Textos Reflexivos sobre Inclusão
Assim é com o tempo. Sempre que falamos sobre ele, fazemos isso em termos de algo menor. Encontramos ou perdemos tempo, como um conjunto de chaves; economizamos e gastamos, como dinheiro. O tempo se arrasta, rasteja, voa, foge, flui e fica parado; é abundante ou escasso; pesa sobre nós com um peso palpável.
À medida que as crianças crescem e desenvolvem empatia, elas adquirem uma melhor noção de como navegar no mundo social. Dito de outra forma, pode ser que um aspecto crítico do crescimento seja aprender a dobrar nosso tempo em sintonia com os outros. Podemos nascer sozinhos, mas a infância termina com uma sincronia de relógios, pois nos prestamos totalmente ao contágio do tempo.
Durante muito tempo, ignorei ou descartei o ditado de que o tempo voa à medida que envelhecemos, porque não sentia idade suficiente para aplicar a cláusula "à medida que envelhecemos". Ultimamente, porém, comecei a pensar que tenho. O tempo não está acelerando; seu ritmo é cruelmente constante, um fato do qual estou cada vez mais dolorosamente consciente.
Nós somos nada mais, que o fruto dos nossos estudos, das nossas leituras, das nossas conversas, das nossas companhias, das músicas ouvidas, das nossas experiências e das nossas vivências. Surge, a partir daí, a vital importância das nossas escolhas. Porque no fim do túnel terrestre, a colheita será proporcional a semeadura.Vamos, então, plantar lindas flores no jardim da vida!
Em época de pandemia vamos nos resguardar em nossos lares fazendo a nossa parte.Orando, não nos desesperando e assim, filtrando as informações, que nos circundam. Essa catastrófe veio com um propósito muito maior, de nós reconectarmos mais e de nos desconectarmos muito mais, das redes sociais.
Sobre blindagem emocional e física, vale um banho de cachoeira para lavar a alma, ascender uma vela para o anjo da guarda, um banho de sal grosso, harmonizar o ambiente em que se vive, leituras, músicas e conversas edificantes, ir a uma gira, usar uma guia. Mas nada disso vale se seus pensamentos não corresponderem as suas palavras e aos seus atos. Por isso, equilíbrio e sabedoria sempre,como palavras de ordem, para surtir efeito de todos esses recursos valiosos.
Vivemos em um mundo grande, bonito, despido para tudo e todos, contudo, sofrido, mal cuidado e destruído, pelos “cegos” que não querem ver, “surdos” que não querem ouvir, “mudos” que não querem falar, “anosmáticos” que não querem cheirar; os “CEGOS” que veem os sofrimentos de todos , possui o poder da mudança, mas não querem mudar, “SURDOS” que deixam de ouvir a voz da razão, do correto, e permanece no erro em meio à destruição, “MUDOS” que por muitas vezes decidem ficar calados nos momentos de escancarar, falar, expressar em uma só voz, a voz de todos, mas se calam, omitindo-se à verdade, “ANOSMÁTICOS” que buscam a destruição do mais puro cheiro das rosas, da brisa lançada de uma linda floresta à uma grande multidão, do mais puro ar, que a cada inspirar e expirar, nos faz viver, mas, contudo, permanecem para devastar, desmatar, queimar e apagar tudo e todos que nesse mundo vivem a sonhar em um dia acordar em um mundo grande, bonito e despido para tudo e todos, sendo retribuído por tudo que ele nos veio a ofertar.
Brindemos aos momentos de sol em nossas vidas e às pessoas que aparecem pra nos iluminar, seja com sorrisos, abraços ou conselhos construtivos. Brindemos aos obstáculos ultrapassados e à esperança de que tudo irá melhorar. Brindemos à fé que permanece apesar das tempestades e aos verdadeiros amigos e familiares que são nosso porto seguro nos momentos necessários. Brindemos ao amor, é ele que dá sentido à vida
As pessoas dizem: "fulano não presta, tem que mudar, tem que ser diferente" Ou " fulanozinho está melhor assim ou assado". Quantas pessoas já foram diminuídas, consertadas, avaliadas e julgadas, Muitas talvez! Então vamos aproveitar o dia de folga e olharmos no espelho, ele tem muito a nos mostrar e à nos dizer.
Então, estou aqui. Deitada em meus pensamentos. Minhas confusões. E meu melhor remédio não vem. Meu sono. Que por vezes me leva a lugares distantes. Que sempre me tira dessa realidade rotativa. Ele ainda não chegou. A inconsciência hoje é minha melhor amiga. Me leva, me orienta e me direciona a lugares sem dor. Sem sofrimento. Não me faz questionar. Quais questionamentos? Coisas simples: o que eu faço aqui? Por que estou aqui? Qual o propósito dessa existência sem sentido? Então, diante disso, ela me anestesia. Realmente, eu queria saber o por que e para quê? Sendo que nem eu mesma me encontro nesse emaranhado de sentimentos e confusões. É tudo tão confuso e dolorido que me faz sangrar perguntas sem respostas, entende? E depois dessa enxurrada de lágrimas e dor, fica apenas o espaço vazio, que nunca será preenchido. Por que, ele está ocupado por algo que não pertence a este lugar, algo que não faz parte. Sei que é confuso, estanho, louco. Mas é assim que hoje eu me sinto. Um peixe fora d'água. Uma terra sem vida, um mar turbulento. Hoje eu sou isso. E sabe de uma coisa? Tá tudo bem. A vida é inconstante. E é nessas inconstâncias que eu encontro meu caminho linear...
Ubicação é um estado de consciência no qual a pessoa está em posse dos seus sentido e de seu lugar... Esta sentindo a si mesma, observando o que pensa, suas emoções e instintos, por conseguinte, esta apta e preparada para qualquer evento que se apresente... A ubicação é básica, fundamental para qualquer pessoa que queira despertar a consciênicia e ser dona de si mesma
Há mais de dois mil e quinhentos anos nasceu no Nepal um homem chamado Siddharta Gautama, um príncipe pertencente a uma casta nobre e que vivia num palácio. Ao constatar, porém, que para lá do palácio a vida era feita de sofrimento, Siddharta abandonou tudo e foi para a Índia viver numa floresta como um asceta, dilacerado por uma pergunta: 'para quê viver quando tudo é dor?' Durante sete anos deambulou pela floresta em busca da resposta a essa pergunta. Cinco ascetas convenceram-no a jejuar, por acreditarem que a renúncia às necessidades do corpo criaria a energia espiritual que os conduziria à iluminação. Siddharta jejuou tanto que ficou esquelético e o seu umbigo tocou-lhe na coluna vertebral. No final, constatou que o corpo necessita de energia para alimentar a mente na sua busca. Decidiu, por isso, abandonar os caminhos extremos. Para ele, o verdadeiro caminho não era o da luxúria dos dois extremos. escolheu antes o caminho do meio, o do equilíbrio.
Não espere nenhuma colheita melhor para seu futuro se não lançares hoje as sementes de sua fé. Esqueça de vez os passos equivocados dados para traz, concentre-se somente naqueles que darás para frente a partir de hoje. Porém nada o impedira de testar aquela direção lateral interessante, pois, o que procuras poderá estar por ali, haja visto o leque de opções que você ignorou até hoje. Para ser derrotado, basta insistires num passado já conhecido que nunca te levou a lugar nenhum, pois o gosto amargo da derrota você já conhece, e só será sentido se insistires em toma-la novamente. O fracasso são se resume nos tombos sentidos, mas sim na recusa de se reerguer. E aproveitem para raciocinar sobre seus métodos aplicados. Vícios antigos terão que serem eliminados, como a mentira, por exemplo, pois esta, mesmo que sendo uma meia verdade, como entedias há pouco tempo, passa a ser uma mentira inteira. As críticas partidas de quem você é neste momento, serão todas sem fundamentos, por faltar á elas a veracidade de seus exemplos. É muito fácil ser um critico inconsequente, difícil será ser o alvo. Se quiser culpar outros pelos seus fracassos, comesse na origem, ou seja, frente ao seu próprio espelho.
A casca em que abito não passa de um limitador para a luz que guardo em mim, mesma luz traz a verdade que queima por esse motivo as pessoas preferem enxergar só a casaca então eu me torno meu próprio carcereiro, guardando o que tenho de melhor, então sobra só essa casca que vagueia esse mundo perdido
É no amor que a gente realiza quem nós somos. Viver de forma egoísta, é nunca se realizar como pessoa. Independente de alguém ser chamado ao matrimônio, ao celibato ou sacerdócio, se essa pessoa vive para si mesma ou para o próprio prazer, ela não é feliz! Isso em qualquer âmbito de relacionamento. Se eu tiver uma amizade, não serei feliz buscando apenas a minha felicidade. Isso namoro, família, amizade, casamento... Falo de reciprocidade, sem isso não há plenitude.
As lágrimas lubrificam a alma, são como um rio que em seu leito navegam as embarcações do amor, ódio, tristeza, alegria. Sentimentos que colorem, matizam ou atenuam os retratos da vida. Ao chorar transbordamos o copo da vida com novas possibilidades, coloridas, em preto e branco ou matizadas como o outono nas folhagens.
A Poesia é - da vida - a célula que nem todos percebem, ela está em tudo e basta ter senso de observação para vislumbrá-la. Nada passa despercebido a um poeta. Em simples ou refinados textos, singelas palavras ou eruditas linhas, há horizontes timbrados de amanheceres e crepúsculos, mostrando que a vida pode ser sempre mais. Divulgar levezas, enfeitar em letras suaves e coloridas o tempo de cada um, unindo a fantasia, a reflexão, e a realidade, mesclando a vida em tons marcantes ou não, como ela geralmente é. A poesia e o poeta são imprescindíveis.
Desculpe-se você com a vida, e pare de culpá-la. Como um detetive sempre buscando um novo suspeito, culpado por seus crimes inafiançáveis. Já não cabe mais culpar a vida ou o que lhe venha acarretar numa infelicidade. Descubra o espelho. Se veja! Dói tanto assim se apontar? É tão difícil parar de procurar o erro ao derredor? Acha melhor endividar algo em culpa, do que assumir o que é defeituoso?
Por essa definição, estamos no meio de uma revolução: algo mais amplo do que um golpe político puro e mais restrito do que as revoluções sociais clássicas do século XX. A partir dos próprios valores e práticas do capitalismo de livre mercado - individualismo, escolha, respeito pelos direitos humanos, a rede, a hierarquia plana - as massas desenvolveram uma nova prática coletiva.
Ela seria selvagem e livre. E eu não me preocupava porque sabia o segredo. Que apesar de toda a sua feiura, todas as caminhadas e corridas e pulos e quedas e todas as vezes que levantava e dizia "não" e dizia o que ela queria, suas mãos arranhadas, sua pele sardenta, seu cérebro inteligente, ela obviamente seria linda.
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