Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce

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⁠Estamos aqui, em mais um Natal…

Chegamos aqui, mudados. Alguns do que amamos não estão mais entre nós. Carregamos dores antigas, algumas talvez já cicatrizadas. Trazemos novas dores, ainda pulsantes e fragilizadoras. Mas também trazemos nova força e uma nova capacidade de resistência. Trazemos com mais certeza a fé que nos habita e nos guia. Trazemos, apesar do que dói, a gratidão que embeleza a vida, essa prece sem palavras que agrada a Deus. E vivenciamos mais este Natal, com mais certeza dos cuidados Dele em nossas vidas. Que possamos dar a quem amamos os presentes que têm valor, mas não têm preço.

Assim seja!


Josy Maria

Inserida por JosyMaria

⁠A gente cai uma vez ou outra, mas o chão não é nosso lugar definitivo…

A gente cai, uma vez ou outra. E sofre, chora e sangra. Mas vou falar uma coisa, o chão não é nosso lugar definitivo. A volta por cima vem. E vem com força, com brilho e coberta de fé. Chora, quando cair. Acho importante o choro. Mas depois levanta, limpa o rosto, sacode a poeira e segue. Recomeça. Respira fundo pra recuperar as forças e pede inspiração aos céus. Pede a Deus proteção e sabedoria, mas segue. Luta pelas tuas vitórias com honestidade e fé. Elas chegarão, pelo fruto do teu suor e, principalmente, pelo poder de Deus. Só vai.

Josy Maria

Inserida por JosyMaria

⁠Para hoje, que percebamos as prioridades. Que o insignificante, o que não tem importância, valor ou influência nenhuma em nossa vida, fique longe. Precisamos focar no essencial, nos que nos amam genuinamente, sem interesses, sem segundas intenções. O amor não é moeda de troca. O carinho, a amizade, também não. Que tenhamos discernimento para diferenciar o que realmente vale a pena. Que priorizemos também o que nos faz crescer, o que nos impulsiona a ser mais, a buscar mais. Que tenhamos também a garra necessária para fazer a nossa parte. Deus, muitas vezes, nos dá o material para que coloquemos a mão na massa. Suor, lágrimas e esforços também fazem parte do processo. Que não nos iludamos com palavras vãs, com sorrisos que não chegam aos olhos. Que o respeito seja o mais importante em nossas relações. Que não nos deixemos abater pelos olhares frios dos que não nos querem bem. Eles irão julgar, independente do que for. Que nos blindemos pela prece e pela nossa fé em Deus. E lembremos, hoje e sempre, de que tudo que vai, volta. Que saibamos lutar por nossas melhoras e cuidar de nossa própria vida sem passar por cima de ninguém e sem semear a discórdia, desejar ou fazer o mal a quem quer que seja.

Assim seja.


Josy Maria

Inserida por JosyMaria

Fio Invisível
Entre gestos calmos e silêncios profundos,
habita um elo que o tempo não desfaz.
É sutil como o vento entre as folhas,
mas firme como raízes sob a paz.
Nas palavras ditas com o olhar,
nos detalhes que ninguém mais vê,
vive a memória de um instante eterno,
bordado no tecido do ser e do viver.
Não se mede, não se explica,
apenas se sente, e isso basta.
É o fio invisível que nos une

Inserida por ferrari_radich

Confuso

Tenho tido motivos para não acreditar
Volto não sei de onde tentando entender
Que a realidade não é a que quero ver.

As vezes fecho os olhos
As vezes durmo
Outra vezes, reflito
Mas ainda estou sem resposta.

No horizonte, o infinito
Nem luz, nem escuridão, nem o silêncio
Pois meu coração bate, eu respiro e escuto.

Tento fugir e não consigo
É como minha sombra
Não tem como separar
Nem mesmo, quando o sol raiar.

Inserida por Salla

Imagem Refletida


Vou em frente no caminho que escolhi
Mas isso não quer dizer que estou feliz
Vou no caminho que me restou
Mas que posso mudar.


A que destino me levará tão longa estrada?
Os anos passam e parece que estou parado
Sinto a brisa em meus cabelos que não balançam mais.


De frente ao espelho, em reflexão.
Recuso-me a ler a mensagem
Mas de nada adianta, carrego-as no rosto
Não engano o tempo
Não engano a mim.


21/10/2017
S. Salla

Inserida por Salla

⁠"Quando chegar no esgotamento total não vire refém de seus pensamentos, somente saia, ande um pouco sem rumo, cante, corra, e no fim sente em um local tranquilo, sinta o ar, a brisa e fale com Deus e deixe que ele te toque, te conforte e acolha você, deixe que ele enxugue suas lágrimas e ouvirás: Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça". Isaías 41:10"

Deus não falha!

Inserida por Gilalves12

⁠2025, bem vindo!
Pouco sorriso para não gastar com quem não devo.
Pouca atenção para não perder tempo em algo válido.
Frio ao extremo para não sofrer decepção.
Calculista a nível máximo para não cometer os mesmos erros.
Silencioso mas muito, muito eficaz.
Transformação 100% de 2024 para 2025
Um novo eu, a dor transforma gladiadores!

Inserida por Gilalves12

⁠"O que precisava ser dito já foi, o que precisava ser ouvido já foi, se não ouviram o problema não é meu! O que vocês pensam de minhas decisões não é problema meu!

Agora é botar em prática o que deve ser válido e eliminar o que tira a paz"

Im 'unstoppable non sum inbeatable"

Inserida por Gilalves12

⁠"Não é o tempo que nós faz amar alguém é a prioridade que elas nos dar, valorize seu ciumento, seu teimoso, seu chato, seu louquinho, por que ele sim se importa com você, tem pessoas que passam anos nas nossas vidas e não nos trás a paz que outras nos traz em dias, valorizar o momento é eternizar a Cia!"

E é sobre isso! Leveza e paz em um só lugar

Inserida por Gilalves12

Ame, se declare, viva intensamente sim.

Se não valorizarem essa sua mania de amar é por que não merecem receber.

Só temos uma vida e nem sabemos até quando!

Mas acima de tudo a intensidade maior tem que ser voltada a você!

Dívida o amor a atenção com quem mereça mas não se esqueça de você o fator principal!

"Gil Alves"

Inserida por Gilalves12

Não suma, por favor. Não fuja. Não vá.
Se implorar torna-me uma desesperada, então é desesperada que estou.
Poderia eu, te aprisionar em meu corpo e amarrar suas mãos as minhas como se nada bastasse.
Por favor, chegue cá. Chegue mais perto, cada vez mais.
Se for, me leve. Me carregue, feito uma cesta em seus braços.
Se decidir ir, não fico, te sigo, te procuro.
Ainda que ar me faltasse, respiraria você.

Inserida por marjilaagostini

Carta para alguém
Olá desconhecido. Não me conheces, e talvez nunca irá conhecer. Escrevo está carta para desabafar. Como se fosse um diário. Mas ao contrário de palavras guardadas em um livro esquecido, desta vez, você será o guardião do meus medos, do meu sofrimento, das minhas fraquezas.
Tenho andando muito só, distante deste mundo. Procurando refúgio.
Pouco me resta até enlouquecer.
O motivo dessa fase, são muitos.
Os problemas estão caindo como chuva.
Caem aqui, caem ali. Imagina só que grande tempestade pode acontecer.
Preciso mencionar, alguns momentos agradáveis em meio a esta situação.
Mas difícil é lembrá-los. Afinal, quando o coração se torna depressivo, esfria. Talvez até congele.
Tenho medo da solidão, tenho medo de finalmente "me afundar” nela.
Mas ao mesmo tempo, ela me parece ser um bom esconderijo.
Como se na solidão eu me encontrasse.
Já que o mundo, as pessoas, me desanimam.
Pois é, a gente vive a aturar a hipocrisia dos idiotas.
Não quero, de modo algum, dizer que “ninguém presta”, talvez eu esteja no lugar errado, e na hora errada.
Talvez o problema seja comigo.
Mas me recuso, me recuso a viver dentro destes estereótipos do mundo contemporâneo. Me recuso a deixar-me dominar pela mídia.
Então, este é um outro motivo pelo qual sou pouco sociável.
E você, não sei como és. Mas sei que tens os teus problemas também.
Sei que todos os dias procura uma maneira de enfrentá-los.
Sei que irá ler esta carta e refletir sobre a vida.
Talvez nada disso lhe interesse. E ainda prefira rasgar esta folha de papel inútil.
Não sei, não lhe conheço.
Mas desejo-te uma vida boa. Sem frustrações. Ou com elas, mas com muita garra para superá-las.
A vida tem suas dificuldades.
Um grande abraço.

Inserida por marjilaagostini

Quantas vezes nos sujeitamos a ser usados por uma pessoa não por ser quem é, mas por estar ligada a uma outra que nos é cara , e que tememos ter que perder. A angústia ainda é maior quando quem nos importa desconhece o que ocorre, e somos colocados entre revelar a verdade (e enfrentar o resultado), sujeitar-se ao abuso (para não sofrer a perda), ou punir a ambos com um afastamento respeitoso, mas extremamente dolorido.

Luiz Roberto Bodstein

Inserida por bodstein

⁠O knockout de Sartre sobre Goethe – Ep. 1

Não há como ficar alheio à irracionalidade destes dias que parecem nos aproximar cada vez mais de um estágio de distopia, e cuja linha divisória não se sabe quando será cruzada. A única certeza é de que o mundo continuará seguindo sua trajetória independente de nossos bandeiras, achismos e modismos, mesmo que Sartre já o tivesse previsto há mais de 80 anos.

“Os homens. É preciso amar os homens. Os homens são admiráveis. Sinto vontade de vomitar – e de repente aqui está ela: a Náusea”, disse ele à época, e o que se seguiu depois foi a sucessão de erros que nos trouxe até este agora e que Sartre, se pudesse vê-lo, certamente o perceberia como um melancólico “déjà vu”.

Sim, até porque a vida não é um diagrama de causa e efeito, e se não temos sequer ideia de como seremos projetados nesse futuro, o que dizer de perder tempo com o “quando”? O papel que nos compete é fazer as melhores escolhas enquanto a liberdade individual se apresentar como opção, de modo a persistir na busca por significado em um mundo aparentemente insano optando deliberadamente pelo caos. Far-se-á necessário, sem dúvida, nos mantermos apegados, com unhas e dentes, à visão existencialista da liberdade humana, malgrado a indiferença do universo em relação aos nossos dramas.

A lucidez – e apenas ela – se apresentará como aliada confiável numa realidade em que ideologias, dogmas e verdades absolutas não te serão de qualquer valia, já que em tal cenário todas as tuas “crenças inquestionáveis” serão postas à prova, e terás no teu pensamento crítico e em tua busca pela verdade – aquela que não depende de mim nem de ti – o único lenitivo para seguir acreditando. Arrisco perguntar: tuas crenças ainda te servem de refúgio, ou insistes em usá-las como antídoto para teu desespero, mesmo que não acredites mais nelas?

Neste momento, és tu e tua autonomia para sonhar o agora que te serve de âncora, de modo a não seres levado de roldão para um futuro incerto, e do qual não terás garantia alguma de que sobreviverás a ele. Assume, pois, a tua parte da responsabilidade pelo que percebes, pelo que não te podes furtar da forma como o fizeste até aqui.

Vivemos um momento em que a realidade se impõe sobre o romantismo. A frieza existencial de Kierkegaard e Camus retomando o palco no qual Goethe brilhou sob os holofotes do Iluminismo, e que também acolheu Voltaire e Rousseau.

Sartre já alertava que só é livre quem pode ser responsabilizado pelas próprias ações mas, como também anunciava, esse homem circunstancial inegavelmente depende da direção dos ventos, e este pode, de quando em quando, produzir o contradicto que o eximirá da tal responsabilidade. Assim, em nome da liberdade sistêmica - dita irrenunciável – podemos destruí-la de um único golpe para garantir a pessoal. Inaceitável contradição, diriam os Iluministas, sem se estribar nas mordazes narrativas de Sartre que já alertavam para tais despropósitos do nosso cotidiano proselitista e, tanto quanto diria Nietzsche, humano, demasiado humano!
“Novos tempos”, dirão os arautos de um tempo instável o bastante para chamar de novo o que há de mais velho no mundo, que é a luta pelo protagonismo da ópera bufa que todos deverão aplaudir, incluive os que apostavam numa valsa de Strauss.

Resumo
O texto discute o pessimismo existencialista de Sartre em relação ao futuro da humanidade, contrastando-o com o otimismo iluminista de Goethe. O autor argumenta que a frieza existencialista de Sartre, representada pela ideia de que a liberdade individual é responsável pela criação do caos, se assemelha à visão de Kierkegaard e Camus, enquanto Goethe encarnava o ideal iluminista de progresso e razão. A peça argumenta que, apesar da aparente irracionalidade do mundo, a liberdade individual permanece como um refúgio contra o desespero, e a responsabilidade pela ação individual deve ser assumida mesmo em meio à incerteza do futuro.
Trata-se de um ensaio que critica a sociedade contemporânea, utilizando a filosofia existencialista de Jean-Paul Sartre para analisar a perda de significado em um mundo cada vez mais caótico. O autor argumenta que, apesar das aparências, a liberdade individual continua a ser um valor fundamental em um contexto onde verdades absolutas e ideologias se esfacelam. Ele compara a situação atual ao período pós-Iluminismo, onde a frieza existencialista de Kierkegaard e Camus se sobrepõe ao otimismo de Goethe. O autor sugere que a liberdade individual, apesar de ser a chave para a ação, pode ser comprometida pela dependência às forças externas, o que resultaria em uma contradição insustentável. Ele termina o texto com uma crítica ao proselitismo e ao romantismo, defendendo a necessidade de uma postura crítica e consciente para lidar com a realidade complexa e instável em que vivemos.

Inserida por bodstein

NÃO VINDE A MIM OS QUE PENSAM - Ep. 3

“Vinde após mim, e vos farei pescadores de homens”
(Matheus 4:19)

Eis que então te pergunto, aprofundando a questão: desejas te sentir pescador de mentes, para que sejas tu a apontar rumos em nome de tua missão auto-conferida? No que toca a mim eu te diria: não quero que me sigas, pois que me fareis teu lider, e não desejo para mim o que também desprezo em outros que o queiram.

Muitos, no entanto, repetiriam o que dito ao sábio, “Vai-te embora desta cidade, ó Zaratustra! Muitos aqui te odeiam, odeiam-te os bons e os justos, e te chamam de seu inimigo e desprezador. Odeiam-te os crentes da verdadeira fé, e te chamam de perigo para a multidão. Ao te rebaixares assim, te salvaste por hoje, mas deixa esta cidade, ou amanhã saltam sobre ti.”

Malgrado os riscos, ouso dizer-te que o que desejo pra ti é tão somente que aprendas com o que sucede em teu entorno, e de tua observação aflore a tua consciência, pois que não precisas ser o modelo a ser seguido, nem a ovelha no aprisco daqueles que escolheste por modelo. Melhor que sejas, tu mesmo, teu próprio norte, guiando-te pelos ditames da consciência que aflora de tudo o que observas.

Não há senso algum em abrires mão da tua verdadeira liberdade em troca da que te alardeiam, porquanto advinda de mente alheia, pois não serás livre acorrentando-te a qualquer voz que não a da tua própria consciência. Não basta pensares como libertário se não agires como um franco-libertário, que se faz livre também para não acatar o que não decidiste em nome de bandeiras que não levantas, ou de trincheiras que não são tuas.

E mesmo que eventualmente te identifiques com bandeiras alheias, que sejas livre o bastante para não tomares posição em valas cavadas pelos que alegadamente a defendam. Não raro te verás, depois, arrastado de roldão por um redemoinho que te leva ao fundo: o de uma verdade inequivocamente desfigurada em relação à ideia que compraste.

Doutrinas e ideologias – expandindo-se em ondas a partir de uma pedra atirada ao lago – são como moscas que levam doenças aonde quer que pousem. Opondo-se às ondas produzidas pela pedra, todo entendimento deveria brotar da observação, com toda ação que a suceda aflorando dela.
Cria, pois, tuas próprias estratégias de combate às ideias que rejeitas, e escolhe tu mesmo as armas que usarás em defesa das que tomares por justas. Verás que se farão mais eficientes que as dos que atuam como caçadores de braços, em lugar de mentes.

Inserida por bodstein

⁠Criar é obrigação dos pais, mas não é uma “dívida” contraída pelos filhos em troca da formação que lhe deram. Se você pensa em filhos como um investimento, no qual assinam uma “nota promissória” que você vai cobrar na sua velhice, em nada se difere de um abusador que obtém vantagens negando a outrem o direito às próprias escolhas. Cuidar dos pais no futuro não é uma espécie de “pecado original” que os filhos recebem ao nascer.
Seu papel como pai foi o de supri-los antes, e preparar-se para suprir a si mesmo depois. Não veja, portanto, como obrigação que seus filhos o supram, como se fosse uma dívida hereditária. Eles não puderam escolher entre ter você como pai ou não. Receber o cuidado dos filhos deve ser uma conquista – espontânea e voluntária – e não uma retribuição compulsória.

Inserida por bodstein

[Te Quero Essa Noite]

Não gastamos tempo de modo improvisado,

Te quero essa noite, porque existo pra te amar
Quando tu sabe o quanto precisamos um do outro,
Tudo que tocamos e tudo que vemos
É tudo o que a nossa vida sempre será,

Eles se apressam pra alcançar o sol, mas ele vai se pondo
Dando a volta até surgir novamente atrás deles enquanto correm,
Amor, o sol é o mesmo e estamos mais velhos
A cada dia mais próximos da morte, ah

Não tenho medo da vida, e por que ter medo de morrer?
Não precisa ter medo, não há nenhuma razão pra isso,
Gosto tanto de ti, apenas caminhe comigo
Pra vermos tudo que temos que saber,

Te quero essa noite, porque existo pra te amar
Quando tu sabe o quanto precisamos um do outro,
Tudo que tocamos e tudo que vemos
É tudo o que a nossa vida sempre será,

Venceremos problemas e daremos sorrisos
Até chegarmos em casa, pelo lado de lá do campo,
E assim deixarmos o sol lá fora,

Te amo, minha Mulher inspirada,

Sim,⁠

Inserida por marcelio912

DOIS AMIGOS CONVERSAM NA PRAÇA:

— Não é necessário mais pessoas para controlar um espaço tão pequeno.

— Legal! Tem um povo pequeno. E o que nós temos?

— Um planeta, e qual é o problema?

— Quem se importa com qual é o problema? Já temos problemas suficiente aqui entre nós, se não nos livrarmos deles primeiro, eles se livram da gente.

— Quando foi que você viu o seu analista?

— Esta manhã.

— E qual foi o papo?

— Ele me disse que tem pessoas que gostam de ver o mundo por ângulos diferentes.

— Por que todo mundo quer ficar?

— Alguém me disse uma vez que a felicidade não é um destino. É um método de vida.

— Concordo.⁠

Inserida por marcelio912

UM HOMEM E UMA MULHER CONVERSAM

Ele olha nos olhos dela e diz:

— O mundo não vale aquilo que acredito.

— Alguém andou dizendo que o mundo é dos espertos.

— Sempre foi. E não faço questão de tê-lo.

— Por quê?

— Porque a minha missão é encontrar uma maneira de não retornar a ele.

— Não entendi.

— É muito simples, o mundo não vale a minha presença.

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Inserida por marcelio912