Textos Reflexivos sobre Crianças

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Na primeira página, a criança escreve com a tinta da certeza absoluta. O mundo é simples, concreto e real como seu próprio corpo. Ela não duvida do que vê e toca.


Na segunda página, o adolescente vira-se para dentro. É o sonhador. Precisa entender o furacão de seus sentimentos antes de entender o que está lá fora. É um mundo de ideias e descobertas.


A terceira página pertence ao adulto, o prático. Ele aprendeu a perguntar. Duvida dos caminhos, para não se perder neles. Sabe que os planos podem mudar, e por isso mantém a mente leve, pronto para corrigir a rota.


A última página é do Idoso, que desenha com a pena da serenidade. Ele olha para trás e vê que a vida é feita de sorte e acaso. A lógica falha, o inesperado acontece, e a paz está justamente em aceitar esse mistério. Ele contempla o que foi e o que ainda virá, e ali encontra seu descanso.

A separação:

Ficaram as crianças/levei a recordação,
Ficaram as roupas/levei a pele,
Ficaram as almofadas/levei o cansaço,
Ficaram os lençóis/levei o sonho,
Ficaram as prateleiras/levei o bornal,
Ficaram as mesas/levei a fome,
Ficaram os fogões/levei a chama,
Ficaram os cômodos/levei o vazio,
Ficaram as plantas/levei a semente,
Ficaram os amores/levei a saudade,
Ficaram os dias/levei a alba,
Ficaram!/levei...
(Saul Beleza)

Uma vez uma criança chegou pro seu papai e perguntou…
- Papai ? Deus me ama ?
seu pai respondeu …
- Claro filha.
- Mas como ele me ama se eu não posso vê-lo ? ele nem me abraça , nem beija minha testa como você faz papai… Disse a menina.
- Sabe filha, agente não pode vê-lo mas ele existe dentro de nós. Quando você era apenas um bebê, ainda na barriga da sua mamãe, você não podia nos ver, nem nos sentir, mas mesmo assim a gente te abraçava , beijava e já amávamos você, mesmo assim é Deus.

238 🙏🌹A gente precisa de mais poesias, mais gentileza, sorrisos de crianças, cheiro de terra molhada, pétalas de rosas orvalhadas, manhãs banhadas de sol, noites de lua com aroma de jasmim, pessoas de alma alegre, e principalmente de gente que goste de gente assim, que acreditam no bom, no simples, no respeito, no perdão, na compaixão, na gratidão, pessoas que aceite o outro do jeito que o outro é, que não despreze o valor da gentileza. Bom dia! Paz e luz para todos... AUTORIA DESCONHECIDA.
♥️🙏BOM DIA FAMÍLIA.
Ayache Vidal.

Paralelo à liberdade
(Mauro 1Evaristo)

É muito mais fácil odiar que amar,
Amor é criança pedir a camisa do Neymar
Ódio é multidão irascível insana
Sujando a história democrática corintiana.

Ódio não existe ou permite razão
Daí todo o que odeia ser sem noção,
O amor é paralelo à liberdade
Só ama quem tem responsabilidade.

Ódio é doentio, divide qualquer nação,
Quem odeia perde o rumo e razão
Ignora causa, fato e efeito,

Quem odeia despreza ter coração,
Mas o Amor engrandece qualquer sujeito,
Quem odeia só vê o reflexo no espelho.

feradapoesia.blogspot.com

Outra vez Scooby Doo
(1Evaristo)

Epstein, P. Diddy, banco do vorcaro,
Crianças resgatadas de sequestro,
Exploração da alma, excesso de trabalho
Há algo podre no e além do congresso.

República Democrática do Congo,
Guerra da Ucrânia, curso de drones na Penha,
A cada progresso mais um rombo,
O país refém de extorsão se desdenha.

E eu aqui a concatenar
Em quais parâmetros iremos chegar
Também aos poucos me lembrando

Dos desenhos do Scooby Doo em avisar
E ninguém tentou entender o tanto,
No fim os monstros são sempre humanos.

feradapoesia.blogspot.com

É muito bom ser criança...
Onde os banhos de chuvas são aventuras, bombons e chocolates prêmios, e as cores dos picolés magia...
Muita felicidade!

Aí vem a adolescência, com suas primeiras vezes intensas e absurdas.
O primeiro amor, o primeiro beijo, as primeiras luzes neon, as primeiras dúvidas, as primeiras escolhas e as primeiras decepções...
Muita confusão!

Aí vem a fase adulta, contradições, responsabilidades, nostalgias e boletos... Muitos boletos!

Aí chega a velhice, com suas marcas físicas e psicológicas, e as lições...
Muitas lições!
Haredita Angel
31.05.25

Qual é a sua caixa?

Imagine que você está dentro de uma caixa.

Talvez, quando criança, você já tenha entrado em uma caixa de papelão para brincar de se esconder. Naquela época, era apenas uma brincadeira. Você entrava, se escondia e esperava que alguém viesse te encontrar. O mundo parecia simples o suficiente para que você acreditasse que, em algum momento, alguém abriria aquela caixa e te tiraria de lá.

Agora, imagine que você cresceu, mas ninguém voltou para te encontrar.

O tempo passou. Você deixou de ser criança, amadureceu, aprendeu algumas coisas sobre a vida e se tornou alguém diferente de quem era quando entrou naquela caixa. Você cresceu por dentro, seus pensamentos se expandiram, seus sonhos mudaram e suas necessidades já não são as mesmas. Mas, apesar de todas essas transformações, você continua ali, no mesmo lugar em que se escondeu quando ainda não sabia muito sobre o mundo.

E é aí que o problema começa.

Quanto mais você cresce, menor a caixa parece. O espaço que antes era suficiente começa a apertar. Aquilo que um dia parecia confortável passa a sufocar. As paredes, que antes não representavam ameaça alguma, agora parecem se aproximar cada vez mais, limitando seus movimentos, dificultando sua respiração e tornando cada dia um pouco mais difícil de suportar.

Mas por que você simplesmente não sai?

Talvez porque, quando entrou, só tenha aprendido a se esconder. Talvez porque nunca tenham te ensinado que você poderia sair por conta própria. Você entrou esperando que alguém viesse te encontrar, que alguém percebesse sua ausência, abrisse a caixa e te conduzisse para fora. E, enquanto esse alguém não chega, você continua esperando.

Os dias passam. Depois, os meses. Talvez os anos.

E você permanece ali, esperando ser encontrado, sem perceber que a vida continua acontecendo do lado de fora. Enquanto isso, a caixa se torna cada vez mais apertada, não necessariamente porque suas paredes mudaram, mas porque você já não é a mesma pessoa que era quando entrou.

Talvez o mais doloroso não seja estar dentro da caixa, mas perceber quanto tempo você passou esperando por alguém que nunca veio. E, pior ainda, perceber que talvez você nem saiba por onde começar a sair, porque passou tanto tempo esperando ser salvo que nunca aprendeu a procurar uma saída.

Agora, pare por um instante e pense: qual é a sua caixa?

Talvez seja um relacionamento no qual você já não se reconhece. Um ambiente familiar que limita quem você é. Uma versão antiga de si mesmo à qual continua tentando corresponder. Um medo que te impede de experimentar o novo. Uma situação que já não te faz bem, mas da qual você não consegue se desvencilhar. Ou, quem sabe, uma vida que um dia fez sentido, mas que já não comporta a pessoa que você se tornou.

Quantas vezes permanecemos em lugares que já não nos cabem simplesmente porque foram os primeiros lugares que conhecemos? Quantas vezes confundimos familiaridade com segurança e acabamos permanecendo em situações que nos machucam apenas porque não sabemos o que existe do outro lado?

E há uma pergunta ainda mais difícil: há quanto tempo você está dentro da sua caixa, esperando que alguém perceba o seu sufocamento e venha te salvar?

É importante reconhecer que sair nem sempre é simples. Não basta ouvir que precisamos mudar para que, de repente, encontremos forças, coragem ou condições para fazer isso. Existem medos, dependências, limitações e feridas que tornam o caminho para fora muito mais complicado do que parece para quem observa de longe.

Às vezes, a caixa é tudo o que conhecemos. Mesmo quando nos machuca, o desconhecido pode parecer assustador demais. E, diante da incerteza, permanecer onde estamos pode parecer menos doloroso do que arriscar uma mudança cuja consequência não conseguimos prever.

Por isso, não se trata de culpar quem ainda está dentro da caixa. Tampouco de fingir que todas as pessoas possuem as mesmas condições para sair dela. Existem situações em que precisamos de apoio, acolhimento, recursos e ajuda para encontrar uma passagem que, sozinhos, talvez não conseguíssemos enxergar.

Mas existe uma diferença entre reconhecer que precisamos de ajuda e acreditar que somente outra pessoa pode nos tirar de onde estamos.

Talvez essa seja uma das lições mais difíceis da vida: compreender que nem sempre alguém virá nos encontrar. Nem sempre alguém perceberá o que estamos vivendo, compreenderá a dimensão da nossa dor ou saberá exatamente do que precisamos. Às vezes, as pessoas simplesmente não percebem. Outras vezes, não sabem como ajudar. E, em determinadas situações, por mais que desejem nos ajudar, elas não podem fazer por nós aquilo que precisamos construir dentro de nós mesmos.

Isso não significa que devemos enfrentar tudo sozinhos, nem que pedir ajuda seja sinal de fraqueza. Significa apenas que não podemos depender exclusivamente de sermos encontrados para começar a procurar uma saída.

Talvez você não consiga sair da caixa hoje. Talvez ainda não saiba como abrir suas paredes, romper seus limites ou dar o primeiro passo em direção ao desconhecido. Mas reconhecer que está ali já pode ser o começo de alguma coisa. Porque é difícil procurar uma saída quando sequer percebemos que estamos presos.

E, depois de perceber, talvez seja necessário aprender o que ninguém nos ensinou: que podemos tentar, que podemos pedir ajuda, que podemos errar no caminho e que não precisamos ter todas as respostas antes de começar a mudar.

Afinal, não é sobre caixas.

É sobre os lugares, os momentos, os padrões e as situações em que permanecemos mesmo depois de deixarem de nos caber. É sobre as versões de nós mesmos que continuamos tentando sustentar, os medos que nos mantêm paralisados e as esperanças que depositamos em pessoas que talvez nunca venham.

É sobre entender que crescer também significa reconhecer quando precisamos deixar para trás aquilo que já não acompanha quem nos tornamos. E que, às vezes, a saída não aparece porque continuamos olhando para a mesma parede, esperando que alguém a derrube por nós.

Talvez seja necessário olhar para cima. Procurar uma fresta. Experimentar uma abertura. Pedir uma mão. Ou simplesmente admitir, pela primeira vez, que não queremos mais permanecer ali.

Porque, quando você cresce, nem sempre é o mundo que se torna pequeno. Às vezes, é o lugar onde você insiste em permanecer que já não comporta a pessoa que você se tornou.

E talvez a pergunta mais importante não seja por que ninguém veio te tirar da caixa, mas o que você pode fazer agora que finalmente percebeu que está dentro dela.

Se você já reconheceu a sua caixa, mas ainda não sabe como sair, o que te resta fazer?

Talvez a resposta não esteja em esperar que alguém venha te salvar, nem em exigir de si mesmo uma força que ainda não possui. Talvez esteja em começar a aprender aquilo que nunca te ensinaram: como encontrar uma saída, mesmo sem saber exatamente o que existe do outro lado.

**E se a saída não for esperar que alguém nos salve, mas aprender aquilo que nunca nos ensinaram: como sair?**

Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.


Dentro de cada um de nós, habita — ou deveria habitar — uma criança: curiosa, brincalhona, sensível, carente de encantamentos…


É ela quem nos distrai da seriedade cobrada pela vida adulta, nos impedindo de empedernir por completo, e quem nos faz rir de bobagens, sonhar alto e acreditar em recomeços.


Mas há um perigo deveras sutil, quando transformamos essa criança em centro absoluto do mundo: ela deixa de ser símbolo de pureza e se torna instrumento do ego.


Há adultos que justificam suas imaturidades em nome da autenticidade — como se sinceridade fosse salvo-conduto para a falta de empatia.


E assim, ao defender sua própria “criança interior” a qualquer preço, acabam ferindo a dos outros com ironias, indiferença ou desprezo.


A verdadeira maturidade não está em silenciar nossa criança, mas em educá-la.


Ensiná-la que o mundo não gira apenas em torno dos seus desejos, que brincar não é o mesmo que zombar, e que crescer é aprender a reconhecer o outro como extensão da própria humanidade.


A criança interior merece e deve viver — mas sob a tutela do adulto que devemos aprender a ser.


A criança que — graças a Deus — ainda vive em mim, saúda a criança que vive em ti!


Feliz Dia das Crianças, do mundo inteiro e da que vive dentro de você!

Que a nossa Criança Interior não pode morrer — é um fato; que ela não pode matar a Criança dos outros — é outro.

Há uma certa beleza em conservar dentro de nós a capacidade de brincar, sonhar, acreditar, rir de coisas simples e se encantar com o que a vida, aos poucos, vai tornando comum.

Crescer não deveria significar abandonar completamente a criança que fomos.

Talvez amadurecer seja justamente aprender a carregá-la pela mão.

Mas existe uma diferença entre preservar a nossa criança interior e permitir que ela governe todas as nossas escolhas.

Porque a criança que existe em nós também pode ser ferida, carente, impulsiva, possessiva…

Pode querer tudo para si, não saber ouvir um “não”, confundir desejo com direito e liberdade com ausência de limites.

E, quando deixamos que essas feridas conduzam nossas atitudes, corremos o risco de transformar nossas dores em feridas para os outros.

É aí que a reflexão do Dia das Crianças ganha um sentido ainda maior.

Não basta dizer que amamos crianças.

É preciso perguntar que mundo estamos construindo para elas.

Que palavras estamos ensinando?

Que exemplos estamos oferecendo?

Que tipo de adulto estamos sendo diante de seus olhos?

Uma criança aprende muito mais com aquilo que presencia do que com aquilo que lhe ordenamos ou ensinamos.

Ela aprende quando vê um adulto pedir desculpas.

Aprende quando percebe que uma diferença não precisa virar desprezo.

Aprende quando testemunha respeito, generosidade, honestidade e limites.

Mas também aprende quando vê humilhação, intolerância, mentira, violência e pessoas usando sua própria dor como justificativa para ferir alguém.

Por isso, talvez preservar a criança interior seja também assumir a responsabilidade pelo adulto que nos tornamos.

Que nunca percamos a capacidade de brincar, mas que aprendamos a não brincar com os sentimentos alheios.

Que continuemos sonhando, sem destruir os sonhos de ninguém.

Que tenhamos coragem de defender nossa criança interior, sem transformar nossas frustrações em condenação das crianças que estão chegando.

Porque cada criança que nasce traz consigo uma possibilidade: a de que o mundo seja um pouco diferente amanhã.

E talvez nossa maior obrigação não seja apenas impedir que a criança dentro de nós morra, mas impedir que ela se torne tão ferida, tão egoísta ou tão amarga que passe a matar, nos outros, aquilo que um dia também tivemos: a esperança.

Feliz Dia das Crianças — às que ainda brincam, às que já cresceram e, principalmente, aos adultos que não se esqueceram de que toda criança merece encontrar um mundo um pouco mais gentil do que aquele que encontramos.

Fui para Marajó logo ali
na Cachoeira do Arari,
O Cordão do Galo junto
com as crianças passaram
dançando e cantando,
Surpreendente você chegou
envolvendo e encantando,
Foi daí que me dei conta
que encontrei o Sol de amor,
que perdidamente me apaixonei
o meu melhor entreguei,
e é com contigo que eu estou,
e de ti não mais regressarei.

"Já que no Brasil, para Alguns, jogo é 'game'; animal de estimação é 'pet'; criança é 'kid'... Por que papagaio não é logo chamado de 'parrot' e papagaiada, de 'parroted'?"

Frase Minha 0022, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Seja sincero comigo (ou consigo). Ao falar criança, ao invés de 'kid'; jogo, ao invés de 'game'; entrega, ao invés de 'delivery'... Quem está fazendo papel ridículo sou eu? Seja sincero comigo (ou consigo)!"
Frase Minha 0237, Criada no Ano 2008

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Cartinha da Criança para o Bom Velhinho: 'Querido Papai Noel! Já que você não pode acabar com a fome no mundo - como é um dos meus desejos - bem que poderia ajudar a reduzir (ou acabar) com os Dissimulados e com os Falsos Humildes."


"Obrigado e encerro aqui esta Cartinha, Querido Papai Noel'. (Cartinha da Criança que Em Mim Há)!"
Texto Meu No.1014, Criado em 2021


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Não nego nem disfarço: quando criança eu adorava brincar de médico, de fazer comidinha e de pera-uva-ou-maçã, com as Meninas. Quanto mais tempo com elas, melhor. Nunca gostei de brincar com garotos e até hoje acho que todos os homens (menos um) deveriam mudar de Planeta, Hum!"
TextoMeu 1403

Quando crianças, nosso maior medo era a ideia de que o bicho papão sairia debaixo da cama para nos assustar. Nossa verdade absoluta era a de que fadas existiam e vinham trocar nossos dentinhos de leite por moedas de 25 centavos. E ansiávamos que o natal logo chegasse para ganharmos presentes do Papai Noel. E de repente crescemos e as circunstâncias fazem-nos ansiar por verdades que venham substituir os nossos medos.

JEOVANIA VILARINDO (Diga-se de passagem)

Inserida por ggvilarindo

Relações

Quando uma paixão termina,
Ou quando uma quer começar,
Voltamos a ser criança
Apoiando-nos apenas na esperança.
Esperamos mensagens que nunca vão enviar
Esperamos a pessoa que não vai chegar,
Choramos pela perda daquilo que nosso nunca foi,
Ficamos felizes com um simples “oi”.
Tudo isso por uma necessidade sem explicação
De achar alguém para lhe tirar o coração.
Ter alguém que a falta da nossa presença sinta
Que nos olhe com sinceridade e jamais minta.
Talvez a resposta esteja na palavra e seu sentimento,
Afinal, amar precisa de complemento.

Inserida por vitorap

Quando éramos crianças nos davam coisas amargas e ruins, pois diziam que era para nosso bem, para que pudéssemos crescer fortes e saudáveis. E quando finalmente nos tornamos adultos...
Bem, agora que finalmente nos tornamos adultos, a vida continua nos dando as mesmas coisas para sermos fortes diante da adversidade e saudáveis em nossas relações

Inserida por Alecansei

Eu tinha tudo...
Quando criança, tinha tudo pra ser egoísta;
Filho único, ganhei sempre o que quis... mas sempre me acompanhou o aprendizado e o valor que as coisas tem;
Das mais simples, e pra falar a verdade: sempre dei mais valor a gado de osso e batata que a playmobil;
Na adolescência tinha tudo...
Tudo pra me revoltar, pra questionar
Tinha tudo pra ser um rebelde como o mundo espera
Mas também tudo me foi ofertado, para fugir a estatística e ser BOM!
A escolha sempre foi minha!!
O meu tudo sempre resulta daquilo que faço; de bom e ruim
Já homem, não sabendo o que seria tudo pra mim...
Fui atrás, busquei! corri... mas sem saber pra onde .
Sem saber onde tudo estava, onde tudo se escondia.
Mesmo assim, acredite! mesmo assim tudo que eu quis, alcancei!!
Com o tempo, buscando meu tudo...
Alcançando meu tudo...
Entendendo que tudo é difícil de se ter, mas tudo vale a pena !!!
Vivo tudo o que sinto vontade de viver;
Aprendi que posso tudo!
Aprendi que o TUDO é do tamanho do meu esforço
Que sou o responsável pelo meu TUDO
E que TUDO que tenho e sou
É de minha própria responsabilidade!!!!
E que o meu tudo pode mudar
De repente meu tudo, torna-se ser tudo pra alguém
Meu tudo pode ser pouco, pode ser muito...
Mas pra mim é TUDO!

Inserida por chiobatto

O ano está apenas começando, assim como uma criança, engatinhando, abrindo os braços generosamente com sorriso doce e puro, aprendendo a caminhar de mãos dadas com as pessoas que mais amamos, com a graça de sonhar os sonhos, realizar os nossos objetivos, com a sabedoria dos nossos Mestres, amor e solidariedade dos nossos anjos.
Os anjos, são os nossos pares aqui na terra, iluminando os nossos pensamentos e cobrindo assim como o céu o nosso chão de estrelas.

É nessa magnitude que desejo um dia muito especial a todos nós e que prolifere por cada momento de nossas vidas.

Inserida por Waldetes