Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Usado pouco
Me certifico que não tem mais
Usando tudo
Analiso que já acabou
Quando iremos a Vegas amor ?
Cidade onde nada dorme
E tudo que acontece em Vegas, fica em Vegas
Como manobrado do ditado tão popular
Me testifico
do amor que por hora foi meu
Em tempo mínimo se comoveu
Aos pés da paixão
Aquela que não sei se morreu
De morrera
Fora jovem
Me lamento no carro
De vidro fechado
Embaçado
Só pra ninguém ver
Que o amor que senti
Ainda sei que mora em você
Fora tão grande
Que por hora não chega a existir
De tão imenso
De tão profundo
Como o sentimento
Peço desculpas por não me envolver
Na ilusão de um dia de sol
Que um dia iria voltar
Como volta passarinho para o ninho
Se for a mãe, é claro
Pois os filhotes logo saem voando
Como pensei que voltaria
Por razão, já esteve aqui ?
Ou seu corpo fumegante
Cheio de desejo
Que esteve ?
E se for isso, qual seria o problema?
De uma paixão de momento
Com o coração fora do peito
Com tempo determinado
Pra acabar.
Já não espero compreensão, nem te desperto mais no meio da noite.
Ainda lembro dos cantos escuros, das lágrimas derramadas
Sozinho, calado, para não permitir meu sofrimento, sei que desdenharias
Hoje estou em paz, aprendi viver à sua margem, independente
Encontro consolo no sorriso daqueles que de mim são parte, obra viva do meu ser
Quanto ao fogo da paixão, digo: ainda vive, incomensurável
Ávido por arder falta-lhe objeto, desespero do corpo, angústia da alma
Contido, sigo, na esperança de uma nova curva, talvez alguém na beira da estrada, acostado, à espera do que tenho em abundância.
Se naveguei por mares tempestuosos, não sei
Se corri atrás de sonhos impossíveis, não recordo
Se lutei por ideais e idéias loucas, não me arrependo
Tudo que quis eu fiz, tudo que vivi eu senti
Intensamente e incansavelmente busquei meu futuro
Ansioso em fazê-lo presente
E ainda continuo no caminho,
Perambulando por estradas diversas procuro meu destino
Até onde e até quando? Não importa agora, nunca importou.
Não há óbice forte o bastante para barrar a vontade. Se queres algo, por mais que isso lhe pareça inalcansável, lute.
Olhe para dentro de si, clame aos céus se preciso for, mas não desista.
A certeza do êxito está em acreditar que podemos.
Por mais que isto nos custe, seremos capazes de realizar nosso objetivo se seguirmos adiante, acima e além dos obstáculos e limitações que porventura surgirem.
O AMOR não é capaz de resistir incompleto
A plenitude é o seu elemento natural
E a condição sua inimiga
O AMOR pode suportar falhas, admitir enganos, perdoar erros
Porém, não sobrevive na insegurança
Necessita de uma intenção pura e um propósito firme
O AMOR perece com a negligência
Exige atenção e cuidados incansáveis, permanentes
Senão muda sua natureza e nos confunde
O AMOR desconhece seu poder
É capaz de transformar tudo em felicidade
Mas também pode fazer arder em chamas nossa realidade
O AMOR é a presença serena e confiante
Ainda que não seja eterno
Deve ser, necessariamente, constante
Já não sei mais o que sonhar, pois todos os meus sonhos já passaram por mim.
Alguns se realizaram, outros simplesmente se dissiparam na força do tempo.
Ainda estou forte e pronto, porém, falta-me uma nova estrada.
Uma estrada que traga mais uma vez a antiga motivação.
Uma estrada que esteja repleta da dor e da glória de uma batalha a ser vencida.
Enquanto não vem o que espero, continuo afiando minhas armas.
Para que a surpresa não me faça refém de sua astúcia.
E a oportunidade não me atropele com sua fugacidade.
Porque me perguntas se amo?
Porque me torturas com seu olhar malicioso e dissimulado?
Não sabes tu que meu coração possui uma dona?
Não sabes tu que minha vida é viver por ela?
Quanto ao nome desta rainha sem coroa, pouco posso adiantar a ti.
Digo somente que é por ela que abro meus olhos todos os dias.
Por ela que faço o sol nascer e a lua se pôr.
Digo somente que é para ela que criei todas as coisas belas do mundo.
Para ela que vai desde o primeiro até o meu último pensamento.
E tu, alguma vez já amaste?
Sabes, ao menos, o que é morrer por alguém?
Acaso já sentiu um rio de fogo ardendo e correndo através de suas veias.
Implorou pelo fim de sua própria existência no desejo de vencer a dor.
Uma dor que não tem nome, nem cor ou medida.
Uma dor que suga e destrói tudo que nos pertence.
No entanto, uma dor que não admitimos perder.
Uma dor que nos envolve e alimenta.
Preenche nossa vida.
Podes, então, dizer se já amou?
Não há razão para esconder quem sou, minhas qualidades e defeitos são visíveis.
Quem gosta da pessoa que sou permanece em minha vida, sou grata pelo carinho.
Àqueles que não gostam de mim, não me incomoda nenhum um pouquinho, não farei esforço algum para interferir no seu pensar.
Não estou aqui para mudar pessoas, mas sim para aprender com elas
Pensamento de Islene
As palavras de quem não age de acordo com o que fala são como o vento: elas passam e são esquecidas. Elas não têm o poder de mudar o mundo ou de inspirar as pessoas. Ações, por outro lado, são como uma pedra jogada na água: elas criam ondas que se espalham por toda parte. Elas têm o poder de mudar o mundo e de inspirar as pessoas.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
MEMÓRIAS DA CHUVA
(Laércio J Carvalho)
...Não levou muito tempo até que a chuva começasse. Veio tão forte que o motorista da jardineira foi obrigado a fazer uma breve parada por que os limpadores de para-brisa não deram conta da tromba d’água que caiu. Foi então que Cândido, apesar do vidro embaçado da janela, viu duas garotas se protegendo da chuva num ranchinho à beira da estrada. Entre raios e trovões, o coração de Cândido parecia querer saltar fora do peito. Do outro lado, a garota que deveria marcar para sempre a sua vida, também o observava. Parecia um botão de rosa sob o bombardeio dos pingos da chuva. De tão molhado, o vestido amarelo grudado à pele exibia o lindo corpo de menina moça e seus cabelos dourados ao sabor do vento que varria de um lado para outro o rancho de latas de leite de uma indústria de lacticínios.
A tempestade não durou mais que cinco minutos. Da janela do veículo já era possível enxergar a torre de uma igrejinha. Não estavam a mais que trezentos metros da praça central do povoado e, assim que a jardineira teve o motor acionado, passaram pelas meninas que, de tão distraídas com os jovens viajores, pisavam mais sobre as poças d’água que sobre o lastro da estrada. Cândido se lembrou da música que ouvira naquela manhã no toca-fitas do Corcel amarelo: “Rain Memories”, Memórias da Chuva, com Paul Denver. Estranhamente, ambos sentiram medo; medo de se perderem daquele casual encontro e nunca mais se reencontrassem.
Assim que o motorista encostou a velha jardineira no ponto de embarque e desembarque, o olhar de Cândido não desgrudou das meninas até que virassem à esquerda em uma rua na cabeceira da praça. Porém, de um último olhar antes de virar a esquina, Cândido fez uma leitura de pensamento: *Ela vai voltar!*, concluiu. Enquanto isso, seu amigo não pensava noutra coisa que não fosse um sanduíche e uma garrafa de refrigerante gelado.
Na pracinha, com a esperança de rever seu lindo “botãozinho de rosa molhado”, Cândido ficou a observar os passarinhos em festa nos galhos de uma caneleira em frutificação, enquanto o amigo, bem informado por um habitante local, seguiu rumo à única lanchonete do bairro. Naquele instante o Sol deu suas caras. Como criança assustada com a chuva, aos poucos perdeu o medo voltando a brilhar novamente entre nuvens rarefeitas de algodão. Os manacás de jardins, com floração tardia nos braços da Mantiqueira, inebriavam o ambiente com um doce e suave perfume. As abelhas, num constante vai e vem entre flores e colmeias, não davam trégua ao bem cuidado jardim do pitoresco “Morada do Sol”.
Cândido, entretido com a algazarra dos beija-flores, não percebeu a chegada do amigo trazendo nas mãos um pão com mussarela e uma garrafa de coca-cola. Ao mesmo tempo, do outro lado do jardim, sob a sombra de uma jovem acácia, a mais linda flor de “Morada do Sol” o aguardava. Cândido, com coração a mil, agradeceu a gentileza do amigo, porém recusou a oferta.
_Não vai tomar nem a coca, seu tonto? // Insistiu o amigo.
_Não!... Obrigado!... Sei que está ficando tarde... Mas, por favor, me aguarde no bar por mais alguns minutos.
_Fica frio!... Sem pressa!
Enquanto o amigo caminhava para a lanchonete, Cândido seguiu em direção à bela princesinha dos cabelos dourados que, percebendo sua intenção, se levantou e veio ao seu encontro. Por um momento, ambos tiveram a impressão de estarem caminhando sobre nuvens. De pernas bambas e corações palpitantes, se viram frente a frente a dois passos de se tocarem. Seus olhares se cruzaram; suas bocas tinham sede; seus lábios molhados se mordiam de desejo. Do outro lado da praça, a sentinela que a acompanhava não desgrudava os olhos de ambos os lados da rua. Parecia bastante ansiosa, temendo por algum imprevisto.
Apesar das pernas bambas e o suor excessivo, Cândido tomou a iniciativa:
_Oi!
_Oi!
_Posso saber seu nome?
_Claro!... Meu nome é Lucy!... E o seu?!
_Chamo-me Cândido!... Não é um nome tão bonito quanto o seu.
_Obrigada!... Adorei seu nome!... Você está visitando alguém no bairro ou apenas de passagem?
_Somos estudantes... Estamos vindo de “Espírito Santo das Araucárias”... Meus pais moram em uma fazenda num bairro conhecido como “Voz do Vento”... Você conhece?
_Sei onde fica... Certa vez passei por lá com meus pais... Fomos visitar uma tia doente no município de “São Francisco do Mogi”.
_Não posso parar muito tempo... Meu amigo está ansioso à minha espera... Você pode me dizer se esse ônibus que nos deu carona faz algum horário para “Caracol” no domingo?
_Sim... Às três da tarde, em ponto, ele parte.
_Tenho que visitar meus pais, mas amanhã estarei nesta mesma praça por volta do meio dia... Gostaria muito de vê-la novamente.
_Eu também!... Acho que nem vou dormir direito... Tenho medo de não te encontrar outra vez.
_Preciso seguir adiante... Meu amigo deve estar impaciente... Mas antes quero te fazer uma pergunta.
_Faça!
_O desejo de beijar tua boca está me matando... Posso te beijar, Lucy?
Por um instante a garota sentiu que poderia ter um “piripaque”. A pele de seu rosto tornou-se rosada; seu coração batia tão forte que podia ser ouvido a um metro, que era a distância que os separava. Lucy olhou para a sentinela que, mesmo apreensiva, usou o polegar de sua mão esquerda e respondeu com um sinal de positivo. Suas mãos não paravam de suar. Com voz meio rouca, proferiu sua resposta:
_Sim!... Quero muito o teu beijo... Só te peço que não faças mau juízo de mim.
Cândido aproximou-se de Lucy e, com as mãos envoltas em seus cabelos dourados, puxou-a de encontro ao seu peito, suspirou fundo, inebriou-se no perfume de sua pele, antes de se perderem num beijo apaixonado.
Assim como o cérebro, o paladar e o olfato também têm suas memórias e, ainda que passassem cem anos daquele primeiro encontro, ambos jamais esqueceriam o doce sabor daquele beijo, o qual ficaria registrado para sempre em suas vidas.
No domingo de manhã, já a par das novidades daqueles primeiros quinze dias de ausência, apesar da felicidade de estar junto à família, Cândido saiu a cavalo pela fazenda; porém, por nenhum segundo tirou Lucy do seu pensamento.
Aquele lindo domingo de céu azul não lhe parecia um dia qualquer. As flores do campo se exibiam mais coloridas e perfumadas. Até os passarinhos cantavam mais alegres, em sintonia com os seus pensamentos. A “primeira vítima” dos arroubos daquela paixão adolescente foi um frondoso pé de jequitibá que, a golpes de canivete, teve seu tronco ferido. As inicias “C & L” no centro de um coração ilustraram uma curta frase: “Lucy, eu te amo”.
Após o almoço de domingo, o pai de Cândido, que o levaria até o vilarejo de “Morada do Sol” para tomar o ônibus, percebendo certa ansiedade no filho, perguntou:
_Cândido!... Não acha que está sendo precipitado?... Afinal, o ônibus parte somente às três da tarde, não é isso?
_Pai... Na verdade eu estou em dúvida: não sei se ouvi treze ou três horas da tarde... Melhor irmos mais cedo que perder a jardineira... Não acha?
Mal sabia ele que o filho estava apaixonado e não via a hora do reencontro com sua amada.
Por volta das treze horas, senhor José encostou seu jipe num ponto de ônibus. Bem que desconfiou que a linda garota sentada em um banco à sombra de uma árvore, não estava ali por acaso. Fingindo não prestar atenção, abençoou o filho e retornou à fazenda. Lucy, com um lindo sorriso nos lábios, não continha sua alegria por aquele feliz reencontro. Cândido, caminhando em sua direção, tinha nas mãos um botãozinho de rosa. Antes de beijá-la, pediu licença para ajeitar em seus cabelos o lindo adereço roubado. O céu, de tão azul se confundia com os canteiros de lírio, e o beijo de Lucy, de tão doce, com mel jataí, cujo aroma recendia por toda a praça.
E assim, muitos domingos felizes se sucederam. Quase sempre os encontros se davam naquela mesma pracinha, num intervalo de quinze dias entre um e outro. Para driblarem a saudade, muitas cartas de amor eram trocadas. Porém, a saudade era tão grande que não era incomum o remetente chegar ao destinatário antes da carta apaixonada.
Comum nos arroubos da juventude, certas atitudes ultrapassam os limites do bom senso. Isso na visão de quem nunca viveu uma grande paixão adolescente. Certo dia Cândido esculpiu num fio de arame uma letra do alfabeto. Lógico! Não seria outra senão a letra “L” de Lucy, nome de sua doce namorada. Nas chamas de um isqueiro a gás, aguardou a incandescência do artefato antes de cravá-lo na pele de seu punho esquerdo. Não gritou, nem chorou. Homem não chora, pensou consigo, embora não evitasse uma lágrima sorrateira deslizando sobre a face. Errou feio quem apostou que Lucy não seria capaz de tamanha loucura. Na primeira oportunidade, apesar das lágrimas de dor, cravou em seu punho direito um artefato incandescente com a letra “C” esculpida em arame de aço. Naqueles áureos tempos o romantismo ainda era moda e os amantes amavam. Diferente dos costumes de hoje onde “os ficantes” ficam.
Alguns meses se passaram. Eis que chegaram as tão sonhadas férias de julho. Cândido foi para a fazenda dos pais e alguns hábitos tiveram que ser mudados. Os encontros que se davam com a luz do dia passaram a acontecer no período noturno. Um cavalo branco que atendia pelo nome de Corisco era o meio de transporte utilizado para as visitas de sábado à noite ao vilarejo de “Morada do Sol”. Nessa ocasião, Cândido já tinha a autorização para cortejar Lucy, desde que fosse um “namoro respeitoso”, dizia o orgulhoso pai da menina.
Naquelas noites enluaradas, o pé de Dama da Noite, que próximo ao portão exalava seu perfume, por muitas vezes foi testemunho de beijos apaixonados e suspiros de amor ao som de lindas melodias tocadas numa vitrola no interior da sala de estar da casa dos pais de Lucy. A romântica “Do You Wanna Dance”, na voz de Johnny Rivers, ainda era a música mais tocada naquela época. A paraguaia Perla despontava nas rádios com “Estrada do Sol”; em Italiano, Alle Porte Del Sole, uma versão do grande sucesso de Gigliola Cinquetti de 1974.
Tempos depois, já com a volta às aulas, uma tarde de domingo do mês de agosto ficaria marcada por conta de uma das lembranças mais felizes de suas vidas. Os ipês amarelos, carregados de flor, ditavam a transição para o início da primavera. No banco da praça do inesquecível vilarejo de “Morada do Sol”, Cândido e Lucy se beijaram pela última vez. Apesar dos momentos, até então, só de alegrias, aquela foi uma tarde triste. Quando a velha jardineira buzinou no costumeiro ponto, uma sensação ruim mexeu com os sentimentos de ambos. Lucy parecia adivinhar o que estava por vir. No momento em que a jardineira partiu, Cândido, com o coração apertado no peito, olhou pela janela. Lucy, que tinha nas mãos uma flor de ipê, acenou-lhe pela última vez daquele pedacinho de chão encantado...
Em Deus não se há divisão: Mas os teólogos falam cada um por um Deus que se divide em opiniões humanas; Mas que o homem comprova pela própria boca de um Deus não uniforme e com uma sabedoria não multiforme em uma única Palavra, se manifestando de várias maneiras nela.
Logo, não se há de absoluto e infinito na tal ciência do homem.
Mágoa de não te magoar
Muitas coisas de ti escutei,
calado permaneci,
sufocado pelo o que não falei
e permitir de te ouvir.
Desgostoso muitas vezes fiquei,
várias vezes me entristeci
e mesmo assim me silenciei,
pois ainda zelava por ti.
Calava-me para toda ação,
deixei você fazer de mim chateação,
mas sempre estive a lhe perdoar.
Você pouco pra isso deu satisfação,
pisoteou e esmagou meu coração
e hoje eu tenho mágoa, mágoa de não te magoar.
O NATAL
I
Não há para nós quadra, tão, ou mais bonita;
Que a que nos anuncia, O nascimento;
DO SER mais PURO, que por cá passou...
Nascido em manjedoura, pobrezita;
Trouxe Em Si, para nós aquele Alento;
Que a maldade a tantos, já retirou.
Não há, para nós quadra, tão, ou mais bonita;
Do que a do nascimento Desse CRISTO;
Que O CRIADOR, para nós enviou...
Isenta de vaidade e tão BENDITA;
Só veio pra nos dar, O jamais visto;
P'la VIDA que na Terra SEMEOU.
Não há, para nós quadra, tão, ou mais bonita;
De tal, jamais devemos duvidar;
Por ser, tão só uma Prova de AMOR...
Por VIDA, pra matar morte maldita;
Que a todos nós um dia, ia apanhar;
Por Vinda, com JESUS nosso SENHOR.
Não há, para nós quadra, tão, ou mais bonita;
Pois só se deu, por tanto nos AMAR;
Quem cá neste morrer, VIDA criou…
Deu-se para salvar Cria Catita;
Que a todos, ELE entrega ao cá chegar;
À Terra, onde ELE em ELE, SE TORNOU.
Não há, para nós quadra, tão, ou mais bonita;
Por só anunciar A VIDA e O AMOR;
Que tanta falta faz à nossa…
Que ao julgar-se grande, a faz pequenita;
Se pouco houver em si, desse SABOR;
Que alenta a toda a VIDA e lhe dá GRAÇA.
Não há, para nós quadra, tão, ou mais bonita;
Vamos honrar, A tão LINDO brindar;
Fazendo ver A nosso CRIADOR!…
Que afinal, SUA CRIA tão CATITA;
Já DESPERTOU em nós, desse maltratar;
Que tanto faz sofrer nosso SENHOR.
II
Que bom haver quadras, como O Natal;
Por nos lembrarem, que em nós, Existiu;
Quem cá só Veio, pra combater mal;
Que existia, existe, e O tanto Feriu!
Que bom, por de tão bonita maneira;
Vir ensinar-nos a tal combater;
Com AMOR, essa em tido, tanta asneira;
Que existe, tão só pra em nós pôr, sofrer!
Que bom, por haver tantos que acordaram;
Para a VIDA, pelo Seu Lindo Dão;
De AMAR, como ninguém, tão tinha AMADO...
Que bom, por haver tantos que O encontraram;
Quando em ELE, provaram O Perdão;
Que Em Si tão Trouxe, para a nós ser dado.
Que bom, foi JESUS a nós Ter Chegado.
Que bom, Ele inda em nós, Seja Encontrado;
Que bom, é ver Seu nascer, Festejado.
III
“Nisi Credideritis, non permanebetis!”
Isaías- 765 a.C.- 681 a. C.
Em isto não acreditar;
(Ver META)
Feliz Natal!
Manuel Santos
❤️🌲❤️🌲❤️🌲❤️
@manuelsalvadorsantos
O TEMPO POR NADA ESPERA
Mal vemos o desabrochar da flor e tão rápido ela perde sua cor.
Quase não vemos o sol nascer, tampouco ele se pôr.
Quanto tempo será que ainda temos pra sentir amor?
Mal derrama-se a lágrima da felicidade e muitas vezes chega a que vem com a dor.
Quanto tempo mais, vamos esperar pra sentir amor?
Pensamentos vão e vêm
Como folha ao vento
Desprezado como um ninguém
Há coisas que não se curam com o tempo.
Feridas expostas, sem censura
Meu coração aberto, ferido
Sei que nem tudo são flores
Mas por que isso só acontece comigo?
Parecia mais um dia normal
Que novamente eu ia te ver
Mas o tempo veio a fechar
E não pude mais te ter.
Foi um dia que virou noite
Meu mundo veio a escurecer
Era meu desejo te amar
Mas você veio a me deixar
Parecia, mas não era
Era mais uma ilusão
Desprezado, como sempre
Só quebrou meu coração.
Fiz a minha parte
Como ninguém, vim te amar
Infelizmente não foi dessa vez
Mas na próxima eu sei
Não quero me apaixonar.
Ass:Wj
Há conhecimentos que só podem ser aprendidos pelo espírito, realidades que os olhos não podem ver. Estão no interior do ser, na essência da própria existência. Há pessoas que carregam consigo um mundo interior de beleza e profundidade, outras com mediocridade e superficialidade, mas não o percebem. Outras, mesmo olhando para o mundo, não o enxergam verdadeiramente.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
"Numa sociedade em que cada indivíduo julga-se senhor de muitos direitos e não enxerga os seus próprios deveres, o ônus da prova acaba por ser destruído. Em breves palavras, num ambiente como este, politicamente insalubre, uma acusação basta para transformar qualquer desafeto em réu, sob o aplauso frenético da claque imbecilizada.
Onde a estupidez é multitudinária, a barbárie se impõe".
Zero e Um.
Um não queria contar com ninguém
e ele não entendia porque ele era ímpar se antes dele havia alguém.
Um só não queria ser esquisito
porque sabia que depois dele viria o infinito.
Para Um, o infinito era cruel e lhe dava medo,
Até queapavorado se encontrou com Zero em segredo.
E quando Um viu Zero, havia encontrado o seu primeiro.
E mesmo vindo antes dele, para Um Zero estava inteiro.
Um pensou que em Zero havia encontrado seu grande amor,
Então ele decidiu ser honesto com Zero e lhe contar,
Que embora sendo um Zero a esquerda, seria o Zero que lhe daria valor.
Um Pensou que em Zero havia encontrado o seu par.
Um tinha tolerância Zero para álcool, era hilário,
Porém com Zero, Um podia tomar uma cerveja Zero pelo seu aniversário.
Para isso tiveram que inventar uma data Zero no calendário.
E assim Zero se tornou leonino com ascendente em Sagitário.
Era difícil representar textos, mas juntos criavam o código binário perfeito.
Mas havia Um problema que Um não resolvia direito.
Um não queria se multiplicar com Zero
era egoísta, exibido e muito severo.
Foi assim que Um perdeu Zero por "1x0",
Quando Zero de mãos dadas com Menos Um dançava bolero.
Foi quando Um se deu conta do valor que Zero tinha.
Que apesar de ser negativo Menos Um lhe tratava como uma rainha.
Zero gostava que Menos Um fosse original,
Agradava a ele que Menos Um não fosse só Mais Um, fosse singular.
Zero gostava que Menos Um não fosse ordinal.
Tinha uma queda em Menos Um, Um hífen que podiam brincar
Gostava que Menos Um mesmo devendo, nunca lhe devia na hora de amar
Zero amava a sua competitividade,
amava quando jogavam e Menos Um não lhe deixava ganhar.
Ao contrário de Um, Menos Um sempre o tratou como um número de verdade.
Menos Um não pretendia dar valor a Zero colocando vírgulas entre eles.
Não pretendia deixar que houvesse um infinito maior que um infinito do amor deles.
Quando faziam amor Menos Um se encantava em estar abaixo de Zero.
Era a coisa mais linda nesse quesito eu nem exagero.
E Um?, Um mais uma vez foi deixado sozinho,
separado como uma mera unidade.
Afundou as mágoas no vinho,
tentando encontrar sua igualdade.
Sem Zero sua vida foi sendo consumida como uma vela,
era questão detempo para que acontecesse Um estrago.
Mas Um pagou numa só parcela
as tristezas que seu falso amor tinha trago.
E Um começou a contar sem Zero.
Se esqueceu dos beijos de Zero,
Do ciúmes que sentia de Zero,
Das transas que teve com Zero.
E Um começou achar que Zero não tivesse mesmo valor,
esqueceu-se de Zero e talvez até do amor.
Eu lembro que Um ia começar contar para o que vinha depois.
Acredito que ele iria contar até o infinito, ou talvez, apenas até Dois.
A relação entre crime e pobreza,
existe de fato, isso não quer dizer
que 100% dos pobres serão criminosos
e 100% dos ricos, serão honestos,
mas é muito mais fácil, ter bom caráter
e fazer boas escolhas quando você é rico,
e uma probabilidade maior de crimes,
acontecerem por pobres.
a palavra vitimismo é tolice ou hipocrisia.
O que realmente somos...
Somos seres hipócritas,que desejamos mal a quem não gostamos e abandonamos quem a gente enjoou...
Certas pessoas !
Olham a imagem que os olhos delas vem, mais o quem os olhos não vem ela não importa...
O que realmente importa no humano?
Beleza,cabelo,olhos,box,partes íntimas, não!
O que realmente importa?
Coração, maturidade, compaixão,fez...
O modo que a pessoa te trata não e o que ela realmente eh!..
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