Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Vai menina,
tire suas máscaras,
mostre quem tu és,
não tenha medo da ausência,
pois essa ausência menina,
é a sua plenitude.
Vai menina,
tire suas máscaras,
mostra tua face,
sua face sem rosto,
sem maquiagem,
mostra a tua essência,
sem medo da ausência,
pois essa ausência menina,
é a sua plenitude.
Vai menina,
livre-se de uma vez
de todas as suas máscaras,
liberte-se,
entregue-se,
à sua essência,
e nunca mais
tenha medo da ausência,
pois essa ausência menina,
é a sua plenitude,
e essa plenitude,
é você menina.
Professor
Nasceu, sabedor de sua missão,
não escolhe lugares ou distâncias.
Sabe dos perigos que corre.
Tem dentro de si a vontade de levar
o conhecimento.
De ensinar a ler ou escrever.
Não há no mundo, desde o mais alto
mandatário ao mais humilde servidor,
alguém que em sua vida, não tivésse tido ,
o carinho, a atenção e o amor de um,
Professor.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro da A L B
Membro da U B E
Para os pobres de espírito, é muito difícil de
perceber a existência de Deus.
Não entendem estes que, só o fato de sua própria existência,
já determina tal realidade.
Nossa presença, mesmo segundo os maiores
cientistas deste planeta, já é um milagre.
Não fosse por esta combinação irreal de fatores nossa presença, dentre milhares de “coincidências” juntas, não teriam nenhuma chance de subsistir.
E quando se juntam tantas coincidências
ao mesmo tempo, este fenômeno muda de nome
e passa a ser entendido apenas como “providencias divina”.
(Teorilang)
A curiosidade é o trampolim para sua sabedoria.
Não se envergonhe em perguntar sempre, mas sim de ficar
na dúvida para sempre.
Cada incerteza esclarecida é um diamante a mais no baú de sua erudição, ao mesmo tempo em que
a persistência de um equivoco, fortalecerá mais sua ignorância.
(Teorilang)
Não te aflijas, pois mesmo que seu anoitecer seja de tempestades com raios, trovões e muita chuva, seu amanhecer será límpido, suave e seu sol já estará brilhando e te confortando
com seu calor aconchegante.
Pois, como pode se observar em Matheus 10,16-23
“Depois da tempestade, vem a bonança”.
(Teorilang)
Estou vivendo como se não me importasse
Estou vivendo do meu jeito
Não como eles querem e pensasse
Podes dizer:
Isso é um absurdo!
Não me importo, mudarei o mundo
Sou diferente
Vivo diferente
Não serei como mais um
Nessa sociedade doente
Todos pensam iguais
Todos vivem iguais
todos morrem...
Arrependimentos iguais...
Tenho ambições
Tomarei as certas decisões
Tenho sonhos
Se tornaram tão claros
Como lampiões
Penso assim
Enfim
Descobrirei quando dormir
Apenas
No meu fim
Sonho com quem não me quer, amei quem nunca me amou, fui desacreditado por não entender uma mulher, sou do tipo idiota que ainda pensa em leva flores, me apego ao silêncio para não falar demais e quando falo muito sei o valor que o silêncio trás.
Para ela penso em fazer canções, não sou emotivo mais abraço as emoções já que ainda não posso te proteger peço que Deus lhe proteja em minhas orações.
A verdade é que mais vezes do que gostaríamos não temos a mínima ideia de como as coisas vão se arranjar, já cansados de buscar estratégias, tentativas, alternativas, possibilidades.
O que há disponível é a entrega ao fluxo da vida. A confiança na caixinha de surpresas que é o Universo. A sintonização da nossa energia à frequência do Amor, que tudo cria, que tudo pode. A fé que nos pega pela mão e nos faz capazes de mais um passo e mais outro e mais tantos.
E, ao olhar para trás, apreciando com calma o caminho percorrido, a gente repara que em outros momentos já se sentiu exatamente assim e, de jeitos geralmente inesperados, tudo se resolveu.
SUSPIROS (soneto)
Um pesar tão mais saudoso, assim não vejo!
Um vazio no silêncio, barulhento, sem pudor
De tão é a infelicidade, que terebrante é a dor
Que vagar algum pode ofuscar o tal lampejo
Dias rastejam, noites em romarias no andor
Da angústia, que enfileiradas num cortejo
Levam preciosos instantes, pra num despejo
Jogá-los ao luar, sem quer um pejo, amor
Ah! Que bom seria, eu ter qualquer traquejo
No dom da oração, e me ouvisse o Criador
Através do meu olhar, rogando por ensejo
Essa saudade tão mais triste, ainda é clamor!
Inda estão nos versos que no poetar eu adejo
Tentando recreio, para os suspiros transpor
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Julho de 2016
Cerrado goiano
SEXTA FEIRA SEIS
Á essa altura, O sol nasce
Já é hora de ir..
Não há seguranças ?
Desce elevador !
oito menos cinco
Se despedir
Sem infrações
Lembrarei desse nome
Sentir á essência
E sorrir pela memória
Suspiro á minha omissão
Do ser ingênuo
Quem crê nessa trama?
Da mais linda do hotel
A garota das tulipas douradas
Saudade imensa do meu pai.
Partiu numa véspera do Dia de São Francisco.
Sentimento de tempo não aproveitado, amor insuficientemente demonstrado, abraços e beijos guardados para um tempo que não chegou a acontecer.
Que bom seria se fosse proibido aos pais partirem antes da aposentadoria dos filhos...
AMAR É O QUE IMPORTA
Não importa a flor, que trazes;
Não importa a cor da flor, se é vermelha;
Não importa o valor, se foi caro...
O que importa então?
Amar!
Não importa a mensagens que declaras;
Não importa o conteúdo do bilhete que escreve;
Não importa o desenho de coração no cabeçalho e rodapé;
Não importa o perfume destilado no papel.
O que importa então?
Amar!
Não importa as loucuras de amor que fazes;
Não importa os sacrifícios convenientes;
Não importa as tuas juras inerentes;
Não importa se estás de joelhos no chão;
O que importa então?
Amar!
Não importa imitar os contos de fadas;
Não importa simular a vida toda num dia;
Não importa ir morar num palácio;
Não importa viver de fantasia;
O que importa então?
Amar!
MARÍLIA
Ela não é exata,
Não é fração nem polinômio.
É complexa. É inteira.
Ela é monômio!
Ela é produto único
De fatores tão múltiplos:
Alma, coração e razão.
Das quatro operações,
Soma sensações,
Subtrai imperfeições
E divide emoções.
O amor que nela habita
Faz crescer e multiplica!
Não é conjunto unitário,
Pois seu viver não é solitário.
E é nesse conjunto infinito
Que mora o amor mais bonito,
Fruto da grande paixão
Com o dono do seu coração.
Os números, que não têm fim,
São perto dela algo assim:
Poucos e limitados,
Restritos e apagados.
Ela é intensa. Ela é real.
Não é nenhum decimal.
Ela é plena. É equação.
É velocidade. Interseção.
Por ser a ponta do vértice,
A paz e o amor se convertem,
Se inflamam e se propagam
E entre os que ama se espalham.
Assim é a linda Marília
Que não é a de Dirceu.
É a Marília dos números
Que a matemática escolheu.
É a Marília do Carlos,
Que com ela sonha acordado.
Também da Letícia e da Laura,
Geradas bem na sua alma.
É a Marília dos alunos,
Dos professores e amigos.
A Marília de todos nós
Que amamos o seu sorriso.
Marília, você é mais
Do que pode imaginar.
Nem a maior matemática
Vai poder te acompanhar.
Eu sou aquela amiga
Que na vida te conheceu
E que logo descobriu:
Você é perfeição de DEUS!
Luto é luta
Não viva enlutado em vida, lute.
Não enterre teus sonhos, viva-os.
Não deixe que ninguém diga:
Você não pode. Você não é capaz.
Isso não é para você. Lute.
Viva teus lutos, mas lute.
Viva teus fins, mas recomece
Sempre, mesmo sangrando,
Coloque um band-id nas tuas
Feridas emocionais e vá a luta.
Mesmo se a vida te der uma rasteira,
Se te machucarem, se você cair,
Levante e lute, lute sempre.
Não transforme tua vida em
Um cemitério de sonhos em vida.
Porque dessa vida nada se leva.
O que se vive aqui, aqui fica.
Aqui se eterniza.
Não sei o que há em ti que me causa tamanho torpor
Magia no olhar,sorriso envolvente
Não sei ,tens um jeito diferente
Diferente e sedutor
Não consigo fugir a tua presença
E na tua ausência fico a te buscar
Lindos são os teus olhos pois eles me ouvem
Me levam a ti e me trazem tu
E aí o que terei de ti?
O que terás de mim?
Se não deixarmos marcas
Nesse caminho que somos nós?
para a mãe que já não está entre nós
hoje é o dia de visitar a recordação,
onde a celebração da vida é saudade.
do vazio o meu, parabéns, em oração,
e neste abraço que se faz pela metade,
minha saudação.
nesta data querida, de descontinuidade...
a gratidão, o amor, em contas dum rosário,
de lembrança, de afeto, onde a dor brade.
onde estiver, mãe, feliz aniversário!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
julho
Cerrado goiano
Não vamos nos esquecer que as coisa do Espírito só conhece quem é do espírito. Portanto, é desnecessário e exaustivo debater com quem não conhece as coisas espirituais, porque o assunto sempre será desconhecido, e causará polêmicas até que o indivíduo tenha o seus olhos " espirituais" abertos, caso contrário, o assunto espiritual nunca soará bem nos ouvidos de quem vive o natural (Carne)
Os entendidos entenderão.
Amor, vida
O amor já nasce conosco.
Amor não se faz, se cultiva
deixa-se crescer.
Depois de amadurecido o
soltamos, e pela vida o
carregamos dividindo-o com
quem com ele se afine.
Amor não se define,
é algo que dentro do peito
criado se espalha, só bem faz
aos que conosco o compartilhe,
esparrame, divida.
Amor não se guarda, se dá, e
quanto mais o dermos, maior
quantidade vamos ter.
Amor é vida, melhor tê-lo
para melhor viver, quem ama tem
o coração leve, sabe dar sem se
preocupar com o quanto vai receber.
Feliz é quem em abundância o tem,
sempre terá um motivo maior,
para viver.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
DELÍRIO (soneto)
Descalço, mas pro cerrado não cabe tento
Em no teu chão, a total admiração extasia
E, em frêmitos pasmos, o meu olhar dizia:
- suntuoso, com todo possível argumento
Cantam os jatobás, encantados, ao vento
Fremente, os Joãos, Marias... os bóias-fria
Vão nos caminhos, cada qual na teimosia
Fazendo do dia em um novo nascimento
Em suspiros, seriemas, num agudo grito
No horizonte se misturam com o infinito
Regendo a alma do sertão num frenesi...
Neste fazer arrepiar em um doce arpejo
Na admiração, a diversidade em cortejo
Tudo se cala, ordena o delírio... Obedeci!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
06/11/2018, 06’06”
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Decepção à Regra
Sentar-me e
ver os outros passar é o
meu exercício favorito. Entretém.
Não esgota.
É gratuito. Neste meu jogo-do-não
são os outros que passam
(é aos outros que reservo a tarefa
de passar). Lavo daí os pés.
Escrevo de dentro da vida.
Pode até parecer que assim não
chego a lugar algum mas também quem
é que quer ir
ao sítio dos outros?
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