Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Esclarecimento para os de fogo
eu sou água:
evaporo e sumo - ou me deixo ser guardada nalgum canto
escassa e exagerada, líquida e sólida, fria e quente
doo, a mim e em mim – seja por mudança ou presença, seja por transformação ou estagnação, seja por necessidade ou não.corro, escorro, caio: só paro se congelada – mas aí já é prisão.
Tal como água, só sirvo se limpa: que seja claro.
Odeio poeiras:
incertezas, inseguranças, indecisões, imprevisões, ins quaisquer que me trazem a confusão - que já tenho em mim e que só faz crescer com os outros.
EU SOU ÁGUA:
apago-te ou incendeias logo tudo de uma vez.
O que eu vou levar pra minha casa
Depois de passado meu tempo, quando na lista infindável dos dias impressos no calendário já não houver junhos para mim, de volta pra casa vou levar sem arrependimentos:
Muitos sorrisos que dei. Algumas risadas esparramadas nas conversas com minha mãe; detalhes do olhar que meu pai tinha sobre tudo; os laços que tenho atados aos meus irmãos; muitas músicas; a surpresa diante de qualquer pássaro. Diante de qualquer beleza que voa; o silêncio diante das belezas – que sempre foram minhas mais indescritíveis preces.
Vou levar alguns sábados à tarde, e algumas sextas-feiras inesquecíveis. E a lua.
Vou levar muitos textos que amei; as cores das flores e do céu. Vou levar pedaços bem grandes dos outonos e suas luzes mágicas. Vou levar meus amigos, tios e tias, primos e primas e minhas histórias de infância. Vou levar meu amor incondicional pelas árvores e pelo que há de mais pequeno e verde. Vou levar as pequeninas flores do campo e sua singeleza coberta de manhãs.
Vou levar minhas meninas margaridas, porque sem elas nenhum lugar será completo. Vou levar o que tenho sido e o que não consegui ser. Vou levar meus meninos – a filha e o filho que criei. Vou levar o barulho das águas que habitam o mundo das mais variadas formas até chegarem ao lugar em que, juntas, se chamam mar.
E do mar vou levar o cheiro. E vou levar as palavras, porque sem elas não há salvação.
Vou entregá-las a Deus e deixar que Ele escreva em mim o último, o derradeiro, o mais perfeito poema.
E que, assim, eu possa ver a verdade – que a morte é simplesmente o jeito que Deus tem de nos fazer poesia.
Eu na minha vida
Eu na minha vida já passei por tantas coisas. Que no meio dessa caminhada eu conheci várias pessoas e me relacionei com muita gente. Já me relacionei com pessoas que eu achei que eram fantásticas. Caras bonitos, bem apresentáveis, com a vida estabilizada e que podiam ter várias mulheres ao seus redores. E eu sempre me queixava: “O que um cara desse ia querer ter comigo?”. Não tenho a vida estável, não me achava tão bonita e muito menos fantástica. Então eu acabava me colocando para baixo por saber que tem pessoas “melhores” do que eu. Mulheres mais bonitas, mais inteligentes, mais gostosas, mais atraentes e mulheres mais incríveis do que eu. Percebi que isso era coisa da minha cabeça, percebi que me fazia mal e isso me destruía por dentro. Acabava com o meu ego, acabava com a minha autoestima. Isso me fazia duvidar de mim mesma. Até que parei e pensei. Sempre terão pessoas mais bonitas, mais legais, mais simpáticas, mais qualificadas, mais atraentes, sempre. Mas não vai existir uma outra de mim e muito menos uma outra de você. Não terá outra com as mesmas características, com todas as qualidades e os defeitos iguais. E que a beleza é algo tão subjetivo. Comparar algo em relação a que? Em relação a quem? Como fazer parâmetros dessa forma? Pode ser que eu seja mais atraente para o fulano, já para o ciclano eu sou apenas mais uma. Desde então, parei de me diminuir, de me colocar para baixo. Percebi que sou uma mulher incrível e que todas nós somos. Do nosso jeito! Com os nossos defeitos, com as nossas manias e com os nossos costumes. E se somos incríveis, merecemos o mesmo também!
Risos involuntários,
Olhares abaixados,
O mundo pode se acabar,
O céu desabar,
Mas se eu estiver com você,
Pouco iria me importar,
Olhares verdadeiros,
Sorrisos sinceros,
Nossas mãos se tremem,
Nossos braços pedem abraços,
Nossos lábios pedem beijos,
Tento não fazer poesia,
Mas essa imagem me erradia,
Talvez eu seja um pássaro naquela cortina,
desejando ter a vida de um homem sem saber da sua sina.
"Eu digo sim a vida.
Digo sim às oportunidades que se abrem diariamente diante de mim.
Meu sim vale ouro! Permito-me ser quem eu sempre quis. Ouso, visto aquele sorriso que se doa sozinho por onde passo e distribuo minha essência através de abraços.
E é sorrindo que eu digo sim.
Sim a minha felicidade e que ela venha redondinha bem do jeito que sonhei, sim a novos sorrisos que encontro, sim ao acaso.
E assim desabrocho como manhã de primavera, estendendo pétalas macias e perfumadas janela afora me doando por inteira ao mundo que me espera.
Exuberante como flor fora de época, desperto olhares curiosos e admirados por tamanha ousadia.
Imagine você quanta loucura florescer assim preguiçosamente em meio a uma selva de pedras.
Digo sim a isso também.
Extravagar. Sair do padrão, seguir minha autenticidade.
É preciso ter muita força para dizer sim a seu eu.
Tudo te puxa contra, existem sempre outras prioridades e você acaba colocando seu sim de lado.
Por isso anda tudo demasiado igualado.
O seu sim destaca, é aquele brilho no olho que falta, aquele cantinho dos lábios que permanece sempre levantado, aquele perfume de vida que você exala pra todo lado.
Eu digo sim e você?!"
Quando eu fechar meus olhos pela última vez espero estar olhando o mar e para linha do horizonte para sempre navegar
E para você que me mostrou o que é o querer, o que é sorrir e me ensinou a sonhar,
a saudade mora no entardecer e é lá que vou estar.
E para a linha do horizonte para sempre navegar.
Pccmagdalena
Eu te amo no clarão do dia limpo e na brisa da noite sossegada,
na simplicidade de como o sol invade meu quarto,
e de como a chuva alegre dança sobre o meu teto.
Amo na intensidade que posso sentir o cheiro das cores,
Amo que nem sei o vocabulário correto,
é mais que carinho,
mais que afeto.
A casa da Vovó
A casa da vovó era tão grande, lá eu me sentia Latifundiário em vinte metros quadrados, lá eu subia no muro que parecia o de Berlim , lá eu subia nas Goiabeiras, nas pitangueiras e não tinha medo de subir, de cair, de sussuarana e nem tão pouco de perder a hora do almoço porque eu sabia que meu anjo envelhecido ali estava para me lembrar ,carinhosamente , que meu prato preferido estava na mesa.
A casa da vovó era tão grande , lá , no quintal, tinha uma enorme pedra, que hoje, diante de meus olhos nem tão grande era assim!
Lá às formigas eram gigantes, as flores mais coloridas , o suco mais doce e os biscoitos mais crocantes. Lá tudo ficava gostoso, até a couve que mamãe fazia e pedia pra vovó colocar em meu prato. Lá verdura era carne tenra.
A casa da vovó era meu itinerário preferido e ela a guia turística mais fantástica que eu já conheci .Meu passeio preferido, meu colo preferido, meu abraço mais quente e meu sim constante.
A casa da vovó era tão grande e se tornava maior por tanto carinho, tanta generosidade, tanto amor. Não cabia em suas intenções tanto carinho, expresso em apenas um olhar, um aconchego ou um sabonete e um talco quando ela ,de mãos dadas comigo, íamos receber sua pensão.
Assim a casa da vovó era uma mansão , tamanhos cantos que tinha, tamanha a vontade de agradar, tamanho o tamanho daquele envelhecido coração.
A casa da vovó, a casa da vovó era minha esperança de crescer , crescer e encontrá-la , envolver meus bracos pequeninos em seus bracos envelhecidos, ou o contrário ou ,simplesmente falar baixinho:
-Vó pede pra minha mãe deixar eu ficar aqui hoje? Pede vó , pede!
E ela com aquele sorriso conivente me abraçava e dizia:
-Pode deixar, ficaremos juntas mais um dia.
E eu simplesmente ,hoje envelhecida na saudade, falo:
- A casa da vovó era tão grande! Mas o amor da vovó era bem maior.
No meio da noite ataquei o armário da cozinha e achei um pacote de batata palha (eu amo batata palha) e logo pensei “Certeza que está murcha”
Abri, comi e me deparei com uma batata palha extremamente crocante; e então pensei comigo “Como temos essa mania de antes de começar a fazer algo já dizer que não vamos conseguir”
Nos alto flagelamos e muita das vezes não fazemos por colocar inúmeros obstáculos na frente. Estamos pensando em começar algo novo e juntamente pensando que não vai dar certo e aí antes de tentar, o ponto final já é estabelecido.. Nos dias de hoje nos falta determinação, coragem de seguir em frente sem antes pensar que não vai dar certo; eu sei que falar é fácil, mas você já tentou para de falar e começar a fazer?!
Se desprende do medo! Se arrisque!
Você só saberá do final quando sair do começo!
Às vezes a vida é uma farsa
Às vezes a vida insiste
em me chamar pra sair
Mas eu estou lá,
sentado na frente da TV
assistindo algum programa idiota
.
E eu não sei quem são
os personagens
E nem sei seus nomes
Mas não gosto daquelas
maquiagens e figurinos
com seus chapéus, calças e botas
.
Talvez eles também não gostem
Talvez a vida apenas
também não tenha
os chamado pra sair
.
E talvez a vida
nunca os chamem pra sair
Estão tão presos dentro daquela
velha tv, que já nem ouvem
mais o chamando
.
E podem!
Porque não vão?
-Não sei
Mas acham que eu tenho inveja?
Inveja eu tenho de quem
não precisa trabalhar
e não precisa pedir
.
Uns estão ganhando dinheiro,
outros gastando,
mas poucos estão
realmente vivendo
Eles vivem?
Eu sobrevivo
Espero um motivo
Ou prefiro continuar
aqui sentado
.
À menos que a vida
me chegue sorrindo
E não com essa cara
de personagem idota
com seu figurino
de chapéu e bota (Falsa)
O encontro.
Em um desses dias despretensiosos eu o avistei na parada de ônibus, aquela cena nunca saiu da minha mente. Ele tinha uma distração interessante, as pessoas, o movimento que elas faziam ao seu redor, o meu olhar fixado e obsessivo não chamavam sua atenção. Eu fiquei ali, a observar, percebi que estava com a concentração voltada para um livro, Kafka, ótima escolha, certamente não era um leitor iniciante. Permaneci alguns minutos no mesmo local e ele também, nossas visões não se modificaram nesse meio tempo, a minha para ele, e a dele para o livro. Quando finalmente um ônibus de cor escura se aproximou, isso foi o bastante para rouba-lhe atenção, guardou o livro que estava em mãos dentro de uma mochila ao lado de sua perna esquerda e seguiu em direção ao ônibus, foi quando percebeu que o olhava, me lançou um olhar atento e um sorriso no canto da boca e foi-se. Ele nunca saiu da minha mente, dediquei alguns textos a ele, como este agora, voltei ao ponto de ônibus por alguns dias na tentativa incansável de reencontra-lo, mas nada foi possível.
Numa manhã de segunda-feira o despertador tocou às sete horas, o corpo me pedia mais cama, mas as obrigações me forçavam a sair da lá, por fim consegui levantar-me com a sensação de pesar cem quilos. Encaminhei-me para o banheiro, tomei um banho que durou menos do que eu esperava, tomei um café rápido e parti para a Universidade onde trabalhava, era professora do curso de Letras, especificamente de Literatura. Ao chegar lá nada me denunciou novidade, mais um dia normal, como durante aqueles últimos dois, foi quando avistei aquela figura que durante muito tempo se manteve viva em minha memória, fraca agora, mas viva, era o homem que um dia fitou meu olhar, não sei se ele havia me reconhecido, mas algo o deixou um pouco desequilibrado diante a minha presença.
- Olá professora Julia. É um prazer conhece-la pessoalmente, durante muito tempo acompanho seu trabalho e me sinto fascinado com tanta criatividade com a sua escrita.
Além de professora eu me dedicava à escrita, havia publicado dois livros, “Três contos de pura solidão” e “Cem anos de amor & dor”, romances clássicos.
- Olá, obrigada por acompanhar meu trabalho. Perdoe-me, embora me conheça devo dizer que não reconheço ou não me recordo do seu nome e/ou de você. – Além de uma boa escritora eu também era uma boa mentirosa, ele permaneceu presente em minha memória por longos dois anos.
- Não, claro. Que tolo! Não nos conhecemos, me chamo Gustavo, sou professor também, agora professor substituto aqui na Universidade. Irei substituir o professor Fernando na disciplina de Literatura Brasileira. É uma honra conhece-la.
- Que legal, um companheiro para discutir sobre literatura. Isso não pode ser melhor.
- Enfim, preciso ir para a aula, posso pagar uma cerveja hoje à noite para você enquanto conversamos um pouco?
- Sim, claro. – Aquela certamente seria uma oportunidade de contar-lhe tudo que havia acontecido há dois anos atrás no ponto de ônibus.
Logo depois das seis horas da tarde eu o reencontrei na sala dos professores, curiosamente da mesma maneira que teria visto há dois anos, cabeça baixa, lendo, a movimentação e presença de outras pessoas não chamavam sua atenção, nem que por um instante. Aproximei-me e o toquei, só assim pude roubar um pouco daquela atenção para mim. – Vamos?
Ele não conhecia a cidade, como presumi. Entramos no meu carro e levei-o a um restaurante famoso, mas calmo da cidade. Algo me dizia que o conhecia há muito tempo, não sei se pelo fato de muito tempo imaginar aquele momento ou se pelo fato de ele ter se mostrado à vontade demais, embora que ainda assim estivesse um pouco nervoso, percebi pela maneira que batia nas pernas com as pontas dos dedos. Ao chegarmos ao restaurante ele pareceu um pouco quanto curioso, mas não o julgo, senti a mesma sensação quando estive ali pela primeira vez, era um lugar um tanto quanto casual, demonstrava um pouco de cultura em sua decoração.
Quando sentamos em uma mesa próxima da varanda com vista para a cidade eu iniciei a conversa.
- Sinceramente eu não sei como dizer isso, mas hoje pela manhã eu não fui honesta com você, não uma foi mentira absoluta, mas uma meia mentira, se por assim posso classificar. Já conhecia você, mesmo que só de vista, uma breve vista. Há dois anos eu o encontrei no ponto de ônibus dessa mesma cidade, eu estava chegando para ensinar na Universidade e encontrei você em um dos bancos, com a cabeça baixa, lendo um livro de Kafka, nada tomava sua atenção, mas você me tomou muita, na chegada do seu ônibus você me lançou um olhar penetrante e um sorriso de canto da boca, aquela imagem ficou viva durante dois anos em minha mente, desejei encontra-lo por muito tempo e agora você “cai em minhas mãos” se por assim posso dizer, é estranho e ao mesmo tempo reconfortante. - Sem me dizer nada, apenas a me observar eu continuei. – Você permaneceu presente em meus pensamentos até o presente momento e hoje eu reencontro você, está comigo agora, existe destino maior que esse? – Por um instante eu só queria que ele me calasse com um beijo e/ou abraço, e assim fez, em um movimento minucioso ele me beijou, o seu beijo foi tão intenso, tão penetrante que por um instante ali eu desejei morrer, havia imaginado aquele instante por muito tempo, mas nunca havia chegado nem perto do que realmente aconteceu.
Por um instante ficamos ali, calados, apenas refletindo o que acabara de acontecer, mas o silêncio em alguns momentos se torna agressivo e nada confortante, então retornei a falar.
- Eu não peço que me entenda, nem muito menos que faça esforço para recordar de algum momento. Por favor, não. Só não me ache estranha e isso será de grande importância para mim.
Ele me olhou agora com um olhar diferente, um pouco assustado, mas com leveza. – Não seja boba, acho que eu esperava por esse momento tanto quanto você, sempre fui um grande admirador do seu trabalho e agora eu descubro que você sempre manteve em sigilo um interesse por mim. Enquanto eu, pouco me recordo daquele momento na parada de ônibus, sempre soube tanto de você. Você por outro lado recorda-se perfeitamente do momento, mas pouco me conhece, o destino parece brincar com nós dois, mas finalmente nos uniu.
Destino. Nunca acreditei nisso, sabe? Mas agora, percebendo que ele nos deu outra chance, que nos proporcionou outro encontro, agora eu percebo o quanto foi generoso conosco. Se assim posso dizer, o destino está ao nosso lado, e agora do seu lado não quero mais sair.
É que eu,
por enquanto
vou vivendo,
vou sorrindo,
vou cantando!!
às vezes escorregando,
passando raspando...
Com um toque leve
e sutilmente..!!
Enquanto a minha consciência estiver limpa!!
sobre meus atos..
Eu vou em frente,
não importa
o julgamente de parentes,
aderentes,
terceiros...
ou seja; não me interessa
a opinião alheia, mesmo porque
quem me mantem viva sou eu!
..
Desculpa
A falha
Tive segundas intenções..
Que cada abraço que eu te dava
Que cada abraço que você me dava,,
A cada instante tudo mudava
Tinha uma vida sombria, noite e de dia..
Nada mudava.
Então você sem mais nem menos apareceu..
E aconteceu, tive a impressão de que
Você juntaria os pedaços dos cacos
Que você conseguiria, colar tudo o que restou...
Que você tivesse sentindo que eu estava toda machucada..
Que você entenderia
Que me fazias falta,
Porque acreditei naquele abraço apertado
Pensei que fosse real..
Que só você conseguiria..
De que você entenderia o que eu estava sentindo
..
Lembro vagamente..
que está guardado em
algum lugar do passado
que eu julguei,
condenei,
quase matei..
( Mas impossível ).
Ele ainda vive rondando a memória.
Faz parte da minha história.
De que lado eu coloquei,
Não sei,
porque hoje...
não quero lembrar.
Mas é preciso, resgatar!!
Qual o cofre
Que segredo
Eu escondi,
Pra ninguém saber..!
..
NO BALANÇO DA NOITE
Passam as horas passam,
os dias passam.
E,
Eu fico aqui, olhando
As recordações
Você não sabe o que é perder tempo e,
só vivendo por ti..
esperando
Esse dia chegar!
No balanço da noite.
Olhando o céu sem estrelas
Passando por nuvens escuras
Escorregando na calçada
Dançando na chuva,,
E o tempo lento que não quer passar..
Perdendo limites, perdendo a vontade...
Enquanto eu ia você voltava,
a gente só se desencontrava..
E eu aqui...sozinha
Esperando acontecer,
e você não vem.
e para te esquecer
eu vou colocar as lembranças
Em lugares bem altos,
distantes,
onde eu não possa pegar!!
Onde eu não possa voltar.
Onde eu não possa recordar!
Depois vou sair me encontrar
Com o Sol e sorrir!
Sonia Solange da Silveira - ssolsevilha poetisa do cerrado
Direitos resrvados
São paulo, 03 de julho de 2015
DIGA: eu sei, eu posso fazer, eu posso reacontecer, numa geral.
E vai, siga em frente porque o céu é logo ali adiante para os que crê!
Sinta-se mais leve. E voe..Coloque tudo novo na mochila nova, com muita peso, de verdades muita fé, muita força de vontade, muita coragem e persistência, e principalmente paciência..humildade.
Fazer acontecer.
Sorria de tudo e de todos que te fizeram chorar, tenha pena, todos nós somos fracos e pecamos.
Siga pela vida desprendido, despreocupado e, vá se banhar num rio de águas claras e limpas..
Se puricar!
E
RECOMEÇAR.
..
A CHAVE DO MEU CORAÇÃO
Quando eu te dar a chave do meu coração,
entre sem fazer barulho.
Ele está adormecido e entorpecido de dor.
Feche a porta, silenciosamente
para que ninguém veja o seu amor entrar.
Ignore comentários a respeito de tudo que ele já viveu.
Depois o regue com muito carinho, ternura e fidelidade, para que se cure do mal que lhe fizeram.
Tenha cuidado, ao tocá-lo, não o machuque mais.
Ele está cheio de cicatrizes e arranhões,
embora tenha amado muito,
mas também...já sofreu de mais da conta.
Nem sei como ele vai o receber se é com o mesmo
entusiasmo de antes....está tão triste.
Passou muito tempo a bombear sozinho, apenas se encantando, se apaixonando por pessoas que não
o queriam.!!
..
Eu sabia que era amor antes de ser.
Sabia que era amor. Antes de sentir o primeiro toque do teu ser.
Conseguia ouvir sua voz com um olhar.
Eu sabia que era amor. Por que em mim tudo doía quando sabia que você não estava bem.
Sabia que era amor, por que larguei tudo pra te acompanhar.
Sabia que era amor por que sabia, que no meio das futuras brigas iria me lembrar. Que seria apenas o seu abraço que teria a cura pra montar meus pedaços .
Sabia que era amor. Pq teu sorriso se tornou a felicidade que tenho.
Sabia que era amor. Pq a tua presença é algo que me faz querer viver.
E como pode ser amar alguém sem conhecer.
Simplesmente a gente sente.
- Ingrid Laura
Se eu brigo, cobro falo quando acho que algo ta errado é porque quero que as coisas dêem certo pra nós, tento o tempo todo eliminar qualquer possibilidade de algo ameaçar a nossa relação, eu quero reciprocidade sempre em tudo, porque ouvi dizer por ai que quando se luta junto permanece junto. Só quero que tu esteja nessa comigo.
-Ingrid Laura
Deixa eu balançar nos balanços do seu corpo, deixa eu aproximar meu arcano do seu, deixa que a sorte nos embebeda de fantasias.
Eu entendo meu amor, você está no topo, mas o que você me deu é a morte em prometer o que não se cumpre, e a morte em viver o que não presta, é a morte em testar o que nos testa.
Você fez com que eu perdesse a imagem, fez que eu perdesse os sentidos, e seu nome entra nos meus sonhos, faz eu lembrar de um sonho antigo, mas, não tem mal nenhum nos tristes, mas se você não os deixa em paz, não fazem as pazes, fazem as malas para a paz eterna, a celestial; então, eu concordo em me esconder nos teus braços, eu concordo em entender os seus traços, eu concordo em ser teu, me unir aos seus passos.
Beber da sua taça, segurar a sua mão, comemorar a nossa união como uma corda que nos laça prendendo meu corpo ao seu eternamente.
Meu corpo abriga amor,seu corpo coberta minha dor, me sinto mal em não ser o tal, mas a cada qual, eu vejo que o meu final, será o nosso começo.
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