Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce

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Um dia quem sabe!

Se não chover,
Se não adormecer,
Se conseguir me ver.

Quem sabe um dia!

Continuarei a te querer,
Cada dia mais intensamente,
Com uma força crescente,
No meu corpo latente e onipresente.

E ao te encontrar?
A felicidade habitará
Naquele pedacinho do meu ser que mais sente.

Inserida por jadyelane

Em meias verdades vivendo como heróis.
Em meio à verdade nunca estaremos a sóis.

Não é fácil compreender,
Ter a certeza de toda razão,
Pois as nossas sinceridades
Saem dos maus corações.

Em meias verdades vivendo ilusões.
Em meio à verdade existirão soluções.

Não é fácil compreender,
Ter a certeza da emoção...
Não é fácil compreender,
Não é fácil compreender.

Inserida por Cleibson

( ( ( AMOR ) ) )

Amor é ter paciência em ajudar, mesmo não tendo por costume.

Amor é deixar seguir livre, mas fazer lembrar que existe o sentimento.

Amor é cuidar sem excesso, somente o suficiente para não deixar cair ou entrar num regresso.

Amor é, sem dúvidas, respeitar incondicionalmente. Respeitar como pessoa, respeitar como companhia.

Amor é um instante,
de momentos contínuos.
Não se ama como 'ontem'.
O amor progride com palavras
e atitudes de carinho.

Inserida por Cleibson

Corpos espalhados
mentes paralíticas.

O Vaguear desses tempos é
não se encontrar mais morfina.

Feridos no ego.
Inflamados do coração.
A malícia e a maldade
já quase não causa preocupação.

Triste o fim
nesse tempo ruim.

Pessoas à esmo
não pensam, mas
Peço que reflitam.

Inserida por Cleibson

Leve na mente
algo que não pesa na vida.

Eleve a mente
àquilo que não causa ferida.

Se não for o que te faça crescer,
Se não for o que te faça existir
Deixa pra lá, o que não vale é sofrer,
Deixa pra lá a isso não vale insistir.

Sentimento bom
nos causa prazer.
Sentimento bom
Deve se refletir.

O que há por dentro
Vai prevalecer,
O que há por dentro
Tem que ser bom e se expandir.

Eleve a mente
A mente leve.
É Crescer e Evoluir.

Inserida por Cleibson

Pode apagar a luz Celestial.
Já não há mais sentido brilhar.
A reflexão do prisma humano sai escura.

É tão denso o que há na alma.
A calma que se desprende.
Um fóton por segundo se desfaz.
Já não há mais sentido continuar a brilhar.

De tanto do quanto se busca,
porém, tudo por isso se acaba.
É tão densa as trevas, que nem faz sentido brilhar.

Todo o Amor Expressado é Desejo.
Nada é de forma Ágape, por si só: Caridade.
O desejo é reflexo da própria carne: malícia e maldade.

Inserida por Cleibson

Quisera poder encontrar
Não um ponto de equilíbrio, mas,
O ponto do Equilíbrio.

Equilíbrio, esse, em mim mesmo.
Para pôr em prática minha crença.

Quisera poder fazer a diferença,
Não seguir os costumes, porém,
Ter em tudo a Benevolência.

Porque as coisas boas desse mundo
vêm de corações ruins, querendo algo em troca.

Quisera a Equidade em mim.
Porque desse modo agradaria a Deus,
aos bons e ajudaria aos perdidos a encontrar o caminho da Vida.

Inserida por Cleibson

Sublevação

Não te espante Doutor
Essa é só a minha dor,
Mas não toque o dedo na ferida
São os ais... Da minha vida.
Observa Doutor
As minhas cordas vocais
Não são como as cordas das harpas
São pregas fenomenais.
Os ais que grito e ouves
São bem postos
Não duvide, eu não gosto,
São ais... De toda uma Nação.
Não se engane Doutor
Diagnosticando essa minha rouquidão.
Terás de dar o mesmo diagnóstico
A toda população.
Admita doutor
Que será muito difícil encontrar
Este mesmo sintoma
Em outros Doutores, discricionários.
Encontro-me doente Doutor?
Os meus ais não serão escutados?
Não existe paliativo para essa dor?
Ah! Doutor
Se a dor vai continuar
Vou subir no mais alto dos montes
Serão tantos os meus gritos em ais
Emitindo ondas sonoras
Intensamente vibrantes
Que perturbará as cordas das harpas
Fazendo-as tocar
Músicas infernais.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Peinha

Muito prazer sou Penha
Intitularam-me Peinha
Uma coisinha sem senha
Que não se embrenha.

Muito prazer
Sou quem equilibra a barrenha
Na péinha
Não tem quem detenha.

Muito prazer
Gosto da sombra da carrasquenha,
Tampouco me importo
De vestir-me com estamenha.

Muito prazer
Sou pequenininha
Se contenha...
Que não sou inhenha.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Amor I

Sinto por ti, amor sobre-humano,
Amor que estas palavras não descrevem
Amor de sentimento mais que profundo
Amor que o próprio Deus desconhece.

Sinto por ti, amor!
Amor cá de dentro...
Amor de loucura e sofrimento
Num campo de força intransponível.

É tão grande o meu amor, amor!
Que não admite o teu sofrimento
Amor que fala tão alto e sem orgulho
Que é incapaz de deixar-te sem alimento.

Sinto por ti, amor!
Amor acima do meu tormento
Acima da dor que o meu corpo recente
Sinto por ti, amor! Amor cá de dentro...

Inserida por MariadaPenhaBoina

Espírito Santo

Espírito Santo, Estado da região sudeste,
Que no mapa do Brasil quase não aparece,
E que deve mesmo ter o “espírito santo”
Para não ser engolido pelo Atlântico.
Tem por capital o nome de rainha
Vitória, vulgarmente, Vitorinha,
Menininha lindinha
Misteriosa, uma ilha.
Aqui nascidos, somos tupiniquins,
Capixabas do roçado para milho e mandioca.
Os nativos com os imigrantes se entrelaçaram
Formando uma raça compatriota.
Dos imigrantes, o quê dizer?
Português a procriar
Formando a etnia popular.
Raças puras... Os alemães a labutar
A beleza italiana
Para o mundo se encantar.
Têm as praias, que lindeza!
A Bacutia, com a sua elegância,
É das pessoas belas da nobreza
É de entusiasmar.
Quem aqui vem, nunca mais volta,
Porque aqui, Deus não escreve por linhas tortas,
É o “espírito santo” a comandar.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Limitação

Tenho uma coisa assim, sentida,
Que não pode ser entendida
Mas causa desilusão.

É de fato coisa séria
Traz sensação deletéria
Que melhor, não professar.

Caminhando com graça, vou seguindo,
Com diadema ornando a cabeça
E os pés encaixando na estreiteza,
Entre as valas do caminho.

Inserida por MariadaPenhaBoina

À Filha

Sabemos filha, que não nos pertence
Unimo-nos por laço e por nó
O nó é o amor que lhe facultamos naturalmente
O laço permite o desate de sua alma impenetrável
Dos seus pensamentos e sonhos
Que ao se realizarem, farão parte do todo
Na formação singular de sua personalidade.
Nós somos os arqueiros, você a flecha
Nós a direcionamos para o alvo que achamos mais propício
Mas, você é quem conduzirá a trajetória à vida.
Nesse curto caminho que viveu
Mostrou-nos que adquiriu sabedoria
E criou para si valores merecedores de estima
Dos quais nos orgulhamos imensamente
E só temos de agradecê-la, filha.

Te amamos

Inserida por MariadaPenhaBoina

Os poemas não são seus

O meu descuido é um só...
Ao abrir meu correio eletrônico
Deparei-me com dois lindos poemas de amor,
Perdi-me por horas a fio.
Lembro-me a data, recente
20 de junho de 2014.
Foi um deleite e tanto
De minutos em pranto
A satisfação me dominou.
Os minutos pareciam horas
Dada a felicidade que me causou.
Até então, achei que era
Criação do remetente
Do homem que enviou.
Que ingenuidade a minha
De perder tempo nas entrelinhas
Dos poemas de amor.
Senti-me como uma goiaba madura
Que do alto se desprende
E se espatifa ao encontrar o chão.
A queda foi uma surra.
Um dos poemas da Lilian Menale de São Paulo
do Recanto das Letras
O outro da Gisela, dospoemasdagi.
Agradeço a essas senhoras
Que me afagaram por horas.
Portanto, me odeio tanto
De poder pensar um dia
Que pudesse tal criatura
Crocodilo parecendo emocionado
Que derrama lágrimas ao consumir suas presas,
Enviar-me poemas que fossem
De sua autoria.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Momentos

Caminhe pelo vergel
Não escolha a estação.
Ande por todas as trilhas
Irás encontrar maravilhas
De variadas intenções,
É a arte, que beleza!
Subjetividades
Destrezas
Construtos de pensamentos
Pura imaginação.
São muitas vertentes, de certo
Encontrarás ódio e alegria,
A escolha é aleatória,
Verás as mais variadas formas
Dependendo da tua trajetória.
Se mais sisudo, mais rancores
Se mais desnudo, mais flores.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Vanglória

A vaidade é pura soberba
Quando para outros olhos é impelida
Não existirá clemência
Para tamanha arrogância destemida.
A que destino levará tamanha ostentação?
Aos desejos e não para as necessidades
Ao submundo negando a autenticidade
Sem critérios profundos
Perdendo a liberdade.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Espírito Santo

Espírito Santo, Estado da região sudeste,
Que no mapa do Brasil quase não aparece,
E que deve mesmo ter o “espírito santo”
Para não ser engolido pelo Atlântico.
Tem por capital o nome de rainha
Vitória, vulgarmente, Vitorinha,
Menininha lindinha
Misteriosa, uma ilha.
Aqui nascidos, somos tupiniquins,
Capixabas do roçado para milho e mandioca.
Os nativos com os imigrantes se entrelaçaram
Formando uma raça compatriota.
Dos imigrantes, o quê dizer?
Português a procriar
Formando a etnia popular.
Raças puras... Os alemães a labutar
A beleza italiana
Para o mundo se encantar.
Têm as praias, que lindeza!
A Bacutia, com a sua elegância,
É das pessoas belas da nobreza
É de entusiasmar.
Quem aqui vem, nunca mais vai embora,
Porque aqui, Deus não escreve por linhas tortas,
É o “espírito santo” a comandar.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Desvio

Não posso voltar para os seus braços
Não conseguiria sentir os seus abraços
A minha sensação não permitiria.

Para cada afago seu, logo me lembraria
A contar nos dedos que me faltariam
Todas as outras acoitadas nos seus braços.

Não, eu iria somente banalizar o que fora um dia
Seria estupidez acreditar no seu embuste hábil
Deixaria a verdade falsear suas ideias maquinadas.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Um novo amor

Ah!... poeta, que vive um novo amor
Existiu amor no passado? não interessa
Só se vive poeta, assim...
Com o novo amor.

E começa tudo do zero
Com esmero
Sem certeza de nada
Somente olhos e juízo para o novo amor.

Ah!... poeta, e agora?
Sem a saudade, sem as memórias
Como ficarão as folhas... brancas?
Não poeta, serão as novas histórias.

A voz ao telefone é a mais doce
As mensagens as mais suaves
Tudo é curiosidade, novidade, aventura
Para os poemas de amor.

Ah!... poeta, estás delirante
Tudo mais aprazível, verdejante
Vai durar por um tempo
E surgirão somente, poemas de amor.

Delicia-se poeta desses momentos
E quando tudo acabar
Volte ao seu jeito indomável
De escrever o dissabor.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Chove lá fora, é primavera
E quanto as chuvas de verão?
Os desavisados que não souberam ouvir
O canto breve dos silenciosos sábios
Vestirão a velha toga fria, minha...
A mesma que, há tempos abriga, essa nação
Por contarem com a magia da mudança
Que é a cruel leitura da ignorância.

Inserida por MariadaPenhaBoina