Textos Reflexivos sobre Inclusão
Agora, quando já era tarde demais e as lojas da vida estavam fechadas, ele lamentava não ter comprado certo livro que sempre desejara, não ter jamais passado por um terremoto, um incêndio ou um desastre de trem; não ter visto jamais o Tatsienlu no Tibet, nem ter ouvido nunca as gralhas azuis parlando em salgueiros chineses; não ter jamais falado com aquela colegial errante, de olhos impudicos, que encontrou, certo dia, numa clareira solitária; não ter rido da anedota contada por uma mulher tímida e feia, quando ninguém riu na sala; ter perdido trens, alusões e oportunidades; não ter dado a moeda que tinha no bolso para aquele velho violinista de rua, que tocava tremulamente para si mesmo, certo dia gelado, numa cidade esquecida.
‘Um dia eu também vou morrer.’ Acontece com você, não? Ódio do mundo, que muito alegremente continuará sem você. Uma sensação básica de que todas as coisas do mundo são bagatelas, fantasmagorias comparadas à sua agonia mortal, e portanto à sua vida, pois, como você mesmo diz, a vida em si é a agonia antes da morte.
Quem sou eu... ou o que eu realmente sou, gosto e faço ou simplesmente sou, por que eu pratico, faço e uso impulsivamente, compulsivamente sem pensar por que existe. Quem sou eu isoladamente ou eu sou sempre pelo que caminho na cultura de massa, aliciado permissivo pelas propostas virtuais, pelas áudio-imagens oferecidas e engulo as propostas como produtos e subprodutos de consumo em meu tempo que me afastaram cada vez mais de minha particular identidade e singularidade.
"Meu verdadeiro inimigo, é incansável e implacável, não tem misericórdia e não perdoa. Suas táticas incluem, a sabotagem, a espionagem e ardil. Tenta a todo custo me enfraquecer e faz isso justamente quando estou diante das piores batalhas. Incute o medo, diz que não sou e que não posso ser. Implanta a dúvida e a culpa. Vive de me torturar e por isso não tem intenção de me matar, mas de fazer sofrer. Sabe tudo de mim, e até coisas que desconhecia. Se esconde nas sombras e me espreita, faz de mim a caça e me persegue em todo o tempo. Capaz de interferir no meu sono e transformar meus sonhos em pesadelos. Lê minha mente e vai onde eu vou e antecipa meus passos e prepara emboscadas, é meu predador e tenta impedir minha felicidade. Com ele tenho lutado por toda minha vida e pelo que sei, essa luta durará para sempre e que não tenho chances de vitória, contudo, meu intento é com ele buscar um acordo, uma trégua, porque pela força não posso nocauteá-lo. Meu verdadeiro inimigo sou eu".
A vida do outro, a casa do outro, a família do outro não diz respeito a ninguém, então, por que tem gente que se preocupa tanto em saber detalhes pessoais sobre a vida das pessoas? O que interessa saber o que acontece com a vida alheia? Quem assim procede devia prestar mais atenção a sua própria vida, olhar mais para o seu próprio umbigo, ao invés de viver cuidando, comentando, julgando e difamando os outros.Quem perde tempo alfinetando as pessoas, acaba esquecendo da sua própria vida. Não aja assim, corrija-se. Ainda é tempo. Mais ajuda quem não atrapalha. Pense nisso!!
Eu adoro assistir as peças teatrais dos hipócritas no seu dia-a-dia. O que mais me chama a atenção é que não conseguem mascarar suas aflições depois das apresentações. O cinismo deles é tão imenso que o maior mentiroso fica pequeno diante de suas encenações, chego a ter pena dessas pessoas.
Ao longo dos anos, vim a perceber que a maior armadilha na nossa vida não é sucesso, popularidade, ou poder, mas auto-rejeição. Sucesso, popularidade, e poder podem realmente apresentar uma grande tentação, mas a sua qualidade sedutora, muitas vezes, vem da forma como eles são parte de uma tentação muito maior de auto-rejeição. Quando começamos a acreditar nas vozes que nos chamam inúteis e indignos de ser amados, então sucesso, popularidade e poder são facilmente percebidos como soluções atraentes. A verdadeira armadilha, no entanto, é a auto-rejeição.
E passam sua breve e patética vida, pensando objetos e pessoas e nunca em causas... imaginando o q vão pensar ou dizer, vestir ou comer enquanto tem outros sofrendo coisas mto piores.. mesmo sabendo q é questão de pouco tempo pra acabarem e virarem pó... mas a arrogância continua, como um besouro se achando melhor que o outro pq rolou uma bosta maior..
As mudanças são necessárias, não se mostre a quem não merece lhe ver. Tentarão lhe destruir a autoconfiança, a autoestima, pisar seu conhecimento, e roubar seu sorriso, sua tristeza regojiza outros. Feche-se, é uma questão de preservação. A sua alegria é para poucos, curta com estes e ria deles. Tentaram, não conseguiram.
Quem é o escravo da paixão? que deixa de voar para rastejar em busca de alguém que não está lá simplesmente porque não existe... fruto da imaginação daquele que se apaixonou. .. que foi até a lâmpada como uma mariposa e se queimou, seguindo seu instinto enganoso... agora se declara seduzido como se assim não o quisesse. . quis se apropriar dizendo amar... quem é o escravo da paixão, que escancarou as portas do seu coração e agora se declara invadido, porém sem razão, pois fez o convite e agora chama seu convidado de honra de ladrão. .. quem o escravo da paixão? com certeza não dou eu. ..
O sol nascente é a novidade. O sol das dez me mostra que algo já foi feito, mas ainda falta. O sol do meio-dia sobre minha cabeça, suado e com fome quero sombra e água fresca. O sol da tarde e quase tudo já foi feito, estou quase realizado. O sol poente dá a sensação de dever cumprido e junto traz um vento frio na nuca, encurvado é hora do meu descanso. Agora chegou o fim do dia, é o ocaso. E a Vida Passa Como em Um Dia De Sol.
Uma pessoa corajosa não é aquela que nunca sentiu medo, mas sim alguém que já sentiu tanto medo que sua coragem foi capaz de transcende-lo. Por isso se permita sentir por mais que algumas emoções lhe deixe triste, nós seres humanos temos a capacidade de evoluir através dos sentimentos, então nunca julgue uma emoção com sendo boa ou ruim apenas sinta e passe a compreende-lá melhor, que a partir daí um novo mundo desabrochará dentro de você.
Jesus disse que aquele que tivesse a fé maior que um grão de mostarda moveria uma montanha. Também disse que o grão de mostarda é a menor de todas as sementes. Nunca soube de alguém que com sua fé pudesse mover uma montanha, ou mesmo uma brita... Concluo então que, mesmo aquele que tem maior fé em todo o planeta, ainda assim tem a fé de tamanho menor ao de uma ameba.
O que mais aflige o ser humano é estar só, fora de sintonia com sua própria espécie, com o mundo natural e em desacordo com sua própria natureza, tentando se adaptar ao que o mundo lhe exige e que na verdade é o oposto do seu desejo. O sistema quer produção, consumo... Devemos abrir mão, ou nos desapegarmos dos bens materiais e investir nossas energias nas relações humanas, simplesmente porque precisamos uns dos outros. Já nos industrializamos e criamos tecnologias, a evolução do Ter já foi; agora é hora da verdadeira e definitiva evolução, a evolução do Ser.
Imagine você andando com excesso de carga em suas costas; você não vai muito longe, e se for ficará esgotado e sem forças. Assim é nossa vida emocional, temos que estar atentos para não carregar aquilo que não suportamos. Devemos ter zelo e nos vigiar para não sermos atingidos pelos excessos que outros poderiam acrescentar. Podemos ouvi-los e auxiliá-los mas não permitir que seus exageros nos contaminem.
Todos nós somos sozinhos, nascemos sozinhos, morremos sozinhos, e - apesar das revistas True Romance - um dia olharemos para o nosso passado e veremos que, apesar de nossas companhias, estivemos sozinhos o caminho todo. Eu não digo solitários - pelo menos não o tempo todo - mas essencialmente, e em última instância, sozinhos.
Nós não crescemos de forma absoluta, cronologicamente. Nós crescemos às vezes em uma dimensão, e não em outra; de forma irregular. Nós crescemos parcialmente. Somos relativos. Somos maduros numa esfera, infantil em outra. O passado, presente e futuro se misturam e nos puxam para trás, para frente, ou nos fixa no presente. Nós somos constituídos de camadas, células, constelações.
Não existe essa coisa de "família quebrada." Família é família, e não é determinada por certidões de casamento, papéis de divórcio e documentos de adoção. Famílias são feitas no coração. O único momento em que a família se torna nula é quando esses laços no coração são cortados. Se você cortar esses laços, essas pessoas não são sua família. Se você criar esses laços, essas pessoas são a sua família. E se você odiar esses laços, essas pessoas ainda serão a sua família, porque tudo o que você odeia estará sempre com você.
Se uma pessoa não gosta de você, o problema é exclusivo dela. E não fiques desgastando-se por causa disso. Se alguém gosta de você, aí sim, o problema é seu. É com esse que tens que se preocupar. O que podemos fazer, se o nosso próximo não quer saber da nossa amizade, ajuda e do nosso amor? Entreguemos essa pessoa para a justiça de Deus. E vamos ser felizes!
É muito importante sempre fazermos uma autoavaliação, onde estamos acertando ou estamos erramos, onde melhoramos e onde precisamos melhor... Muitas das vezes queremos um mundo melhor e o que se vê é um ou outro apontando uma pessoa cá e outra acolá... E quando nos autoavaliamos e mudamos onde precisa se mudar, nos corrigimos onde precisa se corrigir... Descobrimos que o mundo melhor que tanto almejamos não dependeu de outrem pra acontecer... Ele aconteceu quando fizemos a nossa parte, quando mudamos... Pense nisso, mas pense com carinho, pense bem!
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