Textos sobre Caminhos
O MENINO DO CÉREBRO EXPOSTO
O menino do cérebro exposto nunca teve caminhos prontos.
Cada manhã era um recomeço.
Andava como quem não deixa pegadas no chão,
como quem sabe que o destino não pertence a ninguém.
Dentro de sua cabeça latejavam memórias indesejadas,
toques que não deveriam ter existido,
palavras que nunca deveriam ter sido ditas.
Era chuva demais para tão pouca infância.
E, ainda assim, ele sonhava com o sol.
Um corpo que pudesse brilhar,
uma mente que pudesse incendiar de luz —
mas a tempestade parecia não cessar.
Os primeiros erros, ele carregava como feridas.
Não eram seus, mas o peso recaía sobre ele.
Chovia e chovia,
e o menino aprendia a sorrir sem vontade,
a se calar quando tudo gritava por dentro.
No silêncio, nascia a resistência.
No papel, surgia um idioma secreto,
em traços e cores que buscavam curar o que o mundo insistia em ferir.
Hoje, já homem em travessia para a terceira idade,
ele olha para trás e percebe:
se pudesse ver seu passado inteiro,
talvez fizesse parar de chover.
Talvez resgatasse a infância roubada.
Mas é exatamente na chuva que floresceu.
Cada gota se fez semente.
Cada sombra, terreno fértil para a imaginação.
O menino do cérebro exposto não é só dor.
É coragem.
É poesia insurgente contra o silêncio.
É música que se recusa a calar,
mesmo quando o mundo só oferece tempestade.
Eis o recado:
o sol ainda vive nele.
A chuva o formou, mas não o venceu.
Agora, literatura e música se entrelaçam para dizer sua verdade:
a mente que foi ferida é a mesma que cria,
o coração que foi exposto é o mesmo que pulsa,
e o homem que nasce dessa travessia é, ao mesmo tempo,
chuva e sol.
A Alma que Ousa: Caminhos Fora da Multidão
Se você realmente deseja compreender o quanto é resistente à mudança, analise a sua disposição em se desafiar a fazer aquilo que acredita ser necessário. Todos nós sabemos que precisamos mudar. A vida não se resume ao que nos é apresentado, ao que o sistema impõe ou às rotinas que seguimos automaticamente. Para alcançar resultados diferentes, é necessário agir de maneira diferente, não seguir o que todos fazem, mas ousar ir além.
Fala-se muito sobre outros planos, milagres, experiências intangíveis. Porém, na prática, isso raramente se manifesta. Por quê? Porque precisamos buscar além do que nossos olhos enxergam, além do que nos foi contado. Nossa alma carrega consigo um acordo espiritual, e os desafios são portas de acesso ao novo, ao desconhecido.
Sim, a ideia de transformação parece difícil. Mas quando damos o primeiro passo, geramos uma energia que abre o portal da alma. É então que a ajuda surge, suavizando o caminho e revelando pistas que só conseguimos perceber em silêncio, na quietude interior.
Você já parou para refletir sobre o que veio fazer na Terra? Mesmo que existam padrões, cada vida traz consigo uma particularidade única. Escutar a voz do silêncio, observando além da tela do celular, é essencial para perceber aquilo que o mundo nunca irá revelar. É na solitude que permitimos ao espírito nos direcionar através da intuição.
Se não sairmos do ruído do coletivo, nossa jornada será uma repetição de idas e vindas através da reencarnação, até compreendermos a lição. Não estamos aqui para nos distrair, mas sim para evoluir. Emancipar a alma e retornar ao nosso verdadeiro lar espiritual exige coragem, e esse caminho raramente é o mesmo que a multidão escolhe.
Tudo no universo dança sob leis eternas. Assim como a gravidade mantém os astros em seus caminhos, existem forças invisíveis que guiam a sua vida — e o seu corpo responde a cada uma delas.
Entre essas forças, há uma lei sutil e poderosa: o semelhante atrai o semelhante. Tudo o que vibra em você encontra eco no mundo ao redor, no visível e no invisível, no que pulsa dentro e fora.
Quando você desperta para essa verdade, a inquietude se dissolve. Você percebe que a transformação começa em seu próprio coração. Se há desequilíbrio, o corpo se enfraquece, as emoções se dispersam e o sentido da vida se perde. Mas, ao retornar ao seu centro, o fluxo se restabelece, e o propósito se revela como um rio que encontra o mar.
As leis universais não são crenças passageiras, mas verdades eternas que sustentam o céu e a terra. Viver em harmonia com elas é abrir-se para a cura, para a prosperidade e para a plenitude de existir.
A Chave do Meu Coração
O tempo passou, mas o amor é visceral, Separamos nossos caminhos, em uma história surreal. Anos se foram, mas a chama não apagou, Porque ele levou a chave, e meu coração trancou.
Muitas oportunidades, mas nada foi igual, Meu coração fechado, um caso emocional. Lembranças do amor, um sentimento especial, Porque ele levou a chave, em um ato crucial.
Olhares e sorrisos, mas ninguém ocupou, O espaço no peito, que ele sempre guardou. Amor que persiste, de maneira colossal, Porque ele levou a chave, e tudo mudou.
Vivo na espera, de um dia talvez, Encontrar novamente, aquele que uma vez, Levou a chave do meu coração, Deixando-me com um amor eterno em solidão.
Em um mundo onde as decisões moldam destinos e os caminhos tomados reverberam através do tempo, o jovem Jorge ponderava sobre sua jornada. Sempre acreditara que maturidade era apenas discernir o certo do errado, mas, ao longo dos anos, aprendeu que a vida era mais complexa.
Certa tarde, ao caminhar pelo bosque, encontrou-se em um dilema. Diante de uma bifurcação, o caminho à esquerda parecia convidativo, mas nebuloso e arriscado. O da direita, embora mais seguro e previsível, deixava-lhe uma sensação de vazio. Ele lembrou de uma frase que sua avó sempre dizia: "A maturidade interior do ser humano não consiste só em saber o que é certo ou errado, mas em saber o que se perde quando se faz a coisa errada."
O vento sussurrava através das árvores enquanto ele refletia. Não se tratava apenas de escolher o caminho mais seguro, mas de compreender o que se renunciava ao optar pelo errado. Sentindo o peso da responsabilidade, Jorge escolheu seguir pelo caminho que seu coração apontava, mesmo com os riscos. Ele sabia que a maturidade não era apenas seguir regras, mas entender as sutilezas e os sacrifícios de cada escolha.
Conforme avançava pelo caminho menos trilhado, sentiu-se crescendo interiormente. A verdadeira maturidade emergia não apenas da escolha entre o certo e o errado, mas da consciência do que se deixa para trás. E assim, Jorge continuou sua caminhada, com o coração leve e a mente desperta para os tesouros e desafios que surgiriam.
A vida é o que acontece enquanto fazemos planos
Em um mundo onde os caminhos são incertos e o futuro é um mar de possibilidades desconhecidas, vivia um ser que sempre planejava e arquitetava o amanhã. Seus sonhos eram grandiosos, seus planos meticulosamente desenhados para durar uma eternidade. Mas, apesar de toda a sua dedicação e rigor, havia um segredo que o universo guardava com carinho: o momento seguinte era um mistério impossível de desvendar.
Um dia, ao encontrar-se com um sábio monge no mundo espiritual, em uma projeção astral, ouviu palavras que mudariam sua visão para sempre: "Você pode planejar por cem anos, mas não sabe o que vai acontecer no momento seguinte." Essas palavras ecoaram em sua mente, convidando-a a abraçar a impermanência da vida.
Podemos fazer planos, mas o desfecho desses planos é incerto, pois a vida segue suas próprias leis. A frustração causada pelo não cumprimento das expectativas pode baixar o campo vibracional áurico, por isso é essencial aprender a trabalhar a aceitação e a compreensão da impermanência.
O monge continuou, com um olhar compassivo: "Se procuras certezas naquilo que na realidade é incerto, estás destinado a sofrer por toda a sua jornada terrena." Aquelas palavras penetraram profundamente em seu ser, como um bálsamo para a alma ansiosa por controle. O ser então compreendeu que a beleza da vida estava na aceitação do desconhecido, na serenidade de navegar pelas ondas do tempo, sem tentar controlar as coisas.
E assim, com o coração leve e a mente aberta, ela aprendeu a dançar com a incerteza, descobrindo que a verdadeira sabedoria reside na entrega e no fluir harmonioso com o momento presente. A partir daquele dia, seus planos não deixaram de existir, mas tornaram-se flexíveis, moldando-se com graciosidade ao agora, como a água que percorre seu caminho sem resistências, apenas fluindo com a vida.
"Seja feita a Vossa vontade assim na terra como no céu."
A intuição é um murmúrio silencioso que sussurra aos nossos ouvidos, guiando-nos por caminhos que, à primeira vista, podem parecer incertos, mas que, no fundo, fazem parte do roteiro que a alma já conhece.
Seguir a intuição é como dançar com o desconhecido, confiar nos próprios sentidos quando a razão insiste em exigir provas. É permitir-se fluir com o tempo, acolhendo sinais que não chegam em palavras, mas em sensações. E, ao nos entregarmos a esse conhecimento silencioso, percebemos que ele sempre esteve ali, guiando-nos para onde precisamos estar.
Talvez seja o instante mágico em que, sem entender o porquê, escolhemos um caminho diferente e, depois, descobrimos que foi a melhor escolha. Intuir é sentir. É permitir que o coração também seja bússola e que os olhos da alma enxerguem além do que a mente lógica pode compreender.
No fim, seguir a intuição é um ato de confiança, um voto de fé em si mesmo e na conexão profunda que temos com o universo. É compreender que, por trás da aparente casualidade, há uma energia sutil que guia o nosso destino com delicadeza e precisão. E, ao nos deixarmos guiar por esse sussurro interno, tudo se encaixa tudo flui e, finalmente, sempre estamos onde devemos estar.
Sou como a água, que se molda aos caminhos difíceis, contorna os obstáculos e segue sempre em frente, sem nunca perder sua essência. Minha força está na suavidade, que esculpe até mesmo as pedras mais duras, e na persistência, que nunca desiste de encontrar o mar. Mesmo diante das tempestades, permaneço fiel à minha natureza. Às vezes sou calmaria, refletindo o céu em minha superfície; outras, sou correnteza, impetuosa e determinada. Carrego em mim o poder de transformar, de purificar e de renascer, mostrando que, assim como a água, há força na fluidez e grandeza na simplicidade.
Sou paciente, pois sei que o tempo é meu aliado. Não importa quanto tempo leve, continuarei meu curso. E, ao longo do caminho, deixarei minha marca — nas margens, nas pedras e nos corações daqueles que cruzarem meu trajeto. Mesmo quando barrada, não me desespero. Se um muro se ergue à minha frente, encontro um jeito de passar por cima, por baixo ou ao redor, sempre avançando, porque é da minha natureza não desistir.
Mas também sou imprevisível. Posso ser uma chuva mansa que nutre a terra ou uma torrente avassaladora que limpa o caminho. Sou mudança constante, adaptando-me a cada situação, mas sem jamais perder minha essência. Assim como a água assume diferentes formas — líquida, sólida ou vapor —, também aprendi a me transformar para sobreviver. Há dias em que me congelo, guardando forças para o momento certo de fluir novamente. Há outros em que me evaporo, alcançando alturas inimagináveis antes de voltar à terra em um ciclo contínuo de renovação.
Em meu interior, carrego memórias. Cada gota de mim traz histórias de onde estive, do que superei, e das vidas que toquei. Sou o reflexo de minhas jornadas, cada curva, cada queda, cada calmaria. Ao mesmo tempo, sou esperança. Assim como os rios encontram o mar, acredito que cada esforço, cada sacrifício, me levará ao destino que almejo.
Há momentos em que a água é tão transparente que revela tudo, e assim também sou. Não temo mostrar minha verdade, porque é nela que reside minha força. Mas também sei ser misteriosa, profunda e reservada como o oceano, guardando segredos em minhas profundezas que poucos podem alcançar.
Minha força não é apenas resistência, mas também flexibilidade. É a capacidade de ceder quando necessário, de me adaptar sem quebrar. Quando me lançam pedras, faço delas parte do meu leito. Quando enfrentam minha força, mostro que não é o poder bruto que vence, mas a persistência.
Sou como a água, que acolhe e nutre, mas também exige respeito. Não permito ser contida ou subestimada. Assim como uma correnteza pode parecer tranquila, mas guarda força suficiente para mover montanhas, também guardo em mim a capacidade de enfrentar o que vier, por mais desafiador que pareça.
E, assim, sigo. Sou o rio que encontra o mar, sou a chuva que fertiliza a terra, sou o gelo que preserva a vida, sou o vapor que sobe às alturas. Não importa a forma que assumo, permaneço fiel à minha essência: moldável, resiliente, forte. Sou como a água — simples em minha natureza, mas infinita em possibilidades.
Caminhos ...
Hoje sinto que é tarde para buscar...
O pouco que lhe dei...Foi tudo do que sou .
Nosso passado nos traz lembranças.
Se faz necessário caminharmos
em busca de um futuro...
Caminharmos em busca do amor...
Parar de olhar para o que ficou..
Lembranças perdidas nos momentos.
Tentar resgatar aquilo que se foi...
É como se vivêssemos lá atrás
Caminharemos para alcançar,
o pouco para que não seja tarde
Partiremos em busca do amor... .
Que um dia ficou no espaço perdido
Daquele dia que pensamos ser eternos .
Sem você não sei viver...Morro em mim... .
Por não saber o que fazer com o tempo
Que se faz vazio...Me perco em solidão
Por buscar um tudo dentro de um nada
O tempo se faz perdido...Meu inimigo...
Buscando sentido do nada vivido... .
Hoje sinto que é tarde para buscar
Aquilo que ficou sofrido... onde tudo começou.
E existem amigos que são como aqueles caminhos
que desapareceram, não existem mais foram habitados pela , vamos dizer .... Saudade!!!!!
mas que sempre ligam a nossa emoção até a .....vamos dizer ...... Saudade!!!!
saudade de uma paisagem, um pedaço daquela caminho, e que caminho..........
que deixou marcas profundas em nosso Bate Bate especial ....
Foram, mas ficaram impregnados em nosso ser ........ Aí que saudade ......
E por falar em amigas ,,,,,
E existiram amigas, que são como aqueles caminhos
que desapareceram, não existem mais...... foram habitados pela , vamos dizer .... Saudades!!!!!
mas que sempre ligaram a nossa emoção até a .....vamos dizer ...... Saudades!!!!
Saudades de uma paisagem, um pedaço daquela caminho, e que caminho..........
que deixou marcas profundas em nosso Bate Bate especial ....
Foram, mas ficaram impregnados em nosso ser ........ Aí que saudades.... ......
Não vivo para os homens, mas sim para Cristo, visto que os caminhos dos homens levam à destruição, enquanto os caminhos do Pai conduzem à salvação. Além da salvação, levam-me também por caminhos bons e fiéis, onde a compaixão, a benevolência e o amor certamente me seguirão. Longe dos caminhos do Pai, experimentei guerra, traição e escuridão.
Porém, nos caminhos do Pai, vivencio a vida, o amor e a guerra. Mas como pode existir guerra caminhando com Jesus? Respondo da seguinte forma: uma vez que você escolhe renunciar ao mundo, o mundo escolhe renunciar a você; uma vez que você abre mão dos prazeres do mundo, logo os falsos amores que você viveu no mundo também abrirão mão de você. Uma vez que você escolhe caminhar com Cristo, o fardo dele é leve. No entanto, o fato de você ter uma marca como cristão automaticamente o torna alvo de ataques de todas as formas. Você será questionado, insultado e negligenciado. Mas Cristo Jesus vivenciou tudo isso, foi açoitado, crucificado, traído. Porém, ressuscitou no terceiro dia e está à direita de Deus Pai.
Caminhamos em um sentido totalmente diferente do mundo, andamos na contramão. Só que, ao invés de caminharmos para um abismo, caminhamos em direção à cruz. A cruz é assustadora e parece loucura, algo tão mortal servir como uma chama de esperança para nós. Nós nunca iremos saber o peso e a dor que Cristo sentiu naquela cruz, mas o preço foi pago com sangue e através do Seu sangue derramado na cruz, fomos salvos.
Pois a mensagem da cruz é loucura para aqueles que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus.
1 Coríntios 1:18
Amigos a vida realmente é enigma desvendável!!!
Nossos caminhos são com uma estrada muito longa, em alguns trechos com desníveis irregulares que nos arremetem a um buraco insólito...
Eu custei para aprender, que quando estamos por cima devo contemplar a vida com alegria e repartir minhas felicidades com meus familiares e amigos...Nos momentos em que atinjo os declives aprendi que é momento de reflexão, aproveito para do buraco olhar ao céu e contemplar as estrelas e o criador!!!
Nene Policia
Entre o cântico e o tambor: uma filosofia entre o Gregoriano e o Iorubá
Exu abriu os caminhos —
e com seus pés de encruzilhada, nos levou até esta pergunta:
O que é estar junto,
senão duas almas que aprenderam a habitar a si mesmas?
O que é o amor,
senão um espelho onde Ori reconhece Ori,
e o destino se curva ao gesto de permanência?
Antes de tocar a alma do outro,
mergulha na tua.
Desce os degraus do teu próprio abismo,
ajoelha-te diante de tua sombra,
e pergunta:
— Quem sou eu,
quando o silêncio me olha?
Porque amar não é possuir.
Amar é sustentar o peso do outro
com as mãos que já aprenderam a carregar a si mesmas.
Ìwà, o caráter,
é o solo onde floresce o vínculo.
Sem ele, tudo apodrece:
até a doçura, até a promessa.
É preciso tempo.
Tempo para decantar.
Tempo para conversar com tua ancestralidade,
ouvir os ecos do teu Egbé,
e deixar que Àṣẹ conduza os gestos
ao ritmo da tua verdade.
Conhece-te.
Aceita o teu caos.
Abraça teu corpo como templo e teu espírito como rito.
Não exijas do outro aquilo que tua alma ainda não é capaz de ofertar.
Não prometas o céu, se ainda chove dentro de ti.
Relacionar-se não é preencher um buraco —
é celebrar o transbordo.
Porque, se não há plenitude em tua solitude,
haverá apenas ruína na partilha.
Melhor seguir só,
inteiro em tua solidão,
do que acompanhado,
mas vazio de ti.
Exu não responde com respostas.
Ele oferece caminhos.
E cada escolha é uma oferenda ao próprio destino.
"Caminhos"
No caminho que for trilhares,
propague todo seu amor,
bem como recebeste da pessoa que te concebeu
e te criou,somente assim poderá de muitos aliviar a dor.
E elevar o nome de Allah,que tudo aqui amou.
Se ver mudadas tantas coisas boas,que percebeste outrora,
tal como a corrupção tomando lugar no coração dos governantes,
e entre estes,procure não perder á serenidade,mostre agora,
todo amor que és capaz de propagar,á estes pobres falantes.
Siga em frente e ao ódio te esquive,
com toda sabedoria que possui.
E conseguindo a Glória e o Triunfo,
saiba receber com humildade.
Pois somente com amor,poderás mostrar o que foste,
que sou,que fui.
Dá a todo instante que possui,todo valor,toda Majestade.
Caso á dor bata forte,e te arrebate o que mais amou na vida,
e neste instante fatal,apostares o resto que sobrares de ti,
numa só tacada,e perdendo mantiver calado,
ainda assim exponha o amor que te resta,
e reconstrua tudo aqui de novo.
Há flores por todos os lados
e espinhos que nos ferem.
Há caminhos cheios de graça
e outros, nem tão alegres.
Viver é isso,
um eterno sorrir e chorar,
cair e levantar,
sonhar e sonhar.
Mesmo com essa dualidade,
estar vivo é uma dádiva,
por isso, celebre cada dia
como se você
tivesse nascido de novo!
Vida
"A vida tem muitos caminhos
Que cabe a você escolher
Nem sempre o caminho mais fácil
É o certo a percorrer
Se queres passar pela vida
Deixando o tempo correr
Feche os olhos para a vida
Deixe o tempo se perder
Mais se sonha e acredita
Buscando o seu ideal
Deixe sua marca na vida
Seja alguém especial
Distribua alegria
Faça um sorriso nascer
No imenso jardim que é a vida
Mais uma flor vai colher."
Lembre-se de quiseres ter uma
Vida fácil, prepara-te para uma vida difícil.
Se quiseres uma vida difícil prepara-te para uma vida melhor.
❤️🌹Bom dia amor,🌹❤️
Não é o Senhor que se tem de converter aos caminhos do crente, ou mesmo do descrente. É o homem que se tem de converter aos caminhos de Deus. É o homem que tem que mudar de vida. É o homem que tem que se arrepender e de deixar o pecado. O homem tem que vir para Deus.
Deus não tolera o "Pecado". Deus exige sangue ou seja uma morte. Essa morre, foi a morte de seu Filho. Ou seja é a morte de todo o homem. O homem tem que, morrer para o " Pecado", pela fé em Jesus Cristo. Numa palavra, o homem morre no Calvário.
Por isso, não há evangelho nenhum de "Evangelho de prosperidade". A vida do cristão é uma morte contínua; é uma peregrinação contínua para a terra prometida, (para o céu). É uma vida de sofrimento, por amor de Jesus Cristo e sofrimento contra o "Pecado". Em Hebreus diz, "Ainda não combateste contra o "Pecado" até ao sangue." Se fôr preciso morrer no sentido literal, então que morramos, pois está escrito. "Quer que vivamos, quer que morramos, somos do Senhor". A vida do salvo, tem que ser uma ida ao Calvário, pela fé em Jesus Cristo.
Deus exigiu a morte de alguém (por causa da justiça de Deus), a morte de um substituto do homem. A morte de alguém sem pecado. Foi assim a morte de Jesus Cristo sem pecado, mas que foi feito pecado, por amor aos pecadores; em vez dos pecadores morreu Jesus Cristo. Se Jesus Cristo tivesse pecado, nunca nos poderia salvar, mas agora e sempre ele é sem pecado; não morreu pelos seus pecados, mas morreu em lugar dos homens Pecadores. Morreu para nos ressuscitar com ele. Ressuscitou para nossa justificação.
Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Melhorai os vossos caminhos e as vossas obras, e vos farei habitar neste lugar.
Não vos fieis em palavras falsas, dizendo: Templo do Senhor, templo do Senhor, templo do Senhor é este.
Mas, se deveras melhorardes os vossos caminhos e as vossas obras; se deveras praticardes o juízo entre um homem e o seu próximo;
Se não oprimirdes o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, nem derramardes sangue inocente neste lugar, nem andardes após outros deuses para vosso próprio mal,
Eu vos farei habitar neste lugar, na terra que dei a vossos pais, desde os tempos antigos e para sempre.
Eis que vós confiais em palavras falsas, que para nada vos aproveitam.
Porventura furtareis, e matareis, e adulterareis, e jurareis falsamente, e queimareis incenso a Baal, e andareis após outros deuses que não conhecestes,
E então vireis, e vos poreis diante de mim nesta casa, que se chama pelo meu nome, e direis: Fomos libertados para fazermos todas estas abominações?
É pois esta casa, que se chama pelo meu nome, uma caverna de salteadores aos vossos olhos? Eis que eu, eu mesmo, vi isto, diz o Senhor.
Mas ide agora ao meu lugar, que estava em Siló, onde, ao princípio, fiz habitar o meu nome, e vede o que lhe fiz, por causa da maldade do meu povo Israel.
Agora, pois, porquanto fazeis todas estas obras, diz o Senhor, e eu vos falei, madrugando, e falando, e não ouvistes, e chamei-vos, e não respondestes,
Farei também a esta casa, que se chama pelo meu nome, na qual confiais, e a este lugar, que vos dei a vós e a vossos pais, como fiz a Siló.
E lançar-vos-ei de diante de minha face, como lancei a todos os vossos irmãos, a toda a geração de Efraim.
Tu, pois, não ores por este povo, nem levantes por ele clamor ou oração, nem me supliques, porque eu não te ouvirei.
Porventura não vês tu o que andam fazendo nas cidades de Judá, e nas ruas de Jerusalém?
Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira.
Acaso é a mim que eles provocam à ira? diz o Senhor, e não a si mesmos, para confusão dos seus rostos?
Portanto assim diz o Senhor DEUS: Eis que a minha ira e o meu furor se derramarão sobre este lugar, sobre os homens e sobre os animais, e sobre as árvores do campo, e sobre os frutos da terra; e acender-se-á, e não se apagará.
Ambas as igrejas Católica e Ortodoxa seguem caminhos de Apostasia ao evangelho verdadeiro. Tanto a igreja do ocidente como a igreja do oriente, entram no caminho da Idolatria. Tudo isto aconteceu depois da conversão de Constantino e do édito de Milão no mês de Junho do ano 313, no qual, se declarou, que não se perseguiria mais o cristianismo. A Apostasia ao Verdadeiro evangelho, dá-se tanto no oriente como no ocidente.
No entanto esta apostasia vai evoluir de modo doutrinário diferente. Ou seja a igreja Ocidental adota uma doutrina herética, a igreja oriental, adopta outra doutrina herética. Com efeito ambas as igrejas se separam no ano 1054, seguindo cada uma o seu caminho divergente. Além disso a ortodoxa segue o calendário Juliano, a Católica já no século XVI, no ano 1582 adopta o calendário Gregoriano. Ambas as igrejas apesar de muitas tentativas de aproximação, permanecem separadas, uma da outra.
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