Textos sobre Animais
Caminhando pelas ruas de Venceslau
observo, atentamente, pessoas, animais, pássaros,carros, prédios, casas, ruas, avenidas,estudantes,maritacas...
Mas o que me chama atenção
é um aparelhinho:celular.
Pois os fatos mais banais se tornam urgências "eminentes". Será que o Criador sussurra o décimo primeiro mandamento on line?
Expressões!
Que mais perfeita linha expressiva existe em nossa face, ser humano e animais em geral, tem suas caracteristicas expressivas como seu ponto forte.
Deus sim, sabia o que estava fazendo quando nos cedeu a mais maravilhosa condição de expressão, e tem nos influenciado muito.
Quem consegue se segurar vendo uma cena triste em que os personagens estão com expressões tristes ou chorando, ou sofrendo e caindo em prantos.
E o que dizer daqueles momentos de felicidade que nos enchem de alegria, fazendo com que nos enchamos de felicidade também, expressões positivas.
Se a felicidade não se consegue esconder, a tristeza também fica dificil ser escondida ou disfarçada, o choro e a expressão de angustia nos denuncia logo.
"Aprimeira impressão é a que fica"...se vosê já ouviu essa frase, então ja sabe que a impressão é sinonimo de expresão, sabe-se logo qual é a impressão pela expressão.
O coração domina a área expressiva de nosso ser, desse modo nunca conseguiremos dominar as emoções, porque o coração é indomável.
O desejo emocional parte de uma singela obediencia que nossos sentidos recebem e obedecem, sem se importar conosco, nos fazendo serviçais das sensações.
Nem adianta querer lutar contra uma coisa que é muito mais forte e sempre nos domina, seria burrice acumular um sentimento que é mais saudável que saia logo.
Olho no rosto das pessoas que passam por mim, e vejo em cada expressão o sentimento transpassar sobre seus cuidados de guarda-los, ser humano é complicado.
Os animais e as crianças não se preocupam em disfarçar o que sentem, se sentem trazem logo pra fora, fazendo quem está por perto saber o que se passa.
Nunca duvide do sentimento de uma criança, poque é verdadeiro, com as crianças a expressão da verdade e a realidade das coisas prevalecem.
Talvez seja por isso que as pessoas em geral sofram desnecessariamente, se poderia ser mais fácil se desmanchar em lágrimas do que ficar segurando o choro.
Ou demonstrar a carinha de tristeza do que fazer a felicidade disfarçada, se por dentro está tudo desmoronado, e o coração dilacerado.
Querendo ou não o sentimento vem pra fora e lança seu jato de agruras que nunca se deveria segurar, já que sentimento por mais que seja sofredor tem o direito de sair
Se por outro lado a felicidade temos o prazer de demonstrar, qual o problema dos outros sentimentos??...isso é uma injustiça com o coração.
Não se deve culpar o coração, pois nada mais é do que a ponte pras suas expressões, as coisas que não se pode evitar não podemos assumir, são consequencias.
Na vida tudo pode acontecer, até mesmo se ter um acesso de riso ou de choro, assim de repente, mas existe um propulsor desse acesso, que está aliado nas emoções da vida.
A vida pede passagem, ela nasce e morre todos os dias, devemos dar valor aos sentimentos, porque quando se está morto as expressões tem um sentido anulado e a vida perde seu brilho pois não se tem mais a expressão vida.
Portanto sorria bastante e chore quando for necessário, pois assim terá mais motivos de sorrir um lindo sorriso verdadeiro e as expressões teram um sentido muito mais valorizado e bonito.
A maioria dos animais possui 5 sentidos: Visão, Tato, Paladar, Oufato e Audição.
O ser humano foi um animal que conseguiu desenvolver seu sexto sentido : o Raciocínio.
Agora se imagine sem estes 6 sentidos, o que seria a vida? seria um grande NADA! Seria como se não existisse vida.
Seria a vida então apenas a percepção de nossos sentidos?
...
Se tivéssemos um sétimo sentido seríamos capazes de perceber coisas que nosso corpo está litimado a perceber no momento.
Murilo e eu seguíamos por aquela estrada, observando a mata alta ao nosso redor. Animais passando, o sol se despedindo, com All I Think About Is You tocando ao fundo, no aparelho de som do nosso carro. Depois da briga de ontem á noite nenhum de nós estávamos dispostos a iniciar um diálogo, e muito menos de desistir da viagem que já estava programada á um mês. Aquelas poltronas de couro marrom do carro haviam formado uma espécie de muro entre nós dois, e eu, do lado direito da barreira, permanecia imóvel e calada, preferindo olhar para o pequeno lago que surgia agora ao lado da estrada. Ele, com os olhos ainda avermelhados e olhando friamente para a estrada, nunca conseguira me enganar, e ao perceber ao som daquela musica, que ele se deixava lembrar dos momentos vividos ao lado de uma mulher que havia lhe apresentado a vida, e que agora, de uma maneira inexplicável, ameaçava tirá-la dele novamente, senti o coração disparar. Por seus pulsos firmemente apertados no volante daquele Porsche vermelho e seus lábios levemente cerrados, observei pelo jeito como ela se movimentava a cada fez que ele sentia-se nauseado conforme íamos nos aproximando da casa de seus pais.
De repente algo veio interromper aquela abstinência de palavras, e no lugar da musica, agora podia-se ouvir o noticiário da noite, avisando que a estrada que levava a cidade de Mecenas estava em obras, e por isso a ponte principal estaria interditada. Um gosto amargo de derrota deglutiu em minha garganta e no mesmo instante o olhar de Murilo veio ao encontro do meu, o que já acontecia desde que saímos de São Baleatos. Aquele olhar me fez sentir uma inúmera quantidade de sensações, dentre elas o medo do que poderia ser dito nos próximos segundos. Mas não se ouviu nenhum som, estávamos um esperando pelo outro, e, como de costume eu rompi o silencio e disse:
- “Droga. Então am-- Murilo, o que faremos agora? “
- “ Não sei, vamos seguir a estrada e ver até aonde podemos ir.”
Ouve-se o motor do carro novamente, o rádio por fim foi desligado. Num ato súbito de inconsciência, soltei entre os dentes:
- “ Você não pretende acabar com isso? Se formos passar a noite na estrada será mais uma dormindo sozinha?”
- “ Eu não durmo sozinho, tenho o som das aves e insetos para apreciar.”
Riu, o sorriso mais forçado que eu já havia visto. Sentia-me melhor, pelo menos uma vez minhas palavras não o fizeram chorar.
- “Ah, claro. Então não se importa em continuar ouvindo isso. Mas eu me importo em ouvir seu choro.!
- “ Então deve saber o motivo deles. Deve saber que nada no mundo é capaz de traduzir quantas noites passei acordado, esperando que mesmo que de longe, a brisa me desse um beijo em seu nome.”
- “Porque essa brisa não trouxe você até mim?”
- “ Talvez por medo de ser recusada novamente, como vem acontecendo diariamente.”
Então parei para rever os últimos acontecimentos, e o que vi foi uma mulher insana, que passava todo o seu tempo trabalhando ou pensando no que poderia acontecer no próximo dia de trabalho. Vi uma mulher que não sabia mais o que significava a palavra viver, e que, freqüentemente, ignorava qualquer ato de carinho e afeto que recebia, tornando-se fria e fechada. Nos míseros segundos que ficava em sua casa, suas únicas ocupações era torturar e decepcionar com as mais rudes palavras quem esteve ao seu lado a todo o momento. Eu realmente não reconhecia essa mulher, apesar do enorme nome que surgia em seu corpo. Bianca. Como pude me deixar chegar a esse ponto? Como nunca pude dar valor à pessoa maravilhosa que me acompanhava em todos os momentos? Que me dava atenção e demonstrava seu amor incessantemente? E eu o chamava de amor por pura rotina. E em um ato impensado, eu olhei profundamente para aquele ser maravilhoso que estava ao meu lado, e me apaixonei por ele como nunca havia feito antes, o beijei como nunca havia beijado antes. E ele correspondeu. Correspondeu de uma maneira tão fervorosa que fez todo meu corpo estremecer. Eu me sentia imortal naquele instante. A vontade de nunca mais para aquele beijo era tão inexplicável que nem percebemos que a placa grande e amarela que dizia “Pare. Perigo. Volte”, logo no inicio da ponte, que ficava a 5 metros da nossa pequena parada. Naquele momento, o perigo era algo que não existia.
De repente sentimos o nosso corpo estremecer fortemente e fomos interrompidos com um barulho ensurdecedor de uma buzina, que vinha de umas das locomotivas que se encontravam na estrada. Murilo freou o carro bruscamente, a cerca d 2 metros de um precipício de aproximadamente 15 quilômetros de profundidade. No mesmo instante, o olhar que se concentrava naqueles olhos castanhos, mirava o precipício e, inesperadamente, um sorriso saltou de meus lábios. Logo após, dos lábios ainda rosados dele, pude ouvir uma doce gargalhadas, algo que não ouvia a um bom tempo.
Assim que saímos do carro -- de mãos dadas -- os operários do turno da noite vieram ao nosso encontro para saber se estávamos bem. Estávamos em perfeitas condições, melhores do que nunca. Depois de sairmos daquele local e nos hospedarmos no hotel mais próximo até o dia seguinte, quando as obras já estariam terminadas, finalmente tivemos uma conversa, que era como algo novo para mim. E nos sentimos felizes em saber que poderíamos termos morrido felizes a alguns minutos, que isso não seria tão ruim assim. Mas era melhor ainda saber que ao invés de uma morte feliz, tínhamos toda uma vida de alegrias, e que como eu fizera com ele no passado, ele poderia novamente me apresentar à vida.
Eu que da noite levava apenas o medo,esquecera do brilho da lua,dos assobios misteriosos dos animais.Eu que da noite levava apenas o medo...
E eu que nessas noites do medo me vejo encantada,alucinada,surpresa,pela sutileza do conhecer um alguém,que dá noite faria o meu dia amanhecer bem melhor.
Um alguém que não tão desconhecido e sim oculto, ao que meus olhos diriam o que há de mais magnânimo,mavioso,límpido...
Este alguém capaz de escrever no que me era medo algo chamado POESIA.
Meu fulturo queria ter:
.Uma casa com varios animais
.Eu ser classe media de dinheiro
.Não se preucupar com a casa
No meu presente quero ter:
.Uma bicicleta nova
.Se mudar de apartamento
.Poder sair toda semana
.Um quarto super bonito
No meu passado tive:
.Escola e varios amigos que ate hoje tenho
.Quando eu era menor eu e meus colegas taam todos se m camisa
.Brincava do que eu queria
Depois do dilúvio deveria o mundo ser repovoado de homens e animais bons. O dilúvio foi apenas mais uma “bondade” de Deus. Tão pitoresca quanto à valentia de Apolo sobre Píton “a serpente”.
Chuvas fortes também são apenas eventos da natureza, assim também nenhuma reza é capaz de acalmar a tempestade.
Os serem humanos são os únicos animais que conseguem produzir lágrimas emocionais, mesmo já sendo bem crescidinhos.
Lágrimas emotiva de fato são marcas de momentos vividos por nós humanos.
A diferença é:
Que quando ela vem com sentimento de alegria o sabor dela é agradável é único, aquele momento se torna um balsamo, um conforto desesperadamente a uma suavização ao nosso corpo.
Quando a lágrima é salgada, o sabor é de fel o mais amargo gosto que alguém possa sentir, assombra o momento vivido de dor e desesperança.
Por isso com jubilo chore de alegria e regozija em felicidade a mais profunda emoção que você tiver.
Ainda que muitos acreditem que os animais não têm direitos, há outros casos relativamente pacíficos de quem tenha direitos sem ter deveres: os bebês recém-nascidos têm direitos mas claramente não têm deveres. O mesmo acontece com os deficientes mentais profundos ou até com os nossos familiares mortos, a quem reconhecemos direitos sem exigirmos deveres.
Assim, é verdade que não há direitos sem deveres. Mas não é verdade que só quem tem deveres tem direitos. É bom não confundir o que é diferente.
"Eu Queria"
Eu queria escutar o que dizem as plantas,
os animais e todos os seres viventes.
Eu queria ter o poder de semear as mais belas sementes.
Eu queria sentir o voo das aves no infinito imerso.
Eu queria nadar com os peixes em mar aberto.
Eu queria sentir a brisa das manhãs em evidência.
Eu queria ter a força de um elefante com a sua paciência.
Eu queria falar as línguas de todas as tribos,
ouvir seus problemas, sentir seus desafios,
poder entender e acalmar seus gemidos.
Eu queria que não houvessem entre os terrestres,
diferenças nem de raça, nem de cores, nem de crenças.
Eu queria que existisse uma só luz
e que todos louvassem a um só Deus.
Eu queria que no outono, inverno, verão ou primavera,
os homens vivessem da mesma maneira,
não mudassem suas atitudes uns com os outros,
esquecendo-se do amor e acumulando tesouros.
Eu queria,Allah,esse mundo um pouco mais feliz.
Como não posso fazer tudo o que aqui revelei,
sei que tu não o fazes, pois nos deste a vontade livre
e nos incumbistes,confiando-nos
de tomarmos conta de seu paraíso.
EDUCAÇÃO PARA HUMANIZAR
O homem se diferencia dos outros animais pela sua capacidade cognitiva de racionalizar, realizar e planejar seus atos. Entretanto, ninguém nasce sabendo de alguma coisa, tudo se forma através de um andamento construtivo decorrente do meio ao qual se vive. Então, como se tornar um ser humanizado? O processo de aprendizagem e as relações sociais estão intimamente ligados a propagação dessa humanização. Sendo assim, a educação se torna a grande oportunidade para que haja a evolução humana.
Primeiramente é preciso entender o significado da palavra humanizar, que se trata de conceder ou adquirir condição humana, isso tem a ver com o ato de promover o desenvolvimento das potencialidades do indivíduo de maneira integral, considerando sua individualidade, aceitando-o como ele é, e compreendendo seus limites e suas condições para superá-los. Diante disso, como sendo parte da educação a responsabilidade de desempenhar esse papel, até que ponto pode-se considerar que a mesma seja a “solução” para a humanização? A realidade da nossa sociedade denuncia graves deficiências no paradigma de ensino, principalmente no que compete às instituições de ensino público. O maior problema de um sistema que visa “humanizar” é estabelecer um ideal fixo humano que propõe uma meta equitativa para todos, provocando um efeito reverso, onde em lugar de conservar a identidade do sujeito, o despersonaliza ao mesmo tempo que o desumaniza.
Vivemos numa sociedade que a liberdade para se pensar ainda se faz reprimida na educação, e o incentivo para a construção de visões críticas transformadoras é deixado de lado. A criança ainda muito nova quando entra na escola já traz consigo um emaranhado de “porquês”, até que a instituição a condiciona a rotina diária de apenas sentar na cadeira e prestar atenção ao que é dito, até que ela sai da fase dos porquês para ir à fase das respostas, isso reduz-lhe a capacidade de ir além e produzir novas ideias. Os professores parecem estar mais preocupados com que seus alunos “enfeitem palavras” do que conheçam de fato a realidade que ensinam, se conformam com um sistema de avaliação baseado em notas de provas e ignoram a veras do que os alunos pensam e o seu saber. Não existe uma educação holística, promovem a inteligência intelectual e se esquecem de orientar para a inteligência emocional, o que pode aumentar a probabilidade de estar se formando um cidadão e\ou profissional de risco para a humanidade.
A educação é capaz de humanizar verdadeiramente desde que haja um modelo alternativo de ensinar, visando compreender a realidade subjetiva e do ambiente ao qual cada aluno está inserido, desenvolvendo uma educação que não apenas esteja vinculada às técnicas, mas atrelada às coisas da vida, abrindo espaço para que se possa expressar sentimentos, criar novas formas de pensar e transmitir ideias que ofereçam ações para o bem da humanidade.
(18/08/16)
u vi animais em nuvens João. Vi árvores bonitas pela estrada e algumas mortes. Ouvi boas músicas, outras nem tanto. Fui a igreja algumas dezenas de vezes, vi lá, irmãos falando mal de irmãos. Deixei a crença por um tempo.
Vi alguns jogos de azar darem certo e alguns terem sorte no amor.
Te falei que visitei o Diabo? Ele estava tomando um capeta - que coisa não? - e ouvindo algum tipo de banda, dessas que tocam no inferno. Era muito boa. Rock, porque o rock é do diabo. Nos abraçamos, fumamos alguns cigarros e ate pegamos um bronze.
Lembrei de uma vez que fui ver Jesus, a música era suave, a bebida vinho. Senti frio e algo estava bem.
João, hoje pensando nisso me vi aqui, em meio a pessoas que mentem, magoam e fingem. Pessoas que são projetos de má qualidade e que não deram certo. De mentira. Vivo numa cidade que na mesa ao lado do bar, está meu ex que eu mal consigo olhar na cara, do outro alguém que já chamei de irmão e atendendo um cara que já foi meu pai.
Pensei em Deus, mas diante do que vejo todos os dias quando saio de casa, falta mesmo senti do diabo e de sua hospitalidade calorosa!
Sabe para onde os animais vão quando partem deste mundo para o Plano Espiritual? Bem, vou lhes contar uma história... Reza a lenda, que Deus, em sua infinita sabedoria precisava enviar sobre a Terra anjos que nos ensinassem a amar, e então, ele criou os animais.
Porém, como tudo na vida tem um ciclo, mais uma vez pela sabedoria do Pai Celestial, todos esses anjos, ao fim da sua vida, tornam-se estrelas no céu.
Então, segundo a lenda, quando sentires saudades daqueles que tanto amor e carinho dedicaram a ti, trazendo-te alegria, olhe para o céu, e lá, com certeza, ele estará brilhando por ti e iluminando os teus caminhos por toda a vida.
TEMPOS
Passado Pantanal:
Conjuntos de plantas verdes
Aromáticas e de animais
Belos. De rios sem sede.
Uma beleza sem igual!
Com aves coloridas e exóticas.
Paisagem florida e bucólica.
"In natura"!
Alto astral!
Presente Pantanal:
Conjunto de plantas secando.
Drogadas de ópio e chorando.
Vítimas do vinhoto mortal!
De animais em extinção e doentes.
De rios morrendo de sede.
De aves sem canto.
Que desencanto.
Funeral!
Futuro Pantanal:
Conjunto de plantas mortas
Asfixiadas pela poluição.
De animais em estado
De putrefação!
De rios falecidos, sem peixes
E sem jacaré
Que virou exportação!
De aves sem vida
Caídas no chão!
Futuro Pantanal:
Outrora, resto do Oceano Pacífico,
Era tão belo e tão pacífico.
Transcendental!
Tornou-se um resto da insanidade
De um povo estúpido e covarde!
Futuro Pantanal:
Mortalha natural!
Colosso de épocas passadas.
Tornou-se apenas "Pantanada"!
E, por culpa dos homens,
Mais nada!
Percival Percigo Gomes
O olhar dos animais nos ensina mais de vida e amor , que toda humanidade
. É dever de todos os homens proteger a natureza da qual também pertencem.
Dizem:
Melhor morrer uma espécie, que nem se sabe para que existe ,do que deixar de poluir ,avancar as cidades sobre matas e não produzir "emprego".
Dizemos nós : jamais alguém nos explicou a razão do homem existir.Nem por isso, achamos que o homem deva ser extinto.
Façamos de tudo para protegê -los: http://www.worldanimalprotection.org.br/saiba-como-denunciar-maus-tratos-ou-crueldade-contra-animais
Nenhum deles é melhor que o outro
Tenho quatro animais de estimação, uns são carentes demais, outros precisam de atenção, um se sente sozinho no mundo, outro é tão fofo que você ama de primeira. Abri meu coração para os pets, chorei sua dor, desabafei em sua causa, fiz o bem a mim mesma e a eles (mais a mim).
Eu não fico atrelando sentimentos aos atos mais banais de dois gatos e dois cachorros, meu amor é forte, calmo, maduro, talvez o amor não devesse ser assim tão protetor, tão incondicional, talvez você esteja coberto de razão quando se tem animais a gente fica mais equilibrada, vê tudo com naturalidade, perde o limite das forças.
É impossível entender as mulheres que amam bichos, eles vêm em primeiro lugar, a gente fica de cara boa só por eles existirem, mesmo eu que já fiz de tudo nessa vida, eles não nos roubam a feminilidade, não faz nosso coração doer, não devasta nossa vida e nem se preocupam com a cor das suas unhas.
Eu quero um homem que os trate bem, os respeitem, um homem que não fica com fisionomia tensa toda vez que um deles chega perto, não me venha olhar meu bichos com ar de superioridade que tanto me irrita, não me venha com julgamentos que preciso de pets porque sou solteira e sem família.
Nada de cochichar que minha casa tem muitos pelos, nada de olhar a casa com aquele olhar inquisidor de poderia ser mais clean, não volto atrás, quando se ama de verdade não se volta atrás.
Meu bichos não são robotizado ou estereotipados, são agradáveis em quaisquer circunstâncias, quando saio de casa sempre me deparo com a falta de noticias que acaba sendo um sinal de que nada grave aconteceu e que eles estão bem.
Deslembro da era antes de bichos, não sinto culpa em tê-los adotados por mais que alguns pretendentes queiram que eu escolha entre eles e os bichinhos, nada era tão bom sem eles, também não tenho arrependimento algum, aliás no topo da minha lista de exigências está um homem que ama e respeita os animais.
Que várias pessoas me ouçam, eu odeio aquele carinha de “odeio gatos, amo cachorros”, odeio aquelas atitudes que a pessoa já vai pedindo perdão porque detesta animais, odeio ouvir as entrelinhas de que meus bichos não são meus filhos, que os dou mais atenção que eles merecem.
Coitada! Nunca está satisfeita, adotou um, depois o segundo, levou o terceiro para casa e agora com quatro, é o que dizem alguns, outros dizendo que curo minhas amarguras com bichos. Eu me sinto tão bem resolvida para ouvir esses discursos que associam amar pets com carência. Discordo, mas fazer o quê, cada um pensa como quer, eu que não vou gastar meu precioso tempo explicando sentimentos. Aliás como disse aí em cima sou uma moça muito equilibrada.
Tenho mil reclamações e queixas de como é complicado viver com pets, são xixis e cocôs fora do lugar, são passeios diários matutinos e vespertinos quando às vezes estamos sem um pingo de vontade, brigas entre eles, mas nunca reavaliei minhas escolhas porque o amor que sinto por ele faz com que eu supere suas imperfeições e eu supero a minha preguiça em amá-los de vez em quando.
Sou mãe de bichos nos moldes tradicionais, eles não tem roupinhas no calor infernal de minha cidade seria um sacrilégio, eles não usam frufrus, a criação é na base da ração, carinho, amor, caixa de areia e higienização, hora do banho é hora de careta, eu fico até descrente, pois um dos meus gatinhos ama banho.
Com eles os dias não são todos iguais, preciso sair correndo para comprar a ração que acabou, preciso ensiná-los a ficar de boca fechada para não incomodar os vizinhos, sei adivinhar pensamentos do que eles querem e necessitam, astral murcho com eles não existe mais. Tudo preenche, tudo se resolve.
O saguão do prédio fica cheio de crianças apinhadas para acariciá-los, perco preciosos minutos conversando com estranhos que elogiam meus dois cachorros sem raça definida, não há um único dia que eu não pense ou me preocupe com eles, para mim eles estão sempre bonitos, são sempre simpáticos e cada dia isso me atrai.
Os bichinhos nos ajudam a enfrentar sofrimentos e tentar manter nossa vida de pé, são bem-apessoados em serem ombros amigos, cabe a eles sentir que não estamos bem quando ninguém notou, cabe a eles me acordar com miados e latidos quando a preguiça nos dominou. Todos têm lugares únicos em meu coração e não há preferência.
Por onde andas oh majestosa Felicidade?
Agora que os velhos ,as crianças ,os animais
morrem à míngua numa podre e mesquinha
sociedade?
Será que tuas asas lhe cortaram?
Será que os ventos lhe roubaram?
Será que passeias em algum lugar ainda ?
Liberta-nos oh tal Liberdade
Nos livra desse mundo injusto ,medíocre ,
frio,vazio ,insosso ...
Abre tuas gaiolas e solta os passarinhos
da paz
do respeito
da gentileza
da pureza
da igualdade
do amor ... Por favor!
Não nos deixa aqui nesse mar de escuridão
A vagar por um espaço de respeito,
de alegria
ou um pedaço de pão em gentileza.
Salva-nos desse mundo louco
Sara nossas feridas
Nos livra desse mundo tão pouco!
Enquanto alguns bichos são tratados como gente
Outros animais só servem para o abate
Enquanto alguns bichos são parte da família
Outros animais são parte do cardápio
Como equacionar essa balança?
Como equacionar essa matança?
Como será que os bichos nos vêem?
Se para alguns deles não existe esperança
Então Deus lembrou de Noé e de todos os animais que estavam com ele na barca. Deus fez com que um vento soprasse sobre a terra, e a água começou a baixar.
As fontes do grande mar e as janelas do céu se fecharam. Parou de chover,
e durante cento e cinqüenta dias a água foi baixando pouco a pouco.
No dia dezessete do sétimo mês, a barca parou na região montanhosa de Ararate.
A água continuou a baixar, até que no primeiro dia do décimo mês apareceram os picos das montanhas.
No fim de quarenta dias, Noé abriu a janela que havia feito na barca
e soltou um corvo, que ficou voando de um lado para outro, esperando que a terra secasse.
Depois Noé soltou uma pomba a fim de ver se a terra já estava seca;
mas a pomba não achou lugar para pousar porque a terra ainda estava toda coberta de água. Aí Noé estendeu a mão, pegou a pomba e a pôs dentro da barca.
Noé esperou mais sete dias e soltou a pomba de novo.
Ela voltou à tardinha, trazendo no bico uma folha verde de oliveira. Assim Noé ficou sabendo que a água havia baixado.
E ele esperou mais sete dias e de novo soltou a pomba, e dessa vez ela não voltou.
Quando Noé tinha seiscentos e um anos, as águas que estavam sobre a terra secaram. No dia primeiro do primeiro mês, Noé tirou a cobertura da barca e viu que a terra estava secando.
No dia vinte e sete do segundo mês, a terra estava bem seca.
Aí Deus disse a Noé:
– Saia da barca junto com a sua mulher, os seus filhos e as suas noras.
Faça sair também todos os animais que estão com você, isto é, as aves, os animais domésticos, os animais selvagens e os que se arrastam pelo chão. Que eles se espalhem por toda parte e tenham muitas crias para encherem a terra.
Assim Noé e a sua mulher saíram da barca, junto com os seus filhos e as suas noras.
Também saíram todos os animais e as aves, em grupos, de acordo com as suas espécies.
Noé construiu um altar para oferecer sacrifícios a Deus, o SENHOR. Ele pegou aves e animais puros, um de cada espécie, e os queimou como sacrifício no altar.
O cheiro dos sacrifícios agradou ao SENHOR, e ele pensou assim: “Nunca mais vou amaldiçoar a terra por causa da raça humana, pois eu sei que desde a sua juventude as pessoas só pensam em coisas más.
Também nunca mais destruirei todos os seres vivos, como fiz desta vez. Enquanto o mundo existir, sempre haverá semeadura e colheita, frio e calor, verão e inverno, dia e noite.”
Eu já disse que ela é mais minha dona
que eu dono dela
Os animais tem a pureza que só a criança
consegue trazer no olhar
e nós fodemos a vida dessa criança
e arrancamos dela
o sorriso
Fazemos festas de formatura
e comemoramos por termos comprado conhecimento teórico
e bebemos sem saber o motivo
Se não choramos
tentamos achar motivos
se não somos felizes
arrumamos músicas que combinem conosco
Nossa vida vai se arrastando
e não tem nada
que pague o amor que os bichos me correspondem
Quando ela me procura
quando ela olha fixamente no meu olho
é como se o mundo parecesse fácil de digerir
e a vida tão leve quanto qualquer movimento que ela faça
Eu que sempre fui o amante
achei a fidelidade em alguém que não sabe dizer duas palavras
Mas, mesmo assim
conversa comigo
e me ouve
como nenhuma pessoa já fez.
