Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
As vezes minha vontade é de começar do zero, quem sabe assim eu entenda onde eu errei,e ai eu possa consertar e modificar certas coisas.
Porque sempre irão existir motivos para desistirmos de tudo.
O que precisamos é abrir os olhos para enxergar os motivos que nos fazem continuar,que nos fazem crer na vida e tentar acreditar que o mundo e as pessoas podem ser um pouco melhor.
Eu junto cacos de um amor falido e faço dele um amor novinho. Mas, de que adianta isso? O amor velho fica na nossa pele. O novinho é estátua.Não se pode juntar cacos de um amor que não deu certo. O que se pode, é fazer deste amor novinho um bibelô que só serve pra enfeitar.
pensa nisso.Amores novos não mascaram antigos...É covardia tentar esquecer alguém colocando outro no lugar.
Esquece antes...Depois voce se arrisca.Amores são fortes.Não são folhas de alface, que vão nascer no lugar de manjericão.
Às vezes eu sento no banco do praça.
Observo as pessoas, andarem de lá para cá.
Umas sorriem, outras de cara amarrada e outras sem expressão alguma.
As crianças parecem ser seres de outro mundo.
Estas sempre estão com a mesma expressão no rosto, sonhando.
O engraçado que sonhar quando se é adulto torna-se tão complicado.
Se não sonhamos caindo de algum lugar, sonhamos estar sendo perseguido por alguém.
E na realidade os sonhos nem tem o mesmo nome. Acordamos e dizemos: Hoje eu tive um pesadelo.
O nosso sonhar hoje é pousar nossa cabeça sobre a cama e ao acordar, não se ter lembrança alguma na mente. Uma imensidão branca sobre a cabeça. E dessa maneira acordamos felizes.
As crianças não. Elas estão sempre sonhando. Mesmo estando acordadas ou dormindo. Sonham em brincar o dia todo, sonham estar arrodeada de doces da padaria. Sonham em ter os pais ao seu lado o dia todo.
Ao levantar do meu banco, eu percebo.
Hoje eu também não sonhei. Mas o meu sonho agora é uma meta.
Seguir em frente sorrindo sempre!
MORTE POR AMOR
Quando Otávio me bateu à porta, às dez horas da noite, eu tinha um livro aberto diante de mim. Não lia. À cólera, que me agitara durante toda à tarde, sucedera uma grande prostração. Parecia-me sem remédio a minha desgraça, depois daquela certeza, daquela terrível certeza, eu finalmente aceitei a realidade.
Minha vida jamais havia sido invejável, mas apesar de toda dificuldade que enfrentei e de todo o sofrimento que passei, minha vida não podia ser considerada uma vida triste.
A indigência que nos cercava não permitia que gozássemos das mais singelas mordomias que existem. Meus pais, apesar de analfabetos, nunca nos deixava faltar a uma aula sequer. Meu pai sempre dizia que o futuro que podemos escolher, nós o encontramos na escola.
Algum tempo depois minha mãe adoeceu. Não suportando as complicações de uma desconhecida doença, faleceu. Eu estava com a idade de dezoito anos e acabara de me formar no ensino médio. Minha mãe sempre havia sonhado em ser professora; daquelas que estudam a língua e escrevem contos e poesias, desejava possuir um diploma de mestre ou doutora. Entretanto, a terra que perdurava sob suas unhas representavam anos e anos de estudo de quem nunca estudou, os calos de suas mãos representavam as marcas do esforço de uma escritora que não sabia ler e escrever, as rachaduras de seus pés representavam a longa caminhada de uma professora que não sabia ensinar, mas que não deixava faltar comida para seus dependentes, tampouco educação. Esse era seu maior certificado!
Daquele dia em diante a vida não era a mesma. Todos nós, apesar de ter superado a dor da perda, não conseguíamos cobrir o buraco que se abriu em nosso coração. Meus irmãos não estudavam mais como antes e meu pai já não trabalhava com tanto vigor.
Havíamos prestado concurso, no qual somente eu fui aprovado e ingressei na faculdade. Independente de sua ausência, para alegrá-la, estudei Letras. Tornei-me doutor em língua. Embora tenha um amplo conhecimento sobre a escrita, prossigo com a mesma simplicidade com a qual sempre falei e escrevi. Não escrevo contos ou poesias, mas aplico-os em minha vida com a mesma devoção de um fiel em um culto; culto este que frequento diariamente.
Antes de as reminiscências interromperem a minha leitura, eu lia o poema que havia recitado para meus pais em um aniversário de bodas. Essas recordações que citei acima foram as mesmas que emergiram em mim correntezas bravias de uma cólera irremediável, mas efêmera. Otávio, meu irmão, trazia sempre boas notícias e, ao abrir a porta e cumprimenta-lo, minha cólera deu lugar a uma imensa alegria. A ansiedade de saber a notícia que estava por vir desapareceu quanto tive de aceitar aquela tão terrível certeza, aquela tão terrível realidade.
Lembrei-me do poema que havia lido para meus pais naquele dia e recitei-o para meu irmão:
Velejando sem barco ou vela
Viajando na Vida
Por uma simples tela
As ilusões me espreitam,
Horizontes desordenados
Com placas de várias setas
Mas que não inibem minhas frestas
De sonhos que se deleitam
De imagens ilimitadas
Multicores
Refletem por sobre os mares
Por sobre os ares
Por sobre as flores
E nas variações do destino
Enraigados por desafios
Não me induzem a desistir
Pois nesta fascinante tela
Que faço da vida
A imagem mais bela
Do porto onde
Quero seguir.
Tínhamos pranto e lamentações no coração. De nossos olhos, cascatas de dores. E essa era a tão terrível certeza, a tão terrível realidade: enquanto lembrava-se de minha mãe, meu pai havia morrido.
Da vida a única coisa que eu tiro pra mim, é o conhecimento.
Por que vim sem saber de nada, e vou sem saber de tudo.
Aonde existir a luz, existirá antes o escuro, que da curiosidade antes a dúvida,
e então o fruto.. E que não falte vontade, em querer saber de tudo.
E que não venha em mim, o desejo de querer saber o futuro.
Por que o escuro? Somente medo. Mas o futuro, enfim, é o futuro...
Universo
Eu pensei que era infeliz
Eu pensava que minha vida era infeliz
Eu pensei já está no fim da linha
Até você aparecer e me dar uma injeção de ânimo
Até você fazer me sorrir
Até você ir embora da minha vida do meu universo, da minha galáxia em que você era meu sol.
Ai eu percebi que antes era a pessoa mais feliz do mundo antes desse cometa, chamado amor passar no meu universo e você se tornar meu sol.
Eu estou cansada de dar o melhor de mim e tempos depois as pessoas nem sequer lembrarem mais o que eu fiz por elas, e ainda jogarem na minha cara que eu não faço nada e sim elas que fazem, mas não se lembram o quanto eu fiz isso lá atrás.
E se eu não faço mais é porque eu me cansei, eu acordei pra vida, parei de ser bobinha e aprendi que certas pessoas por mais que a gente se esforce nunca darão valor.
-Tem Gente Que Não Merece As Nossas Lagrimas, Muito Menos Nossos Esforços.
Eu vejo um garoto que ainda gosta de super-heróis e vejo um homem que tenta ser meu herói o tempo todo. Vejo que ele quer sempre me fazer rir, mesmo com cócegas forçadas, que me dão falta de ar e me deixar fula da vida.
Vejo um olho menor que o outro e isso fica mais visível nas fotos. Mas nem ligo. O abraço dele é o melhor e mais aconchegante do mundo. E o seu braço direito, que eu durmo todos os dias, são os travesseiros mais macios que alguém poderia ter.
Vejo alguém que pensa no futuro dele e no meu. E que quer ter filhos comigo, mesmo eu sendo a mais chata de todas. Vejo um menino brincalhão que chega a me irritar de tão bobo, mas que é 10 vezes mais romântico que eu. Vejo alguém sem egoísmo, que se preocupa com os outros e que um dia me falou que a Lua o fazia lembrar-se de mim.
Vejo um Nerd que gosta de videogames, mas que vai caminhar no parque só porque eu gosto. Que odeia shopping, mas encara compras de horas porque sabe que isso me faz feliz. Aliás, estar com ele, a qualquer momento, já me deixa feliz. Vejo alguém que demorou tanto pra descobrir que me amava. Demorou pra dizer que me amava. Mas que hoje me faz sentir a pessoa mais amada de todas. Vejo alguém que vive reclamando que está gordo, mas que eu o amaria mesmo que parecesse com o Maradona.
Vejo alguém que me faz feliz apenas com um sorriso.
Eu procuro e acho, às vezes nem busco e encontro mesmo assim, e sorrio de doer a face ou choro de arder os olhos.
Eu me abro teimosamente e faço planos corajosamente, quebro a cara como num ensaio, mas logo percebo que é vida real e que a vida é real; junto os cacos novamente e me refaço outra vez, colando cada pedacinho bravamente.
Eu me perco, me procuro e me acho; hora é rápido, hora demora, mas me acho.
Eu me doo de bandeja, tanto, entregue, sem meios termos, sem metades, com fome de felicidade, faminta como sou, de forma tão harmoniosa, na ânsia por reciprocidade; mas a vida nem sempre nos mostra e nos sacia como queremos, inteiro, farto e pleno. E, mais uma vez, eu não enxergo, não me satisfaço.
Eu durmo de olhos abertos, sonho acordada, desperto para a realidade e continuo a viver da melhor forma possível, porque a vida é real mesmo quando dormimos, mesmo quando sonhamos e despertamos.
Eu tropeço, até caio, mas levanto e sigo em frente, em meio a lágrimas e risos, porque a vida não para quando tropeçamos nas inevitáveis pedras, ela para se resolvemos não levantar. E isto não é justo.
Eu vejo que por mais que na vida as coisas às vezes pareçam mal explicadas, exatamente quando buscamos entender, nem sempre veremos tudo tão claro quanto queremos, mas que teremos que continuar caminhando com uma venda nos olhos, porque entender, muitas vezes, não depende só de nós;
Eu entendo, então e porém, que a vida é muito mais que apenas Eu; Ela é o meu redor e as pessoas que de mim precisam além de eu mesma precisar; é achar tantos outros motivos para sorrir em tantos outros lugares, de tantas outras formas e com tantas outras pessoas e sentimentos, que derramar lágrimas por um único, constantemente, é perda de tempo precioso, por configurar o mais puro egoísmo pessoal.
Entendo também, juntando tudo, que um dia choramos, outro sorrimos, e que das tentativas não saímos ilesos, mas que ser feliz, no final das contas, é o que mais importa e que inúmeras são as maneiras e, principalmente, razões para isso. Graças a Deus.
Eu já vivi por dias esperando que em um momento tudo se torna-se real. Torna-se real tudo aquilo que eu sonhava, me inspirava, suspirava e pedia.
Pedia que o vento a cada dia, me desse força para suportar o momento da espera.
Uma espera grande; Como se eu estivesse sentada, totalmente imóvel dentro de uma grande sala para embarque e desembarque.
Somente observando o vai e vem de pessoas. Indo e vindo. Subindo e descendo.
E em mim surgia apenas expectativas e sonhos. A cada piscar de olhos, a minha mente se remediava ao encontro das luzes que meu cérebro transmitia criando caminhos brilhosos gravados em sangue em neurônios e tudo se passava em milésimo de segundos.
Ao abrir os olhos, novamente uma nova expectativa eu encontrava.
Mas eu sabia, que um dia, seria a minha vez de ser chamada. Me levantaria e percorreria o caminho que haverá escolhido por aquele que esta acima de nós e de tudo. Por aquele que escreveu o seu nome em letras chamuscadas de ouro resplandecente.
E esse momento chegou. O momento é o hoje. O Agora.
MÚSICA ALTA
Ontem eu fui ao inferno em busca de aventuras
O som estava alto do jeito que eu gosto
O cheiro era morno, a cerveja era quente
Risadas histéricas, uma loira gelada
Dançando lindamente
O inferno acolhe em seus braços
Bancando o indulgente
As almas enfermas, de olhar embebido
Em água e sódio
Que carregam o triste sorriso do incoerente
E celebram para abortar o ódio
O inferno te envolve em um enredo
Te lambe sem segredo
Com sua língua bifurcada e repelente
Enquanto a vida, obediente
Segue o curso que seguiria se você não tivesse o medo
De viver e de ser gente.
Tudo o que você ama e preza
O inferno ignora
O vendedor do ingresso te despreza
Quem você amava, morreu
A bússula que te norteava
Agora só aponta para baixo
As crianças cresceram e não carregam nada seu.
Você agora é um morto-vivo
Que passa os dias olhando sua vida estagnada
Através de uma janela trincada pelo calor
Você não sente nada.
A música fica alta demais quando você quer descansar.
Eu me recuso a crer que as pessoas estão valendo mais pelo ter que pelo ser.
Eu me recuso a crer que há pessoas deixando a vida passar por medo de viver.
Eu me recuso a crer que todos os dias há gente matando gente seja tirando a vida ou roubando os sonhos.
Eu me recuso a crer em tantas coisas que vejo, em tantos porquês sem resposta enquanto a vida passa e leva tudo embora.
Eu creio em gente que ri, chora, ama, vive cada segundo, em gente que ainda valoriza pelo ser, em gente que se orienta pelo coração, que não tem medo de sentir e não tem medo do mundo.
Eu creio que a vida é uma caixinha de surpresas e num piscar de olhos tudo pode mudar e no final de tudo as pessoas vão esquecer-se do que dissemos ou fizemos, mas sempre se lembrarão de como as fizemos sentir.
Enquanto, lá fora a vida passa, como esta ai dentro?
RECADO AO UNIVERSO
Eu quero viver contigo
na praia ou no campo,
pelo resto da vida.
Ah! eu quero tanto!
Faremos os nossos pratos
vegetarianos, plantaremos flores
e morangos, limparemos
carinhosamente o nosso recanto.
Eu quero despertar
e te acordar com beijos e
lhe servir a salada de frutas,
para dizer no teu ouvido,
veja: a cortina romântica
de rendas, alega que o Sol
está carente e quer ser elogiado.
Então, na praia deserta,
vou cobrir os teus pés
com os búzios que viajaram tanto.
Só então beijarei teus delicados tendões.
Ao meio dia
após um banho refrescante,
te matarei de rir,
mordendo-te as ancas rosadas pelo Sol,
e no restante da tarde, após
ter avermelhado suas coxas divinas
com mordidas mil,
vou surfar em suas costas
no entanto, se quiseres, eu serei
a prancha e, serão tantas
as ondas, que adentraremos
vivos no paraíso, como
o êxtase do surfista que fez um "tubo".
Mas consequentemente
chocados pelo impacto da luz
e do sopro de vento,
seremos arremessados,
desfalecidos no nosso leito.
Por sorte nossos enormes cães,
farão sentinela,
para que tenhamos um
sono bem merecido,
até o Sol se despedir satisfeito.
Ancoragem
Eu quis viver como se dançasse
pelo grande espaço, livremente,
em total liberdade.
Quis sentir a leveza do corpo,
como se flutuasse a vida no Todo.
Eu quis a paz desconhecida,
descobri-la em mim
como a encontro nas paisagens.
Quis luz nos pensamentos,
jamais a densidade e consistência
que possui o lado oposto.
Eu quis o certo,
não ser criticada por isso,
extravasar sem medo a pureza
das minhas atitudes,
a maciez de sonhos claros,
precisão nos meus intentos...
Desejei virtudes
e poemas que representassem
o balé da minha vida.
Mas... as sombras conspiraram
e pessoas me amarraram
ao pé da mesa.
Não pude fugir nem se refletiu em mim
o brilho das estrelas
E foi naquele de repente, que mais parece cultivado há tempos.
Eu fui no impulso, impulsionada pelo destino que já tinha definido tudo aquilo que temos hoje.
Eu me encantei com o fato de a gente dividir o café, o seu braço me envolvendo em frente a Tv, o seu jeito de acompanhar cantando a música no carro, de seguir meu olhar durante o trajeto até sua casa.
Me encantei com a sua falta de pressa no portão da minha casa, me repetindo abraços e beijos sem medo de nada.
Você me encantou sendo tão família assim, gostando de cachorros e com tanto jeito pra pegar bebês no colo.
Ah que coisa linda é você demonstrando amor pela sua mãe, e pra melhorar você cozinha bem, você me faz um bem danado.
A gente nem viu, e veio.
E foi assim que me encantei, em cada canto dos seus encantos me encontrei.
E por tudo, valeu!
Cada momento que eu pude abraçar,
Cada palavra dita por um olhar,
Cada gesto, cada toque,
Cada beijo.
E por tudo, valeu!
Pelo mais simples sorriso esbanjado,
Pelo carinho que foi trocado,
Pela companhia, pelo aprendizado,
Pela brincadeira, pela discussão.
O que antes era só alegria,
Hoje só resta a lembrança de uma ilusão.
Nesse meu mundinho, eu quero paz e alegria. Amor e sabedoria.
Gritos e calmaria. Calor e frio. Chuva e sol. Quero água e vinho. Beijos e abraços. Quero pureza. Quero natureza. Quero o que vem de dentro. Quero sofisticação do belo. Quero o elo. Quero jogar para o alto e deixar pra ver se volta. Quero vida.
É que eu tenho mania de rir fervorosamente, descompassadamente, sem freio nem receio. Motivo suficiente para conquistas e olhares tortos. Quer saber, que olhem!
Meu riso não se tira fácil e incomoda, eu sei.
Mas é assim que tem que ser. É assim que é.
Esse meu riso frouxo e extremo é a marca de quem eu sou, e num futuro incerto, será o eco de quem eu já fui.
Eu sei bem como
é,antes ninguém te
oferecia ajuda,agora te
oferecem e olha só
todos querem ajudar
que lindo! Porém eu sou
mais esperto,eu sei
muito bem e
conheço,depois vai ter
uma cobrança,
eu sei
que vai e não quero que
isso aconteça,NÃO SOU
UM ESTÚPIDO BURRO,EU
NÃO NASCI ONTEM,EU
VOU IMPEDIR ISSO! Não
quero que depois me
joguem na cara,eu
posso conseguir isso
não importa o tempo
que leve,eu tenho
paciência,agora .....não
vou aceitar uma ajuda
que sei que depois vai
ter algum tipo de
cobrança.
A falta que me faz.
Toda noite à saudade bate a minha porta e, eu me faço perguntas das quais eu sei que seriam impossíveis obter qualquer resposta. O amor desde o inicio foi ingrato conosco.
Faltou confiança, fidelidade, carinho e mesmo assim você sempre me dizia que era amor, sim era amor, só da minha parte a sua parte era costume por medo de ficar sozinho. Só pode ser considerado amor quando é completo, uma só parte é pouco, só a minha parte é insuficiente.
Sempre tinha a sensação de três pontos, não sabia se estava no caminho certo, você havia se tornado uma interrogação na minha vida, e eu sempre em busca da exclamação. Sou uma mulher de certezas que você não tinha aprendido à lidar ainda.
Não queria a companhia de ninguém, passei aquela tarde sozinha no meu quarto, rasguei as fotos e só chorei. Queria lavar a alma, limpar o coração. Você sabe como sou, outro dia sentada na praça encontrei uma senhora e, acabei contando nossa história desde o inicio ela me disse que eu errei quando sai de uma outra paixão e não dei tempo pro coração se recuperar, ele é frágil e não reage à muitos tapas. Dessa vez mesmo sem saber o que farei daqui pra frente farei uma faxina, as borboletas você matou e agora irei enterrá-las, no coração eu colocarei amor próprio esse tal que você conhece bem, afinal o único amor que você demonstrava ter era por você mesmo. Não quero bebidas, baladas e muito menos outros caras por uma noite, quero aprender à ser feliz com a minha presença na qual você nunca deu valor.
É triste ver seu choro e não poder chorar junto, não saber se é drama ou se é porque viu que perdeu a única mulher que sempre viu o seu melhor e te amou pelo que você é, faz falta ouvir sua voz todos os dias e apenas sorrir por isso, e hoje quando vejo suas ligações deixo tocar até você desistir. Já chorei uma noite e fazer isso mais vezes é desperdício de tempo. Tempo é algo precioso e o meu eu não perco mais contigo, to indo de carona com a vida ao encontro da felicidade meu amor.
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