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Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce

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Ainda que distante de minhas ocupações intelectuais, persisto em auxiliar os que necessitam, não por interesse, mas por respeito ao dever. Pois é na conformidade da vontade com a lei moral que o homem encontra o verdadeiro valor e a autêntica satisfação da vida racional.


Vitor Ferreira de Paula

Se me fosse concedida a rara faculdade de retroceder pelos corredores do tempo, não a empregaria para corrigir erros que estes, por teimosos, sempre encontram novas formas de nascer, mas para reviver aquelas primeiras sensações, tão vivas, tão ardentes, que inauguram os afetos humanos. Há nos começos um frescor quase ingênuo, uma doçura que não se repete, como se a alma, ainda virgem de decepções, saboreasse o mundo com apetite novo
Depois, tudo se acomoda. O entusiasmo, outrora vibrante, cede lugar a uma morna familiaridade, e aquilo que foi chama reduz-se a brasa discreta. É o destino de muitas coisas e dos sentimentos, sobretudo assemelharem-se ao café que, servido quente, encanta o paladar, mas, uma vez esquecido à mesa, perde o vigor e já não seduz como antes
E assim seguimos, não por falta de intensidade, mas por excesso de costume.

Pensamentos🌹
Quando sobreviver não basta
Sou uma mulher de fé.
E fé não me impediu de sofrer — me impediu de desistir.
Amei, construí família, cuidei de quem precisava de mim.
Perdi pessoas, perdi um casamento, perdi um negócio, perdi o chão.
Houve momentos em que não vivi — apenas aguentei.
Aprendi que nem tudo que acaba foi fracasso.
Algumas histórias terminam porque só um lado continua sustentando.
Não carrego raiva.
Carrego saudade do que foi bom e luto pelo que poderia ter sido.
Isso não me enfraquece — me humaniza.
Hoje, aos 60 anos, não busco glamour nem aplauso.
Busco dignidade.
Um lugar simples para viver.
Contas que caibam no bolso.
Silêncio que cure.
E paz no espírito.
Entendi que recomeçar não tem idade.
Tem coragem.
Não preciso provar nada a ninguém.
Só preciso continuar fiel a quem eu sou.
E sigo.
Com fé, com cicatrizes e com vontade de crescer.

Algumas pessoas não querem somar na sua vida, querem apenas o controle sobre ela. Elas destroem a sua paz e te prendem em explicações sem fim, só para testar até onde vai a sua 'coleira'.


Maturidade é entender que quem não tem futuro para oferecer, oferece caos. Quando as atitudes são instáveis e as desculpas são vazias, afastar-se não é orgulho. É a única resposta lógica.

A Bíblia não se oferece como um livro morto. Ela se comporta como um organismo simbólico. Suas histórias parecem simples à primeira vista, mas operam em camadas. Narrativas de pastores, reis, guerras, quedas, promessas, traições e redenções. Mas por trás da superfície histórica existe uma arquitetura psicológica e espiritual que continua se repetindo dentro de você e dentro de mim. Porque o jogo humano não mudou tanto quanto você gosta de imaginar. Mudaram as roupas, as ferramentas, os nomes. A estrutura interna permanece.


Quando você lê sobre o deserto, você não está lendo apenas sobre areia e calor. Você está lendo sobre períodos de escassez interna, sobre travessias sem garantias, sobre caminhar sem saber exatamente onde vai chegar. Quando você lê sobre o dilúvio, não é apenas água. É excesso. É saturação. É o colapso de um sistema interno que não se sustenta mais. Quando você lê sobre a cruz, não é só dor física. É confronto com limites, com escolhas irreversíveis, com o custo real de sustentar uma verdade até o fim.


E é aqui que o enigma começa a se aprofundar. Duas pessoas leem o mesmo trecho. Uma sente consolo. A outra sente confronto. Uma encontra esperança. A outra encontra acusação. Isso não acontece porque o texto é confuso no sentido vulgar da palavra. Acontece porque o texto funciona como um campo simbólico que ativa conteúdos internos diferentes em cada leitor e leitora. Ele não entrega respostas prontas. Ele provoca perguntas certas. E perguntas certas quase sempre incomodam mais do que respostas fáceis.

O sono

Já estou bocejando
é o sono chegando
é hora de dormir
é melhor não insistir
Será que isso é o
Não existir?

E o eu
Será que por
Um momento
Morreu?

Será que é um treinamento
Esse cessar de pensamento
E por um momento
Não ouço nada
Não sinto nada
Não cheiro nada
Não vejo nada

Estou descansando
Ou só treinando
Será que é isso
A morte?
Não sei qual será minha
Sorte.

Mas no sonho
Eu não entendo
de olhos
Fechados eu tô vendo
Eu não entendo
Sou só pensamento
escutando
o que tá acontecendo
Dentro de mim

Será que o sono
é o mesmo que
a morte ?

E agora não sei
Se sonho?
Será que estou acordado?
Será que estou dormindo?
Já não sei se vou continuar
Existindo.

Talvez me engano
e estou sonhando
Acordado
E a morte seja na verdade
um despertar
Do meu eterno lar.

"Quando um palhaço entra em um palácio, ele não se torna um rei; o palácio torna-se um circo".


Não são as roupas, o estudo, os títulos, bens materiais que nos tornam reis(Sãos), mas a capacidade de superarmos o mal que habita em nós.


Ser palhaço é cultivar a mágoa, a culpa, os traumas, procrastinar, o orgulho, egoísmo... Ser palhaço é ser decrépito na alma, é jazer no erro, na birra, na imaturidade.
Ser palhaço é não respeitar a dor do outro.

O palhaço ri de si mesmo, usa uma máscara; e aí está a patologia: a incapacidade de autosuperação. E é exatamente isso que o impede de ser rei.

Nos dias de hoje, sentir-se desejado não é algo difícil. Mas, para alguns, quando esse desejo parte da pessoa amada, ele tem um valor inestimável.


​Talvez eu seja ingênuo, mas por que haveria de existir fetiche maior do que ser amado?


​Garanto que qualquer um que tenha provado disso jamais se contentará com desejos superficiais.

Por que fazer hoje?
Jamais acontecerá um amanhecer igual ao outro, pois o vento não sobrará igual.
As nuvens não vão estar na mesma posição, formando as mesmas formas.
As ondas não serão as mesmas
Talvez não esteja tão disposto a acordar cedo.
Ou com saúde para caminhar e ver o mar dando um bom dia.
Ou o sol iluminando o seu Ser.
O brilho da luz do sol surgindo entre nuvens na cor vermelha e mudando a cada segundo, se tornando dia.
O espetáculo maravilhoso da criação do Senhor.
O som maravilhoso do mar dizendo :
Estamos todos vivos .
VIVA TUDO O QUE VOCÊ MERECE.
BOM DIA.

Assassinos da gramática...
....escrevo tudo sei ate não saber nada mais...
Não sei escrever apenas copio o que escreveu!
As palavras estão mortas....!
Somos cegos e analfabetos funcionais?
E alguém diz analfabeto político asas da liberdade esta em chamas...
Pois a declaração de pobreza intelectual sera superarada pelos momentos mortos...
Algoz atroz, mundo sem palavras ou fonemas...
Seria possível um percentual absurdo instante.
Voltaria num tempo da inocência...
As palavras era pequeno mundo numa mente vazia...
As chamas dos desenho rupestres elevam sonhos de futuro melhor.
Voto de cabresto ainda vemos as palavras tomarem formas.
Maldizer para o cantor que se perdeu no tempo.
A escuridão sem semântica se torna a deriva a que o abismo da palavras sejam instante de lágrimas de quem aprendeu a ler catando milhos..
A cópia ganha contraste de um abismo.

Às vezes não somos vistos como apenas mais um na multidão, pois não tenho rosto lindo nem sou apenas relevo o conhecimento e busco aprender.

Conhecido apenas pelo meu ser, sigo meu ser num caminho solitário. Não busco a Glória daqueles que são obras do ocaso, tendo o simbolismo sua dádiva.
Arremeto cada sonho num mundo atroz.

No lucidez o cego vê formas numa fogueira imaginaria.
Sua cegueira não é mais uma muralha.
E sim uma oportunidade de vivência novas experiências embora sua limitação seja sombras.
Num mundo caótico tenha apenas dentro de um sonha a liberdade de viver,
Suas escolhas estão tão perto da realidade que as correntes da cegueira só sejam sombras da desconexão esses lapsos são exposição a fogueira.
A caverna escura se opressão política.
Seu sonho é envolto de dias melhores...
No dia a dia seja repleto de dificuldades.
A luz no final do túnel seja apenas luzes do farol.
A diferença social seja mais capítulo do dia a dia, a fome e cansaço seja um gole de vinho seco.
Paralisado num estado fumegante tenho certeza que atormenta a mente no final do mês as contas a pagar,

Não é por acaso que sistemas educacionais de países como a França, Inglaterra, Japão e EUA, por exemplo, destacam instituições universitárias de grande prestígio, com o objetivo político precípuo de formar seus respectivos dirigentes. Nessas instituições, se educam os futuros líderes na afirmação dos valores nacionais; na sublimação do respeito e da valorização de seus antepassados e da sua história; na consolidação de uma enérgica auto-estima; no estímulo a tudo o que promove e prestigia a sua gente, os seus costumes e a sua cultura..."Les Grandes Écoles", na França; Oxford e Cambridge, na Inglaterra; Tóquio e Kioto, no Japão e não menos que uma dúzia de universidades nos EUA - entre elas, Harvard, Chicago e Stanford - são estruturadas, também, com esse fim"
J. BAUTISTA VIDAL - De estado servil...

A negação da existência de um Criador, senhores, não nasce — como muitos pretendem fazer crer — de um rigor científico absoluto, de uma demonstração irrefutável. Não! Ela emerge, frequentemente, de um processo interno, psicológico, quase íntimo, em que o indivíduo, confrontado com a dureza da realidade, tenta reorganizar o seu próprio entendimento do mundo.


E quando essa realidade não corresponde às suas expectativas — quando a dor, a frustração e o infortúnio se impõem —, o que faz esse indivíduo? Em vez de questionar suas próprias limitações, opta por descartar a hipótese de Deus. Não por tê-la refutado, mas por não encontrar nela utilidade imediata.


Ora, isso revela um equívoco fundamental!


Pressupõe-se, de maneira absolutamente distorcida, que Deus deva funcionar como um servo das vontades humanas — um agente corretor de erros, um solucionador automático de problemas. E quando essa expectativa infantil não se concretiza, instala-se não apenas a descrença, mas, muitas vezes, uma postura agressiva contra aqueles que creem.


Mas vejamos com clareza lógica: a ausência de prova não é prova de ausência! Esse é um princípio elementar, que qualquer raciocínio minimamente estruturado deve respeitar. Da mesma forma que a fé não se sustenta exclusivamente em evidências materiais, a negação também não pode se arrogar o monopólio da verdade.


O que se observa, portanto, não é uma superioridade intelectual da descrença, mas, em muitos casos, uma projeção de conflitos internos — uma tentativa de transformar frustrações pessoais em posição ideológica.


E aqui está o ponto central: a fé, para milhões, não é ingenuidade. É estrutura. É força. É reorganização da própria existência.


Por isso, o que se exige — não como favor, mas como princípio de civilidade — é a simetria intelectual: que ninguém imponha sua crença, mas que também ninguém desqualifique a fé alheia como se detivesse uma verdade absoluta.


Porque, no fim, senhores, tanto a crença quanto a descrença caminham sobre o mesmo terreno: o da limitação humana diante do infinito.

Não quero falar da tragédia do mundo.
Ela já grita sozinha.
É preciso olhar além do caos, além das dores,
além da pressa,
além da ilusão de controle,
além até da esperança.
Não olhar de modo ansioso,
mas com consciência
e profundidade.


Plantas conversam em línguas que não ouvimos, animais atravessam o planeta sem mapas, Águas-vivas ensaiam a eternidade, Peixes vão tão fundo
que a luz fracassa, a arte dá formato a cenários mentais. E mulheres fabricam universos
dentro do próprio ventre.


Como negar
que algo sagrado respira aqui?
Talvez maturidade seja isso:
tentar ver o mundo além da nossa bolha,
além do reflexo corrompido da nossa alma.
Libertá-la.
Conectar-se com os milagres.
Aceitar a própria animalidade.
E lembrar
que não somos feitos só de ambições,
mas de experiências.
— Allan Meraki

Água.


Não é recurso.


É origem.


Corre silenciosa entre raízes, rasga a terra, desenha caminhos que não pedem permissão. Sustenta o invisível, revela o essencial. Onde ela chega, a vida insiste.


Mas onde falta, o mundo se recolhe.


O que ainda chamamos de abundância já carrega sinais de exaustão. Rios interrompidos, nascentes esquecidas, ciclos rompidos. Não é sobre escassez futura. É sobre ausência presente.


Proteger a água é proteger tudo o que ainda respira.


Dia Mundial da Água.

Meu diamante me inspira.
Não é capricho, é amor!
Desistir?
Talvez um dia.


Tati
Antes de palavras I"diOtas"
Agora
E por um tempo
Boca nenhuma acessou
Ou acessa meus lábios Meu corpo
Se quer tivera meus cuidados
Tu és combustível Queima em mim
Tu és amor
Meu amor
Meu TAnTInhÃo de um tudo
És Felicidade
Sim, és
E mesmo quando não mais
Estás comigo
Imortalizada
Rogo
Senhor
Escutai-me
A minha prece
Descarte o orgulho
Que prevaleça
O Amor
O que fora vivido
Sagre num recomeço
A ti peço Senhor


Ao meu Amor, Tatiane
Agnaldo Souza

Não são apenas palavras, imagens, ...
Não é desespero, os desesperados não sabem o que querem.
É ênfase de amor, de quem nunca se escondeu, nem mesmo diante do que poderia lhe tirar algo de valor inestimável, você.
Não é só acreditar, é convicção
O que antes já era feito, agora como dito, em ênfase
Te amarei, assim como antes, todos os dias.
Agnaldo Souza

Um pedido de desculpas


O coração não voltou a bater sozinho,
virou casa abandonada depois da tempestade,
janelas rangendo saudade,
esperando passos que soubessem chegar sem quebrar.


Eu ouvi um pedido de desculpas
como chuva fina em terra rachada,
não fez barulho, mas ficou,
penetrando devagar no que ainda era seco.


Entre escombros, te vi juntando cacos
como quem remenda um vaso antigo com ouro,
sabendo que as rachaduras não somem,
apenas aprendem a brilhar de outro jeito.


Hoje o peito bate como farol cansado,
não ilumina por excesso, mas por insistência.
Porque amar, depois do erro,
é navegar mesmo sabendo do mar.

Filhos do Futuro


Carregam nos olhos
a luz que ainda não vi,
Sementes de um mundo
que insiste em nascer.
Em cada gesto, em cada riso,
há o que eu sonhei,
E o que eu não consegui,
talvez, vocês consigam.


Que aprendam com
o vento a suavidade
do tempo,
E com a chuva,
que às vezes tudo se renova.
Que saibam que o amor é força
e é abrigo,
E que perdoar é a ponte
que une corações.


Que encontrem caminhos
mesmo na sombra da dor,
E que nunca temam
a vastidão
de seus sonhos.
Pois cada passo,
mesmo incerto,
é história viva,
E cada escolha é música
que o mundo irá ouvir.


Filhos do futuro,
guardem a esperança,
Como quem segura
estrelas nas mãos.
Vocês são promessa,
raiz e asas,
O começo que transforma
o ontem em amanhã.