em má companhia,
Mas dou-lhe liberdade,
Às vezes sufoco-a,
Sei disso, mas quero o seu bem,
No momento máximo deixarei você decidir,
Sei que perderei na escolha,
Sou velho com um sorriso sem graça,
Sonho apenas com sua felicidade
Talvez um dia você entenda isso
Talvez você leia essa poesia tarde demais
Talvez quando ler nem a amizade restará
Mas mesmo assim te amarei
E quando estiver lendo é porque a revelei ao mundo
É porque o mundo sabe que te aceitava,
Talvez ainda te aceite,
Não sei o tempo que isso ocorrera,
Mas espero que você a leia estando comigo
O amor é algo eterno nunca esqueça isso,
O papo que o amor vira ódio é mero papo
Quem amou jamais esquecerá.
André Zanarella 20-12-2012
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4656799
DESAMPARO!
As vezes me pego pensando, como pode um amor de mãe ser tão torto?
Sempre senti que a maternidade era algo divino, lindo, momento mais maravilhoso de uma mulher. Mas que mulher? Há tantas!
Aquela que nunca foi amada.
Aquela que nunca teve um toque afetivo.
Aquela que foi obrigada a crescer antes da hora.
Aquela que se eternizou dentro das suas dores sem jamais fraquejar aparentemente.
Gerou também filhos, que um dia estava ligado apenas por um cordão umbilical. Juntas respiravam juntas se alimentavam juntas sorriam juntas choravam.
Um amor por aquele feto invadiu, e ela sentiu pela primeira vez motivar e brotar um amor que parecia infinito, achou que amou, achou que eternizou, mas lá se foi uma utopia.
O cordão se rompeu, e houve o nascimento, aquele bebê desejado de repente invadiu um espaço imenso, espaço que não mais existia, pois o marido se afastou, a outra filha lhe exigia atenção, aquele bebê de repente era um fardo. A necessidade financeira abalou mais ainda.
Aquele bebê era a cara do pai. Pai que a mãe queria apenas pra ela, mas que roubou a cena. Deixando-a um pouco de lado e se apegando mais a outra filha. O bebê crescia e tamanha a semelhança com o pai invadia todos os comentários, e principalmente o afeto do pai.
O pai a traiu, e ela herdou aquela criança a cara do pai. A criança perdeu o amor do pai, seu então único porto seguro. Onde se perdeu aquele Amor? Aquele que ela achava que existia e que hoje procura de volta e não consegue encontrar?
O bebê cresceu, tornou-se mais independente que a irmã, se tornou uma mulher forte, que como ela, espelhada nela, era uma mulher de coragem. Com menos dogmas e mais livre. Como pode? Aquele ser que um dia esteve dentro de mim, mais livre que eu? Mais experiente que eu? O amor se esvaiu, acabou, findou...
Hoje só restam lembranças em fotos amareladas, e a certeza que se ainda existe uma fração daquele amor, deve ser mantido a distância pra preservação e durabilidade.
Aquele bebê que cresceu, virou uma mulher de coragem, também acha que pode amar, mas não quer cometer o mesmo erro, e no dia de hoje decidiu veemente não procriar, não colocar outro ser no mundo, que um dia o cordão umbilical será também cortado e que também não saberá o que é o amor, amparo, defesa, segurança...
Ela resolveu viver seus dias como der e vier um de cada vez, demonstrando o amor que sente, não pelo sangue, mas por pessoas merecedoras desse amor, cansou de tudo e hoje renova um pacto consigo mesma de apenas ser FELIZ!
Juliana Fernandes - 04/02/2014.
Humanidade
A capacidade humana de questionar
Deu a evolução da espécie
como uma chave que abre uma porta para o futuro
O surgimento de ciências deu um passo mais amplo até no saber humano
A humanidade hoje ainda continuar a caminhar
porém seu caminho fica mais curto a cada passo
sendo que ainda nesse percurso se perca na escuridão
seja consumido por ela
A tecnologia trouxe facilidades, como também fatalidades
nesse mundo onde os que tem poucos sofrem
e os que tem muito esbanjam sem limites
onde não existe amor ao próximo
onde se tem fome e guerra
e sofrimento mútuo e sem compaixão
as vezes fazendo achar que esse mundo foi consumo pelo mal que tem
gerando ainda mais dor, nesse mundo onde dor tem seu lugar
fazendo mudar até nosso humor, rindo de coisas perturbadoras
fazendo sumir pouco da inocência que ainda nos resta
e esquecendo o que realmente interessa
Nos tempos antigos
Era uma vez uma vez um amor
Eu não sei direito como
Mais causava muita dor
Era vivido em silencio
Com um aperto no coração
Era o amor dele dela
Quão grande essa paixão
Diga-me: Como pode ser tão encantador?
Era uma vez um amor
Era uma vez uma dor
Diga-me: Como esse amor proibido
Esse amor não vivido
Pode mexer tanto comigo
Eita
Como é linda essa borboleta
É a espécie mais rara e linda
E não tem ninguém que a conheça
Como pode tal beleza dessa
Voar nesse sórdido planeta
Ninguém sabe qual é sua cor
Se é azul ou violeta
E suas azas que são de seda
E ela desliza com sua leveza
Mas como é linda essa borboleta
Como ela consegue ser graciosa
E ao mesmo tempo ter um ar de princesa
Será que alguém sabe de onde ela veio
Pois sua beleza é diferente de todas
E veja como é lindo seu gracejo
Uns dizem que ela veio da lua
Mas nem à lua é digna de tal vaidade
Pois a ela pertence à noite
E essa borboleta ganha em graciosidade
Outros dizem que ela veio do sol
Mas nem o sol com seus raios
Conseguem iluminar tal beldade
E essa borboleta é muito harmoniosa
E sua perfeição excede em raridade
Então de onde veio essa formosura
Como é linda essa borboleta
Mas vendo-a direito
Não se sabe o que ela é
Pois tem as asas de borboleta
E o corpo de mulher
Seu aspecto é de um anjo
Mas realmente é uma mulher
Não acredito no que vejo
Pois há uma fusão de seres
E ao que parece é uma aparição divina
Que excede todo nosso entendimento
Pois asas de borboleta
Tendo corpo de mulher
Com um aspecto de anjo
Ninguém sabe o que ela é
Mas com é linda essa borboleta
Não se parece com nada
Pelo menos com aqui na terra
Só pode ter vinda dos céus
Acho que ele veio para nos agraciar
Pois há muito pecado nessa esfera
Agora pensando bem eu vi
Que ela é única ela é rara
Ela não pode ser outra coisa
Senão uma belíssima fada
Mas como é linda essa borboleta
Nas Quedas da Cachoeira
CAPÍTULO 3 – Parte Final:
Diego ficou me encarando, como se pensasse em fazer o mesmo que Ruan. Acho que eu devo ter demonstrado que tinha entendido isso, porque o Diego logo disse:
- Eu queria fazer uma coisa. Mas eu não sei se devia.
- Por quê não deveria?
- Porque eu não sei se você vai gostar e o que vai pensar de mim. Não quero que fique com uma má impressão de mim logo no nosso primeiro encontro.
- Então isso é encontro?
- Acho que sim, não?
- É, acho que sim também.
Depois de alguns segundos nos encarando, eu me aproximei um pouco mais do Diego. Ele pareceu nervoso com isso. Eu pude ver nos seus olhos. Eu dei um sorriso de canto e disse:
- Não precisa ficar nervoso. Eu tenho certeza de que vou gostar. E não vou ficar com uma má impressão de você. E saiba que esses pensamentos não são só seus. Eu também tenho medo de que você não vá gostar.
Ele abriu um sorriso e me beijou. Não houve necessidade de dizer mais nada. Eu pude ver segundos antes em seus olhos que ele me dizia para não ter medo. E eu não estava com mais com medo. E então, delicadamente, ele colocou uma das mãos em minha cintura. Acho que eu devo ter tremido em pouco, pois ele logo me pediu desculpas. Eu só continuei beijando-o. Com uma das mãos em minha cintura e a outra em meus cabelos, ele continuava me beijando, e a cada segundo parecia mais intenso. Eu levei minhas mãos, bem devagarinho, na cintura dele. E, novamente devagarinho, elas foram subindo até suas costas molhadas. Não sei dizer exatamente quanto tempo nós ficamos ali. Não sei se foram segundos ou uma vida toda. Mas quando acabou, eu não sentia mais medo e nem ele. Nós sentíamos apenas amor e paz.
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