Textos Reflexivos sobre Casamento

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O olhar

Vocês podem até se tornarem eternamente responsáveis por tudo aquilo que cativam, mas de qualquer forma "O pequeno príncipe" nos traz uma não tão clara reflexão. Dedicarei esses tempinho para expô-la de forma aberta para vocês.

Por fora de nosso corpo em um dia extremamente frio temos uma infinidade de panos cobrindo a gente, são camisas, calças, capas, sobrecapas, sobretudo e dos mais variados tipos de casaco. Essas camadas podem ser nossas representatividades, nossos “eus”, nossos “nãoeus” e muitas vezes provavelmente nossos muros. Já por dentro temos um fluxo de consciência. Lembrem que esse fluxo só aparece pro outro quando nós externamos ele.
É em nossos discursos e ações que ocupamos os espaços, construímos a obra que queremos deixar em vida. Me parece que ela sempre será singular, porém ainda acredito que é no espaço entre as pessoas que podemos aumentar nosso leque de escolhas sobre o caminho a seguir, e portanto a decisão em relação herança que queremos deixar no mundo.
Nessa caminhada será sempre difícil não agradecer a todos que em algum momento fizeram parte de minha vida. Quando eu digo todos são todos. Pra mim tudo isso é um eterno aprendizado. No entanto, ninguém pode duvidar da influência de cada idiossincrasia, por mais fútil e desinteressante que possa parecer uma personalidade, de acordo com sua percepção no momento, nenhuma delas de verdade possui a incapacidade de mudar nossas vidas.

Por trás de um olhar sempre irá existir um universo. Seja sempre responsável pelo seu sentimento, e se ele cativar alguém, continue cuidando do seu plantio, se você está cultivando-o de forma correta sua colheita sempre será de frutas maravilhosas.

Obrigado a todos pelo carinho nesses 33 anos de vida.

P.S.: Ainda assim existem olhos que não sabem enxergar o que há por trás de meu sorriso.
A convicção para mim continua sendo um luxo para os que estão de fora.

Inserida por Atilabelens

Eterno Vergel

Sente-se bem?
Ganhou com o que fez?
A adrenalina deixou o seu sorriso mais sarcástico?
Falou para os amigos e família o que você fez?
Sentiu prazer em pisotear o meu vergel?
O meu vergel é de bits
Ele é apenas a minha arte em fotografia
O meu sentimento em código
O meu delírio mental
É incumbência do tempo fazer desaparecer
o que é material
Vamos cair no esquecimento
Só o meu vergel não irá sumir
E você, lá na sua cerração em ostracismo
Atributos levados da terra, inveja e ciúme
Assistirá o meu vergel brilhando na nuvem.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Ódio II

ÓDIO II

Amo alimentar o meu ódio
Quero beber deste ódio eternamente.
É ele que nutre a minha existência
Sem essa lâmina não consigo enxergar a indiferença.
Na indiferença dos outros
Encontro a minha sensatez
A minha filosofia do amor que pensa
Na ciência que investiga
No estudo que analisa.
Ao me alimentar do ódio
Estudo a paixão que desequilibra
O orgulho que enlouquece as pessoas
O sensualismo que envenena.
Necessito do ódio para saber
Lidar com a indiferença.
Pode vir de terno, vir com olhos, boca, coração e cérebro
Nada, nada mesmo dará conta dessa presença
Muito menos da ausência.
Por isso preciso de beber mais ódio
Pois é neste ódio que preciso de um coração
De uma frieza, de um raciocínio
Mesmo que doente.
Preciso aprender, e o ódio é a matéria-prima dessa ânsia que alimento.
Este alimento está no objeto do ódio
Alimenta o meu rancor, a minha ira
O meu pouco humor e
A minha pouca sabedoria para entender
E aturar.
Quero o ódio para mim, dessa forma
Nunca serei indiferente.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Eternas horas no sertão

Um convite, uma aventura, Já era tardezinha quando cheguei à casa do Tio João e Tia Maria. Um Casebre daqueles dos contos de fada, a beira de uma Mata às margens de um Rio lindo e maravilhoso que nascia em meio ao Sertão. Fui recebido logo na Porteira pelas belezuras de meus tios, casal abençoado, um abraço tipo aquele que a gente nunca esquece, me afagaram com carinho. Logo na porta da sala pude sentir o cheirinho de comida de tia Maria, era frango caipira que estava na panela a cozinhar. Minha fome era de leão, afinal a viagem tinha sido longa, e eu não via a hora de sentar a mesa para deliciar aquele frango que exalava um cheiro delicioso no ar. Na sala da casa, muitos quadros, Santos e flores. Tia Maria me levou até o quarto onde eu iria pernoitar muito simples mais aconchegante, somente naquele momento pude perceber que na casa não havia luz, ao lado de minha cama estava uma lamparina a qual seria a minha luz. Seguido me mostrou o banheiro que ficava do lado de fora da casa na varanda. Peguei minha tralha e a Lamparina e fui tomar um banho para tirar a poeira do corpo; o frio era de lascar e o chuveiro estava uma delicia, feito com serpentina água quente em abundância.
Já Cheiroso e limpo, pontualmente as 18:00 horas, momento em que eu estava papeando com meu tio na sala, Tia Maria gritou lá da cozinha: João traz o sobrinho pra jantar. Visão deslumbrante sobre a mesa, um franguinho caipira a moda da roça, banhado em um caldo madeira acompanhado de um arroz soltinho e feijão, tudo feito na hora e no fogão de lenha. De lambuja acompanhava uma abobora verde refogada e umas batatinhas do tipo cosidas e depois fritas. Nunca comi tão bem na minha vida. Logo seguido aquele jantar maravilhoso, Tia Maria serviu um cafezinho bem quentinho, feito com café colhido e moído na roça.
Depois o Tio João pegou o seu banquinho de madeira e a lamparina, o levou junto ao fogão de lenha, me convidando a fazer o mesmo. Logo Tia Maria se posicionou ao lado do Tio João, e iniciamos um bate papo maravilhoso. La pro meio da conversa Tio João me perguntou se eu acreditava em assombração, “ vixi pensei comigo, isso não vai prestar”; mas enfim como tudo é aventura dei continuidade a conversa sugestionada pelo Tio João, e respondi que não acreditava. Foi a pior coisa que eu fiz naquelas 24 horas que visitava e convivi com meus tios sertanejos. Tio João que tinha mania de falar alto e em bom tom, como uma metralhadora começou a contar-me história de arrepiar o cabelo, e todas eram confirmadas por Tia Maria(Não é mesmo Maria, dizia ele sempre), que de vez em quando dava uma bela gargalhada ao perceber que eu me sentia amedrontado com as historias do tio João.
Tia Maria por volta das oito e meia da noite disse ao tio : João larga de bobagem já e tarde vamos dormir que o menino esta cansado, e amanha a labuta é brava. Nesse momento fiquei desesperado, dormir tão cedo, será que eu iria conseguir; minha mente estava atordoada de tantas histórias horripilantes, de lobisomens, de mula sem cabeça, de bruxas do mato, enfim eu estava literalmente “cagando nas calças” sob o domínio do medo devido as historias do Tio João. Mas fazer o que ficar sozinho na cozinha a luz de lamparina é que eu não iria, corri pro quarto antes que o tio e tia se deitassem, e me enrolei de uma maneira na coberta deixando apenas minha boca para fora para que eu pudesse respirar, lógico com a lamparina acessa. Mas de maneira alguma eu consegui dormi, e pela fresta do cobertor eu podia perceber a luz trêmula da lamparina, horas eternas que nunca passavam e o sono que não vinha, e isso me assustava cada vez mais. Minha imaginação só havia vagas paras as historias do Tio João, foi quando de repente a luz da lamparina como mágica , pimba apagou. Fiquei em ponto de gritar para que o Tio João ou a Tia Maria levantassem e ascendesse novamente a luz da lamparina do meu quarto. Mas pro tio e pra tia eu tinha fama de durão, resisti e fiquei ali me torturando, a hora nunca passava, foi quando começou o calor a tomar conta de mim embaixo daquelas cobertas, senti minha respiração ofegante, o ar já me faltava; mesmo assim eu resistia todo aquele sofrimento. O Tic TAC de um relógio ao longe, era a única coisa que eu ouvia, quando algo bateu na janela de meu quarto, nesse momento eu arranquei toda coberta da cabeça num susto, e num susto eu cobri novamente pois era somente escuridão, tudo que eu pude ver era um breu. O pânico tomou conta de mim, quando por volta da meia noite o galo cantou, e segundo o Tio João que na suas historias havia mencionado, que quando o galo cantasse meio fora de hora, ou seja por volta da meia noite era sinal de que os mortos estavam a perambular noite adentro. Foi a gota d”água , já todo molhado de tanto suar embaixo da coberta comecei a invocar todos os santos que eu conhecia, e as horas passavam lentamente e foi quando acabei por fim cochilando alguns minutos. E em meio a um pesadelo novamente estava eu acordado, em um quarto totalmente escuro e silencioso, desesperado para que o dia amanhecesse logo. Já pela madrugada adentro, quase morto de sono mas atormentado por pensamentos insanos, comecei a sentir uma enorme vontade de ir ao banheiro, e foi aumentando, aumentando; e eu lembrei que o banheiro da casa existia, mas estava do lado de fora na varanda. O que fazer agora pensei comigo, eu já não agüentava mais toda aquela situação, o desespero foi tomando conta de mim, a vontade de urinar era algo incontrolável, mas meu medo parecia maior; foi quando ouvi um rangido de porta, seguido passos que vinham em direção a cozinha e ao meu quarto. Em um gesto de puro heroismo dei um pulo e cai em pé ao lado da cama, foi quando vi uma luz passando pela porta de meu quarto, que alivio era o Tio João que estava indo ao banheiro. Eu sai em disparada atrás do Tio João, momento em que ele indagou: vai ao banheiro!, respondi prontamente sim, novamente ele indagou: se quiser pode ir na frente eu espero aqui, pegue a chave da cozinha que esta pendurada na porta e o banheiro e na varanda. É claro que ir sozinho La fora em meio a escuridão, a loira noiva morta viva que morreu na encruzilhada poderia estar me esperando, fui não, e com isso primeiro foi o Tio João que saiu com a lamparina na mão enquanto permaneci na cozinha, e ao ouvir o ranger da porta do banheiro se abrindo sai correndo pra fora e pulei dentro do banheiro, e o Tio João fez a cortesia em me aguardar com a lamparina na mão. Foi a mijada mais gostosa da minha vida.
Voltei pra cama mais conformado, ascendi a lamparina e ajeitei pra ela um lugarzinho especial para que não se apagasse novamente. Peguei no sono; sono que não demorou nada, foi quando escutei o Tio João conversando com Tia Maria, já estava na hora de levantar. Pensei comigo, mas que vida sem sossego leva essa gente. Permaneci na cama por mais algumas horas e acabei acordando com o cheiro de café, acompanhado de um aroma de bolão de milho. Não resisti e levantei-me, Tia Maria cumprimentou e disse: dormiu bem meu filho, respondi prontamente: como um anjo Tia Maria.
Tião já havia feito a ordenha do gado e estava na lavoura. Almocei , e voltei para a cidade. Com isso aprendi, que a vida simples da roça e um conto de fadas, de bruxas, um mundo de sonhos e de bons momentos. Viver essas fantasias me levou-me acreditar que até nos confins do sertão é preciso coragem e criatividade para sobreviver. Tio João e Tia Maria as coisas mais simples da vida são as mais extraordinárias, e só os sábios conseguem fazer com que a gente possa vê-las ou imaginá-las.
Nenê Policia...

Inserida por nenepolicia

⁠Somos eternos aprendizes
desta vida...

A EMOÇÃO...
sempre é preciso buscar
uma forma sensata de lidar
com todos os sentimentos
que habitam em nosso peito,
porque, para quem é intenso, eles, geralmente,
nos fazem transbordar.

A RAZÃO...
Traz equilíbrio,
acalmando nossa forma intensa
de sentir e de viver,
nos alertando :
- Acalme todo esse turbilhão,
para não explodir
de tanta emoção
e ficar com as consequências de uma ação desmedida!

Eis que surge o mais difícil:
equilibrar um ser que
se derrama no sentir!

Busque, então, a parte positiva de ambas as forças, e viva!

Inserida por girle_nunes

⁠Apetite de Amanhãs

Deus, em sua eternidade, não precisa de lembranças;
Nós é que forçamos o recordar.
O tempo, esse sábio que a tudo cura,
Desenha as marcas de quem somos.
Não há ferida que ele não toque,
E não há memória que ele não visite.
A conferência da saudade não nos deu a dádiva do esquecer.
No ensaio da solidão, guardo algumas dores enquanto ofereço sorrisos.
A saudade vem nostalgiar,
Recorda até as desnecessidades.
Bendito seja o inventor da memória,
Que nos dá o poder de reviver os dias,
De devotar a delicadeza
E discernir que a esperança é diferente da espera.
Olho para o passado, sim,
Mas tenho apetite de amanhãs.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Mãe é verbo

Mãe é verbo.
Na língua da eternidade,
o feminino de Deus é silêncio grávido,
é oração de nove luas,
é evangelho que se derrama em leite.

E o Verbo se fez carne.
Não apenas carne —
mas ventre,
e, na tessitura de sangue e espera,
aprendeu a amar antes de saber o nome do amor.

A Mãe —
quarta pessoa da Trindade,
ausente nos púlpitos,
presente em todos os partos.
É ela quem cria o Deus que vai chorar no mundo.

A teologia não sabe,
mas o coração conhece:
Deus ensaiou o milagre da vida
no corpo que aceitou perder-se
para que outro existisse.

Todos são filhos.
E, por isso, antes da cruz,
houve um útero.
Antes do sacrifício,
houve uma mulher dizendo “sim”
com o ventre e com a alma.

Inserida por Epifaniasurbanas

"A arte e o eterno tem como sua matéria prima o básico.
De vinte e seis letras apenas, nasceram todos os romances e poesias mais inesquecíveis, já escritos.

Com as variações de uma escala de sete notas, belas sinfonias e melodias foram compostas.

Somente noventa e dois elementos químicos, descritos na tabela periódica, são a base utilizada na criação de todo o universo.

Autores, compositores e criadores, tornaram-se singulares.
A arte os fez transcender.
Pense, só é preciso saber combinar os elementos que se tem, para também fazer o seu mundo mais bonito.'

Inserida por Epifaniasurbanas

“Pássaro encantado tu que detém o canto e a palavra. Que transita entre a realidade humana e a eternidade dos céus. Carrega-me. Leva-me aonde o tempo não me encontre. Onde eu e a eternidade, assim como tu, também somos um. Onde ainda sou garoto e a decepção ainda não maculou meus olhos. Onde a felicidade é certeza e não possibilidade. A casa da poesia.
Onde somos pretérito, presente e futuro.”

Inserida por Epifaniasurbanas

E vi um tempo, sem tempo.
Tempo de eternidade, sem cansaço!
O vento parou. Não há mais fracasso,
Para todo o sempre…
Porque as amendoeiras, do Algarve, voltaram.
E há flores, nelas lá!...
E os laranjais floresceram!...
Também em Leiria, os desaparecidos, pinheiros voltaram.
Em Monchique, o jardim da Portela do Cano, floresce.
As açucenas, já perfumam!...
Na roseira, a rosa cresce.
E no Vale do Linho,
Como em Monção, nos canteiros e socalcos,
Há lírios, que crescem…
Os campos de cevada e trigo,
São grandes e muitos,
Como no tempo do tempo, antigo…

Inserida por Helder-DUARTE

Era a eternidade, um tempo sem tempo, em que o tempo não existia... Os homens não existiam, pois só depois foram criados. No princípio era Deus. No princípio sem princípio, porque Deus é criador e não foi criado.
Era o monte de Deus, um lugar onde estava Deus depois que ele criou os anjos. Estes estavam na presença de Deus em adoração. Eram eles os serafins, querubins e arcanjos . Miguel era arcanjo que servia humildemente, na presença de Deus. Gabriel era outro arcanjo, que igualmente servia de um modo especial a Deus. Havia um ser especial chamado Lúcifer, que ocupava um alto cargo. Este era um anjo, cuja beleza excedia a dos outros seres espirituais. Era o Querumbim ungido, anjo da luz...
Todos eles depois de executarem as suas tarefas, vinham adorar a Deus.Havia um grupo deles que estava sempre adorando Deus, dizendo em alta voz:
-Santo! Santo! Santo é o Senhor Deus todo poderoso.
Nós te amamos. Depois cantavam ao som de uma música, que por si só era vida. Deus era em três seres pessoas, mas era só uma divindade. Era o pai, o filho e os sete espíritos de Deus, que nos conhecemos por Espírito Santo!...
Então pai falou:
-Que é semelhante à nós em amor e Santidade?
-Só nós! Só nós! Só nós! .. Depois viu-se um fogo suave na presença de Deus, o espírito Santo falou:
-Só nós! Só nós! Só nós!
Naquele princípio criou Deus os céus e a terra. Criou as estrelas, os planetas, as galáxias. Na terra havia vida vegetal e animal. Existiam os grandes Dinossauros, isto há milhares de anos. Estes comiam frutos. Este foi um primeiro princípio.
Lúcifer era o administrador da terra. Até que uma vez ele disse para consigo, eu sou lindo anjo de luz, de modo que se exaltou em si próprio. Depois disse para os seus congéneres:
-Deus está na terra e no céu em toda a parte.
-Pois é! Disseram alguns anjos! Ao que Lúcifer disse :
-Mas eu sou luz e lindo! Se Deus é luz e perfeito, eu sou luz como ele é. Eu não preciso de Deus. Nem vós precisais de Deus! Eu serei semelhante ao altíssimo! Subirem mais alto que o altíssimo, pois eu sou lindo!
- Tu és luz! Disseram alguns anjos. Nesse momento entoou no céu os sete trovões da voz de Deus:
-Que fizeste Lúcifer? Tu corrompeste-te. Tu não podes mais estar no céu! Porque tu não te arrependes!
-Eu sou luz e não preciso de ti para nada! Não me interessa continuar na tua presença! Deu-se nesse momento uma batalha entre Miguel e Lúcifer! Entre os anjos de Lúcifer e os anjos de Deus. Apareceu então na terra, Lúcifer e os seus anjos caídos. Apareceu Satanás e os demónios na terra. Pois Deus lançou -os na terra! Foi assim que o Diabo se vingou, na criação que Deus tinha já criado sobre a terra. Este matou tudo o que tinha vida na Terra. por isso é que aparece os esqueletos de Dinossauros, que os cientistas dizem que têm, milhares de anos. Foi a seguir que Deus recriou a terra e deu luz, separou a luz das trevas e pôs ordem ao que não tinha ordem. Restaurou a terra e criou de novo as árvores, plantas e animais. Depois criou o homem à sua imagem e semelhança. O homem é tentado por a serpente. Ou melhor a Mulher foi tentada. E toda a humanidade, entra em queda espiritual e física diante , diante de Deus.Mas Deus prometeu vencer Satanás. E isto aconteceu, quando Jesus Cristo morreu e ressuscitou em Israel. Mas a vitória final será na batalha do vale de Megido e na batalha de Gog e Magog.
Então o senhor fará novos céus e nova terra. Em que habita a justiça e o homem tem vida eterna

Inserida por Helder-DUARTE


Eis oh povo, mundo e poetas de arte!
Sabei uma verdade eterna!
Meu nome é Helder Duarte!...
Meu nome é imundo e aquele que erra!


Mas oh povo e Portugal!
Oh pinhais de Leiria!...
E reino de Bal,
E terras do rei, Faria!

Sabe tu existência, que eu vivo eternamente.
Não há morte em mim!...
Nem nada de mal, concretamente.

Porque, havendo em mim, o mal,
A fé no bem e meu amar, enfim.
A vida me traz afinal!...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Eterno Rei


O meu coração ferve com um nobre tema,
enquanto recito os meus versos ao rei, em poema.
A minha língua é a pena de um destro escritor.
Tu és o mais formoso, dos filhos dos homens em amor.


Os teus lábios foram ungidos, com muita graça,
por isso Deus te abençoou, para sempre...
Cinge a tua espada à coxa, ó valente...
Cinge-te de glória, e majestade, que a outro não passa.


Nessa, majestade cavalga pela causa da verdade,
da retidão, da tua grande humildade e serenidade,
à tua dextra, mostra coisas terriveis, nobre cavaleiro.


Os teus dardos são agudos no coração de todos os reis.
Tu ó rei, com os teus dardos, fazes cair os povos e as suas leis.
O teu trono ó Deus, é eterno e perpétuo, tu és de todos o primeiro!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Penalidade

Vida eterna queria eu ter!
Como posso eu sempre viver?
Reparo em meu corpo, eis que é finito!
Nele tudo é imundo! Débil é tudo isto!
Mas se eu morresse e ressuscitasse?
Só assim eu poderia, sempre viver!
Se outra pessoa eu ficasse!
Se de novo eu viesse a nascer!
Se a penalidade fosse meu castigo.
Mas eu vida tivesse, neste meu ser.
Se Deus fosse meu amigo!
E foi isto que aconteceu!
Deus morreu, por mim, para eu vida ter!
Em Jesus Cristo, isto se deu!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Sem Pranto


Cantarei eternamente esta canção linda!
Pois a tenho no meu viver, sempre!...
Eu vivo para além de todo o tempo!
Eu verei a Deus em meu corpo ainda!

Exalto a Deus que vem brevemente!
Por ele estou esperando, com alegria!
Sim já vem o seu grande dia!
Ele reina no céu e na terra eternamente.

Alegrai-vos, todos vós seus santos,
já o vosso rei, está chegando.
Recebei-o com belos cânticos.

Ele é Jesus Cristo, o Senhor santo,
qu'eu estou sempre anunciando.
Até qu'ele dê fim a todo o pranto!

Inserida por Helder-DUARTE

Evangelho eterno

A doutrina do evangelho da salvação, nunca pode ser alterada, deturpada ou adulterada. O evangelho é o "poder de Deus" para salvação de todo aquele que nele crê. Não podemos ter outro evangelho, além do evangelho 🙏 de Jesus Cristo. Por isso o novo testamento ou nova aliança, tornou antiquada a primeira aliança.

Hoje nos nossos dias e nos dias da presença do Senhor neste mundo, Deus fala e falou, por meio de seu Filho Jesus Cristo ao mundo. Jesus Cristo é "o fim de toda lei". O evangelho verdadeiro é o único modo de salvação para as almas humanas. O evangelho é a verdade. Jesus Cristo é a verdade. Por isso não pode haver outra verdade ou forma de salvação para o ser humano.

É impossível haver um evangelho para aquele que rouba, ou para adúlteros, ou mesmo para sodomitas ou ainda para homicidas, matricidas, para os impuros, devassos. O evangelho não é ou pode ser modificado, para outro evangelho, de acordo com estas condições que mencionei.

Tudo pode mudar no mundo, os valores humanos, culturas dos povos, a religião, a política. Mudam os anos, mudam os tempos. Mas o evangelho não muda nunca. Nem pode mudar. Qualquer evangelho que tenha pontos diferentes do evangelho da bíblia, não é o "poder de Deus" mas sim o poder do homem. Só é evangelho, aquele que se fundamenta na pessoa de Jesus Cristo. Não há evangelhos de "Maria", de gays ou de idolatria, ou mesmo evangelhos de prosperidade ou ainda de imoralidade, injustiça ou evangelho de "novas éticas".

Jesus Cristo é o evangelho, este morreu por todos os que nele creiem. Sendo portanto a sua salvação. O evangelho é eterno, sem sombra de mudança alguma.

Um feliz Ano Novo, para todos os amigos

Vosso em Jesus Cristo

Hélder Duarte

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Sem pecado

Deus está preparando um povo mesmo sem pecado, para possuir a eternidade. Esse povo é tanto de Israel como da igreja. Em relação a Israel, Deus continua a trabalhar com este povo, de modo que ainda aceitem o Messias. Isto vai acontecer na Vinda de Jesus Cristo de um modo total. Mas já aconteceu também. Desde a igreja primitiva Israel tem vindo a aceitar o Messias.

Deus faz assim com a igreja que já aceitou Jesus Cristo. Deus vai preparando (santificando) o seu povo de modo a que este fique sem pecado até ao dia do Senhor. Nesse dia o povo do Senhor será glorificado (corpo sem pecado). Jesus Cristo e Deus ambos querem um povo sem pecado (Deus não tolera o pecado, quer mesmo um povo sem pecado), na eternidade.

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Vida eterna

Para os que são incrédulos em relação ao Dilúvio, eu digo que a Bíblia está certa, o Dilúvio foi uma realidade. Deus destruiu todo um mundo incrédulo. Deus é justo. Durante dezenas de anos Deus deu oportunidade ao povo para se arrepender. Mas o povo não acreditou no que Noé dizia "que Deus ia mandar um Dilúvio". A mesma coisa se passa hoje. Ninguém acredita que Jesus Cristo vai vir outra vez. Alguém me disse "sabe Ele não veio, já não vem"! Mas a questão é que ele virá e só serão salvos os o esperam, ou os que morreram nesta esperança.

No Dilúvio, depois dele, o mundo começou de novo. Todas as nações vêm dos filhos de Noé Sem, Cão e Jafeth. Tudo isto é verdade. Estes fatos são reais. Jesus Cristo vai votar para reinar eternamente. Aceita esta verdade. Entrega o teu coração a Jesus Cristo e teu ser é então salvo, para ter vida eterna!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Rei eterno

Desde o princípio do mundo as nações sempre subjugaram outras nações. Guerras, impérios e dominações. Logo no princípio, vemos as cidades Estados na terra de Sinear dominando umas sobre as outras. O homem escraviza o outro homem. O homem oprime outro homem; há opressão e domínio; há escravidão. O homem perdeu a liberdade no Éden. Quando foi enganado por Lucifer. Quando estava com comunhão com Deus, tinha liberdade, era feliz era livre.

Foi então que Deus começou a procurar o homem, para que este fosse livre. Primeiramente, chamou Adão, depois chamou Noé. Ao mesmo tempo julgava os ímpios (pelo Dilúvio). Depois chamou Abraão e Ló, para preparação de um povo livre; Depois chamou o povo de Israel para por este povo dar liberdade ao mundo. Por este povo entrou em Juízo com as nações opressoras, exterminando no seu juízo muitas delas na terra de Canaã. Ao povo de Israel tentou e deu a liberdade a um remanescente fiel. Já outros perderam a liberdade na Assíria, e em Babilónia. Enfim por um lado vemos Deus a operar, por outro lado o diabo sempre a fazer uma rebelião. O mal e o bem lutam desde o princípio.

Mas felizes os que estão ao lado de Deus nesta guerra, que um dia vai terminar.

O primeiro grande império foi o império Egípcio, depois temos o Assírio, o Babilónico, o Médio Persa, o Grego, e o Romano. Num certo sentido o Romano continua até aos nossos dias, uma vez que as leis e o Direito Romano continuam a administrar o Mundo Moderno.

Mas brevemente virá o rei dos réis (Jesus Cristo), o único que venceu todos estes poderes opressores e que vive. Numa batalha final, Eis que vem, continuando a vencer todo o Domínio, toda a potestade. E assim virá dar a total liberdade ao homem e a todo o universo.

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Paz Eterna

Na bíblia está escrito uma profecia, que havia de vir um tempo, em que Israel teria o seu próprio príncipe . Ou seja o seu próprio governador. Ora isto aconteceu depois de 1948, ano em que as nações reconheceram a nova existência do Estado de Israel. Já tinha deixado de existir como nação no ano 70 dC. Hoje o Estado de Israel é uma realidade e mesmo ainda que tenha guerra, a sua paz será real e por toda a eternidade, como profetizou o seu rei David. God bless Israel for ever! Amém.

Inserida por Helder-DUARTE