Textos sobre Aprender a Viver com Fé
Viver Sonhos Dói
Por muito tempo, eu vivi ansiosa para viver o meu sonho. Todos os dias, ao acordar, imaginava como seria feliz vivendo tudo aquilo que planejei.
Mas a verdade é que, quando comecei a vivê-lo, descobri algo que ninguém me contou:
“Viver sonhos também dói.”
O sonho chegou. Eu estava prestes a entrar em uma realidade onde tudo aquilo parecia um conto de fadas, com direito a um “felizes para sempre”.
Mas, ao decorrer dos dias, a rotina começou a ficar cansativa. Viver o idealizado também doía, e nem sempre eu estava disposta a sorrir. Dias e dias passavam, e os detalhes que antes eram apreciados pareciam já não ter tanto sentido.
O tempo parou, e eu entendi:
Viver sonhos também faz temer o amanhã.
Chorar também faz parte, até mesmo do maior sonho.
Dúvidas seriam constantes em sonhar.
E as responsabilidades, ainda maiores ao viver aquilo que sonhei.
A verdade nua e crua é: você nunca estará totalmente preparada para viver tudo aquilo que sonhou.
Respirei fundo e abracei o processo.
A gente vive de uma forma tão rasa que sonha demais com o futuro, esquece o presente e se culpa pelo passado.
Viva o processo, seja sorrindo ou chorando, mas não reclame.
Aceite o presente como um presente.
Sonhe, mas não apresse o tempo.
Viver um sonho exige coragem, exige força, exige entrega.
Talvez hoje mesmo, você esteja exatamente onde uma criança um dia pediu para estar.
Você está vivendo tudo aquilo que sonhou…
Juntos eu e você
Juntos mudando o viver
Juntos sempre somos mais fortes
Juntos vencemos a morte
Juntos dividimos a dor
Juntos o sorriso é em dobro
Juntos a ferro e fogo
Juntos ao infinito e além
Juntos com a força de um trem
Juntos amando em dobro
Juntos somos um, Lhe Amo!
Autossabotagem: o inimigo invisível do nosso crescimento
Você já sentiu que estava prestes a viver algo novo e bom, mas uma voz interna te convenceu a desistir? Já se pegou duvidando da própria capacidade, mesmo depois de ter se esforçado tanto para chegar até ali?
Esse é o efeito da autossabotagem. Um processo sutil, muitas vezes inconsciente, que nos faz recuar no exato momento em que deveríamos avançar.
Ela surge em forma de dúvida, procrastinação, medo de não ser bom o suficiente, ou até mesmo perfeccionismo exagerado. O problema é que essa autossabotagem não só nos paralisa, como também destrói, pouco a pouco, as oportunidades de crescimento pessoal e profissional.
Mas de onde vem esse sentimento?
A maioria desses pensamentos limitantes nasce de experiências do passado: críticas que ouvimos, comparações constantes, traumas mal resolvidos ou até a ausência de incentivo. Ao longo da vida, sem perceber, internalizamos a ideia de que "não somos bons o bastante", e essa crença se torna um filtro pelo qual passamos tudo o que vivemos.
E o que acontece? Mesmo quando estamos diante de uma nova oportunidade, a mente — que deveria ser nossa aliada — começa a nos sabotar. Ela diz: – "Melhor não arriscar." – "E se der errado?" – "Você não tem capacidade pra isso."
E aí, sem tentar, desistimos. Desistimos do emprego novo, da mudança de cidade, do curso dos sonhos, do projeto pessoal. Desistimos até de nós mesmos.
Como identificar esse ciclo e romper com ele?
Tome consciência: o primeiro passo é perceber quando você está se sabotando. Quais pensamentos surgem quando algo novo aparece?
Questione a voz interna: pergunte-se se há de fato uma ameaça real ou se é apenas o medo falando mais alto.
Resgate sua história: quantas vezes você achou que não ia conseguir e conseguiu?
Pratique o autoconhecimento: entender suas emoções, traumas e padrões comportamentais ajuda a criar novas narrativas internas.
Aceite que o medo faz parte: mas não precisa ser ele quem guia suas decisões.
Eu mesma já estive nesse lugar. Não é fácil reconhecer que, muitas vezes, somos nós os maiores obstáculos em nosso caminho. Mas a boa notícia é: se somos parte do problema, também somos parte da solução.
E quando decidimos mudar a forma como nos vemos, o mundo ao nosso redor também começa a mudar.
"Você é mais corajoso do que acredita, mais forte do que parece e mais inteligente do que pensa."— Christopher Robin (A.A. Milne)
✨ O seu crescimento começa quando você escolhe confiar mais em você do que nas suas dúvidas. Dê o próximo passo. Com medo mesmo, mas vá.
Versos de Mim
Se eu pudesse viver uma vida em um só dia,
eu viveria mil existências em cada amanhecer.
Sou o tudo e o nada.
A plenitude e o vazio.
Não habito o passado,
não espero promessas do porvir —
vivo o agora como quem beija o instante.
Sou tristeza em forma de silêncio,
sou alegria em forma de tempestade.
Sou cada emoção à flor da pele.
Não me basta ser o que sou —
sigo em busca do que ainda posso me tornar.
Sou estiagem quando o mundo exige pausa,
sou tormenta quando o peito transborda.
Minha alma não se acomoda em metades:
não aceito histórias incompletas,
finais morrentes,
sorrisos contidos.
Trabalhar pouco, dançar pouco, amar pouco...
isso não me cabe.
Eu sou intensidade —
e só sei viver em excesso.
Não creio em sucesso sem suor,
nem em fortuna sem caminho.
Conquistas, para mim, têm preço.
E eu pago — com coragem.
Sou extremos.
Sou mistério e revelação.
Criatura e criadora do caos e da calmaria.
Aos meus amigos, dou-me inteira.
A eles dedico o que há de mais puro:
meu amor leal, minha presença fiel,
minha alma em celebração ao afeto.
Desejo sua felicidade como extensão da minha.
E me alegro — de verdade —
por vê-los sorrir.
Quando amo, sou céu e abismo.
Sou milagre e tempestade.
Quem me ama, jamais me esquece:
meu amor não se aprende em livro —
ele se sente com o corpo inteiro.
Sou mar sereno,
mas basta um sopro de dor
e posso me tornar onda que arrasta o mundo.
Sou idealista —
prefiro morrer de pé por aquilo em que creio
do que viver ajoelhada diante do que não faz sentido.
Se me fosse dada a escolha,
seria mártir da minha verdade,
nunca cúmplice da covardia.
Não fui feita para o morno, para o meio,
para o quase.
Sou intensidade em estado bruto:
muito mais ou muito menos,
mas nunca menos do que sou.
E quando fujo de mim,
quando esqueço o que sou,
é a noite — com sua voz de vento —
quem me lembra:
"É no teu esquecimento de si
que mais profundamente te permites existir."
Meu amor, como é difícil viver sem você, olho para os lados não te vejo não sinto seu cheiro, não vejo teu sorriso não escuto tua voz, me dá uma tristeza, meu coração bate vazio, sinto a dor da saúde,
Que saudade eu tenho de você a única coisa que me faz viver é o que restou o fruto do nosso amor.
Sopro Sagrado
No silêncio entre o ser e o não ser,
um nome eterno começa a viver.
No inspirar do ar que entra em mim,
Ao expirar de um sopro que chega ao fim.
Yod — combustível da Luz em mim,
He — no sopro que chega ao fim.
Waw — no ar que entra em mim,
He — último adeus ao chega ao fim.
É impronunciável, diz a tradição,
pois não estamos prontos nessa dimensão.
Mas em cada alento, em cada pulmão,
ressoa o Eterno em pura vibração.
Sem fala, sem som, sem direção,
Deus se revela em inspiração.
Pois cada respiro é oração velada,
Somos centelha da Fonte sagrada.
Vivemos o Nome, sem precisar dizê-lo,
pois Ele vive em nosso próprio anelo.
E a cada suspiro, sem nem perceber,
pronunciamos Deus… enquanto viver.
Continue a viver!
Não se desespere, nem esmoreça.
Lembre-se: sempre há um novo amanhã, sempre há um sublime sorriso, sempre há uma nova esperança.
Siga! A vida o chama!
Não deixe que suas mágoas e decepções o dominem. Vamos! Caminhe!
Esforce-se para subir e elevar-se! Não chore — sorria para a vida: ela é sua, é minha, é de todos que dela participam.
Ouça!
Quem, na vida, nunca teve uma queda, um fracasso, uma decepção, uma desilusão, um doloroso desengano?
Quem, na vida, nunca chorou, nunca amou, nunca sofreu, nunca sentiu uma grande dor?
Quem, na vida, nunca derramou uma lágrima sentida — amorosa ou cruel?
Quem, na vida, nunca precisou de uma mão amiga?
Vamos!
Siga as eternas apresentações do grande espetáculo da Humanidade.
E compreenda agora, ouvindo-me:
“A vida é uma longa e misteriosa estrada, sem desvios e sem fim. É necessário percorrê-la — seja como um farrapo vencido ou como um ser vencedor.”
ESCOLHER E SER ESCOLHIDO
O privilegio dado por Deus, poder escolher como viver o presente mas perfeito que poderíamos ter recebido a vida. Mas como a perfeição de Deus excede todo entendimento, temos mas um privilegio de sermos escolhido a dedo por ele para fazer coisas grandes que a nossa mente humana e incapaz de visualizar a grandeza dos seus projetos.
A Solidão e os Abutres
Viver só, ou cercado — dá quase no mesmo.
Às vezes, estamos entre mil… e ninguém.
Sorrisos nos cercam como urubus em assembleia,
e o afeto? Uma encenação de quinta categoria.
Somos carneiros calados, sendo bicados aos poucos,
comendo da podridão com cara de gratidão —
porque, veja bem, é feio reclamar.
Enquanto isso, no alto, um abutre elegante
espera sua hora:
espera você cair, apodrecer direitinho.
Quer o melhor corte, o mais macio.
Mas a solidão — ah, essa sim — é honesta.
Não finge amor.
Não sorri para depois morder.
Ela arranca suas ilusões como quem tira um curativo podre.
Dói? Sim. Mas é limpeza.
Estar só é ver o mundo sem o Instagram alheio,
sem a lente do desejo do outro,
sem o eco dos que te querem menor —
ou igual, o que é quase pior.
É você com você. Uma conversa sem filtro.
Onde ninguém interrompe com conselhos
que nem servem pra eles mesmos.
E então, no meio desse abismo limpo,
você começa a pensar.
(De verdade, não com frases prontas.)
Descobre que sabe andar,
criar, e até gostar de si —
o que, convenhamos,
deixa muita gente incomodada.
Porque quem se basta
não é fácil de enganar.
Quem anda só
não serve pra rebanho.
A solidão tem esse poder:
te limpa dos abutres
e ainda te dá o prazer
de vê-los passando fome.
Viver ou existir é paradoxal. Todavia, duas são as persecuções na vida: objetivos e proposito.
Quem vive por seus objetivos, é como quem vai a igreja como pedinte: interpreta Deus. Daí, vai lá pra angariar uma benção oportunista, que satisfará durante um tempo a sua querela ou queixume;
decerto que os objetivos são coisas que queremos para breve ou que almejamos realizar a certo tempo, e sempre ao sufrágio de alguma "benção" da vida, seja pelo esforço ou "graça"; já o propósito, é aquilo que nos define.
E sendo assim, o propósito é como o ato de ir a igreja para exercer a "gratidão" por sublimação do Divino; uma pauta das convicções que regem a existência; e ante a luz reveladora da perseverança, viver o louvor do reconhecimento e consciência das finitudes materiais; a sapiencia de coisas que a morte não vai jamais mitigar. Eis então que o propósito refoge a alma das coisas deste mundo.
Cuida, pois, vijiarmos as persecuções de perto; e espiar atentos, em qual delas mais nos empenhamos.
(Victor Antunes)
Contradição: viver dos méritos próprios em um sistema desigual
Ha uma tensão interessante quando quem critica a meritocracia se vê obrigado a operar dentro do sistema que contesta. Afinal, mesmo com a consciência da desigualdade, a sobrevivência — e até o desejo de realização — exigem que se jogue o jogo com as regras dadas. Muitos usam seus méritos para ascender, ainda que cientes de que estão, de algum modo, se beneficiando de um sistema injusto.
Essa contradição não é necessariamente hipócrita. É, na verdade, profundamente humana. É possível acreditar que o sistema é falho e ainda assim lutar para conquistar um lugar nele — não por conformismo, mas por necessidade. O paradoxo se torna ainda mais evidente quando, ao alcançar certo prestígio ou estabilidade, essas pessoas passam a usar sua posição para denunciar os próprios privilégios ou tentar corrigir as distorções que as favoreceram. Nesse sentido, há aí uma forma de resistência ética: uma tentativa de fazer o melhor possível, dentro das limitações do mundo real.
A desigualdade como solo fértil para méritos individuais:
Curiosamente — e de forma desconfortável —, a própria desigualdade pode acabar servindo como cenário favorável para alguns "méritos" se destacarem. Quando muitos estão excluídos da competição, os que têm acesso a recursos mínimos já saem na frente. Um talento que floresce na periferia, com poucos livros, má alimentação e nenhuma rede de apoio, é talvez muito mais valioso do que aquele polido nas melhores escolas e rodeado de estímulos. E ainda assim, quem chega ao topo a partir de qualquer ponto da escada social acaba, inevitavelmente, colhendo frutos de uma estrutura que favorece poucos.
Entre o ideal e o possível:
Por fim, quem questiona a meritocracia, mas ainda tenta viver dos próprios méritos, ocupa uma posição complexa: é alguém que reconhece a injustiça do mundo, mas se recusa a ser engolido por ela. Que deseja construir uma vida com dignidade, mas sem fechar os olhos para os que ficaram para trás. Essa pessoa não vive de ilusões, mas também não se entrega ao cinismo. Em vez disso, caminha na corda bamba entre o ideal e o possível — tentando, onde pode, ampliar os caminhos para que o mérito um dia possa ser, de fato, uma conquista de todos.
Depois dos trintas, agente não imagina o quanto viver, dói tanto.
E luta pra continuar não parece nada justo.
E mesmo se passar um século, será que tudo isso vai passar, não saber amar é o erro que nos apresenta todas as dores desse mundo.
Só continuamos por que afinal ainda somos jovens.
Paulorockcesar
Cinzas
Viver? Morrer?
Isso nunca foi culpa sua.
Mas, quanto a amar Pedro?
Isso, sim! Isso você poderia ter evitado.
Mas por que permaneceram?
Sinto falta de Pedro.
Sinto sua falta.
Sinto falta de nossos encontros,
E sinto muita mais falta de nossas despedidas.
Até mais!
Até mais...
Nada mais.
Do que você precisa?
Pense bem, do que você precisa para começar a viver sua vida como ela sempre quis ser vivida? — Até quando irá ignorar algumas chamadas no telefone? — Você olhou nos olhos da última pessoa com quem conversou?
— Você fez suas coisas favoritas nos últimos dias ou semanas? —Qual foi a última vez que olhou para os céus?
A vida sempre tão infinita com seus detalhes, e a felicidade pode estar em cada um destes pequenos lugares que existimos e cruzamos por eles sem ter a real pretensão de experiencia-los. Queremos sempre chegar a um lugar, atingir status, conquistar um cargo, mas não há nenhuma garantia desse lugar na vida. Somos tudo que temos e tudo que levamos do início ao fim.
Não espere pelo dia em que lamentará por não ter aproveitado mais a vida. Você nunca sabe quando será a última vez que verá sua coisa favorita.
É estranho e muito difícil explicar isso, mas você se foi e continua aqui...
Tento viver como se nada tivesse acontecido e me forço constantemente a ter um sorriso nos lábios, mas não é uma alegria autêntica.
Os dias inexplicavelmente ficaram maiores e tediosos e aquela tristeza que sempre habitou em mim e que vivia sob controle, hoje me consome.
Eu sei que nada nessa vida é para sempre e que em algum momento, talvez tudo isso passe, mas por enquanto tá difícil viver assim.
Viver pelos Outros
Será o homem lembrado com louvor
Pelo saber ou pelo seu poder?
Ou será o legado o verdadeiro valor,
Aquilo que o faz permanecer?
Os vindouros talvez me admirem,
Mas pouco proveito tirei desta estrada.
Se deixei legado e inspiração,
Foi às custas da minha jornada.
Nesta batalha, que lado escolherei?
Pensar em mim ou dar-me aos outros por bem?
Se é razão que guia, por que é o coração quem nos sustém?
Sofri nesta vida, mas nela aprendi.
Da reflexão brotou decisão serena:
Deixar meu egoísmo e viver pelos que valem a pena.
Sobre dor...
A dor de viver é um peso que vai se arrastando, sem fim. Cada passo parece uma montanha que se ergue à frente, intransponível, e mesmo respirar, esse ato simples e essencial, dói. O ar entra pelos pulmões, mas não traz alívio. Ao contrário, ele parece carregar um fardo invisível, uma pressão que se acumula dentro de nós. O coração bate com força, mas não há alegria nessa pulsação. Só há uma ausência, um vazio que consome.
Existir dói porque, muitas vezes, a vida não faz sentido. O tempo passa, mas as feridas não se fecham, e cada lembrança, cada pensamento, é uma lâmina que corta mais fundo. O peso das escolhas, as promessas quebradas, as esperanças frustradas… Tudo isso se mistura num amontoado de memórias que se tornam ainda mais dolorosas à medida que o tempo se arrasta.
É difícil manter a sanidade quando tudo o que se quer é desaparecer, sumir daquilo que, paradoxalmente, chamamos de "realidade".
O simples fato de estar vivo se transforma numa luta constante contra a própria existência, como se a própria respiração fosse um lembrete cruel de que, para continuar, é preciso suportar a dor.
Viver, em alguns momentos, é como carregar uma cicatriz que nunca cicatriza, uma ferida aberta que não se cura. E as noites, essas noites intermináveis, parecem se arrastar, como se o tempo estivesse contra nós, nos empurrando sempre mais fundo nesse abismo de sensação de que nada importa. E talvez, por mais que tentemos, nunca seremos capazes de escapar dessa prisão silenciosa, que é o simples fato de estar aqui, agora, vivendo.
Tenha coragem de ser feliz. Encare a vida como ela é, incontrolável, imprevisível. Viver é improvisar com o que se tem: fé, intuição e um tantinho de coragem disfarçada de esperança. Ser feliz é processo, é tropeço, é reconstruir a alma com pedaços do que ainda pulsa, é sentir o coração dizendo: tenta de novo. Há dias que doem feito tempestade, e dias que tocam leve como brisa, e é entre um e outro que percebemos nossa força. Viver é isso, ser inteiro no agora, ser casa aberta para o improvável.
O Êxtase de um Novo Tempo
Viver… Ah, viver o melhor momento da existência!
Seja no pomar, sob a sombra generosa das árvores frutíferas,
Ao som melodioso do chilrear dos pássaros,
Que, em coro, anunciam a beleza do dia que nasce.
É o bucolismo romântico que se derrama em cada canto,
Onde a natureza veste-se de festa para celebrar a vida,
E o êxtase profundo floresce como perfume invisível no ar,
Sussurrando aos corações atentos:
“Este é o jardim da vida… um altar de recomeços… um novo tempo que desponta.”
Aqui, cada instante é uma poesia viva,
Cada sopro de vento é uma oração,
E cada raio de sol é um convite irrecusável
Para sentir, agradecer e simplesmente… viver!
Não gosto de me sentir como ontem, não me prendo ao q poderia viver, mas um abstrato de sentimentos me pegou. Me levou ao léu, anestesiada, me fez pairar em ciúmes. Não sei como ou o q vive dessa vida secreta e distante. Em outro colo se deita, em outro corpo se deleita. Eu aqui só sua, somente sua, inteiramente sua, me negando, negando meus desejos e sentimentos por deixar vc à vontade.
Não q queira me incomodar, talvez esteja mais sensível neste dia, mas um olhar de fora me assobia "é só mais uma história comum" parecida com a outra, com tantas mais por aí.
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