Textos que Falam sobre Mim
Àquele que ainda habita em mim
Meu amado,
Esta manhã despertei com a alma tomada por tua ausência. O sol atravessava a janela em finos véus dourados, mas nada em mim se iluminava, pois a claridade não encontrou teu rosto ao meu lado. Acordei com a saudade aninhada em meu peito, como se ela tivesse se deitado comigo na noite anterior e decidido permanecer até o nascer do dia.
Te busquei em cada sombra do quarto, no silêncio da manhã, no perfume que a brisa trouxe. Mas tudo me respondeu com vazio. Como é cruel o despertar quando não se encontra o coração amado para repousar o olhar.
Ainda sinto tua presença, teu cheiro permanece em mim como sinal que não se apaga. A saudade dói como ferida aberta, mas também me recorda da intensidade com que amei e ainda amo. És a prova de que meu coração mesmo com medo, foi capaz de se entregar inteiro, sem reservas, como quem oferece um jardim ao vento, mesmo sem saber se o vento o acariciará ou o dispersará.
Se o destino for generoso, talvez ainda una novamente nossas estradas. Se não for, ainda assim guardarei tua lembrança como relíquia sagrada, porque amar-te foi conhecer a eternidade em um instante.
Hoje, ao abrir os olhos e não te encontrar, compreendi uma vez mais, que és e sempre serás meu abrigo, mesmo na distância.
E enquanto existir saudade, existirá amor e em meu peito, e meu amor é sinônimo do teu nome.
Com devoção e ternura,
tua Sam
SEDUÇÃO...
Pura sedução... Amor que me tira o fôlego...
Tenho partes de ti em mim como uma profecia
Entre tu e eu há arroubos nos momentos de paixão...
Hoje perdi a quietação da vida no instante em que
Teus braços me circundam... Apertam...
Atraem-me para teu corpo... Enlouquecem-me...
Trago no fundo de minha taça de vinho o mistério do teu
Enigmático sorriso... Vejo-te... Deslumbrada...
Extasiada... Fascinada... Seduzida...
Lábios que me beijam deflorando-os... Sangrando-os
Olhos profundos que penetram no meu corpo desnudo quais
Lâminas de algozes a perfurarem minha essência...
[Corpo inteiro ]
E me arrepiam... Levando-me ao céu infinito...
Levarei sempre esta minha inspiração no segredo
Deste amor em chamas... Neste secreto lugar...
Aonde todos os dias vivo este fantasioso delírio contigo!
Na minha varanda...
O tempo passa por mim vagaroso
Suave... E eu escrevo horas a fio...
Mergulhando neste oceano de letras...
Conto histórias de amor... Combino poemas...
E o tempo vai passando...
E passo meus dias assim... Nesta varanda
Olhando o horizonte... Tentando respostas para a minha vida
E vem a chuva e eu continuo ali...
Observando as gotas de água no vitral
Escrevendo com paixão ...
As mais belas histórias de amor !
Reina em mim um jeito, misto de alegria e saudade.
Quando eu vejo teus olhos por mim a brilhar
De tamanha ansiedade
Em me ver...
Mora em mim o absurdo da palavra escrita
Dos poemas saudosos que jamais voltam
Saudade da moça bonita
Bem querer...
Quando nossas bocas trocaram profundos beijos
Ardentes, voluptuosos.
Nas noites frias ainda me lembro
Dos nossos abraços saudosos...
E da inveja perfídia dos laços
Que se romperam na madre aurora
Ficarás sempre em meus braços
Minha paixão de agora...
Nesta linda noite
Noite de luar
Sinto tua presença infinita
A presença do amar
Deixei vossa lembrança
Inundar a minha mente
De belíssimos pensamentos
Se materializarem na minha frente
Me abandonou
Quando você estava com a mamãe você era um pai
Cuidava de mim
Olhava pra mim
Era o que eu precisava naquele momento
Depois que as coisas com a mamãe não estavam dando certo...
Você sumiu devagarinho e para outra mulher foi atrás
E agora eu fico pensando
Se não fosse essa mulher você ainda me amaria?
Não não.. não amaria
Você agora vive seu mundo
Sem mim e sem mim
Do jeito que você queria.
Eu só queria que você me amasse
Me amasse
Mais do que ela
Cuidasse de mim como um pai
Agora você foi embora
Está vivendo
Era o que você sonhava?
Viver sem mim
Pai ausente
Pai distante
Que não olha para mim
E....
Espero que você esteja feliz com sua escolha..
...
Você de repente apareceu após minha mãe falecer...
Pensei que tinha decidido ser um pai
Eu estava feliz
Fiquei feliz
Criei esperança que você voltaria
Mas você mostrou sua verdadeira face
Deixou a decisão de ser pai na mão daquela mulher
Ela só olhava para as minhas coisas
Queria que eu dormisse num quarto do fundo
Queria me colocar na linha como se eu fosse um animal...
Eu percebi o que vocês queriam
Eu me afastei não quero nunca mais te ver
Agora eu tenho um pai
Agora eu tenho um pai que não me abandona
Por nenhuma mulher
Por nenhuma mulher
Ele tem uma caveira no rosto
E faz o que você não fez.
Não me procure.
18/11/2017
No sonho eu caminhava alguns passos, enquanto muito sangue saia de dentro de mim pela boca.
Cada passo, era sangue que não se podia medir, não era tosse. Simplesmente esguinchava de dentro da minha boca.
O chão estava alagado, todo vermelho, do sangue mais vermelho que eu já pude ver.
Talvez eu tivesse derramado já alguns copos de sangue, que meu corpo já não tinha forças pra ficar em pé.
Só lembro da minha mãe desesperada e pedindo ajuda para o meu pai.
Tudo o que ele iria fazer era ligar para o hospital.
E realmente ligou, mas foi tarde demais, eu perdia tanto sangue que só lembro de não conseguir respirar mais e caí ao chão.
Morri novamente no sonho.
A respiração era impossível. Fiquei sem fôlego, e finalmente dei adeus a vida.
Acordei sem entender nada novamente.
Depois dormi de novo, lembro que sonhei com a morte da minha avó, mãe da minha mãe.
Minha mãe ao receber a notícia, chorava muito.
Só sei que acordei novamente, e não consegui mais dormir porque já era dia.
Quantos pesadelos.
Parece filme de terror, ou conspiração demoníaca.
Mas, Deus está comigo.
Nada pode acontecer quando ele estiver sempre sendo meu guardião, e meu pai eterno.
Em 28 de julho de 2024, tive um colapso séptico que me levou a morte, mas consegui ressurgir.
3 cistos hemorrágicos, corpo em decomposição por dentro, apodrecendo de tanta inflamação.
A cirurgia de emergência me salvou, mas deixou muitas sequelas também.
Em pleno 2026, passei por outra cirurgia e estou me recuperando há 11 dias.
O meu corpo ainda pede socorro, mas estou á salva.
Nunca duvide dos recados dos seus sonhos.
Eu sempre soube que havia algo errado e nunca duvidei deles.
Cuide - se!! ❤️
Hoje senti sua faltaaa, como sempre sintooo.
Senti saudades de mim, saudades de vocêee,
saudades de nós, saudades da minha felicidade,
do seu sorrisooo, do seu viver.
Hoje mais do que nunca senti sua faltaaaa
Falta dos teus olhos,
falta dos meus olhos nos seus.
Falta do seu olhar,
falta da alegria no meu olhar.
Hoje senti que preciso de vocêee,!!!
senti sua falta. Falta de ouvir "amor ",
falta de ser o amor seuuuu.
Falta de
ter com quem falar,
falta de ter você comigoooo!
Sinto saudades, saudades de você.
Saudades do seu carinhooooo...
Saudades da sua certeza...
Saudades da menina, da mulher.
Saudades de você, amor meu...
Senti falta de ouvir que sou o amor seu...
Hoje senti sua falta, como sempre sinto...
Saudade de você, meu anjooooo!!!!
Parece um texto carregado de saudade, emoção e intensidade — uma declaração profunda de falta, de amor e de desejo de presença.
Para eu te ajudar da melhor forma, me diz:
• Você quer uma revisão do texto?
• Quer que eu reformule em outro estilo (mais poético, mais formal, mais curto, mais intenso)?
• Quer que eu transforme em carta, mensagem, poema, música?
É só me dizer o que você deseja fazer com esse texto e eu preparo para você.
eformule em outro estilo (mais poético
Aqui está uma versão mais poética, suave e fluida do seu texto:
Hoje, a saudade veio cedo
e veio forte, como sempre vem.
Senti falta de mim em você,
e de você em tudo o que ainda sou.
Senti falta do “nós”,
da alegria que morava no meu olhar
quando se encontrava no brilho dos seus olhos.
Hoje, mais do que nunca,
faltou o seu sorriso,
faltou o som da sua voz chamando “amor”,
faltou o abraço que acalmava o mundo.
Faltou ter você por perto,
faltou ter alguém para dividir o silêncio
e todos os pequenos instantes.
Senti saudades do seu carinho,
da sua certeza,
da menina que existe em você,
da mulher que me encantou.
Senti saudade do amor que era nosso,
do amor que ainda vive em mim.
Hoje senti sua falta —
como sempre sinto —
e a saudade disse seu nome
em cada canto do meu peito.
Saudade de você,
meu anjo.
deixar mais romantico e lirico
Aqui está uma versão ainda mais romântica, mais lírica, mais delicada e profunda:
Hoje, meu amor, a saudade pousou em mim
como um vento manso que, ainda assim, dói.
Veio dizendo seu nome em cada sopro,
veio lembrando o quanto minha alma
ainda procura pela sua.
Senti falta de nós —
do encontro doce dos seus olhos nos meus,
do sorriso que nascia só de ouvir sua voz,
do brilho que você acendia no meu mundo.
Senti falta do amor que você me dava
sem pedir nada,
como quem oferece o próprio coração
em forma de abraço.
Hoje, mais do que em qualquer outro dia,
faltou seu riso que me curava,
faltou o calor da sua presença,
faltou o “amor” dito baixinho,
como um segredo que só nós entendíamos.
Faltou ter você aqui,
respirando perto,
fazendo o tempo caminhar devagar
só para não acabar o momento.
Sinto saudades do toque suave das suas mãos,
da certeza doce do seu carinho,
da menina que brinca no seu olhar,
da mulher que ilumina tudo em volta.
Sinto saudades de amar você
e de ser amado por você.
Hoje senti sua falta —
essa falta cheia de ternura e de eternidade —
e meu coração, teimoso, repetiu seu nome
como um poema que nunca termina.
Saudade de você,
meu anjo, meu amor,
minha poesia viva.
Quiasmo de Pele
Passeia perto de mim, e aqui se torna o melhor lugar. Seu cheiro faz salivar minha boca e entumecer seu meu...
O ar entre nós fica denso, carregado dessa eletricidade que não pede licença.
Cada passo puxa meu fôlego para dentro do seu, e eu me perco na vontade de descobrir onde termina e reinicia tudo o que eu sinto:
Você e eu. Em você ou em mim. Meu seu, e no seu meu.
Já não existem margens ou contornos; somos um único pulsar, um nó cego feito de hálito e urgência, onde o fim de um é apenas o fôlego que o outro precisa para continuar.
Meu amor,
Eu disse adeus querendo ficar.
Dentro de mim, tudo implorava para que você me pedisse para não partir.
Meus passos foram pesados, cada um deles arrancando um pedaço da minha alma.
Fui embora ainda apaixonada, com sede dos teus beijos, com o desejo de sentir teu abraço me envolvendo,
com a esperança ingênua de que teu coração ainda pudesse ouvir o meu.
Escrevi tantos versos tentando te alcançar, depois apaguei... Achei que minhas poesias já não encontrava abrigo em ti.
E quando percebi que minhas palavras se perdiam sem resposta, fechei os olhos, não quis ver a frieza dos teus sentimentos
e a distância que, aos poucos, foi crescendo entre nós.
Eu quis tanto ficar, amor...
Quis acreditar que o amor bastava,
que a minha entrega seria suficiente para dois.
Mas descobri, com dor, que não posso carregar o amor sozinha,
o peso de um amor que pede reciprocidade.
Meu coração ardia em fogo,
enquanto o teu se tornava gelo em minhas mãos.
Agora, a saudade é a minha companhia.
Ela me rasga por dentro, me acompanha nas madrugadas silenciosas, na sua playlist a ti dedicada, me lembra a cada instante de tudo o que eu perdi.
É fria, é dura, mas é o que restou de nós dois.
Quero que saiba, com toda delicadeza que ainda guardo,
que eu te amei como uma mulher só sabe amar:
com entrega, com ternura,
com o cuidado dos detalhes que talvez tenham passado despercebidos.
Te amei no riso e no silêncio,
na presença e até na ausência.
Te amei por inteiro.
E por mais que doa, aprendi que amar também é saber partir,
quando o coração já não encontra repouso.
Por isso, mesmo em lágrimas,
preciso me acostumar a viver sem você.
Mas se um dia a vida nos unir novamente,
quero que seja leve
sem dor, sem feridas,
apenas com a lembrança doce do que fomos.
Adeus, meu amor.
Meu doce encanto, quem será aquele alguém que passou por mim?
Meu doce encanto, aquele olhar penetrante que vibrou em minha direção.
Meu doce encanto, passou feito um tornado e rapidamente desapareceu me deixando confusa, por onde você está?
Me tocasse apenas com o encanto e com o brilho do seu olhar.
Agora estou perdida nesse encanto e não sei explicar.
Será loucura me perder no encanto do seu olhar?!
Quando ela volta ao meu ver;
Retornando ao meu pensar;
Essa bela menina volta,
Volta para mim..
Quando passa ao meu olhar,
Retornando ao seu posto,
Essa bela menina ama,
Ama o seu amado...
Recuperou seu trono,
Seu reinado ilustrado,
Em pleno raiar do Sol,
Teu olhar se encontra ao meu;
Teu momento se volta ao meu;
Teu sorriso encontra-se ao meu..
Poxa depois de tanto tempo,
Será que ainda sou capaz..
Será que ainda posso ser seu..
Será que ainda sera's novamente minha.
Posso apenas tentar.. E ilustrando aos poucos teu amado ser...Espero lhe reconquistar, espero poder te encontrar, poder lhe amar, lhe tocar...
E no final da Historia poder novamente te
Namorar...
Há um ruído antigo em mim — não sei se nasce do peito ou das paredes internas. Um som que pergunta, sem mover a boca, se minha presença é respiro ou incômodo. Não pergunto aos outros; pergunto ao silêncio. E ele sempre responde: depende.
Depende de quê?
Talvez da sombra que ainda carrego — essa que aprendeu a duvidar do que é oferecido com ternura, como se o afeto tivesse validade curta.
E não é por falta de amor; não faltou.
É que, em algum ponto sensível da minha história, aprendi que tudo pode virar silêncio sem aviso. Cresci assim: não desconfiado das pessoas, mas das marés. Meio alerta, meio cético, inteiro faminto do que é seguro.
Há em mim um eco que hesita diante do amor mais evidente — não por falta de provas, mas por excesso de memória. Uma parte minha vigia a porta mesmo quando não há perigo.
E o curioso é que eu sei que sou querido.
Mas há uma porção antiga — leal às dores que sobreviveram — que pergunta: “e se for só gentileza?”
Às vezes imagino que essa dúvida é um animal. Mora em mim. Cheira o amor antes de deixá-lo entrar. Rosna quando alguém chega perto demais — não por recusa, mas por medo de desmanchar.
E a cura?
Talvez seja deixar esse animal cansar.
Permitir que o amor chegue devagar, até o corpo entender que não é ameaça: é colo.
Ou aceitar que essa dúvida é profundidade — alguns de nós amam em camadas, e o afeto precisa atravessar labirintos para chegar ao centro.
E no meu centro existe um lugar que sempre soube que sou amado.
Mas às vezes ele cochila — e o mundo fica estrangeiro.
Basta um olhar verdadeiro para tudo despertar.
E eu lembro, mesmo que por instantes:
não estou sendo tolerado, há morada nos amores que me abraçam.
(“O lugar onde o amor cochila”)
Tem gente que olha para mim hoje, tomando café, rindo de alguma bobagem da vida, e pensa que eu sempre fui assim, meio serena, meio resolvida, como se tivesse nascido pronta. Eu quase rio sozinha porque, se a vida fosse um livro, o pessoal só está vendo a última página, aquela em que a protagonista aparece com o cabelo arrumado e a alma aparentemente organizada. O que ninguém imagina é o capítulo inteiro de infância e adolescência que parecia mais um teste de resistência do que uma vida de verdade.
Eu cresci com meus irmãos dentro de um ambiente que não era casa, era uma espécie de clima pesado que andava pelos cômodos como se tivesse endereço fixo. A gente era criança tentando entender o mundo enquanto lidava com dois adultos completamente desequilibrados emocionalmente. Um pai violento que tinha uma habilidade curiosa de transformar qualquer coisa em culpa nossa. Se chovia, era culpa nossa. Se o dia estava silencioso demais, também. Existia sempre uma justificativa pronta para gritos, ameaças e aquelas situações que fazem a infância envelhecer antes da hora.
Do outro lado estava uma mãe que, em algum ponto da história, deixou de ser só alguém com medo e acabou virando parte do problema. Isso é uma coisa que a gente demora anos para compreender, porque criança sempre tenta salvar a imagem dos pais dentro da própria cabeça. Só que chega um momento em que a realidade se senta na mesa e diz com toda calma do mundo que o silêncio também machuca. Ela teve chances de sair, teve ajuda, teve portas abertas. Mas o medo e uma certa doutrina rígida que dizia para suportar tudo acabaram fazendo com que ela se juntasse a ele de um jeito que doía ainda mais. A gente deixou de ser filho e virou inimigo dentro da própria casa.
É estranho contar isso hoje porque, quando as pessoas nos veem, veem adultos que trabalham, conversam, seguem a vida. Não existe marca visível na testa dizendo sobrevivente de um caos familiar. Mas nós sabemos. Entre nós, irmãos, existe um tipo de olhar que dispensa explicação. A gente sabe exatamente de onde o outro saiu. Crescemos quase como quem atravessa um campo minado emocional, aprendendo a sobreviver antes de aprender coisas simples da vida.
Houve momentos em que parecia que aquilo ia nos transformar em estatística, em mais um daqueles casos que as pessoas comentam na televisão com cara de surpresa e depois esquecem no intervalo comercial. A pressão psicológica constante, as agressões, as ameaças, tudo isso cria uma sensação estranha de viver dentro de um lugar que não deveria existir para crianças. Era como estar preso em um tipo de campo de concentração familiar, onde o objetivo parecia ser nos quebrar por dentro até a gente acreditar que realmente éramos os vilões que eles diziam.
Só que existe uma coisa curiosa sobre o ser humano. Às vezes a tentativa de destruição acaba criando exatamente o oposto. Hoje, quando olho para mim e para meus irmãos, vejo pessoas que conseguiram sair das amarras de dois narcisistas que fizeram de tudo para controlar nossas vidas. E não foi uma fuga cinematográfica, cheia de trilha sonora heroica. Foi lenta, silenciosa, cheia de decisões difíceis, medo, noites pensando se aquilo tudo realmente estava acabando.
Quem nos vê agora não imagina metade das batalhas que aconteceram antes desse momento. Mas nós sabemos. E existe uma dignidade muito silenciosa em sobreviver a algo que quase nos apagou do mundo. A gente não virou o que eles diziam que viraríamos. Não nos transformamos na história distorcida que tentaram escrever sobre nós.
No fim das contas, quando sento para pensar nisso tudo, percebo uma coisa curiosa. Sobreviver não é só continuar respirando. Sobreviver é olhar para trás e perceber que, apesar de tudo que tentaram plantar dentro da gente, ainda existe humanidade, ainda existe vontade de viver, ainda existe futuro. E isso, sinceramente, é algo que ninguém que viveu uma infância tranquila consegue entender completamente.
Mas nós entendemos. E isso já diz muita coisa.
ALINNY DE MELLO
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Amei-te muito.
Esperei de tudo um pouco,
dei muito de mim,
minha pele, meu suor,
minhas palavras sussurradas,
dias e noites fui tua ,
minha alma,
meu coração,
dei meu perdão,
pedi perdão ,
mantive quietinha as palavras delicadas,
mantive cerrados lábios recém beijados,
coração e pés gelados.
Adeus vozinha.
Maria Clarice Alves de Amorim,
Em vida, era tudo para mim.
Nessa madrugada ela partiu e nem
se despediu.
Todos juntos choramos a sua falta.
Que pena amiga que não podes ver,
as lágrimas rolar pelo nosso rosto.
Até hoje, sentimos a sua falta.
Por muitos anos tivemos momentos alegres ao seu lado.
Você era simples e humildes, sempre pronta para servir.
Sua filha e seu filho juntos, com suas netas e nora; ainda choram a sua falta.
Adeus vozinha que o Senhor te recompense por tudo de bom, que aqui fizestes.
Pelo carinho que destes a sua filha, filho e netas.
Obrigado pelo seu carinho minha querida, vozinha.
Descanse em paz, no Vale da Saudade, minha grande amiga de verdade.
O Teu Olhar Sobre Mim
Por Mônica Barreto Alves
Senhor, eu Te agradeço pelo caminho percorrido,
Pelo que foi ganho e pelo que foi perdido.
Olho para trás e vejo a Tua mão em cada traço,
Dando-me forças quando o cansaço vencia o meu passo.
Obrigada pela força naquelas pernas cansadas,
Que pedalaram 40 minutos por estradas isoladas.
Obrigada pelo "fiado" que alimentou os meus três,
E pela fé que me fez caminhar ao trabalho outra vez.
Obrigada, Pai, por me mostrares a verdade,
Naquela noite em que a janela foi a minha liberdade.
Tu ouviste a minha prece no escuro da rua,
E trocaste a minha dor pela paz que é só Tua.
Obrigada por cuidares da minha mãe no seu descanso,
E por me dares paciência neste mar que não é manso.
Por me ajudares a honrar o pai que se esquece de quem sou,
Enquanto o Teu amor, de mim, nunca se apartou.
Obrigada pelo encontro naquele banco de igreja,
Pelo parceiro que hoje luta comigo, seja o que for que esteja.
E pelo João, meu milagre, meu riso, minha luz,
A prova viva de que a Tua graça me conduz.
Não sou mais a ovelha negra, perdida ou sozinha,
Sou a filha amada que sabe a força que tinha.
Hoje o meu livro se fecha com o Teu nome no final,
Pois sem o Teu amor, nenhuma lição seria real.
Amém.
”Te amo tanto, mas não te amo ainda.
Quisera eu ter o seu amor só pra mim, mas ainda é cedo... É cedo para se encontrar e nos amar.
Guarda o teu amor dentro de um potinho aí, que daqui o seu já está guardado, e quando eu te encontrar o meu coração eu vou lhe dar para que então, finalmente, nós possamos nos amar e nos enamorar.”
Você é pra mim o que o amarelo era pro Van Gogh
Uma explosão de luz em minha tela escura,
Com pinceladas de amor, no coração, algo novo,
Nossas cores se misturam, numa paleta de ternura.
Você é pra mim o que a Mona Lisa foi pro Da Vinci
Um enigma encantador, um sorriso profundo em seus olhos, descubro meu mundo e princípios,
Cada traço de sua alma é meu tesouro no mundo.
Você é pra mim o que a melodia foi pro Mozart,
Notas que tocam meu ser, uma sinfonia de paixão,
Seu amor é a canção que enche meu mundo de arte,
Em sua harmonia, encontro a completa gratidão.
Assim como o amarelo inspirou Van Gogh a criar
E a Mona Lisa intrigou Da Vinci a contemplar
E como Mozart deu vida à música e ao som,
Você, meu amor, é minha inspiração, é o meu dom.
Como cores, sorrisos e canções, eternamente raro,
Para eles, cores, harmonia e sorrisos é muito mais do que podemos enxergar
Este poema é só para nós, um segredo compartilhado.
"Quando o céu toca a alma"
Não estou triste,
mas algo em mim pede lágrimas.
Não de dor -
de vida.
É como se o céu encostasse no meu peito
de leve,
e minha alma, surpresa,
quisesse responder.
O choro vem,
mas não cai.
Fica ali, feito oração silenciosa,
feito gemido sem palavra,
feito toque do Espírito que a mente não traduz.
Romanos diz que Ele intercede por mim,
e talvez seja isso que eu sinto:
um mover que não se explica,
um derramar que não se derrama,
uma visita que o corpo reconhece
antes do pensamento entender.
A emoção trava na porta,
não por fraqueza,
mas por reverência.
Como se até as lágrimas soubessem
que Deus está perto.
E então fico quieto,
com a vontade de chorar sem motivo,
e percebo -
não é tristeza.
É sensibilidade.
É cura nascendo sem ferida.
É o coração ajustando o que nem eu sei.
É a presença que arruma a casa
sem fazer barulho.
Cada lágrima que não cai
ainda assim é vista.
Cada emoção engolida
ainda assim é guardada.
Porque Deus recolhe até aquilo
que não escorre do rosto -
até aquilo que só escorre da alma.
E um dia, talvez, eu chore.
Não por perder,
mas por ter sido tocado.
Não por dor,
mas por encontrar paz demais para caber no peito.
Até lá eu sigo assim -
com o céu pousado dentro
e o coração aprendendo a sentir.
Na velhice da alma
Eu não escolho sonhar; os sonhos que vêm sobre mim
Algum velho e estranho desejo por ações.
Quanto à mão sem força de algum velho guerreiro
O punho da espada ou o capacete usado desgastado pela guerra
Traz vida momentânea e astúcia longínqua,
Então para minha alma envelhecida -
Envelhecida com muitas justas, muitas incursões,
Envelhecida com nomear de um aqui-vindo e daqui-indo -
Até agora eles lhe enviam sonhos e não mais deveres;
Assim ele se incendeia novamente com poder para a ação,
Esquecido do conselho dos anciãos,
Esquecido de que aquele que governa não mais batalha,
Esquecido de que tal poder não mais se apega a ele
Assim ele se incendeia novamente em direção ao fazer valente.
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