Textos Reflexivos sobre a Vida

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Asas do amor (Texto poetico)

Numa vida repleta de grandezas, que não a materialidade das
coisas, vãs são todas as outras que aprisionam sua liberdade,
podando-lhes as asas para que se esqueçam de poder voar.

Quando você ama, não deseja podar asas, mas cuidar destas;
traçar novos voos e, junto, também voar. Se, no momento do
voar, esquecem-te, após ajudar a cuidar das asas, não é amor
que tens - então, é o momento de voar sozinho mais uma vez,
e mais quantas vezes não valorizarem e cuidarem também
de vossas asas.

Amar é isso; deixar voar e voar junto na mesma direção.
Há, com toda certeza um pouco de sonho e um pouco de
poesia neste escrevinhar, mas nada absurdo para quem
consegue simplesmente enxergar e ver além de
suas próprias asas.

Marcelo HB

À Sombra do Sol


Enquanto alguns passam a vida lamentando as falhas dos pais,
outros escolhem superá-los. A grande diferença é que os
primeiros viverão sob a sombra do passado, enquanto os
segundos se transformarão em seus próprios sóis...


Ninguém escapa da própria raiz,
Carregamos a história que o sangue diz.
Mas o destino não é o que herdamos,
É o caminho que nós mesmos traçamos.


Enquanto alguns passam a vida a lamentar,
As falhas dos pais que não puderam mudar,
Outros escolhem a dor de crescer,
E vão além do que viram nascer.


A grande diferença habita no fim:
Uns vivem na sombra, trancados em si,
Reflexos eternos do que os gerou.
Os outros são sóis que a vida acendeu,
Brilhando na luz que o peito escolheu.


Estar à sombra do sol é entender,
Que a própria luz faz a sombra nascer.
Não é apagar o passado ou a história,
É caminhar sob a própria vitória.


Marcelo HB

Entre a Vida e a Morte, O Tempo

O mundo gira em seu fluxo constante,
Vidas se apagam, histórias se vão,
A existência termina num instante,
Outras continuama pulsar como coração.

É uma verdade de peso profundo,
Desconfortável de se carregar,
Deixaremos, um dia, este mundo,
Sem aviso, sem tempo para adiar.

Que a urgência não traga o lamento,
Mas abra os olhos para o agora,
Viver cada dia, cada mês, cada momento,
Antes que a luz se despeça e vá embora.

Na pressa dos anos que o tempo consome,
O segredo mais puro e real consiste:
Ver a grandeza no que não tem nome,
Pois no mais simples, a vida reside.

Marcelo HB

A vida é feita de ciclos, passos e mudanças.
Nada permanece igual para sempre: o tempo gira, os caminhos se renovam e, com cada volta, nasce a oportunidade de recomeçar. Às vezes, é preciso deixar ir o que já cumpriu seu propósito para abrir espaço ao novo. Porque viver também é se transformar, florescer e permitir que cada movimento da vida nos leve para onde precisamos estar.

A vida é um amontoado de despedidas, onde ninguém sabe qual é a derradeira.


A vida, em essência, é uma sucessão de chegadas e partidas.


Um amontoado de despedidas silenciosas que se acumulam, quase sempre sem aviso.


Nunca sabemos qual abraço será o último, qual conversa não se repetirá, nem qual olhar se prenderá eternamente na memória.


Talvez seja justamente essa incerteza que valorize o instante — a consciência de que ele é frágil, transitório, irrepetível.


Por isso, a vida nos convida a viver cada encontro com reverência, cada presença com gratidão e cada despedida com a delicadeza de quem entende que até a separação faz parte do milagre de existir.


No fim, não é a derradeira despedida que mais importa, mas sim a intensidade dos encontros que a antecedem.

Que o Senhor da Vida liberte os que trilham as Estradas da Saudade calçados com as Sandálias do Remorso!
Amém!


Liberta, Senhor!


Arrebentai as Sandálias do Remorso de todos que revisitam as lembranças dos que partiram antes de nós!


Saudades, sim — Tristeza, não!


Amém!?!


Porque a Saudade, por si só, já é estrada longa o bastante — feita de Memórias, Silêncios e Ausências que aprendem a conversar conosco.


Mas há quem caminhe por ela ferindo os próprios pés, calçado com as sandálias do arrependimento.


São passos, às vezes, demasiadamente pesados, que machucam o coração a cada lembrança do que não foi dito, do abraço adiado, da reconciliação interrompida...


No entanto, a verdadeira cura começa quando entendemos que o amor não termina com a partida — apenas muda de endereço.


E quem parte não deseja nos ver presos ao que faltou, mas gratos pelo que foi vivido.


Descalçar o remorso é um gesto sagrado: é permitir que a saudade volte a ser caminho de amor e não de castigo.


Que possamos, então, revisitar nossas lembranças com a graça de quem sabe que o perdão é o único calçado capaz de levar a alma em paz, sobretudo pelas estradas pavimentadas pela Saudade.


Amém!

⁠Talvez não haja
livro mais bobo
do que o
“Livro Aberto”
da nossa própria vida.




Pois, não há imaturidade maior que colocar nossa história nas gôndolas das curiosidades.




Não por falta de páginas, mas por excesso de exposição.




Há histórias que não foram feitas para vitrines, mas para travesseiros.




Não pedem aplausos — pedem silêncio.




Não querem curtidas — querem maturidade.




Transformar a própria trajetória em material de exposição na gôndola de curiosidades é — no mínimo — confundir transparência com exibicionismo, sinceridade com carência e coragem com imaturidade.




Nem tudo o que vivemos precisa ser explicado.




Nem toda dor precisa de plateia.




Nem toda vitória precisa de testemunhas.




Há capítulos que só fazem sentido quando lidos absolutamente em segredo.




E há aprendizados que se perdem no instante em que viram espetáculos.




A vida não é um Livro Aberto.




É um manuscrito sagrado, com trechos que só o tempo, a consciência e Deus têm permissão de folhear.⁠

⁠Enquanto para uns, o que dói é a finitude da vida, para outros, o que alivia é a finitude das dores.


Para uns, a morte é a grande inimiga — a interrupção brusca dos planos, dos afetos, dos sonhos ainda inacabados — para outros, ela surge como um descanso prometido, quase um silêncio misericordioso depois de longos e exaustivos gritos.


Há quem tema a finitude da vida porque ama intensamente o que tem, o que construiu, o que viveu e o que ainda espera viver.


Para esses, cada despedida é um rasgo, cada adeus é uma mutilação do possível.


A morte representa a perda de tudo: das mãos que se tocam, das conversas inacabadas, dos abraços que ainda poderiam ser dados.


É o fim das oportunidades de amar mais uma vez.


Mas há também quem, exausto de carregar dores que não cessam, encontre na ideia da finitude um alívio secreto.


Não porque despreze a vida, mas porque já não suporta a forma como ela se apresenta.


Para esses, a morte não é vista como roubo, mas como cessação.


Não é a perda de tudo — é o fim de tudo o que dói.


É o apagar de uma chama que já não aquece, apenas queima.


E aí reside o grande paradoxo da existência: a mesma morte que para uns é tragédia absoluta, para outros é libertação imaginada.


Ela é, simultaneamente, ausência e descanso; ruptura e cessação; perda e alívio.


Talvez isso revele menos sobre a morte e mais sobre a forma como estamos vivendo.


Porque, quando a vida é experiência de sentido, a finitude assusta.


Mas quando a vida se torna apenas resistência, a finitude seduz.


No fundo, não é a morte que muda de significado — é o peso que carregamos enquanto respiramos que redefine o que ela representa.


E talvez a tarefa mais urgente e necessária não seja discutir a morte, mas aprender a tornar a vida menos insuportável para quem já não a reconhece como lar.

⁠Sou muito da poesia, mas se a vida me empurrar para a artilharia,
jamais vou me furtar.


Porque há em mim uma inclinação natural para as palavras que curam, para os silêncios que acolhem e para as metáforas que ajudam o mundo a respirar um pouco melhor.


A poesia, afinal, é o território onde a sensibilidade ainda tem cidadania e onde a humanidade tenta se lembrar de si mesma.


Mas viver não é apenas contemplar.


Há momentos em que a realidade deixa de pedir versos e passa a exigir coragem.


Momentos em que a delicadeza, sozinha, já não protege quase nada — nem a dignidade, nem a verdade, nem a própria vida.


Nessas horas, permanecer apenas na poesia pode ser confundido com ausência, e silêncio pode parecer concordância.


Não porque a poesia seja fraca, mas porque existem tempos em que até a beleza precisa aprender a defender-se.


E nem se trata de abandonar a poesia, mas de compreender que ela também pode vestir armadura quando necessário.


Que quem cultiva sensibilidade não está condenado à passividade.


E que defender aquilo que dá sentido à vida também é uma forma de honrar tudo aquilo que a poesia sempre tentou dizer.


Ser da poesia é escolher, sempre que possível, o caminho da palavra antes do confronto.


Mas é também saber que a dignidade não pode ser permanentemente desarmada.


Porque quem ama profundamente a vida não luta por amar guerra — mas para que ainda exista mundo suficiente onde a poesia possa continuar respirando.

⁠Não há arrependimento de mãos ensanguentadas que devolva a vida de um inocente.


Essa é uma das verdades mais duras que a existência humana pode encarar.


Há erros que podem ser corrigidos, palavras que podem ser retiradas, pontes que podem ser reconstruídas e feridas que o tempo até consegue cicatrizar.


Mas existem escolhas cujas consequências atravessam o limite do reparável.


Quando uma vida inocente é interrompida, não há remorso capaz de inverter o curso dos acontecimentos, nem lágrimas doloridas e suficientes para preencher o vazio deixado por uma ausência definitiva.


O arrependimento possui um valor inegável.


Ele revela a consciência desperta para o peso dos próprios atos.


É a alma reconhecendo aquilo que antes ignorou, desprezou ou justificou.


Contudo, o arrependimento não é uma máquina do tempo.


Sua função não é apagar o passado, mas impedir que a mesma escuridão continue produzindo destruições futuras.


Talvez por isso a responsabilidade seja uma virtude tão necessária.


Antes de cada decisão, existe um instante muito silencioso em que ainda somos livres para escolher.


Depois que a ação se concretiza, passamos a ser prisioneiros de suas consequências.


A verdadeira liberdade habita o momento da escolha; a responsabilidade habita tudo o que vem depois.


Vivemos em uma época em que frequentemente se busca justificativas para tudo.


Circunstâncias, emoções, traumas e pressões são apresentados como explicações para atitudes que jamais deveriam ter acontecido.


Embora compreender as causas de uma tragédia seja muito importante, nenhuma explicação transforma o errado em certo, nem devolve à vítima aquilo que lhe foi tirado.


A compreensão pode esclarecer; a justificativa, porém, não absolve.


Existe também uma lição bastante dolorosa sobre o valor da vida humana.


Muitas vezes, ela só é percebida em sua plenitude quando já não pode ser recuperada.


A presença que parecia comum torna-se insubstituível.


A voz que era rotina transforma-se em profundo silêncio.


E aquilo que foi tratado como descartável revela-se um universo inteiro que jamais voltará a existir.


Por isso, mais do que refletir sobre o arrependimento, é necessário refletir sobre a consciência.


Sobre o cuidado com as próprias ações.


Sobre a capacidade de enxergar a humanidade do outro antes que seja tarde demais.


Porque a verdadeira sabedoria não está em lamentar o mal causado, mas em impedir que ele aconteça.


No fim, o arrependimento pode transformar quem errou, mas não ressuscita quem partiu.


E talvez essa seja a razão pela qual algumas escolhas carregam um peso tão imenso: elas nos lembram que há danos que o tempo não desfaz, palavras que silêncio algum corrige e vidas que, uma vez perdidas, permanecem para sempre além do alcance de qualquer pedido de perdão.

Entre os “cristãos” que aceitam a interrupção da vida intrauterina e os que aceitam a interrupção da que “não deu certo” — socialmente —, paira um abismo de Misericórdia.


Talvez porque a Misericórdia verdadeira não se acomode nas trincheiras ideológicas.


Ela não escolhe vítimas conforme a conveniência moral do momento, nem distribui compaixão segundo critérios de afinidade política, econômica ou cultural.


A Misericórdia vê primeiro a pessoa, depois a circunstância; primeiro a dignidade, depois o julgamento.


Há quem se escandalize diante da interrupção de uma vida ainda escondida no ventre, mas permaneça indiferente quando uma existência já nascida é descartada pela pobreza, pela dependência química, pela doença mental, pela solidão ou pelo fracasso.


Há também quem se mobilize em defesa dos vulneráveis que caminham pelas ruas, mas relativize a vulnerabilidade absoluta daquele que sequer pode erguer a própria voz.


Em ambos os casos, o risco de transformar a defesa da vida em uma causa seletiva é iminente.


E toda seletividade aplicada à dignidade humana revela mais sobre nossas preferências do que sobre nossos princípios.


O Evangelho apresenta um caminho muito mais exigente.


Não basta defender a vida em um estágio e ignorá-la em outro.


Nem proteger o inocente antes do nascimento e abandonar o ferido depois dele.


Tampouco basta acolher o socialmente excluído e negar humanidade ao que ainda não nasceu.


A coerência da caridade cristã pede um olhar integral: a vida humana não adquire valor por ser desejada, produtiva, saudável ou socialmente bem-sucedida.


Seu valor é anterior a qualquer mérito.


A Misericórdia não elimina a verdade, mas também não permite que a verdade seja usada como instrumento de condenação.


Ela convida à defesa da vida sem arrogância, ao acolhimento sem relativismo e à justiça sem crueldade.


Talvez o maior desafio não seja identificar quem está do outro lado do abismo, mas reconhecer que todos estamos à sua beira.


Porque, quando a compaixão se torna seletiva, quando a dignidade humana passa a depender de circunstâncias ou preferências, cada um de nós contribui para alargar a distância entre aquilo que professamos e aquilo que vivemos.


E é justamente sobre esse abismo que a Misericórdia insiste em construir pontes.


Não para abandonarmos nossas convicções, mas para que elas sejam iluminadas pelo amor; não para deixarmos de defender a vida, mas para aprendermos a defendê-la integralmente, do início mais silencioso até o último suspiro natural.⁠

⁠E se a
Finitude da Vida for aMoldura Invisível que valora tudo o que vivemos?


Talvez seja justamente porque a vida acaba que cada instante carrega algum valor.


Se tivéssemos tempo infinito, talvez os abraços pudessem esperar, os encontros poderiam ser adiados, os pedidos de perdão ficariam para depois e os sonhos jamais precisariam sair do papel.


A finitude nos lembra, e muito silenciosamente, que não existe um estoque ilimitado de manhãs nem amanhãs.


É ela que transforma um café com quem amamos em memória, uma conversa despretensiosa em lembrança, um olhar em saudade.


É porque sabemos que as pessoas podem partir — e que nós também partiremos — que certas presenças se tornam tão preciosas.


Estranhamente — aquilo que nos apavora — também pode nos ensinar a viver.


A consciência de que o tempo é limitado deveria nos tornar menos econômicos com o afeto, menos orgulhosos diante do perdão, menos preocupados em vencer discussões e mais interessados em não desperdiçar encontros.


Talvez viver bem não seja tentar encontrar uma maneira de escapar da finitude, mas aprender a fazer dela uma razão para estar inteiro no que ainda existe.


Porque, no fim, não é apenas a quantidade de tempo que valoriza a vida.


É a consciência de que ele não volta.


E talvez seja por isso que algumas coisas tão simples — um abraço demorado, uma mesa compartilhada, uma risada inesperada, um “eu te amo” dito sem esperar motivo — valham tanto.


A vida não precisa ser eterna para ser imensa nem intensa.


Talvez baste que, enquanto durar, a gente tenha coragem de realmente vivê-la.

⁠Passamos tanto tempo vivendo como se a vida fosse infinita, que morremos sem ter vivido quase nada.


Adiamo-nos.


Depois viajamos, depois amamos, depois perdoamos, depois dizemos o que sentimos, depois fazemos aquilo que realmente desejamos.


E, enquanto esperamos pelo momento certo, a vida vai acontecendo sem pedir licença — silenciosa, irreversível, indiferente aos nossos planos.


Talvez o maior engano não seja acreditar que nunca vamos morrer, mas agir como se ainda tivéssemos tempo para tudo.


Como se houvesse uma reserva infinita de amanhãs, abraços, conversas, encontros e recomeços esperando por nós.


Passamos anos acumulando coisas e adiando experiências; preocupados em garantir o futuro, esquecemos de habitar o presente.


Construímos agendas tão cheias que já não sabemos onde colocar a própria vida.


E o tempo, que parecia tão abundante, começa a revelar sua verdadeira face: ele não guarda nada.


Cada dia que passa não fica à nossa espera.


Vai embora.


Talvez viver seja, antes de tudo, compreender que não precisamos esperar algo de extraordinário para perceber o valor de um dia comum.


Há uma urgência muito discreta em estar vivo.


Urgência de olhar demoradamente para quem amamos, de dizer aquilo que sentimos, de rir sem culpa, de abandonar algumas prisões, de fazer as pazes com o que não podemos mudar.


Porque, no fim, ninguém lamenta ter vivido demais.


O que pesa é descobrir que poderia ter vivido mais — não necessariamente mais anos, mas mais presença nos anos tidos.


A morte não é apenas o fim da vida.


Às vezes, ela é também o resultado de uma vida que foi sendo adiada até que já não houvesse mais o que adiar.


Por isso, talvez a pergunta mais importante não seja quanto tempo ainda temos, mas o que estamos fazendo com o tempo que já nos foi dado.


A vida pode não ser infinita.


Mas pode ser inteira.


E talvez isso seja o suficiente.

E quantas primaveras são necessárias pra se florir por inteiro?
Quantos anos de vida são necessários pra vivermos nossos sonhos?
Acho todos não seriam suficientes.
O bom é quando as pessoas conseguem no pouco que ja viveram mostrar ao mundo sua beleza. Cativar com sua presença e aproveitar o melhor que o mundo pode oferecer. Bom é poder ver amor nas atitudes, sabedoria nas palavras... bom é o prazer de conviver.

Inserida por Jonatanribeiro

É normal sentir que sua vida gira e permanece no mesmo lugar? Nada se altera, o tempo prossegue e você já desconhece uma surpresa. Você deseja que aconteça um fato, um encontro, qualquer coisa, mas que produza uma guinada em sua vida. Mas a vida é tirana. Não corresponde as suas vontades. Ela escreve o seu destino sem sua anuência.
E dessa contradição de interesses que constroem estradas distintas, com futuros, sonhos e desejos diferentes surgi o embate que rege a vida: seus sonhos versus a odisseia profetizada para você. Você batalha, cumpre o seu penar, mas a distância que o afasta do seu sonho alarga-se, não reduz. Por quê? Porque a vida é tirana.

Inserida por AlanMatheus

A vida inteira a gente busca um certo Alguém..
Que venha a nos completar...
Como se estivesse nos faltando algum pedaço...
Alguém que seja como um espelho...
Onde possamos nos refletir...
E nos reconhecer...
Porque,quase sempre, cultivando uma auto-imagem distorcida...
Carecemos dos olhos amorosos do companheiro...
Para vislumbrar e valorizar nosso eu real ...

Inserida por llbarreto

Nessa estrada da vida, disperdicei o amor,
a verdadeira eu trocava por outra qualquer,
perdi tanta coisa,
sofri mais também eu já fiz sofrer, mas com o tempo aprendi a
amar e a viver
hoje eu não tenho vergonha de olhar nos meus olhos,
hoje o que eu tenho me basta, encontrei o amor. Eu tenho um grande amor, e dessa eu não largo, ela é presente de Deus, é linda por dentro e por fora, e dessa eu não abro mão, ela me conhece, me ama,
é a dona do meu coração.

Inserida por pasiquisse

Louco por ti

O que levei dessa vida
Foi o prazer de conhecer os loucos,
Que usaram sua loucura como saída
Naquilo que era arte para poucos.

Um beijo no pulso te dei,
Para curar tua alma sofrida.
Tua cicatrize eu amei.
Assim como as dores nela contida.

Não sou tolo, sou louco.
Minha arte é em seus olhos mirar,
Para descobrir do seu segredo um pouco,
E entender como te amar

Inserida por vitorap

Poesia
De onde vieram os poemas?
Primeiros eles eram pensamentos,
Da minha vida sem muitos contentamentos
Que resolvi em minha alma guardar.
E como uma reação química, sofreram pressão,
Que senti em cada veia do meu coração,
Mas eu não posso pronunciar.
Foi neste ponto que em palavras se transformaram
Felicidade e dor causaram
No momento tão delicado que é escrever.
Por fim meu poema em ti se contempla.
Os seus olhos, os verdadeiros poetas,
Que perceberam a beleza destas palavras ao ler.

Inserida por vitorap

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Deus tem Um proposito na sua vida
por tanto se você esta em algum lugar que esta sofrendo chantagens, critica ou ofensas , NÃO SE ABALE, pois Deus é maior e você não esta ali atoa, pois tem alguém que olha pra você e vê augo mais , ele sim te conhece bem e quem te jogou pedras terá volta ,e o seu perdão mudara tudo!! ...................................... ;D

Inserida por AlineTudeia