Textos Reflexivos sobre Inclusão

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⁠Versos de Revolta

Deixo meus versos
como rastros de fogo
num caminho que arde
pela culpa dos insensatos.
Minhas palavras ficam,
gravadas como cicatrizes
na pele da memória,
reação contra a hipocrisia
que escorre
das bocas ornadas
de tantos "intelectuais",
cuja erudição é verniz
sobre o vazio.

Não há o que temer!
Pois tudo já é temido!
O perigo não se manifesta
onde a covardia se veste
de autoridade,
onde a segurança se impõe
como jugo elegante,
um escudo frágil
contra a incerteza
que ruge no mundo.

Vivo em segurança?
Ou em confinamento?
Essa segurança sufoca,
nos molda em cúpulas
de certezas frágeis,
ergue muros invisíveis
que nos protegem
do caos lá fora,
mas nos exilam
dentro de nós mesmos.

Há de parar!
Ou então, pararemos nós!
Porque quem vive assim,
enjaulado em verdades prontas,
aprende a temer
até o próprio pensamento.
E se o medo crescer
maior que o desejo de liberdade,
é a alma que se condena
ao cárcere da resignação,
onde as palavras morrem
antes mesmo
de se tornarem grito.

Os versos que deixo
são insurgências contra o conformismo,
ecos de um coração inquieto
que se recusa a aceitar
a rotina disfarçada de escolha.
É urgente quebrar o silêncio
que nos encobre de poeira,
é preciso incendiar
as ideias moribundas
antes que a chama interna
se apague de vez.

Inserida por DanielAvancini

⁠Cicatrizes que Florescem

Eu carrego o peso dos dias não ditos,
os ecos de passos que não me pertencem,
fragmentos de uma estrada sem destino,
onde a dor se enrola nas raízes do tempo
e floresce como cicatriz que canta.

Há um grito em cada gota de chuva,
uma confissão no som que corta o vento.
A alma se espraia pelos campos secos,
e o coração, inquieto,
brota em flores que não pediram cor.

Sou rio que deságua na própria margem,
meu curso incerto entre pedras e paus,
correndo por entre trilhas rasgadas
que costuram minha pele ao chão da existência.
Não há ponte que atravesse o que sou.

Em noites de silêncio denso e cru,
a lua sussurra verdades que não quero ouvir,
desvenda os espelhos internos,
onde sou herói e vilão,
onde luto contra meu próprio reflexo
até me tornar pele, osso e vontade.

E quando o sol, ao fim de seu fôlego,
se deita sobre os montes quebrados,
meu corpo, feito de sonhos e poeira,
abre os braços para um horizonte que se dissolve
no vão entre ser e querer ser.

Eu permaneço inteiro
na tempestade que arranca galhos secos,
pois sou árvore que cresce do avesso,
raiz que abraça o abismo
e flores que desafiam o solo.
Sou também a calmaria que sucede o caos,
a certeza que nasce do chão devastado,
o tronco que se curva, mas não quebra,
que desafia o vento com sua seiva viva
e canta, mesmo quando a dor ecoa.

Inserida por DanielAvancini

⁠Entre o Assassino e a Vítima

Quem sou eu?
Um humano imperfeito,
destroçado entre o espelho e a carne,
cometendo crimes contra mim mesmo,
atentados sutis que corrompem a alma
e rasgam a pele da consciência.

Sou vítima ou assassino
daquilo que me tornei?
Voluntário no ato de me ferir
ou involuntário na arte de desmoronar?
Sou necessidade que enlouquece,
psicose que se veste de razão,
ou um delírio lúcido que encena
a tragédia de ser quem sou?

Sou mesmo louco?
Ou a loucura é a máscara
que uso para não ver a verdade
do caos que me habita?
Sou mesmo eu?
Ou sou um espectro fragmentado,
uma nota dissonante
na sinfonia do que jamais fui?

Indizível.
Como nomear o vazio que preenche
os espaços entre meus gestos?
Como afirmar com certeza
que sou algo além do que falha
ao tentar existir por completo?

Se a dúvida me define,
sou tanto a ferida quanto a lâmina,
a mão que acolhe e que esmaga,
o vulto que se esconde atrás de um rosto
que mal reconhece sua própria sombra.

E se o espelho estilhaçado
reflete múltiplos eus
que coexistem na fissura do real?
Serei eu o caco que corta
ou o reflexo que sangra?
Sou a colisão entre o ser e o não ser,
o vértice do abismo onde a dúvida ecoa
e a própria identidade se desfaz.

Há um grito que rompe o silêncio,
uma palavra que treme na garganta,
como se nomear-se fosse desabar
e aceitar-se fosse um pacto
com a dor que me habita.

E no limiar dessa guerra interna,
sou o paradoxo que respira,
uma verdade que mente para si mesma
enquanto tenta sobreviver ao próprio fardo.
Ser é ser incompleto.
Sou a imperfeição que sobrevive
no abismo entre razão e caos,
desafiando a lógica
com um coração que ainda pulsa
mesmo quando a mente implora por trégua.

Inserida por DanielAvancini

⁠Monólogo ao Mar

Às vezes, assim penso, vivo
um monólogo diário,
ecoando pensamentos soltos
pelas vielas da alma
onde não há atalhos,
apenas passos
que ressoam no asfalto molhado
de manhãs silenciosas.

Em frente ao mar,
dedico-lhe meus devaneios,
como cartas lançadas ao vento
sem, ao menos, um pingo de receio.
Discorro sobre você,
como se as ondas fossem
páginas brancas
esperando minhas confissões.

O mar, atento,
ouve com paciência de quem
já engoliu mil naufrágios
e ainda assim permanece,
se comunicando
através de suas ondas,
mergulhante, deslizante, ascendente,
um discurso contínuo
que cabe àqueles
que mantêm os olhos bem abertos
decifrar.

E eu, narrador solitário,
me vejo parte da maré,
flutuando entre a certeza
e o esquecimento,
tentando entender
se o que entrego ao mar
é o peso dos dias
ou a ânsia de ser ouvido.

O vento salgado
me corta os lábios
enquanto o mar responde
numa marola discreta,
como se dissesse
que palavras se dissolvem
como espuma,
mas sentimentos permanecem
ancorados no fundo.

Talvez ele saiba
que não há resposta certa,
pois enquanto me desfaço
em palavras e sonhos,
ele se refaz
em ciclos e ondas,
e assim seguimos,
dois monólogos paralelos
que jamais se tocam,
mas se compreendem
no silêncio que resta
após o último sopro de vento.

E então, na maré baixa,
percebo que talvez
o mar também sussurre
suas incertezas para a areia,
e que nós,
vagando por nossas marés interiores,
somos tão mutáveis quanto ele,
sempre buscando a margem
onde a alma repousa.

E enquanto observo
o encontro da água com a terra,
sinto que viver é isso:
um eterno diálogo
com o imenso e o indomável,
uma troca de segredos
entre solidão e grandeza.
O mar nada exige,
apenas acolhe,
como se dissesse
que a liberdade reside
em aceitar a fluidez
e não temer os ciclos.

Por fim, sorrio,
pois entendo que o mar
não é apenas ouvinte,
mas também mestre
de uma sabedoria inquieta,
que ensina a ser vasto
sem perder a essência,
e a permitir-se tempestade
sem deixar de ser calmaria.

Inserida por DanielAvancini

⁠O Encontro no Ônibus

Estava eu, mais uma vez, indo para a casa de minha avó. Para tanto, preciso pegar dois ônibus ou ir a pé até o ponto do segundo. Com muita cautela, vou. Passo atenciosamente de rua em rua, esquivando-me das esquinas como quem evita lembranças indesejadas.

Decido ir a pé. Chego ao segundo ponto um pouco cansado, o corpo denunciando a caminhada, e logo vejo meu ônibus se aproximar. Entro, pago e me assento. Como em qualquer outro dia, encaro a janela como uma tela em branco, onde os cenários passam rápido demais para serem compreendidos. Imagino tudo, porém nada de importância.

Um bairro se passou quando sinto um toque no braço, leve como o roçar de um galho ao vento. Vinha de alguém que se assentava do meu lado direito. Penso que foi apenas um esbarro casual e volto ao meu devaneio, mas novamente sinto. Dessa vez, decido me virar e entender o que estava acontecendo.

Era uma senhora, pequena e franzina, de mãos trêmulas e olhar perdido. Tentava, com delicadeza, chamar minha atenção. Algo havia de diferente em seu olhar — um brilho úmido que parecia conter todo o peso do mundo. O marejar de seus olhos já me inundava, e antes que pudesse dizer qualquer coisa, ela segurou minha mão com firmeza, como quem busca âncora na tempestade.

Sem dizer uma palavra, ela apenas suspirou fundo, como se aquele gesto contivesse anos de histórias acumuladas. Seus dedos enrugados e frágeis envolviam minha mão como se segurassem um último pedaço de esperança. Por um instante, o mundo se reduziu àquele toque, e o barulho do ônibus se tornou um murmúrio distante.

Aos poucos, seus lábios se abriram, e num sussurro quase inaudível, ela disse:
— Você se parece com meu filho...

Houve um silêncio denso, como se o universo contivesse o fôlego. Não sabia o que responder, e talvez ela nem esperasse uma resposta. Apenas segurava minha mão, fixando o olhar num ponto indefinido do corredor.

— Ele partiu faz tanto tempo... — murmurou, com a voz quebrada pela saudade.
Um nó se formou na minha garganta. Respirei fundo, sentindo o peso daquele instante. Então, num gesto instintivo, apertei a mão dela com carinho e disse:
— Eu estou aqui... Pode me contar sobre ele, se quiser.

Ela pareceu surpresa, como se aquela simples oferta fosse um presente inesperado. Seus olhos marejados se voltaram para mim, e um sorriso tímido despontou, como um raio de sol por entre nuvens carregadas.
— Ele tinha esse jeito quieto... sempre olhava pela janela, pensativo. Gostava de imaginar histórias. E quando eu estava triste, ele só segurava minha mão, como você está fazendo agora.

Senti meu coração pulsar mais forte. Eu não era apenas eu — naquele instante, eu era um fragmento de memória viva. Ela continuou falando, e a cada palavra seu rosto se iluminava, como se a lembrança trouxesse o calor de um reencontro.

— Ele dizia que as nuvens eram mapas de terras mágicas — disse ela, sorrindo leve.
— Sempre acreditava que, se prestássemos atenção, descobriríamos um caminho que só os sonhadores enxergam.

Sorri também, e sem perceber, comecei a compartilhar minhas próprias memórias de viagens e pensamentos perdidos olhando pela janela. Ela escutava atenta, como quem encontra companhia na dor e na saudade.

Quando o ônibus freou bruscamente, ela soltou minha mão com delicadeza, como se devolvesse à realidade o que fora apenas um breve consolo. Antes de descer, olhou para mim com um sorriso pequeno, mas sincero, carregado de um agradecimento mudo.
— Obrigada... Você me fez lembrar que o amor não morre... Só se transforma em saudade.

Olhei para ela e, com um sorriso sincero, respondi:
— Talvez ele ainda segure sua mão... de algum jeito, através de quem traz um pouco dele no olhar.

Ela desviou o olhar por um momento, tentando conter as lágrimas. Mas quando voltou a me encarar, havia uma serenidade nova ali, como se minhas palavras tivessem encontrado um canto acolhedor dentro dela.

Fiquei observando-a partir, pequena e delicada, desaparecendo na multidão. O ônibus seguiu viagem, mas aquela sensação permaneceu em mim — uma mistura de melancolia e gratidão por ter sido, ainda que por poucos minutos, um porto seguro para alguém que precisava ancorar suas lembranças.

No caminho até a casa de minha avó, pensei sobre a força que existe em simplesmente estar ali para alguém. Às vezes, somos chamados a ser companhia em meio ao tumulto da cidade, como se a vida nos empurrasse para encontros que não esperávamos, mas que, de alguma forma, precisávamos viver.

E ali, entre a dor e o alívio, aprendi que às vezes somos porto, outras vezes somos naufrágio — e, no intervalo entre os dois, a vida nos permite tocar o coração de um desconhecido, deixando nele um pouco de calma, e levando conosco a certeza de que a humanidade sobrevive nos detalhes.

Inserida por DanielAvancini

⁠Do Vazio, Transbordo

Do vazio, preencho-me,
como tela que se pinta sozinha,
colorido com as mais belas cores
de uma paleta que nem escolhi.
Sou arte que se faz sem intenção,
um quadro que respira
e dança com os tons
que o acaso me deu.

Do vazio, transbordo,
como rio que se perde
entre margens inconstantes,
a fluidez de um só
corpo que se desenha
com as tintas do improvável,
na liberdade de ser
mais que apenas vazio.

Quando a vida me cobre
com véus de incerteza,
esboço-me em traços largos
e deixo que o tempo
pincele meus contornos.
Não sei se sou obra completa
ou fragmento em constante mudança,
mas aceito o caos
como parte da criação.

Sou o intervalo entre
a matéria e o conceito,
o pulsar do imprevisto
na estrutura que se rompe.
Quando me olho de fora,
percebo que sou mais
do que a soma de escolhas,
sou o reflexo que escapa
entre as fendas da razão.

Há beleza no que escorre
sem forma definida,
no gesto que se faz
pela inquietação do existir.
Sou composição inacabada,
mas inteira naquilo
que jamais cessa de se criar.

E assim,
de um espaço que era nada,
sou cor, sou movimento,
um corpo que não cabe
em linhas retas
nem em molduras fixas.
Sou a contradança
entre o vazio e o transbordar,
a essência que se molda
na ausência de certezas,
como verso que se escreve
no tempo que passa
sem pedir licença.

E se ao final
me perguntarem o que sou,
direi que sou fluido,
transição que se esparrama
entre o ser e o deixar de ser.
Um conceito escorrendo da mente
que, ao tocar o chão,
se torna rio que não desiste
de encontrar o mar.

Porque ser é também desaguar
em possibilidades infinitas,
é não temer a dissolução
e encontrar na própria mudança
a raiz que jamais se fixa.
Sou processo que se faz
enquanto a vida se move,
uma arte sem moldura,
uma verdade sem contorno,
transbordando de mim
no vazio que me acolhe.

E se por acaso
me perguntarem novamente,
não direi mais que sou completo,
nem que estou pronto.
Direi que sou como a água,
que ao abraçar a terra,
transfigura-se em rio,
em mar, em chuva,
mas nunca deixa de ser
essencialmente líquida,
livre para se moldar
e expandir,
pois mesmo quando se evapora,
não deixa de ser presença,
não deixa de ser vida.

Inserida por DanielAvancini

⁠Na quietude noturna, as palavras fluem como melodias suaves entre dois corações distantes, mas eternamente ligados pelo olhar. A tela fria do celular se ilumina com frases carregadas de um sentimento puro, intenso, relembrando-me de um tempo em que cada encontro com teus olhos era um renascimento, uma promessa de eternidade capturada num único momento.

Tu não sabes, talvez, o poder inebriante que teu olhar possui sobre mim. É uma força que desafia o tempo e a distância, um poder que me faz sentir vivo novamente, vibrante, como se meu coração, adormecido pela rotina e o afastamento, despertasse ao menor sinal do brilho dos teus olhos.

Ah, se eu pudesse viver sob esse olhar todos os dias, não haveria amargura capaz de tocar este coração que, mesmo partido, bate mais forte ao pensar em ti. E agora, mesmo distantes, sinto como se cada palavra que trocamos fosse um passo em direção ao outro, um caminho trilhado em palavras que tentam, desesperadamente, conectar nossas almas novamente.

Essa loucura, esse desatino que me consome, tem raízes no profundo do teu olhar, que mesmo através de um simples reflexo no espelho, tem o poder de alterar todo o meu ser. Como desejo, então, que um dia, não muito distante, nossos olhares se encontrem novamente e nada mais irá importar, pois estaremos juntos, finalmente, sem barreiras ou sombras do passado. Nesse momento, será apenas você e eu, e um amor que se recusa a ser esquecido, perpetuando-se além do tempo e do espaço.

Inserida por italo0140

⁠Identidade

O homem, por mais que se erga sobre inúmeras sobreposições, não se afasta de si mesmo, pois é projeção de sua própria essência. Com respeito às sobreposições, não são estas desvios de quem ele realmente é, mas sim manifestações da mesma identidade, como reflexos de uma virtude essencial que se desdobra de diferentes formas sem perder-se.

Inserida por CatarinaL

''Povoávamos almas apaixonadas, sufocávamos a falta de vida nos nossos abraços, colecionávamos armários abertos e fechaduras inúteis. Apenas dois corpos. Parecia um jardim solitário que completava a si mesmo e queimava a si mesmo quando precisava incendiar.''


Essa sou eu. As emoções é que costumam maquiar as minhas e as outras faces. Sou simples, mas exijo grandes risos, grandes sentimentos, grandes verdades. Não sou só, muitos habitam em mim. Estou só até o próximo passo, até encontrar o próximo amor, até abrir a próxima ferida, e cair na próxima esquina, e pular o muro mais alto que há em mim. Estou relativamente preenchida de inconstâncias, de destinos, de fragrâncias, de enredos. Sou simples e complexa para a normalidade. Mas me visto apenas de mim mesma... se agrado ou não, para o azar e sorte de alguns, ser é inevitável para mim.

Inserida por MirlaSantos

Todo mundo é um universo diferente. Não existe essa de comparações. As comparações só servem pra afastar as pessoas de si próprio, de outras.
Tudo entre o nosso e o outro universo particular deve ser de uma forma "igualmente única"...mas não unicamente igual. (NÃO EXISTE)
Não devemos nos medir da mesma forma. Acredito que esse seja um dos segredos para a paz; do interior ao exterior.
Comparações causam apenas caos, e deste não nascerá nada além de brutalidade.

Inserida por MirlaSantos

⁠A violência das palavras pode causar danos profundos e duradouros em uma pessoa. Assim como um golpe físico, as palavras podem ferir a alma, deixando cicatrizes emocionais que podem perdurar por toda a vida. Elas podem minar a autoestima e a confiança, causar dor e sofrimento, e até mesmo desencadear problemas de saúde mental, como ansiedade, depressão e trauma psicológico.

Além disso, a violência das palavras pode criar barreiras na comunicação e nos relacionamentos interpessoais. Ela pode criar um ambiente tóxico, onde o respeito e a empatia são substituídos por hostilidade e desconfiança. Isso pode levar a um ciclo de violência verbal, onde as pessoas se machucam mutuamente em um ciclo de dor e ressentimento.

É importante, portanto, cultivar a gentileza e a empatia em nossas comunicações, escolhendo com cuidado as palavras que usamos e o tom que empregamos. Lembre-se de que as palavras têm poder e podem deixar uma marca indelével na vida de alguém. Use esse poder com responsabilidade e sabedoria, buscando sempre construir, em vez de destruir, nos seus relacionamentos e na sua comunicação com o mundo.

Inserida por MirlaSantos

⁠CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CANDIDATOS AO REINO DOS CÉUS

Para ter Paz precisa ser Correcto, para ser Correcto precisa ser Sábio e para ser Sábio precisa exercitar a Reflexão Crítica!

Reflexão Crítica causa Sabedoria, Sabedoria causa Correctude e Correctude causa Paz!

Quanto maior for o nível de exercício da Reflexão Crítica maior será o nível de Consciência ou Sabedoria e quanto maior for o grau de Correctude maior será o grau de Paz ou Reino dos Céus!

Até que ponto exercitou a Reflexão Crítica para merecer o alto nível de Sabedoria e até que ponto foi Correcto para merecer o alto grau de Paz?
Eis a questão para os Candidatos ao Reino dos Céus!

O nível de Sabedoria e o grau de Correctude são os Critérios usados na Avaliação dos Candidatos ao Reino dos Céus!

O mínimo nível de Sabedoria e grau de Correctude implica o mínimo grau de Paz, o médio nível de Sabedoria e grau de Correctude implica o médio grau de Paz e o máximo nível de Sabedoria e grau de Correctude implica o máximo grau de Paz!

Os diversos graus de Paz correspondem aos diversos Mundos existentes no Cosmo e as Almas Humanas são distribuídas em cada um desses Mundos conforme o seu nível de Sabedoria e grau de Correctude!

Para estar no máximo grau de Paz precisa ser Correcto em tudo!

Inserida por Amanciorego

⁠O QUE É DESENVOLVER A INTELIGÊNCIA?

A Inteligência resulta da Consciência.

Desenvolver a Inteligência implica desenvolver a Consciência.

Na sua essência a Inteligência é a Percepção e a Atitude Correcta, assim, desenvolver a Inteligência é treinar a Percepção e a Correctude.

O treinamento da Percepção é através da prática contínua da Atenção numa só coisa ou em todas coisas ao mesmo tempo, enquanto, o treinamento da Correctude é através da prática contínua da Reflexão Crítica e do 'ser Correcto em Tudo'.

Inserida por Amanciorego

DIMENSÃO INCONSCIENTE versus DIMENSÃO CONSCIENTE

DIMENSÃO INCONSCIENTE

É oculta, subjetiva, espiritual e religiosa.
É da Alma, é a Consciência ou Informações impregnadas na própria Alma.
É reminiscente, compõe-se de Informações marcantes oriundas de cada Mente em cada vida passada ou diretamente do Espírito.
Determina a Personalidade com que a Alma nasce.
Corresponde a casa 12 na Astrologia.
É conhecida através da meditação, intuição, introspecção e autoreflexão, quando a Alma direciona sua total atenção para si mesma.

DIMENSÃO CONSCIENTE

É evidente, objetiva, científica e filosófica.
É do Corpo, é a Mente ou Informações gravadas e fluentes no Cérebro.
É corrente, compõe-se de Informações oriundas do processo de Educação ou Aculturação.
Determina o Comportamento cotidiano da Alma.
Corresponde a casa 1 na Astrologia.
É conhecida através da observação, experimentação, estudo e reflexão, quando a Alma direciona sua atenção para comportamentos, fenómenos corporais, estrutura neuro-encefálica e pensamentos.

Inserida por Amanciorego

⁠ENSINO DA ESPIRITUALIDADE COMO FORMA DE COMBATER O CONSUMO DE DROGA NAS ESCOLAS ESTATAIS

Nos últimos anos tem se verificado o aumento do índice de alunos consumidores de vários tipos de drogas, cuja consequência pedagógica marcante é a expulsão da Escola.

A Espiritualidade é um campo de estudo emergente, cuja intenção é aperfeiçoar a qualidade de ser e estar do Homem, o que pode contribuir significativamente na luta contra o consumo de drogas pelos alunos.

Face a esse cenário nasce a seguinte questão:
Como um professor pode desenvolver a Espiritualidade dos seus alunos na Escola Estatal?

Não é apenas introduzindo nos Curricula as Disciplinas de Religião, Filosofia, Métodos de Estudo e Espiritualidade que, conforme se verifica nas Escolas, não tem aperfeiçoado a qualidade de ser e estar dos alunos devido a Metodologia de Ensino geralmente adotada que enfatiza a acumulação de informações na Mente ou Cérebro dos alunos.

Mas é, essencialmente, incluindo o exercício correto da Atenção-Reflexão-Ação em cada Metodologia de Ensino adotada.

Como Krishna, Gautama, Sócrates e Jesus que, ao ensinarem, primeiro despertavam a Atenção, segundo levavam à Reflexão e terceiro aconselhavam para Ação Correta ou Virtude.

Em vez da Doutrina construída muito posteriormente em relação a cada um dos Grandes Mestres da Espiritualidade acima mencionados, o importante é atentar para a Metodologia de Ensino que cada Mestre usava para desenvolver a Espiritualidade dos seus Discípulos.

A Espiritualidade, em última análise significa Afetividade, pois, é inerente a Psicologia e, em sentido estrito, é a qualidade de ser e estar do Homem, correspondente a Dimensão Afetiva ou Dimensão Espiritual ou a Consciência cuja estrutura Encefálica é o Sistema Límbico, diferentemente da estrutura Encefálica da Dimensão Cognitiva ou Mente que é o Cérebro e da Dimensão Motora ou Corpo que é o Cerebelo.

Portanto, para desenvolver a Espiritualidade dos seus alunos ou para ampliar a Consciência dos seus alunos, um professor da Escola Estatal deve ser também um ótimo Filósofo, incluindo o exercício correto da Atenção-Reflexão-Ação em cada Metodologia de Ensino que adota.

Inserida por Amanciorego

⁠Numa sociedade marcada pela Inteligência Artificial, mais do que em qualquer outra sociedade, o Homem deve praticar a Reflexão e buscar a Sabedoria e praticar a Atenção e buscar a Serenidade!
‎
‎Reflexão, Sabedoria, Atenção e Serenidade são as palavras-chave que me definem nesta sociedade.

Inserida por Amanciorego

⁠COMO AVALIAR A MENTE E A CONSCIÊNCIA DE UM SUJEITO EM TEMPOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?
‎
‎Se quer avaliar a Mente de um Sujeito observe os seus comportamentos!
‎
‎Mas,
‎
‎Se quer avaliar a Consciência de um Sujeito observe as suas atitudes!
‎
‎A Mente localiza-se no Cérebro do Corpo do Organismo do Sujeito!
‎
‎Enquanto,
‎
‎A Consciência localiza-se impregnada no próprio Sujeito que, por sua vez, localiza-se no Corpo todo construído e mantido vivo pela Vida localizada também no Corpo todo!
‎
‎Tanto a Mente como a Consciência são Informações localizadas em partes diferentes no Organismo do Sujeito e que tem funções diferentes, pois a Mente causa os comportamentos do Sujeito, enquanto a Consciência causa as atitudes do Sujeito!
‎
‎O Sujeito já nasce com a sua Consciência, mas, a sua Mente desenvolve-se com base na sua Consciência através das suas interações sociais a partir do dia do seu nascimento; por isso, Gêmeos Idênticos podem ter a mesma Mente mas a Consciência sempre será diferente; é a Consciência que permite explicar a existência de tendência ou inclinação diferente nos membros de uma família; é a Consciência que permite explicar a existência de Pessoas com deficiência física mas empreendedoras e de Pessoas sem deficiência física mas mendigas!
‎
‎A Mente pode ser moldada ou programada pela educação e cultura, mas a Consciência depende do Despertar do Sujeito sobre as suas atitudes e desenvolve-se através de um decisivo processo de autoreflexão e autocorreção do Sujeito; por isso, um Sujeito pode mostrar excelente comportamento no trabalho mas atitudes negativas como de corrupção!
‎
‎É essa diferença entre a Mente e a Consciência que explica a existência de muitos políticos e doutores com atitudes incoerentes!
‎
‎E é essa diferença entre a Mente e a Consciência que pode explicar a existência de Sujeitos com altos padrões de atitudes em tempos da Inteligência Artificial!
‎

Inserida por Amanciorego

Refletir com você.

Hoje quero refletir um pouquinho com você!

As vezes nos desviamos de nossos caminhos por ignorância, capricho, raiva e até mesmo por descuido.

As vezes fazemos coisas que machucam as pessoas por orgulho, vingança ou até mesmo por imaturidade.

As vezes nos ferimos pelo simples fato de ter ferido outra pessoa.

As vezes decidimos ter razão, ao invés de sermos felizes.

As vezes deixamos de praticar a humildade, ter empatia, por simplesmente nos sentirmos superiores a algo ou alguém.

As vezes nos esquecemos de onde viemos e, no decorrer de nossa jornada, perdemos o sentido da vida e não conseguimos mais descobrir para onde estamos indo.

As vezes deixamos de sentir nosso coração, para ouvir nosso cérebro, achando que um compete com o outro.

As vezes deixamos de fazer o mínimo porque queremos o máximo.

Mas vou te dizer o que realmente importa!

Não deixe de sentir o mais sincero e profundo sentimento de amor e de gratidão.

O amor perdoa;
O amor renova;
O amor cria caminhos;
O amor fortalece;
O amor transforma;
O amor te faz feliz;
O amor te torna um ser humano melhor;
O amor é fé!

Tudo isso apesar de todas as nossas falhas, nossos erros e nossa ignorância.

A nossa verdadeira essência está dentro de nós, circula pelas nossas veias, faz morada em nosso coração e em nosso cérebro, pois, o conjunto de tudo isso é obra-prima formada por Deus para a excelência de um novo ser a cada dia, cada hora e cada segundo.

Não desista!

Se hoje não é um bom dia, amanhã você terá a oportunidade de ser uma pessoa melhor.

Confie!

Somos aquele sopro que nos deu a vida, e a vida é um sopro para onde desejamos ir com fé e sabedoria.

Nossos pensamentos geram sentimentos; nossos sentimentos geram atitudes; e nossas atitudes definem o que trazemos em nosso coração!

Tenha uma boa reflexão

Stefhanie Campos, 04/12/2022.

Inserida por NatalirdesBotelho

⁠Viver, Amar, e Agradecer

Viver é saber, que além de conquistar é necessário assumir decisões depois de crescer

O ser, ó ser magnífico grande é o prazer, Prazer de saber que algum momento terá de fazer. Afinal o que fazer? Viver e apreciar cada momento cada situação ou até querer

Querer o abraço maís quente, repassar o calor do peito que guarda a saudade de ter, esse amor de que algum momento terei de repassar a você

Se alegrar de viver e saber, que ao seu lado escolhi viver até envelhecer, de um momento amargo de tristeza momentânea precisei superar para esquecer

E de que não me arrependo de te ter, a minha maior conquista foi de entender o meu ser, pois cresci entendi e agora tenho o poder, o poder de saber o quão bom é poder amar você.

Kenue R.

Inserida por kenuerodrigo

⁠Sobre o Amor

O amor é superficial? Não! As pessoas são.

O amor é temporário? Se algum momento foi temporário, então não foi amor. A pessoa sim!

O amor, é algo único, uma conexão, algo que não pode ser considerado apenas como "Sentimento" pois faz parte da alma. É algo eterno ou até mesmo celeste, amar não se aprende, mas sim se sente.. Pela pessoa certa!.

Inserida por kenuerodrigo