Textos sobre Caminhos
Temos vários caminhos a seguir, temos os conselhos dos que não vivem o que a gente vive, o que seria aceitável pela maioria das pessoas, tem como evitar desafios não fazendo nada, mas o que realmente não podemos ignorar é a nossa consciência, lá está o mapa da nossa verdadeira jornada, o qual não conseguimos fugir, pois vai estar junto para onde formos, e não silencia enquanto não a ouvimos.
É como um GPS que Deus instalou para nos reconectar com a Fonte quando desviamos da nossa rota.
a partir de agora me libero
com o tom galáctico da felicidade
abro os caminhos e desperto
para meu amor próprio interno
minha idéia de ida para frente e além
levando o que trazia antes apenas
nas lembranças que foram importantes
para o meu crescimento
deixando para trás aquilo que não é meu
nem jamais pertenceu
pois sei que tenho sorte e onde quer que eu vá
cercada de luz eu vou estar
essa luz me protegerá de pensar
sonhar e querer mais uma vez estar
ao lado de quem não me ama
não me conhece, não me sabe
nem percebe, finge que ama
me julga e me confunde
sou mais eu
e mais ainda quem me quer bem
assim seja
amém
Há caminhos que só existem, quando a gente insiste em prosseguir!
Desde 2021 estou na luta para mudar a história da Misofonia no Brasil. Talvez eu não veja o resultado final.Talvez nem esteja aqui quando tudo florescer. Mas isso não é sobre aplausos — sempre foi sobre propósito e legado.
Uma amiga, médica, me disse um dia:
“Eu te vejo com um facão na mão, abrindo a mata, cortando o impossível e criando a trilha.”
Talvez seja isso.
Se meu papel for abrir caminho na mata fechada, que outros construam as estradas.
Que eu seja pontes para o que vem pela frente. Que edifiquem onde hoje só há silêncio, dor e desinformação.
Nem todo mundo nasce para descansar na obra pronta. Alguns nascem para rasgar o primeiro caminho.
Sentimento do dia!
03|03|2026 #Anápolis
Manhã de sonhos...
Parei para pensar por um momento...
São tantos os caminhos que me trouxeram até aqui...
Fecho os olhos para lembrar com perfeição a paixão...
E um Anjo sorriu-me e eras tu...
Um passarinho falou-me dos sentimentos que ainda
Habitam em mim...e eu sorri...!
Ah! Eu quero ouvir tuas palavras
O suntuoso de teus rubores
Quero beber a magia deste sol
Que te queima a pele...
Voar nas asas de uma ilusão presente...
...o sol brilha não importa o tempo...
Abraça-me anjo nesta manhã de sonhos!
Que pelos caminhos que passar, haja paz.
Que colhas sorrisos.
Carinho.
Que as mãos estejam estendidas, prontas para fazer o bem e quem sabe receber o bem também.
Se não receber, seja gratidão sim!
O que importa é o que damos com o coração.
O que importa é o amor.
A palavra.
A escrita.
A voz.
O silêncio.
Amor, sempre o amor...
Que floresce em qualquer estação.
Que floresce dentro da gente, e como um sol nos aquece.
Pelos caminhos vá espalhando coisinhas boas, e quem precisar com certeza há de sua porção pegar.
Pode ser fé.
Esperança.
Paciência.
Perseverança.
Ânimo.
Coragem.
Alegria.
Por onde nossos pés caminhem, leve sempre essas coisinhas...
É como um médico e sua maleta.
No nosso caso, são sentimentos guardados no coração.
E se alguém precisar, a gente abre o coração e envia com emoção tais coisinhas.
Pra nós, às vezes é pouco.
Mas para quem recebe é tesouro.
Tão bom ser do bem.
Ser gratidão.
Ser sorriso mesmo quando nós é que precisamos de um.
Ser á qualquer tempo, lugar ou estação...
Amor que inspira.
Amor que acolhe.
Amor que ouve.
Amor que entrelaça as mãos.
Pra ser quem eu sou hoje
Eu paguei um preço muito alto
Perdi muitas coisas perdi caminhos perdi pessoas.
Perdi até a mim mesmo!
Mas eu me refiz em silêncio carregando dores que ninguém viu vencendo batalhas que ninguém nunca soube
Então por favor não venha me dizer: Há você não era assim?
Você não sabe o que eu vivi
Cada mudança em mim tem uma cicatriz
Eu não mudei por escolha eu mudei por necessidade
A vida me moldou na marra no impacto na perda.
E hoje eu sou o que restou depois de muito me despedaçar e mesmo assim eu sigo em frente com a cabeça erguida.
Nos corredores invisíveis do tempo, há portas que nunca abrimos, caminhos que se perderam na poeira das decisões.
Cada escolha é um fio, tecendo destinos possíveis, bordando silêncios e futuros não vividos.
E penso: quem seria eu, se tivesse seguido outra estrela, se tivesse dançado em outra música, se tivesse ousado dizer “sim” quando o medo me ensinou o “não”?
Há um universo onde sou viajante, outro onde sou poeta, outro ainda onde sou apenas sombra do que poderia ter sido.
Mas todos esses eus coexistem, como constelações em um céu secreto, lembrando-me que a vida é feita não só do que escolhi, mas também do que deixei escapar.
E nesse espelho de possibilidades, descubro que o verdadeiro milagre não está em viver todos os mundos, mas em acolher o que sou, sabendo que dentro de mim habitam infinitas versões de mim mesmo.
Ilusão do tempo
O tempo não é senhor de tudo —
não traz respostas, nem resolve caminhos.
Não constrói certezas,
nem garante destinos.
O tempo não pesa a dor,
não a aumenta, nem a faz cessar.
Não nos torna mais conscientes,
nem nos ensina, por si só, a mudar.
Seguimos acreditando em suas promessas,
como se nele houvesse redenção.
Mas, no fundo, nos enganamos —
é nossa a escolha, não sua, a direção.
E às vezes, silencioso e sutil,
o tempo apenas nos distrai...
um intervalo disfarçado de cura,
onde nada realmente se transforma — só passa.
Caminho entre as flores buscando uma direção. Buscando achar onde se cruzam os caminhos para o nosso encontro. Será que sonhos podem se realizar? Para onde vão aqueles que se perdem na vastidão do universo, sem nunca deixar de ferir? Como me redimir dos meus erros e viver o que mais quero? Como explicar a importância do que não se descreve?
- Marcela Lobato
Enquanto Ainda Há Vento
Quando o vento já não encontrar caminhos
E o sol se despedir do próprio brilho,
Quando o som se dissolver no vazio
E o silêncio reinar absoluto...
O que restará da viagem?
Que respostas nos aguardam após a travessia?
Haverá preço a pagar pelo percurso?
Qual será o peso das escolhas
E o valor das nossas ações?
Enquanto o sol ainda aquece os dias
E o vento insiste em soprar,
Há tempo, precioso e breve,
De viver com verdade,
De semear o bem sem medida,
De caminhar leve, sem dívidas na alma,
E de fazer da jornada
Um caminho digno de memória.
Porque, ao final,
Não levamos o tempo,
Levamos o que fizemos com ele.
Izaias Afonso
“A oração, a meditação e o vazio fértil são caminhos antigos e profundamente humanos para acessar o silêncio interior e se conectar com algo maior do que nós. São práticas que transcendem religiões, culturas ou crenças específicas porque nascem da necessidade de se recolher, escutar e encontrar sentido.”
- do livro O centro é você: como se reencontrar no meio da confusão do mundo
Em Algum Lugar
Mesmo quando os caminhos se afastam,
o amor não se perde no tempo.
Ele caminha silencioso com a alma,
como uma luz que nunca se apaga.
Porque quem ama de verdade
nunca está totalmente distante…
em algum lugar do coração,
Deus sempre mantém o encontro.
Simone Cruvinel
Caminhos de Luz
Havia caminhos invisíveis,
onde um viajante espalhava sorrisos.
Cada gesto regava pequenas luzes,
e cada luz que surgia iluminava o mundo ao redor.
O vento levava essas luzes a outros caminhos,
e tudo que ele tocava guardava
os frutos do que espalhou:
bondade, alegria e amor.
Simone Cruvinel
Jardim dos Caminhos
Atravessei rios e desertos,
alguns de sombras, outros de luz,
sempre com sementes de esperança nos bolsos.
Meu coração é árvore que se sustenta
nos ventos do inevitável,
e minhas raízes bebem da coragem
que floresce em cada desafio.
Viver é navegar sem tentar prender a maré,
é dançar na chuva que chega sem aviso,
e escolher florescer,
sempre de pé,
sempre inteiro,
sempre luz.
Simone Cruvinel
Filho das águas
Sou filho dessas águas
Que recortam a planície como teias,
Caminhos que andam
Como o sangue que corre nas veias.
Meu destino está entregue
À marcha desses cursos fluviais
Que passam quebrando barrancos
Com forças descomunais.
Eu sou um caboclo ribeirinho,
Mas diante dessas águas
Eu me sinto tão pequenininho.
Nem o Nilo consegue te superar.
Por isso eu me pergunto,
Quem poderá te controlar?
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
Entre o Que Permanece
Não foi em um dia
que dois caminhos se perderam.
Foi aos poucos —
nos detalhes ignorados,
nas palavras não ditas,
no cansaço que foi ficando.
E, ainda assim,
há algo que não se desfaz.
O que foi verdadeiro
não termina —
apenas muda de lugar dentro da gente.
Não se sabe quando foi
que tudo se soltou,
ou em que curva da vida
houve desencontro.
Mas há um tempo de silêncio.
Um tempo de espera.
Um tempo em que a dor
aprende a se transformar.
Se é tempo de recolhimento,
que seja sem culpa.
Se é tempo de reconstrução,
que seja com cuidado.
O que foi vivido permanece
sem necessidade de explicação,
sem a tentativa de reescrever finais,
sem diminuir o que foi real.
Porque algumas histórias
não precisam continuar
para permanecerem inteiras.
E, no que fica,
já não há posse —
apenas o desejo sincero
de que o outro fique bem.
E, quem sabe um dia,
em algum ponto tranquilo do tempo,
os caminhos voltem a se cruzar —
sem dor, sem pressa,
apenas em paz.
Mesmo que de longe.
❝ ...Já andei por muitos caminhos, já cheguei
ha muitos lugares sonhados. Tive alegrias,
tristezas, magoas, e dores. Mas jamais desisto
de meus sonhos. Por onde passei semeei alegria,
aconchego, perdão, e uma pitada redobrada de amor.
Levo um coração que transborda delicadezas, e uma
alma inquieta de amor...❞
Um Novo Amanhecer
Bom dia!
Que o sol de hoje encontre caminhos abertos
e o seu coração, um terreno fértil para novas conquistas.
Que os bons sentimentos floresçam como orvalho,
tingindo a alma com a alegria de viver.
Guarde as lembranças que aquecem,
celebre as que virão,
e desperte com a doçura de quem sabe
que o simples fato de abrir os olhos já é um presente.
--------------Eliana Angel Wolf
feliz dia das Mães - A Nossa Guardiã
Mãezinha, que trilhou caminhos de espinho,
Com força de rocha e um toque de flor,
Não houve batalha que o seu carinho
Não transformasse em manto de amor.
Vi seus olhos brilharem com netos ao colo,
O mesmo afeto que nos criou, transbordou,
Sua história vive em cada passo, em cada solo,
Onde sua dedicação o futuro semeou.
Mas hoje, a missão ganha um novo sentido,
Somos nós, seus frutos, quem quer proteger,
Cuidar do seu riso, do seu peito, do seu ouvido,
Pois chegou nossa vez de zelar pelo seu ser
Guerreira incansável, nosso porto seguro,
Sua vida é o alicerce de nossa união,
Caminharemos ao seu lado, agora e no futuro,
Com a mesma entrega e a mesma devoção.
Você não precisa mais carregar o peso do mundo,
Pois agora o mundo somos nós ao seu redor,
Te amamos num laço profundo e fecundo,
Mãe, vovó, nossa luz maior.
--------- Eliana Angel Wolf
Entre Caminhos e Ausências
As ruas se despedem com asfalto desgastado,
fendas que guardam sementes de ventos antigos,
que levaram meus passos além do que os olhos alcançavam —
ruas de calçada quebrada, onde o mato já vem tomando
espaço que outrora foi de gente, de voz, de mão estendida.
Cada beco é um suspiro congelado no tempo,
cada esquina um nó de memórias que não se desatam,
e eu caminho sobre elas como quem pisca em sonhos,
sentindo o eco de passos que não são mais meus,
mas que deixaram na terra um cheiro de café forte,
de panos estendidos no sol, de risos quebrados em gritos.
Mas as ruas acabam onde as estradas começam a correr,
longas como esperanças, retas como promessas não cumpridas,
cobrindo vales e planícies com seus braços de asfalto ou terra,
pulando rios com pontes que gemem ao passar o vento,
escalando colinas com curvas que desafiam o coração.
Elas vão até onde a vista se perde na linha do horizonte,
onde o verde se torna mais denso, onde o som do homem se esfuma,
onde só o bater das asas de aves solitárias
quebra o silêncio que pesa como manta de pedra.
Essas estradas não têm nomes em mapas velhos,
elas são feitas de vontade, de paciência, de dor,
de quem busca o que está além do que se pode tocar,
além do que se pode explicar com palavras comuns.
E o céu — ah, o céu é o mesmo em todo lugar,
mas aqui, longe de tudo, ele parece mais próximo,
mais vasto, mais cheio de segredos guardados nas nuvens.
Nuvens que se transformam em montanhas de vapor,
que correm atrás das montanhas de rocha e pedra,
que erguem seus cumes até tocar a borda do azul,
cubertos de neve branca como penas de cisne,
ou de musgo verde escuro como lágrimas secas.
Esses lugares de difícil acesso, onde os caminhos se perdem,
onde não há trilha marcada, nem som de porta batendo,
onde só a terra sabe o peso dos passos que lá passaram,
onde a quietude é tão profunda que se ouve o coração bater.
Lugares vazios de gente, mas cheios de vida selvagem,
de árvores que conversam com o vento toda noite,
de riachos que contam histórias de montanha para o mar.
Mas em meio a tanta vastidão, a saudade vem como uma onda,
me prendendo ao peito como um frio que não passa.
Queria sentir um abraço quente, aquele que aquece até os ossos,
queria olhar aquele sorriso lindo que faz o mundo parar,
que transforma qualquer deserto em jardim florido,
que faz até as montanhas baixarem a cabeça em reverência.
Essa distância é um rio que não tem ponte,
mas cada estrela no céu é um olhar que me vê,
cada vento que sopra é um beijo que chega até mim,
e eu guardo tudo isso como tesouro no peito,
até que um dia os caminhos nos levem de volta um ao outro.
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