Textos sobre as Pequenas Coisas da Vida
Quando caminhas encurvado de olhos para o chão, tua alma fica exaurida e presa num tempo curto e a vida se esvai... Mas quando tu olhas para o céu, tua vida te liberta das amarras da terra que pisas e tua alma rompe os grilhões, se torna leve e voa... Voa... voa até se perder na imensidão e ser soprada novamente ao vento num novo tempo que ressurgirá dentro de ti.
De repente a insônia...e você acorda de madrugada e se vê pensando na vida e ai que se dá conta que a árvore cresceu e deu frutos e que seu melhor momento é o próximo capítulo no livro da vida... A sombra do projeto que Deus esboçou no ventre materno e entregou pra ti e disse: - Vai e colhe os frutos que caírem da árvore (destino) que Eu adubarei a terra por onde passares... E serei a sombra envolvendo-te em meus braços de amor. Segue e não olhes mais para trás...
A vida vai te dar aquilo que tu acertasses lá, portanto, segue nesse malabarismo entre erros e acertos nessa linha oscilatória (destino) e conforme a tua procrastinação em aceitar essa sina, o vento soprará tua leniência ao tempo...E enquanto o sopro da vida suspira em ti... Corra, que ainda há tempo.
E enquanto isso, os holofotes sinalizam um tempo nos ponteiros do relógio e a mente entra numa confusão de emoções, e o coração continua pulsando sem entender o que se passa dentro de uma alma divergente que assiste a vida passando como uma peça de teatro aguardando em silêncio o próximo ato...
A transição da morte se dá no túnel do tempo para um novo ressurgimento. Somos seres mutáveis em constante transformação, somos metamorfose ambulantes nesse caminho, que ao sairmos do casulo (corpo) vamos pousar como borboletas nas mãos de Deus...e Ele nos sopra novamente onde somos acolhidos no círculo gestacional da vida.
Temos o momento de recuar outro de nos aproximar e também o da reflexão em que a gente dá um passo pra trás outro pra frente, e nesse ínterim vamos seguindo nossa sina, sentindo apenas o pulsar do coração que bate como um sino que parece vir de uma capela tão próxima ao mesmo tão distante onde nesse patamar a vida nos parece apenas um realejo.
Sem inicio, meio e fim, apenas caminho com pés descalços por essa estrada de chão batido, sigo apenas por entre os atalhos e bifurcações, assim como a árvore frondosa da vida que me faz sombra e no córrego que passa ao lado eu banho meu corpo dorido e alma convalescente e nessa introspeção absurda, onde só eu vejo essa miragem,olho para o céu e uma borboleta sobrevoa e pousa em minha mão como cúmplice em dizer-me que a alma também voa, independente de estradas sem placas e sem direção...
Somos todos raízes que sustentam a árvore da vida, numa só essência advinda do Criador, portanto, cuidamos de nosso galho para que se mantenha firme e forte e que dê sombra e descanso para nossos algozes (galhos que enfraqueceram e tombaram à nossos pés e que procuram alimento em nossas raízes para se reerguerem...)
O problema é que a gente sempre espera que o outro dê o primeiro passo para que possamos dar o nosso, e assim a gente vai tropeçando em nossas próprias pernas e o relógio voa com os seus ponteiros derradeiros como num galopar de cavalos selvagens e misteriosamente imponentes aguardando o apito para a corrida do meu e do seu tempo.
Às vezes é preciso parar e ouvir esse silêncio que grita absurdamente dentro de nós, para entender que o afastar-se do mundo e das pessoas que nos envolve nesse mundo aí fora é o mesmo que faz a gente se revalidar dentro dele e priorizar apenas a gratidão pela vida e às pessoas que tem esse mesmo discernimento, porque o resto é apenas cinza e pó e a vida é tão fugaz...Então sintonize na mesma frequência.
Não adianta achar que está difícil demais, entenda que tudo está exatamente como está e que tudo é. Independentemente dessas horas paradas que tua alma em letargia se encontra, olhe para o relógio da parede pois é nesse teu suspirar de agora que os ponteiros da vida começam a andar. Então, levanta e anda!
“O que tiver que ir, que vá...O que tiver que vir, que venha! Tudo é um começo, meio e fim. Assim é a nossa vida, a gente tem que passar por algum processo que faça uma reciglagem interna dentro de nós, para que amadurecemos e tiramos algum ensinamento dessa reciclagem, e aí quando o tempo dessa reciclagem terminar ela vai embora, e outro ciclo bom ou ruim virá...E nesse processo infinito em se reconstruir todos os dias ao adormecer e ao despertar para a vida, a lua nos acena e o sol desponta sorrindo...”
É, eu vivo sim no lado cor-de-rosa da VIDA, mas não porque eu mereça mais que outrem, mas sim porque EU ESCOLHI VIVER ASSIM. O que você quer fazer está ligado com o que você quer e não com que os OUTROS acham que você quer. E se alguém ousar fazer do lado ROSA, TREVAS, eu tiro meu sapatinho de cristal com LAÇO COR-DE-ROSA, e dou na cabeça do(a) MISERÁVEL.
O grande desafio da vida é a tarefa de descobrir o que você é, porque está aqui e porque é tão único. Esse é um desafio para toda a vida. Se não conseguir extrair a auto- estima de que tanto precisa dos seus recursos internos, você dependerá da platéia para extraí-la, como se fosse uma droga. Mas a verdadeira viagem é para dentro, em direção à fonte de seu próprio ser. É no processo de criação que você encontrará seu verdadeiro sentido de valor próprio. E o ser humano que aprender isso será um herói de verdade.
"A vida tem dessas de afastar pessoas que nunca imaginamos que fossem se afastar. A princípio você chora de saudade, passa horas e horas lembrando e relembrando alguns momentos e às vezes chega até a pensar que não vai aguentar viver sem elas... Porém depois de certo tempo você descobre que elas se foram pelo simples fato de que isso era pra ter acontecido, por ser uma coisa natural. Outras permanecerão do seu lado por muito tempo ainda, pode ser pra sempre, pode ser por mais alguns poucos anos. Estas, devemos chamar de anjos."
A vida é uma eterna senhora de oitenta e poucos anos, sentada á porta de casa, num banquinho de tábuas mal pregadas e maltratadas pelo sol e pela chuva, com um punhado de linha e uma agulha de tricotar nas mãos enrugadas. Todas as manhãs e fins de tarde se distrai a observar sua platéia que faminta pelo prazer e pela necessidade infindável do “ter” transita em suas vistas, sem muitas vezes notá-la ali presente todos os dias.
A vida em sua plenitude, não necessita de muito mais do que apenas existir para que haja significado, a existência é póstuma quando o individuo procura seu significado e se perde nele, se o ser o ser humano deixar o dualismo que rebate na sua face alma e mente, talvez ele descubra que não basta apenas existir sem dar razão a esta existência.
“Apegue-se! Qual o sentido da vida se não se apegar?! Se apegar ao que te faz bem, ao que te faz feliz, ao que te faz sorrir; sejam seus amigos, seus familiares, seu relacionamento; sejam seus hobbies, seus lugares preferidos, seus planos... Ainda que o apego não dure pra sempre, ao menos você teve um motivo pra viver mais um dia.”
O que o amor é realmente se somente afeta um aspecto de vida? É como um músico que somente aceita seu próprio tipo de música. É como um pregador que somente respeita domingo de manhã, não sábado a noite. É como um soldado poder vir a refletir, que esse amor é maior do que um homem e sua esposa.
Queremos sempre o melhor para nossa vida, mas o que estamos fazendo para que possamos colher o melhor?. A cada dia é uma pagina em branco, o que será escrito, é o que lhe garantirá uma vida com menos sofrimento, dor, desilusões, etc..., agora a dificuldade que a vida nos obriga a passar tem um objetivo, o amadurecimento como seres humanos.
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