Textos que Tocam o Coração

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Vamos Tomar um Café?
Nada melhor do que alguns momentos com alguém que faz parte do nosso coração para ficarmos em Paz!
Abraços de ternura...

Vamos Tomar um Café?
Vamos tomar um café ? Mas tem que ser um café de sabedoria onde as almas se encontrem, onde os cantinhos mais felizes e cheios de flores ficarão na memória infinita do coração ...

Vamos tomar um café ? Mas somente com a paz sendo vizinha de nossa criança singela que ainda possuímos insistentemente !

Vamos tomar um café ? Com uma prosa boa, sem nada querer dizer, mas que no final foram ditas tantas palavras que nos fizeram crescer...

Vamos tomar um café ? Daquele cafezinho quente, que abriga a gente, nas desilusões da vida e revigoram nosso ser !

Vamos tomar um café ? Só se for com poesia, pra falar de vida em vida como se fosse noite e dia ...

Vamos tomar um café ? Um café de grandes amigas, que se conheceram outro dia mas foi nesse dia próximo que nos tornou tão eternas nessa amizade infinda ...

Vamos tomar um café ? Um café de paladar bem temperado e quentinho, não tão doce nem tão amargo , mas trazido bem candente, com fumacinha feliz pro coração da gente ?

Vamos tomar um café ? Um café de alegrias, alegrias infinitas onde Deus está pertinho sempre amparando a gente ?

Vamos tomar um café ? Sem ontem, sem amanhã, só o hoje no momento , o mais importante instrumento de nossos seres de luz ...

Vamos tomar um café ? Sempre um tempo dentro do tempo, reservado só pra gente, saber de cada uma, sem tolher, sem recusar o ombro amigo, o livre sorriso, a paz de anjo, palavras felizes, apoio da vida , de vida com vida, fazendo o açúcar mais doce da vida : A AMIZADE !

Que bom convidá-lo para um café ... Café de amigos, com açúcar de vidas !

Então vamos tomar um café ?

Tudo que fizer de coração sincero será reconhecido
pelo Senhor, não importa se alguém viu,
comentou, elogiou ou não gostou, o mais importante
é Deus saber, e isso basta.
Se o bem que ofereces é feito para obter aplausos de nada
valerá pois plateia não significa boa exibição.
Mas quando o seu bem for sincero e de coração, mesmo se ninguém vê, Deus vê, sabe e te recompensará.
Ser bom é um dom e o seu reconhecimento vem de Deus.

Todo o nosso conhecimento se inicia com sentimentos.
Meu coração se abre para o perdão. Através do perdão alcanço o amor. Hoje presto atenção nos meus sentimentos e cuido de mim amorosamente. Sei que todos os meus sentimentos são meus amigos. O passado ficou para trás, não tem nenhum poder agora. Os pensamentos deste momento criam o meu futuro. Não quero ser uma vítima. Eu me recuso a sentir desamparo. Afirmo meu próprio poder. Eu me concedo o dom de estar livre do passado e me volto com alegria para o presente. Eu obtenho a ajuda de que preciso de diversas fontes. Meu sistema de apoio é forte e afetuoso. Não existe problema grande ou pequeno que não possa ser resolvido com amor. À medida que mudo meus pensamentos, o mundo à minha volta também muda. Estou pronto para ser curado. Estou disposto a perdoar. Tudo está bem. Quando cometo um erro, eu me dou conta de que isso faz parte do meu processo de aprendizado. Perdoo as pessoas do meu passado por todos os seus erros. Eu as libero com amor. Todas as mudanças que ocorrerem em minha vida são positivas. Sinto segurança. Por meio do perdão chego à compreensão e sinto compaixão por todos. Cada dia é uma nova oportunidade. O ontem já passou. Hoje é o primeiro dia do meu futuro. Padrões antigos e negativos não me limitam mais. Eu me desapego deles facilmente. Sei perdoar, sou amoroso, bom e gentil, e sei que a vida me ama. Ao me perdoar, fica mais fácil perdoar os outros. Amo e aceito os membros da minha família tal como são neste exato momento. Sei perdoar, sou amoroso, bom e gentil, e sei que a vida me ama.

Que a vida nunca tire a bondade do nosso coração.
Que, mesmo encontrando pessoas frias, a gente continue escolhendo fazer o bem.


Que as decepções não nos tornem amargos, que as feridas não nos façam perder a fé nas pessoas e que a maldade dos outros nunca mude quem somos.


Porque ser bom não é ser fraco. É ter força para continuar sendo luz, mesmo depois de conhecer a escuridão.

Um dia, o coração perguntou ao tempo:
— Por que você consegue secar minhas lágrimas, mas não consegue tirar de mim aquilo que me faz chorar?
E o tempo respondeu:
— Porque as lágrimas escorrem pelo rosto e se vão, mas as dores que você guarda na alma não desaparecem apenas porque os dias passam. Algumas feridas cicatrizam, outras deixam marcas, e certas lembranças permanecem mesmo quando o choro já cessou.
O tempo não apaga tudo. Às vezes, apenas nos ensina a conviver com aquilo que nunca conseguimos esquecer.

Pacto eterno de Amor


Te vejo...
E o meu coração
Acelera no peito.


Me perco em teus olhos
E, mais uma vez,
Insisto em te conquistar.


Esqueço quem sou
E o que significamos
Um para o outro.


Por centelhas de segundos,
Esqueço
Que você nasceu para me amar.


Nesse instante,
Somos apenas eu e você,
Aqui, agora.


Não me lembro
Das outras vidas,
Através do tempo.


Das noites quentes de amor,
Dos nossos casamentos,
Das vezes que me deixou.


Não me lembro
Do pacto que fizemos
De nos encontrarmos em todas as vidas.


Sou só eu e você,
Aqui, não em outros tempos.
Não por maldade —
Apenas não me lembro.


Que existe algo mágico,
Que nosso vínculo é infinito,
Que o nosso amor
É eterno e espiritual.


Esqueço
Que sinto o que você sente:
As lágrimas caindo
Do seu rosto,


O coração acelerado
— não é só o meu —
A raiva e a alegria
Que não são minhas.


Essa telepatia
Que não se explica,
Mas que está presente
No nosso dia a dia.


Mas por horas
Sou só eu,
Tentando ser vista,
Mostrando que existo.


Fico tentando chamar
Sua atenção.
Quero que me veja,
E que me ame de uma vez.


Esquecendo que você
Não vai se apaixonar por mim —
Vai se lembrar.
Lembrar quem eu sou.


Lembrar do contrato
Que fizemos:
De nos encontrarmos
E sermos felizes no final
Do nosso pacto eterno de amor.

Ansiedade


O meu coração calado
antecipa a chegada...


Sem poder se conter,
entra em desespero...


Uma saudade insana,
em busca de compreensão...


Condena o tempo,
que não percebe as suas ações...


Julga o Criador e as criaturas
por todos esses sentimentos...


O passado, o presente e tudo
o que pode vir pela frente...


Imensa indecisão
para uma só opção...


E tamanha é a aprovação
que expande a esperança...


A devoção grita no peito e a
certeza desse amor verdadeiro.

Coração de Espelhos

Amor é:
Poesia, aconchego,
Direcionamento, presença,
Segurança, simplicidade,
Urgência, persistência,
Reciprocidade, lembrança,
Verdade, compromisso...
É o que deve ser!

É onde reside o amor:
Uma caminhada difícil
Para os que se honram
E retribuem,
Espontaneamente,
O que lhes é oferecido
Quando se ama verdadeiramente.

Olhe para dentro,
Revisite-se sem medo,
Aceite erros como acertos.
Talvez consiga entender
Os que partem também por amor —
O próprio.

Nenhum amor precisa ser eterno para ser verdadeiro; ele dura o tempo exato de ensinar e acolher o que a alma precisa aprender. Muitos desejaram criar raízes, mas poucos realmente ficaram nesse "para sempre" poético. Afinal, viver um amor não é fácil como nos contos ou nas poesias líricas; exige doação, abnegação, acordos e, principalmente, fé no que se está vivendo — desvinculando-se de tudo o que já se viveu para, enfim, viver o novo: um amor renovado.

Marcelo HB

Onde o amor me encontra inteiro

Eu tinha medo de amar.
Guardava o coração num copo d’água,
ao lado da cama,
para que a sede de alguém
não o levasse embora.
Mas você chegou
e os peixes do meu sono
aprenderam a voar.
A noite desceu da parede,
sentou-se aos nossos pés
e ficou ouvindo tua voz.
Quis te entregar tudo:
a infância dobrada na gaveta,
os domingos que ainda não vivi,
a pequena estrela manca
que ilumina minhas tristezas.
Já ia tirar meu nome do peito
para abrir mais espaço ao teu,
quando tua mão deteve a minha.
Você beijou cada letra
e deixou meu nome onde estava.
Foi tão delicado
que os espelhos da casa
fecharam os olhos.
Desde então, quando a saudade
põe seus vestidos de tempestade,
abro a janela.
Deixo que chova um pouco
sobre as flores,
sem permitir que a água
carregue a casa.
Ainda há noites
em que meu medo fabrica despedidas.
Você dorme,
e eu ouço trens partindo
de estações que não existem.
Então volto devagar ao quarto,
recolho meu corpo dessas viagens
e encontro tua mão sobre o lençol:
aberta,
sem exigir que eu fique,
tão bonita
que me dá vontade de ficar.
Quero te amar assim,
com meus passos ainda meus,
mesmo quando dançarem contigo.
Quero tua boca perto
e meus sonhos respirando.
E, quando a manhã vier
buscar o céu em nossa cama,
que nos encontre abraçados,
com espaço entre os braços
para o mundo florescer.


Descrição:

“Onde o amor me encontra inteiro” fala sobre aprender a amar sem abandonar a própria identidade. O poema acompanha alguém que deseja uma relação profunda, mas teme que a entrega lhe custe aquilo que é. Ao longo dos versos, essa pessoa descobre uma intimidade em que pode oferecer carinho, revelar suas fragilidades e permanecer livre. O título expressa esse encontro: ser amado com a própria história, os próprios sonhos e até os medos que ainda não desapareceram.
Logo no início, o coração guardado num copo d’água traduz uma tentativa delicada e impossível de proteção. Ele está fora do peito, num lugar aparentemente controlável, mas continua exposto e frágil. O receio de que “a sede de alguém” o leve embora sugere o medo de encontrar uma pessoa cuja necessidade de afeto consuma tudo o que o eu poético tem para oferecer. Há nessa imagem uma pergunta silenciosa: como permitir que alguém se aproxime sem ser levado por inteiro?
A chegada da pessoa amada transforma esse universo. Quando “os peixes do meu sono aprenderam a voar”, algo que parecia limitado ao seu ambiente descobre outra possibilidade de existência. É uma imagem de liberdade despertada pela presença do outro. A noite que desce da parede e se senta aos pés do casal torna o escuro uma presença tranquila: aquilo que poderia abrigar solidão e receio agora consegue repousar e ouvir.
O desejo de entregar “a infância dobrada na gaveta” representa a vontade de compartilhar as memórias mais íntimas, inclusive aquelas guardadas há muito tempo. Os “domingos que ainda não vivi” estendem essa entrega ao futuro: o eu poético já imagina oferecer dias que nem chegaram. A “pequena estrela manca” sugere uma esperança imperfeita, ferida, mas ainda capaz de iluminar a tristeza. Ele deseja ser conhecido também nesses lugares frágeis.
O momento central acontece quando tenta retirar o próprio nome do peito para abrir espaço ao nome da pessoa amada. Esse gesto revela como a vontade de amar pode se aproximar do apagamento de si. A mão que o detém interrompe esse movimento com ternura. Ao beijar cada letra e deixar o nome onde estava, a pessoa amada demonstra que deseja sua presença inteira. O nome representa sua identidade, seu passado e seu direito de continuar sendo alguém com vida própria.
Os espelhos que fecham os olhos ampliam a delicadeza da cena. Podemos lê-los como uma suspensão do julgamento: por um instante, não é preciso conferir a própria imagem, procurar defeitos ou observar como se é visto. O gesto de carinho permite simplesmente existir e recebê-lo.
Depois desse encontro, a saudade ainda veste suas tempestades. O poema reconhece que uma relação amorosa não elimina a vulnerabilidade. Abrir a janela e deixar a chuva alcançar as flores significa aceitar a emoção e permitir que ela tenha lugar. Preservar a casa significa manter algum amparo interior. A sensibilidade pode nutrir a vida sem arrastar tudo o que a sustenta.
Essa aprendizagem continua nas noites em que o medo “fabrica despedidas”. Os trens partindo de estações inexistentes dão forma à antecipação de uma perda que ainda não aconteceu. Enquanto a pessoa amada dorme, o eu poético percorre abandonos imaginários. “Recolho meu corpo dessas viagens” descreve o esforço de voltar ao presente, saindo das cenas criadas pelo receio para reconhecer aquilo que está de fato diante dele.
A mão aberta sobre o lençol é uma das imagens mais importantes do texto. Ela oferece companhia e deixa a escolha existir. Justamente por não exigir permanência, desperta a vontade de ficar. Há uma beleza profunda nessa passagem: o vínculo se fortalece porque a liberdade encontra acolhimento.
Nos versos finais, os passos continuam pertencendo a quem dança, mesmo quando acompanham os de outra pessoa. A proximidade da boca convive com o espaço necessário para os sonhos respirarem. O abraço desejado comporta duas vidas e também o mundo: projetos, descobertas e experiências que podem florescer ao redor da relação.
A força do poema está nessa transformação gradual. O medo permanece em alguns momentos, mas já não decide tudo. O eu poético aprende que pode amar intensamente e conservar o próprio nome; pode escolher ficar e continuar dono de seus passos. Ser encontrado inteiro é receber um amor diante do qual não precisa diminuir nenhuma parte de si.

Coração De Prata


Classe Média
Ele pulsa,
Emana vibrações,
É feliz,
Conexão ao cérebro.
Não é rico e nem pobre.
Coração de prata,
É firme e forte,
Tem pele cingida e rígida.
Minucioso é no seu cintilar,
Retini como uma fantasia épica,
Pulsa canoro... Sim, pulsa grandíloquo prateado!
Com firmeza me sente.
Ó coração de prata!
Como relíquia tu eres,
Na fantasia me inspiraste...
E na dramaturgia me queres.


- Ramile Godon

O Cervo Esmero Do Poente


Meu coração palpitou rápido
No poente laranja.
Do cervo estonteante,
Era eu ali:
Pura e inocente,
Corajosa e temente.
Eu iria te embelezar, eu iria te enfrentar
Como a flor de lótus,
Como um botão de ágata roxa no punho de uma espada de prata.


- Ramile Godon

A ORIGEM DA TUA PRÓPRIA LUZ

Quando o Coração Aprende a Amanhecer

Há caminhos que ninguém pode trilhar por você.
E não é castigo — é bênção.
Porque é nesses caminhos silenciosos que a alma aprende a conversar consigo mesma.

Quando a gente finalmente escuta o próprio coração, percebe que ele sempre tentou avisar:
“Eu também preciso de cuidado.”

O amor próprio não nasce de gritos nem de vitórias grandiosas.
Ele brota devagar, igual grama depois da chuva.
É um carinho que você dá pra si mesmo no dia em que ninguém deu.
É o jeito que você decide se olhar com respeito, mesmo quando o mundo disse que não valia tanto assim.

Quem aprende a se amar, aprende a se erguer.

Você não precisa ser perfeito pra ser digno.
Perfeição é fantasia cansativa.
O que transforma é honestidade interna.
Dizer pra si:
“Tá difícil… mas eu ainda tô aqui. E isso já é vitória.”

O amor próprio é fogo lento.
É o tipo de chama que não invade, não explode — mas ilumina.
Uma luz calma, profunda, que vai ocupando o peito até você perceber que sempre teve um lar dentro de si.

Quem se escolhe primeiro nunca fica por último.

Respeito próprio é o irmão mais velho do amor próprio.
Ele te puxa pelo braço quando você insiste em ficar onde não merece estar.
Ele diz:
“Vamos embora. Não precisa aceitar migalhas. Você é banquete.”

E quando esse respeito vira hábito, a vida começa a te tratar do jeito que você se trata.

A alma não quer aplausos.
A alma quer descanso.
Quer paz deitada no colo do próprio valor.
Quer silêncio que cura.
Quer espaço pra florescer sem pedir permissão.

Quando você aprende a se amar, até o espelho começa a te olhar com mais carinho.

Algumas dores não são inimigas — são professoras.
Elas mostram onde a gente precisa se abraçar mais.
Mostram onde ainda falta luz.
E mostram, principalmente,
que todo ser humano carrega um universo inteiro dentro do peito.

E quando esse universo desperta…
ninguém segura a tua luz.

CAPÍTULO OITO – DEDICATÓRIA FINAL

Este livro é dedicado a todos que caminham com o coração inquieto, mas seguem firmes como quem atravessa a noite sabendo que o amanhecer sempre chega.
É dedicado aos irmãos de alma que viajaram comigo entre sombras e clarões, que bateram as próprias dores como quem bate um tambor em ritmo de guerra, e que descobriram, comigo, que a amizade verdadeira não se mede por sangue, mas por presença e lealdade diante do caos.

É dedicado aos que compartilham o brilho do rock, essa chama indomável que nos uniu — uns com guitarras, outros com lápis, outros com histórias de estrada, outros com sorrisos raros que não se compram.
A vocês, que resistiram à inveja, ao cansaço, à distância, aos julgamentos e às tempestades mentais que às vezes rasgam a alma… este livro carrega um pouco do que aprendemos juntos: que ninguém solta a mão de quem sangra e luta do nosso lado.

Mas esta dedicatória não é só nossa.
Ela é também para você, leitor ou leitora, que entrou neste labirinto de capítulos e encontrou aqui algo seu — uma dor escondida, uma memória amarrada, uma esperança adormecida, ou apenas a sensação estranha de que estas páginas foram escritas com um pedaço da sua própria vida.

Se em algum verso, alguma imagem, algum pensamento você sentiu que era visto, compreendido, ou abraçado… então este livro já cumpriu seu destino.

Seguimos, todos nós — amigos, irmãos, leitores, e os que ainda virão — como uma pequena constelação de almas resistentes, carregando o que o rock ensinou:
que o mundo pode até tentar nos calar, mas nunca vai apagar o som que fazemos juntos.


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Sara Raquel Araújo Pereira
Nasceu com o pulso do rock no coração,
vento de liberdade, couro, preto e canção.
Entre motos que rugem e amplis a vibrar,
ela chega sorrindo — impossível não notar.
Sara Raquel, presença que aquece o chão,
abraço sincero no tempo exato da emoção.
Olhar que levanta, esperança que vem,
luz que não pede licença pra fazer o bem.
Mulher de trabalho, respeito e direção,
divide o relógio com força e devoção.
No tatame, foco; no treino, disciplina,
Jiu-jitsu que educa, chute que ensina.
Entre plantas, animais e o lar a pulsar,
ela faz do cuidado um jeito de amar.
Sem perder a fé que a mantém de pé,
Deus como norte, coragem como fé.
Houve dias de névoa, caminhos tortos demais,
quando a vida tentou desafinar seus sinais.
Mas a fé puxou o tom, a alma voltou ao compasso,
e hoje ela rege a própria história, passo a passo.
E no centro do palco, o coro mais lindo a cantar:
quatro estrelas que a vida decidiu presentear.
Marjorie, sonho firme, mente em evolução,
Laura, doçura e coragem em cada lição.
Sophia, riso claro, esperança em flor,
Renan, força serena, futuro em ardor.
Crianças felizes, estudo e união,
sabem que a mãe é abrigo, raiz e canção.
Sara Raquel é mãe — e isso é revolução:
presença diária, amor em ação.
Rockeira da alma, do lar guardiã,
faz do amanhã um lugar que começa no já.
E 2026 vem como estrada aberta à frente,
céu mais limpo, motor quente.
Com fé, trabalho e esse brilho sem fim,
o melhor não é promessa — já vem vindo, enfim.




Dedicatória
Sara Raquel A. P, grande mãe, coração que conduz,
Marjorie, Laura, Sophia e Renan — família-luz.
Que a vida rime sempre com amor e união,
e que esse nome completo seja eterna canção.

​"Exatamente. Cada um enxerga o mundo através das lentes do próprio coração. Quem transborda bondade, vê luz no outro; quem carrega amargura, só consegue enxergar sombras. O julgamento alheio fala muito sobre quem julga e absolutamente nada sobre quem é julgado. Sigamos firmes em nossa essência, pois a única aprovação necessária para a verdadeira paz é a nossa própria."


John Rabello de Carvalho

#jrabellodecarvalho


@j.rabello.c_888oficial

A Liturgia dos Milênios do Coração Gelado


​Vou contar-te o segredo que a madrugada me sussurrou:
Em meio ao gelo do meu peito imóvel, minha alma verteu novecentas e noventa e nove lágrimas de sangue, chorando a tua ausência.
Lembrei-me da fome dos novecentos e noventa e nove beijos que guardei e não te dei,
Condenado a vagar por novecentos e noventa e nove momentos sombrios, longe do teu domínio.


​Escrevi teu nome com tinta de cinzas em novecentas e noventa e nove páginas sagradas,
Enquanto novecentos e noventa e nove sorrisos pálidos desabavam de minha face nas madrugadas sem fim.
Vivi novecentas e noventa e nove horas de eclipse em que o tempo se recusou a passar,
E por novecentas e noventa e nove vezes jurei meu amor, num pacto que nem a sepultura pode quebrar.


​Novecentas e noventa e nove noites passei aprisionado em sonhos contigo,
Onde meu coração, há muito adormecido, vibrou novecentas e noventa e nove vezes ao sentir o teu calor.
Foram novecentos e noventa e nove versos de adoração dedicados ao teu culto,
Enquanto cruzei novecentas e noventa e nove ruas de asfalto e névoa, farejando o teu rastro nesta vida mortal.


​Lembra-te das novecentas e noventa e nove vezes em que teu olhar bebeu a minha alma e me deu o paraíso...
Pois agora, enquanto a luz das néons cede ao sol que ameaça nascer,
Restam-nos apenas as novecentas e noventa e nove eternidades que governaremos juntos,
Quando a noite nos acolher para sempre além do túmulo.


John Rabello de Carvalho

A clareza nem sempre chega na mesma velocidade que o nosso coração deseja. Às vezes, insistimos em acreditar que o outro enxerga a vida com a mesma honestidade, transparência e intenção que nós. E, por isso, a ficha demora a cair.

Demorei para entender que nem todo silêncio é dúvida, e que nem toda ausência precisa de explicação. Hoje, observo atitudes, respeito os sinais e escolho preservar a minha paz.

Sou inteira. Não procuro alguém que me complete. Procuro, na amizade e no amor, pessoas que queiram compartilhar a caminhada com verdade, clareza e reciprocidade.

O resto, eu deixo seguir. Quanto a mim, sigo em paz, sem ressentimentos e sem insistências. Afinal, quem não escolhe fazer parte do meu presente — seja no afeto da amizade ou no amor — naturalmente encontra seu lugar no meu passado. 🌿


Alexsándra Duárte

AJA COMO SE NADA TE INCOMODASSE


Aja como se nada te incomodasse. Não porque seu coração tenha se transformado em pedra, nem porque a vida tenha deixado de doer, mas porque você aprendeu que nem toda tempestade merece encontrar abrigo dentro de você.


Existem pessoas que provocam apenas para assistir ao incêndio que conseguem acender. Palavras que tocam feridas ainda abertas. Situações que despertam guerras silenciosas dentro da alma. É nesses momentos que começa o verdadeiro domínio de si: sentir sem se perder, sofrer sem se destruir e permanecer inteiro mesmo quando tudo ao redor convida ao desequilíbrio.


Quando alguém tentar diminuí-lo em público, não transforme sua dignidade em espetáculo. Respire, mantenha a serenidade e não desperdice sua voz tentando convencer quem se recusa a enxergar seu valor. Quem conhece a própria grandeza não precisa fazer barulho para provar quem é.


Quando o silêncio substituir a resposta esperada, não permita que a ausência de alguém se transforme na ausência de paz dentro de você. Nem toda demora é rejeição, mas algumas ausências trazem lições que o coração precisa aprender a aceitar. Há portas que não se abrem porque a vida está ensinando você a encontrar outros caminhos.


Quando a crítica vier carregada de maldade ou a injustiça tentar abalar suas certezas, recolha o que puder fazê-lo crescer e deixe o restante se perder no vento. Você não precisa guardar na alma tudo aquilo que o mundo despeja sobre você. Nem toda palavra merece raízes, nem toda ofensa merece memória, nem toda batalha merece sua presença.


E quando alguém ultrapassar seus limites, lembre-se: serenidade não é fraqueza, silêncio não é submissão e bondade não é permissão para o desrespeito. Às vezes, a resposta mais sábia é uma palavra firme; em outras, é a distância. Amadurecer também é saber partir sem ódio, estabelecer limites sem culpa e preservar a própria dignidade sem desejar a destruição de ninguém.


A verdade é que algumas pessoas não querem vencer uma discussão; querem apenas tirá-lo do próprio eixo. Esperam vê-lo perder o controle, justificar cada passo e sacrificar, em segundos de impulsividade, a tranquilidade que levou anos para construir.


Não entregue a ninguém as chaves da sua paz.


Você pode sentir a dor sem permitir que ela conduza seus passos. Pode se decepcionar sem transformar o coração em amargura. A maturidade não está em atravessar a vida sem feridas, mas em impedir que cada ferida decida quem você será.


Entre a provocação e a resposta existe um instante precioso: o espaço em que a consciência vence o impulso e a liberdade supera a necessidade de reagir. É ali que você escolhe se será arrastado pela tempestade ou se permanecerá firme, como uma árvore que sente a força do vento, curva seus galhos, mas não abandona suas raízes.


Talvez você não precise provar sua força a ninguém. Precise apenas proteger o que há de mais valioso em você: sua essência, sua serenidade e a liberdade de continuar sendo quem é, mesmo quando o mundo tenta transformá-lo em alguém que você nunca quis ser.


Porque a verdadeira força não está em fingir que nada dói, mas em não permitir que a dor o transforme naquilo que o feriu. Não está em nunca se abalar, mas em encontrar o caminho de volta para si mesmo sem perder a própria essência.


Aja como se nada te incomodasse, não porque nada possa feri-lo, mas porque você finalmente compreendeu que nem tudo o que o atinge merece permanecer.


Deixe que o mundo faça barulho. Você não precisa transformar cada ruído em tempestade, cada ofensa em batalha ou cada provocação em resposta.


A maior vitória é seguir em paz, que o mundo provoque, que as palavras tentem ferir, que as tempestades venham. Você já não precisa provar sua força a ninguém. Sua maior vitória será sempre esta: atravessar o caos sem permitir que ele faça morada em sua alma. Porque, no fim, vencer não é fazer o outro perder o controle — é não entregar a ninguém o poder de roubar a paz que você conquistou dentro de si.

"Para uns o o amor é..
Onde o coração descansa
e vive em paz
Um lugar onde a tempestade não alcança
Um sentimento delicado
Para outros o amor é saudade!
Um sonho, um espaço solitário
Para alguns é algo leve, alegre,
cheio de esperança e muita brincadeira
Já para outros é utopia, sofrimento, devaneio, dor
e medo de sofrer
Para mim o amor é ser o oceano, é sentir, é crescer, é o céu....
É viver junto do meu par...."

☆Haredita Angel

A palavra coragem vem da raiz latina cor, que significa "coração". Ter coragem, significa viver com o coração.
E os fracos, vivem com a cabeça; receosos, eles criam em torno deles uma segurança baseada na lógica, na racionalidade.
Medrosos, fecham caminhos que podem levá-lo à felicidade.
Com teorias, conceitos e preconceitos perdem a oportunidade de amarem e serem amados verdadeiramente, é como se eles não merecessem tão grande sentimento.
Amar é ousar viver o desconhecido e confiar no seu coraçao.

☆Haredita Angel