Textos Reflexivos sobre Inclusão
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para si mesmo.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para os seus pais, com respeito às escolhas e limites que estabelecem.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para a sua família, reconhecendo que o amor não se resume à conformidade.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para os seus amigos, sem medo de se perder em agradar.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para as pessoas, respeitando sua autenticidade e os próprios princípios.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para a sociedade, sem se deixar ser moldado por padrões que não representam quem você é.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para o mundo, com consciência de seu impacto e da responsabilidade que carregamos.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para a vida, abraçando o que é realmente importante para o seu crescimento e bem-estar.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO até para o que acabou de ler, refletindo sobre o que realmente faz sentido para sua jornada.
A verdadeira liberdade nasce da capacidade de escolher conscientemente, seja para afirmar ou negar, sempre com o entendimento de que nossas escolhas definem a essência do nosso caminho.
Não sou "contra o sistema"; sou a favor de um sistema melhor.
Não sou "diferente"; busco a igualdade.
Não sou "filósofo"; todo mundo pensa.
Não sou "desperto"; estou despertando para as mentiras na minha vida.
Não sou "sábio"; estou aprendendo todo dia.
Não sou "espiritualizado"; estou espiritualizando meus defeitos.
Não sou "perfeito"; estou aperfeiçoando minhas imperfeições.
Não sou "iluminado"; estou me esclarecendo sobre minhas falhas.
Não sou "evoluído"; estou evoluindo quem sou.
Não sou "melhor" nem "pior"; eu morro.
Enquanto os bancos controlarem a sociedade, a escravidão, a pobreza e a miséria jamais chegarão ao fim.
Se aqueles que detêm o maior acúmulo de dinheiro e poder no mundo – os bancos – não têm interesse em acabar com esse ciclo, como isso poderia acontecer?
Há décadas, essa estrutura se mantém intacta, e está na hora de enxergar o verdadeiro poder que os bancos exercem sobre a sociedade. Esse é o primeiro passo. Sem essa compreensão, qualquer tentativa de mudança será apenas superficial.
Mas enquanto o povo continuar sendo conduzido pela narrativa imposta pela mídia – que foca sua atenção nos fantoches políticos, desviando o olhar dos verdadeiros controladores do sistema – a realidade não mudará. A sociedade seguirá nesse estado degradante que você vê todos os dias.
Os bancos detêm o poder. A cegueira implantada precisa ser removida. Abra os olhos para o que está à sua frente e perceba o óbvio:
Poder = Dinheiro
Dinheiro = Bancos
Bancos no poder!
Quando você era criança, os adultos encheram sua mente de "não pode". Algumas dessas restrições faziam sentido na época — eram necessárias para sua segurança e sobrevivência. Mas agora você é adulto. E sabe o que isso significa?
Que você não precisa mais desses "não pode".
Pode conversar com estranhos.
Pode tocar nas coisas.
Pode se divertir sem motivo.
Pode brincar todos os dias.
Pode errar sem medo.
Pode chorar à vontade.
Pode fazer barulho.
Pode esquecer o relógio.
Pode fugir das punições inventadas.
Pode sair sem destino.
Pode andar por aí sem propósito.
Pode ouvir o que sente.
Pode viver!
O que antes era proibição, agora é escolha. A vida não precisa ser um eterno cumprimento de regras criadas para te limitar. Você pode. Você sempre pôde. Só esqueceram de te contar.
O sentido é compartilhar,
não guardar...
Pois, de qualquer forma,
quando a morte chegar,
em referência,
só vai sobrar
o ar,
para os outros respirarem.
Respirando essa ideia,
além do ar,
que é dar,
tudo o que tenho para acrescentar,
do meu próprio bem-estar,
para os outros usarem,
tudo o que eu tenho para dar.
Dar o que me faz aceitar;
Dar o que me faz observar;
Dar o que me faz expressar;
Dar o que me faz falar;
Dar o que me faz mostrar;
Dar o que me faz informar;
Dar o que me faz ensinar;
Dar o que me faz ajudar;
Dar o que me faz acreditar;
Dar o que me faz realizar;
Dar o que me faz encontrar...
Encontrar o sentido dessa vida,
que é dar tudo o que sou para compartilhar.
Passei metade da vida em conflito comigo mesmo. Com o tempo, percebi que esses conflitos internos nada mais eram do que interpretações distorcidas de situações que eu mesmo via como um problema. E, ao enxergá-las dessa forma, sem perceber, negava minha própria paz.
Hoje entendo que, na verdade, os problemas não existem por si só. Eles são criações da minha mente, barreiras que invento para justificar a resistência em simplesmente estar em paz comigo mesmo.
Os megabanqueiros, megaempresários, megacorporativistas, megatecnocratas, megafinanciadores, megafilantropos — essa minoria que detém a maior parte do dinheiro do planeta — controlam muito mais do que apenas riquezas. Dinheiro é poder, e quem tem poder faz o que bem entender.
Eles compram a mídia, a educação, a saúde, as forças armadas, os políticos. E usam tudo isso a seu favor.
As forças armadas? São suas ferramentas para roubar terras, saquear recursos naturais, desestabilizar países, iniciar guerras e pilhar nações inteiras sob o pretexto de "democracia" ou "segurança nacional".
A mídia? Um instrumento de alienação em massa. Transforma pessoas em consumidores compulsivos, manipula a opinião pública, distrai da realidade, distorce fatos e modela nossas mentes sem que percebamos.
A educação? Um sistema sabotado para manter o povo na ignorância. Não ensina a questionar, apenas a obedecer. Treina cada geração para ser uma engrenagem submissa na máquina do sistema, uma força de trabalho disciplinada e previsível.
A saúde? Um mercado bilionário onde a doença vale mais do que a cura. Investem em tratamentos contínuos, não em soluções definitivas, porque um paciente crônico é um cliente eterno. A saúde virou uma indústria, e a vida humana, uma mercadoria.
Os políticos? Apenas fantoches bem pagos. Mentem, enganam, fazem promessas vazias. São a cortina de fumaça perfeita para que o povo acredite que tem escolha, enquanto o verdadeiro poder nunca muda de mãos.
E assim seguimos, dia após dia, presos nesse jogo. Enquanto nos dividimos, competimos, nos atacamos, nos escravizamos e nos destruímos, os verdadeiros donos do mundo assistem de longe, tranquilos, desfrutando de seus paraísos artificiais — financiados pela nossa ignorância e inocência.
Não me sinto culpado nem arrependido por nada que fiz ou faça; sinto-me apenas responsável pelas consequências dos meus atos, porém sempre consciente de cada um deles.
É mais fácil sentir arrependimento pelo que tive a oportunidade de fazer e não fiz, do que pelo que fiz. O que fiz está feito, já faz parte da minha história. O que não fiz, no entanto, não posso mais voltar atrás.
A paz está presente em todas as situações, mas nem sempre a aceitamos, pois muitas vezes acreditamos que determinadas circunstâncias não merecem nossa paz. O problema, portanto, não são as angústias em si, mas sim a paz que negamos a nós mesmos ao não a aceitarmos, justamente quando mais precisamos dela.
Um dia, você perceberá que todos os conflitos internos que já viveu foram, na verdade, uma manifestação do medo de abraçar a própria paz.
Quem desiste e diz: "isso nunca vai mudar", nunca verá a mudança, pois se cada pessoa no planeta pensar da mesma forma, dizendo: "isso nunca vai mudar", nada, de fato, mudará.
A mudança começa quando cada um de nós decide mudar. Ela não acontece esperando que algo externo se transforme, mas ao tomarmos a responsabilidade pela nossa própria transformação. A única pessoa que posso mudar sou eu mesmo. O mundo não vai se moldar exatamente como eu desejo, nem hoje, nem daqui a cem anos, mas eu tenho o poder de mudar a mim mesmo da maneira que escolho.
Quando cada um de nós muda, mesmo que de forma pequena, o efeito coletivo é grande. Cada um mudando a si mesmo, faz o mundo mudar.
O verdadeiro sentido da vida é compartilhar de si com os outros, não acumular o que vem dos outros para si.
Se o propósito da vida fosse acumular para si mesmo, todos aqueles que partem deste mundo levariam consigo tudo o que acumulou ao longo da vida. Mas isso não acontece. Ninguém leva nada consigo. O que realmente levamos, o que permanece, é o que compartilhamos durante o caminho, em vida.
Depois que eu descobri que o sentido da vida, além da morte, é viver compartilhando, compartilho tudo o que sou.
Compartilho o ar que respiro, o sentimento que transmito, a ideia deste pensamento, tudo aquilo que invento... Compartilho minhas reflexões, percepções, emoções, minhas ações... Compartilho tudo o que falo, digo, expresso, demonstro, mostro... Compartilho meus movimentos, por onde passo, o que faço, o que traço, desfaço, satisfaço... Compartilho tudo o que vivo, seja positivo ou negativo, pois tudo o que experimento faz parte de mim.
Evito guardar, prefiro compartilhar, pois, de qualquer forma, a morte levará tudo. Então, escolho deixar no mundo tudo aquilo que sou...
Às vezes, você é o que faz, não o que guarda.
Se o que você faz não reflete quem realmente é, talvez não seja você, mas apenas a máscara que escolheu vestir.
E se aquilo que guarda dentro de si é o que verdadeiramente te define, o que está esperando para compartilhar com o mundo aquilo que realmente é?
O afeto está no que você dá, no que compartilha, e não tanto no que recebe ou guarda.
Pois o que você dá permanece, enquanto o que você guarda, não.
A maior prova disso é a morte: quando morremos, não levamos nada do que acumulamos, apenas o que deixamos.
Porque, no fim, nada de fato nos pertence, exceto tudo aquilo que compartilhamos.
Qual o sentido da solidão? O que é solidão?
Ao questionar isso, cheguei à conclusão de que a solidão é uma ilusão. Pois bem, como posso me sentir só, se tudo à minha volta me mostra que nunca estou só?
Respiro o ar e me pergunto: o que é solidão?
Ando por aí e me pergunto: o que é solidão?
Vejo pessoas e me pergunto: o que é solidão?
Como posso me sentir só, se em qualquer lugar onde estou, estou sempre comigo mesmo? Como me sentir só, se habito um planeta com bilhões de vidas? Há mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes, crustáceos, moluscos, anelídeos, artrópodes, insetos, aracnídeos, protozoários, parasitas, micróbios, vírus… Há elementos, metais, minérios, cristais, rochas, terras, areias, águas, vapores, nuvens, chuvas, ventos, atmosferas, astros, luz, energia… Há mundos, galáxias, sistemas solares, planetas, continentes, países, cidades, ruas, casas, lares, mentes, pensamentos, memórias, sonhos, ideias, imaginações… Há vida por todos os lados, em todo canto, em todo lugar.
Como posso me sentir só, se dentro de mim há pele, músculos, veias, artérias, sangue, plasma, órgãos, tecidos, nervos, neurônios, células, organelas, moléculas, átomos, partículas, energia, vibração… vida?
Como me sentir só, se tudo ao meu redor me lembra que não estou só? Minha sombra, meu reflexo, meu eco, minha voz, meu cheiro, minha respiração, meu batimento cardíaco, o som dos meus passos, o calor do sol, o brilho da lua, o movimento das nuvens, a dança das árvores ao vento, o cantar dos pássaros, o sussurrar das ondas, o pulsar da terra… tudo me mostra que a solidão não passa de uma ilusão.
Percebi que a solidão, na verdade, nunca existiu. Porque, no fundo, eu nunca estive só. Apenas me senti só por ter me iludido e, de certa forma, “abandonado” a minha própria companhia.
As pessoas, geralmente, só não fazem o "mal" pelo medo das consequências — seja a consequência que acreditam ter após a morte ou a consequência que recebem em vida mesmo. Já outras pessoas são naturalmente boas por natureza, não fazem o mal, mesmo se houvesse a oportunidade. Então, é sempre bom rever o próprio caráter, a própria personalidade, as próprias intenções, o próprio ser, e desenvolver em si mesmo aquilo que você de fato é ou quer ser, mas não por medo de consequências, e sim por vontade, por coração, por si mesmo.
Tem pessoas que só fazem o "bem" por interesse — interesse de ser "privilegiado", de "receber", de "ganhar", de "conseguir" dos outros. E isso não é, interpretamente falando, uma pessoa "essencialmente boa", entre aspas, quando só se faz com esse objetivo, e sim uma "pessoa interesseira", fingindo ser boa ou mostrando ser interesseira mesmo. Ou seja, não desenvolveu naturalmente o sentimento puro, leve, doce, amoroso de ser. Não percebeu que, pra isso, não precisa da expectativa de receber algo em troca ou temer as consequências se não fizer, e que basta, essencialmente, seguir o próprio sentimento, deixar fluir naturalmente as intenções, enxergar os próprios comportamentos, respeitar a própria vibração pessoal sobre qualquer situação, parar de se controlar e apenas ser, indiferente dos atos. Pois a essência de si mesmo é fluxo, natural, espontâneo, se desenvolve assim, e não se controlando pra não ser.
Por exemplo, tem pessoas que têm o ato de ajudar alguém a se levantar, mas têm a intenção de ajudar a levantar porque têm como objetivo ter algo em troca depois...
Tem pessoas que têm o ato de ajudar alguém a se levantar, mas a intenção era apenas ajudar a levantar, pois não têm como objetivo algo em troca...
Então, existe uma diferença entre uma pessoa "boa" e uma pessoa "interesseira", que só faz o "bem" por interesse.
A "boa" tem como intenção o ato do momento, e mesmo que receba algo em troca, a intenção era o ato, não a expectativa em receber.
A "interesseira" tem como intenção receber algo depois do ato, e se ela não recebe em troca, cobra, pressiona, joga na cara, abandona, larga, chantageia, diz que não fizeram por ela.
Não que eu esteja julgando ou definindo o que é "bom" ou o que é "ruim", o que é "interesseiro" ou o que "não é". Até porque, pessoas mudam. Às vezes, estão em um dia bom, às vezes, em um dia ruim. Não é uma regra, é uma análise do momento. Às vezes, a pessoa fez de coração agora e, daqui a cinco minutos, por interesse, no qual irá cobrar em seguida. Novamente repito: não é uma regra, é uma análise do momento. Apenas uma interpretação rasa de uma situação hipotética pra você discernir a diferença de quando alguém é e quando finge ser pra dizer que é. Pra você discernir a diferença de quando alguém fez por interesse e quando fez por vontade própria, por coração.
Às vezes, somos ruins; às vezes, bons; às vezes, interesseiros; às vezes, não. Porém, é bom ter o olhar aprimorado nas situações desses momentos, saber quem finge, saber quem é. Pois, quando nosso olhar é turvo, embaçado, cego, a gente acaba olhando apenas quem não era pra olhar, apenas porque a "aparência", as "miragens" vistas dos nossos olhares cegos aparentavam ser verdadeiras, boas de coração. E nisso, nos iludimos com quem não deveríamos, por ser fingimento, falso, e deixamos de ver quem era pra enxergar: os verdadeiros de bom coração.
E quem olha é o próprio sentimento, não a impressão dos olhos.
Pois os olhos têm o interesse de olhar o que aparenta ser.
O sentimento sente o que de fato é.
Conexão é confiança;
Controle é desconfiança.
Quem está conectado ao outro não tem a necessidade de controlar,
pois somente quem desconfia, por não acreditar nessa conexão de amor, tenta controlar, vigiar, manipular, para se sentir seguro no sentimento daquilo que não acredita ter com alguém.
O país funciona como uma grande empresa.
Os "donos" são os banqueiros, filantropos, magnatas e megaempresários, aqueles que realmente detêm o poder e controlam os rumos da nação nos bastidores.
Os "gerentes" são os políticos, figuras colocadas à frente da administração, mas que, na prática, apenas representam e garantem os interesses desses "donos", tomando decisões que mantêm a estrutura operando conforme seus desejos.
E o povo? São os funcionários, a base que sustenta tudo. Trabalhadores que dedicam suas vidas diariamente, movimentando a economia, produzindo riquezas, mantendo a engrenagem girando. No entanto, em troca, recebem apenas o suficiente para sobreviver, enquanto os verdadeiros beneficiados desse sistema acumulam fortunas cada vez maiores.
O tempo de vida se perde no trabalho, o cansaço se acumula, a juventude se esgota. E, no fim, quem realmente lucra? Os donos da empresa.
Quer mudar ou quer continuar do mesmo jeito? Se quiser mudar, precisa fazer três coisas:
1 - Parar de ter pena de si mesmo – Os problemas existem, mas ficar sofrendo e reclamando não resolve nada. A vida continua, com ou sem tristeza.
2 - Largar o que faz mal – Muitas vezes a pessoa continua em lugares, hábitos ou com pessoas que fazem mal, só porque já está acostumada. Mas é preciso deixar ir aquilo que não faz bem.
3 - Olhar para si mesmo e viver do seu jeito – Fazer o que realmente quer, sem viver pela opinião dos outros. Ninguém sente sua dor ou vive sua vida por você.
Se você não mudar essas coisas, os mesmos problemas vão continuar acontecendo. A mudança só começa quando você decide agir.
As relações entre as pessoas podem acontecer de três formas:
1 - Amor é cuidado, respeito, carinho, ajuda e companhia. No amor, as duas pessoas se sentem bem juntas, se ajudam e podem ser elas mesmas sem medo.
2 - Posse é querer mandar, controlar, cobrar e prender a outra pessoa. Quem age assim quer que o outro faça tudo do seu jeito. Isso faz mal e acaba com a liberdade da pessoa.
3 - Frieza é falta de cuidado, falta de atenção e falta de interesse. Quando existe frieza, a pessoa já não se importa mais com a outra e a relação fica vazia.
Você precisa entender a diferença entre essas três formas e escolher qual quer ter na sua vida.
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