Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Eu não quero ser essa gente que vive se cansando.
Não sonho em encontrar alguém que me ame completamente, isso eu larguei no travesseiro.
Anseio por calor humano e demonstração de afeto. Pessoas que deixem seus jogos de ego no lixo, não sei brincar com sentimentos.
Estou desistindo enquanto eles imploram para que eu continue.
Eles não sabem nada e tampouco de mim.
Desistir é ser mais do que forte. É dar espaço pro novo e olhar para trás com o coração aliviado.
Eu desisti, mas não de mim.
DIA DAS MÃES SEM A PRESENÇA DELA!
Para aqueles que, assim como eu, não tem mais sua presença terrena, ela sabe que somos seu espelho de vida, e assim desejo o mesmo a você o que desejo a minha mãe. Amor incondicional. Sinto sua presença a cada minuto por todo o santo dia. Mãe quando tem o amor recíproco do filho, sua dor causada pela separação que se faz necessária para que outras futuras mães possam nascer, continuará ela a sentir que ainda será amada e presente na vida de seus amores filiais.
O mundo espiritual matou a morte, e assim mais rapidamente ela se conscientizará que ainda vive e viverá eternamente, mesmo que separados pelos projetos divinos. Essa passagem obrigatória entre as moradas do criador funcionará apenas como uma promoção de acordo com seu merecimento, mas nunca cairá no esquecimento daqueles que os amam verdadeiramente.
E você mãe, que sofre pela dor da perda de seu filho, tenha fé na providência divina, pois amor que é amor não é orgulhoso ou egoísta, cada um de nós temos nossa missão a cumprir nessa estada terrena. Crê que um dia o reencontro acontecerá, e se não crês, não tem problema sabe porquê? Pelo simples fato de que, se é amor ele nunca morrerá! Pense nisso pois tens outros filhos para criar.
Feliz dia das mães!
Cada ponto de luz que eu vejo
é sinal vermelho
e eu não estou no trânsito
Eu tô me sentindo estranho
Cada ponto de luz que eu vejo
Eu tô me sentindo estranho
Deixa eu virar criança
deixa eu entrar na dança
E ser mais feliz
Sem culpas sem saber porque
Não há motivos para não arriscar
o que dizem não existir
Resistir sem dor
Nos apaixonar pela idéia do amor
Viver eternamente
é ter na mente
ternamente o viver
Eu costumava ficar com raiva quando alguém agia com ingratidão, mas parei porque isso não resolvia a situação e só me deixava mal.
Eu costumava procurar as pessoas que eu gosto, mas como não havia procura delas por mim, parei de procurar também.
Eu era do tipo que quando via um amigo apertava a mão e dava um abraço forte e quando via uma amiga dava um abraço e um beijo forte, mas como eles(as) não pareciam confortáveis e nem recíprocos com isso, também parei.
Eu costumava me doar a qualquer pessoa que me pedisse um conselho, uma ajuda, uma conversa no portão de casa, mas percebi que não podia esperar dessas pessoas o mesmo empenho que eu tinha, então limitei minha solidariedade.
Eu já sacrifiquei muitos programas que gostaria de ter feito para fazer companhia a alguém, mas percebi que isso era sempre considerado muito pouco, então parei de esperar reconhecimento.
Eu já fui aquele cara que era o único que restou para uma pessoa se aconselhar quando estava com problemas, sejam financeiros ou amorosos ou de qualquer natureza, mas depois de um tempo percebi que quando a pessoa supera a fase difícil, se esquece de quem ficou ali com ela, então parei de me importar.
Eu já fui aquele cara que mergulha de cabeça e hoje entro pela escada. Em muitos sentidos.
Após alguns anos, colecionando essas reações, percebi que a única coisa que fiz foi me tornar um ser humano pior por querer que os outros me considerassem tão importante quanto eu os considero ou já considerei.
Estúpido, não?
Ainda bem que estou voltando a ser eu mesmo, tentando não esperar nada em troca.
Talvez isso seja a tal maturidade... Ou não!
Estamos juntos há tanto tempo agora
A música, música e eu
Não ligo se todas nossas canções rimam
Agora música, e eu
Só sei que quer que eu vá
Estamos tão perto quanto dois amigos podem estar
Houve outros
Mas nunca dois amantes
Como a música, música e eu
Pegue uma canção e venha comigo
Você pode cantar sua melodia
Em sua mente, você encontrará
Um mundo de doce harmonia
Aves emplumadas vão voar juntos
Agora música, e eu
Música e eu...
Eu penso, mas não posso dizer!
Se eu falar, uma guerra pode começar!
Eu sinto mais não posso expressar!
Só eu e o meu turbilhão de sentimentos!
Mas cansa tentar fingir que esta tudo bem quando não está!
Acreditar que tudo vai mudar quando se ouve isso pela milésima vez e até então nada mudou!
Ter que olhar nos olhos dos outros e fingir um sorriso,
Enquanto, se eu pudesse evitaria até a mim mesma.
Só quero deixar minhas lágrimas rolarem e parar de fingir sobre meus sentimentos!!
Está tudo tão confuso aqui dentro que acho que vou pirar!
Queria sair gritando pro mundo inteiro mais sem que ninguém pudesse me ouvir!
Fugir de todos! De tudo! De mim!
Mas não quero me afastar de você!
As vezes sinto vontade de me cortar! Ver sangrar!
Ver meu sangue escorrer lentamente!
Acho que se eu morresse seria uma boa saída!
Acho que seu morresse, ninguém sentiria falta!
Talvez duas ou três pessoas!
Mas jamais terei coragem de trair meu Senhor, que sofreu tanto por mim!
Jamais terei coragem de ir contra suas leis!
Perdão meu Senhor, se te magoo com esses meus pensamentos imbecis!
Mas eu precisava desabafar de alguma forma, antes que isso tudo explodisse dentro de mim!
Escrever foi a única maneira que achei de desabafar minhas angústias!
De falar pra todo mundo o que não quero dividir com ninguém!
Sendo assim, acho que é isso!
Só não sei se é ''FIM!''
Por toda parte eu vou persuadindo a todos, jovens e
velhos, a não se preocuparem exclusivamente, e nem tão
ardentemente, com o corpo e com as riquezas, como devem
preocupar-se com a alma, para que ela seja quanto possível
melhor, e vou dizendo que a virtude não nasce da riqueza, mas
da virtude vem, aos homens, as riquezas e todos os outros
bens, tanto públicos como privados. (Apologia de Sócrates)
Se eu quisesse escrever algo que explicasse tudo
escreveria um dicionário,
o que não teria graça alguma...
Eu não quero ter respostas prontas,
quero uma vida de perguntas,
não quero entender as perguntas
quero é viver as repostas.
A graça de escrever a própria história
é não ter pressa de se saber o final.
Eu sou uma ilha desconhecida, perdida algures neste oceano. Não me conheço, não me sinto, não me tenho e quando me procuro, não me encontro. Tento dar um pouco de mim, todos os dias. Tento libertar-me e gritar quem sou. De que me serve tudo isso? Sou uma ilha desconhecida, igual a qualquer outra. E como qualquer outra, espero um barco que me mostre, afinal de contas, quem sou eu e o que faço perdida no oceano, no meio de tantas ilhas todas diferentes, todas distantes.
(Somos todos uma mera ilha desconhecida. Partilhamos o mesmo oceano, mas não partilhamos os mesmos rumos. Somo-nos desconhecidos. Não nos conhecemos a nós próprios, muito menos aos outros.)
Ironia da Vida!
Eu tentei me afastar para não sofrer, mas o irônico é que sofri demais, ainda por causa da distância...
Claro que ele tem segredos, não posso culpá-lo, eu também escondo algumas coisas dele, dói um pouco, sabe? Ele conta coisas para suas outras amigas, que eu não tenho conhecimento e vice-versa.
Só que o problema é que me apeguei demais, acabei colocando sentimentos demais nisso tudo, sabe?
Ele era tão legal, divertido e cativante.
Virou meu irmão postiço e eu realmente o amava como se fosse!
A grande ironia da vida.
Parece que ela aproxima a gente de certas pessoas e depois acaba desmoronando nosso coração...
A ironia da vida é acabar com os sentimentos das pessoas mais sensíveis e inocentes, ele parece estar feliz, parece não sentir minha falta, essa é a pior parte.
Fui dura e grossa com ele, tentando cortar nosso elo, mas na minha cabeça eu tinha uma ilusão, pensei que você não fosse desistir de mim tão fácil.
Achei que você se importaria a ponto de tentar reconquistar nossa amizade, bom, foi mais fácil e também mais difícil, eu me negava a acreditar, eu tinha tanta certeza de que você sentiria minha falta e, quando isso acontecesse, você ia largar tudo, as amizades erradas, as coisas erradas, tudo!
E quando isso não aconteceu, meu coração mais uma vez se quebrou e eu fiquei ali, sofrendo sozinha, sem meu irmão pra me consolar, eu sei que você ainda é o mesmo, bem lá no fundo, você não mudou, seu coração ainda é bom!
A minha única pergunta é: por quanto tempo ele vai ser bom?
Será que, quando você perceber, não vai ser tarde demais?
Pra namorar comigo tem que deixar eu dormir com meus quatro travesseiros agarrados e não me acordar antes das 10 hrs.
Só acordo com cheiro de café e pão fresco.
Não tire meu celular do silencioso e nem tente me seduzir pela manhã.
Sou realmente uma pessoa bipolar e cheia de manias.
Não gosto de me sentir sufocada e nem abandonada.
Sou extremamente dramática.
Mas quando amo sou inteira.
Fujo do Amor (mas ainda espero por ele)
Eu fujo do amor.
E não é porque não acredito.
É porque, quando ele chega, eu tremo.
Tremo porque já acreditei antes…
E fiquei com as mãos cheias de nada.
Eu fujo do amor porque ele sabe entrar,
mas nem sempre sabe ficar.
E eu tenho medo.
Medo de ser mais uma vez abrigo temporário.
De ser casa que acolhe e depois vira lembrança.
Mas eu também quero.
Quero esse amor que não chega gritando,
mas se aproxima devagar e fica.
Que entende o meu silêncio.
Que não me cobra ser forte o tempo inteiro.
Fujo…
mas se me olham com verdade,
se me tocam com cuidado,
eu desarmo.
Porque, no fundo, eu ainda espero.
Espero por alguém que venha com presença,
com firmeza no gesto e leveza no olhar.
Que me beije como quem tem tempo.
Que me deseje, mas também me cuide.
Que não corra quando me encontrar vulnerável.
Então sim, eu fujo.
Mas se for amor de verdade…
pode vir atrás de mim devagar.
Pode me alcançar.
Pode me mostrar que amar não é sempre perder.
E que, dessa vez,
eu não vou precisar me despedir de novo.
Eu não sou o centro do mundo — e isso, por vezes, me salva.
Penso no outro antes de pedir.
Não quero ser fardo, não quero ser vitrine, não quero ser caso.
Mas também aprendi: quem quer ajudar, chega sem barulho,
senta no chão da minha sala, não corrige meus mapas,
e, se nada puder fazer, empresta o silêncio — aquele que não julga.
Carta aberta ao meu eu de amanhã
Eu não sei se consigo. Está difícil — tão difícil que até as palavras me pesam no peito. Mas saiba: estou indo além de todos os limites que imaginei suportar.
Se, por acaso, eu desistir no meio do caminho, não entenda como fraqueza. Entenda que lutei cada segundo com a esperança de te entregar algo melhor do que sou hoje. O eu de ontem é testemunha de quantas vezes precisei ser mais forte do que conseguia, mais firme do que podia, mais resistente do que acreditava ser.
Se amanhã eu não chegar inteira, me perdoa.
Perdoa por não ter sustentado todos os sonhos, por não ter conseguido carregar o peso que me exigiram, por não ter sido suficiente. Se eu desistir, você nunca chegará a ler esta carta — porque terei perdido a guerra dentro de mim.
Mas, se por acaso eu resistir só mais um pouco, saiba que foi por você. Para que viva o extraordinário que eu não me permiti viver.
Porque, mesmo cansada, ainda acredito que o amanhã pode me acolher com mais ternura do que o hoje.
Um adjetivo sobre minha personalidade: Extremista.
Sou mesmo. Não nego! Eu não sei ficar sorrindo amarelo por aí. Vou sorrir se essa for a minha vontade, e não adianta fazer cócegas: acredite, se a coisa estiver ruim, ela vai piorar.
Sou sincera, e se você me perguntar se está bonito, e não estiver, não espere que eu minta. Então, se não quer a minha opinião, não pergunte! É simples, poxa.
Eu sou assim: Uma bola de sorvete não me satisfaz, não gosto de emprestar livros dos outros porque, na verdade, quero ter os meus, e nunca consegui entrar em uma loja e comprar só aquilo que eu estava precisando. Meus banhos são quentes ou gelados. Nunca mornos. E meus relacionamentos são assim também. Eu quero tudo, quero do meu jeito, quero sempre mais. Nada de miséria!
Portanto, para se aproximar de mim, já aviso: Venha inteiro. Completo. Transbordando. Não faça muitas perguntas. Não tente me mudar. E não me faça cócegas, me faça feliz.
Eu sozinho sou mais forte
Minh'alma mais atrevida
Não fujo nunca da vida
Nem tenho medo da morte
Eu sozinho de verdade
Encontro em mim minha essência
Não faço caso de ausência
E nem me incomoda a saudade
Eu sozinho em estado bruto
Sou força que principia
Sou gerador de energia
De mim mesmo absoluto
Eu sozinho sou imenso
Não meço nunca o meu passo
Não penso nunca o que faço
E faço tudo o que penso
Eu sozinho sou a Esfinge
Pousado no meio do deserto
Que finge que sabe o que é certo
E sabe que é certo que finge
Eu sozinho sou sereno
E diante da imensidão
De toda essa solidão
O mundo fica pequeno
Solidão!!!
Eu sozinho em meu caminho
Sou eu, sou todos, sou tudo
E isso sem ter contudo
Jamais ficado sozinho
Crônica: Quando eu não estiver mais aqui.
Hoje escrevo para meus quatros filhos: Priscila, Rafaela, Camila e Felipe. Embora a carta demore muito em chegar às suas mãos, ou talvez nem chegue, mas quero que saibas o quanto eu amo vocês, o quanto são importantes para mim.
Mas se por acaso amanhã eu não estiver mais aqui, peço que não chores, e nem fiquem com raiva de mim, eu tentei ser o melhor pai para vocês, desculpem-me pelos os achaques de seu velho pai, que anda e vive muito estressado com todo o contexto, mal humorado, impaciente, rabugento, sensível até demais, etc., e que não vem conseguindo sorrir e principalmente fazer sorrir a suas próprias famílias e filho.
Me perdoem quando por a caso estiver chorando e eu não puder estar presente para enxugar as suas lagrimas, eu serei aquela brisa gelada, o vento calmo e o raio de sol pela manhã. Só peço que sempre que tiverem um tempinho olhem para o céu e ore por mim. Sei que vai ser estranho acordarem no dia seguinte e não receber uma mensagem minha no celular ou alguma chamada perdida. Vocês irão acordar e ainda não terá caído a ficha que não estarei mais aqui. E, então, irá bater um desespero e vocês tentará ligar pra mim, mandar várias mensagens, deixar recados e nunca irão ser retornadas e quando vocês pensarem nisso, mais uma lágrima irá escorrer. Me perdoem, novamente, por não poder enxugá-las. Quando isso acontecer, apenas olhem para o céu e diga “eu te amo, você foi uma pessoa importante para mim e sempre esteve comigo”. Não precisa se desculparem e nem se arrependerem de nada. Não precisa chorarem sempre, mas chorem um pouco ao lembrarem de mim ou sorriam, só pra eu saber que vocês ainda se importam comigo.
Beijos minhas filhas e meu filho!
Quer saber? Eu adoro ser diferente.
É, gosto mesmo é de não ser igual a todo mundo, de ser um exemplo das exceções, de fugir às regras, de não ser incluída em generalizações.
E aliás, eu também nunca me importei quando me chamaram de anti-social ou coisa parecida. Não me ofende, eu não me importo.
Não sou obrigada a curtir balada e saber dançar. Também não sou obrigada a acreditar no que todos acreditam ou fazer o que todos fazem.
Eu assumo o compromisso de ser sempre eu, mesmo sabendo que isso possa me afastar das pessoas, por que eu sei que se eu fizesse o contrário não teria êxito nenhum.
Eu posso até ser boa atriz quando se trata de palco. Mas na vida real, me perdoem, não quero interpretar nenhum personagem que tire de mim a essência de ser eu.
Porque eu não quero mais, sabe?
Porque muita coisa mudou, e dizem que aos 30 as mulheres ficam com mais preguiça de tudo que não é incrível.
Eu cansei de noites em claro com quem não muda o meu dia.
Cansei de minutos ao telefone, com quem não diz exatamente o que eu preciso ouvir.
Não sei mais desperdiçar carinhos.
Não é qualquer mensagenzinha no celular que acelera meu coração.
E entre meu sofá e um gostosão sem cérebro... deito e durmo tranquilamente.
Não troco facilmente meus livros por uma noite suando na balada e uma madrugada fedendo a cigarro.
Aliás, homens que fumam eu risquei da lista. Os que dirigem bêbados também. E dos que não tem muita intimidade com a gramática, tô fora! Eu sei que a lista diminuiu consideravelmente. E as possibilidades de "desencalhar" também. Mas eu não faço questão de nada agora, sabe? Lembro que aos vinte eu sentia uma carência enorme quando ficava algumas semanas sem alguém...
Se uns acham que fiquei mais fria perto dos 30, eu digo que fiquei é mais seletiva. E o amor-próprio? Vai muito bem, obrigada! E admito, um amor cairia muito bem! Mas amor de verdade, sabe? Daqueles que transmitem paz só de olhar. Alguém que me aceite com todo o meu histórico de amores mal sucedidos, e minhas teorias malucas sobre o verbo amar.
Alguém de quem eu não precise mais do que a minha própria vida, mas que precise de mim pra vida inteira. Alguém só meu. E que não sinta necessidade de ser de mais ninguém. Não quero o cara sarado da academia, quero o cara de coração bem resolvido.
Não quero o cara perfeito. Só quero o meu cara.
E por isso eu espero, sabe? Sem procurar, porque isso me cansa demais. E eu ainda sou meio à moda antiga. Ser conquistada, pra mim, tem muito mais valor.
Eu ando naquela fase de me amar, pra saber ser amada depois. Eu ando me redescobrindo e me apaixonando por mim mesma. Tirei do baú os velhos gostos que sempre fizeram de mim uma boa companhia pra mim mesma. E vou vivendo. Não seguindo o fluxo das coisas. Vou vivendo do meu jeito, com as minhas manias, os meus livros, as minhas poesias, minhas músicas e meu sonho secreto de encontrar meu príncipe, mesmo que não seja tão encantado assim, e de finalmente, viver o meu “felizes para sempre”.
Porque a felicidade que eu tanto procurava nos outros, eu encontrei dentro de mim.
[K]
Hoje, eu queria apenas
Desaparecer...
Pra não olhar nos olhos de ninguém
Queria
Encontrar um anjo que me desse a mão
Que me dissesse que minha vida
É apenas de faz de conta...
Que eu sou feliz ...
Que tenho alguém que me ama
De verdade, com força e verdade
Hoje, eu queria apenas
Morrer...
E experimentar a tal vida que há do outro lado...
Queria apenas alguém que me olhasse
E dissesse pouco... mas verdadeiro.
Hoje, eu queria renascer
Começar tudo outra vez...
E acordar ao lado
De alguém, que me amasse assim
Como sou...
Alguém que não me apontasse os erros
Mas que em elogiasse os acertos...
Alguém que olhasse os meus cabelos
Que ouvisse meu chamado...
O chamado silencioso
Dos meus olhos
Gritando por socorro.
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