Textos que Falam sobre Mim

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O tempo passa de forma distinta na mente. Em mim, atravessaram-se milhares de sofrimentos em milhares de anos. Sofri para compreender, aceitar e moldar cuidadosamente todo o mármore que envolve minha alma.


Ninguém poderia ditar-me a melhor forma de ser senão eu mesmo, pois tive a infelicidade de sustentar-me até os limites do próprio limiar de minha vida.

Não saia da minha cabeça.
Você é o sentimento mais lindo de mim.
Quero que você domine a mente e a biologia de meu ser.
E penetre a alma em meus olhos com os seus.


Sua aptidão em ser belo me enlouquece.
Seu longíssimo toque poderia instabilizar minha alma.
Como um mar cristalino que me afunda sem agonizar-me.
E enche meus olhos com mais estrelas ao ver-te.


Pois lance seu mar divino e me capture novamente..
Se a felicidade alcançarmos, eu..
Imploro..
Explore teu toque estrelar em minha epiderme, assim como me beije com seus lábios molhados.

Se na calada da noite você tiver que escolher entre perder o sono pensando em mim ou dormir e me encontrar em sonhos, escolha descansar.
Permita que eu te alcance no lugar mais bonito do silêncio, onde os sonhos florescem e o coração repousa em paz.
Só assim, mesmo na distância, estarei perto de você.

Toquei na orla de Suas vestes e, nesse instante, senti o toque de Suas mãos sobre mim. A existência humana encontra sua plenitude na decisão de mover-se em direção ao Cristo; inversamente, tudo desmorona e precipita-se em ruína quando nos distanciamos da Fonte da Vida.


Há uma regeneração ontológica — um novo nascimento — reservada àqueles que se achegam a Ele. Contudo, testemunhamos o fenômeno da decadência espiritual quando o ser humano prioriza o culto aos homens, aos erros e às falsas aparências, em detrimento da face divina do Redentor. É perigosamente fácil perder a paixão pelo Sagrado. Não permitamos que as 'coisas boas' e as facilidades deste mundo roubem a primazia do amor que deve arder por Cristo. Ele nos convida não a uma religiosidade de superfície, mas a uma proximidade radical.


A metafísica do toque é real: ao tocarmos o Verbo, somos restaurados em nossa essência. Frequentemente, buscamos apenas o alívio imediato, mas o imperativo bíblico nos chama à contemplação: 'Olhai para Ele e sede iluminados' (Salmos 34:5). A verdadeira cura transcende o físico; é a iluminação da alma que nos permite enxergar além das sombras do tempo passageiro.


Por tempo demais, a Igreja tem concentrado seus esforços no 'concreto e no tijolo', negligenciando a edificação do espírito. Não sejamos como o cavalo ou a mula, destituídos de entendimento. Precisamos ser guiados pelo olhar de Cristo. Ora, para onde Ele fita Seus olhos? Estará o Senhor focado em cargos eclesiásticos, templos suntuosos ou êxitos corporativos?


Certamente não. Os olhos do Senhor buscam o que o mundo ignora: o sofrimento dos invisíveis, a dor da criança violentada, o clamor da mulher agredida e o abismo existencial do depressivo. A missão da Igreja não é erguer monumentos a si mesma, mas ser o corpo vivo que move os pés e as mãos de Jesus em direção aos aflitos.


Concluo que, os olhos de Cristo hoje são os seus; as mãos Dele são as suas; os pés Dele são os seus. Sejamos o Cristo encarnado nesta terra, levando o pão ao faminto, a água ao sedento, o vestuário ao nu e o calor do abraço aos que habitam o frio da solidão. Que nossas ações sejam a mensagem viva, capaz de convencer o coração humano por intermédio do Espírito Santo. Sejamos, enfim, o amor de Deus em movimento."

Hoje eu li um livro abstrato
Contava o que o amor foi para mim
Lembrei de minha entrega completa
De como eu acreditei no outro
E idealizei e sonhei
Com virtudes nobres
Amar era habitar um céu
Que eu criei com ilusões
Em um mundo injusto
O amor era redenção
Em algum lugas na terra
Pessoas se amam e são felizes
Eu precisava de céu,
Eu sonhava com o paraíso.
Mas no capítulo seguinte
O livro dizia
Pessoas nao são virtudes
Idealizadas
Pessoas são humanas
Com qualidades e defeitos
E podem te machucar profundamente
Eu perdi o céu
Eu perdi o paraíso
Eu perdi a ilusão
Que o amor me faria feliz
E não chorei
Apenas concordei
Com um silêncio profundo
O terceiro capítulo dizia
Você pode prescindir do amor
Você pode ser feliz
Admirando uma obra de arte
Sentir as flores desabrochar
E sentir uma paz inominável
Que talvez você não saiba nomear
Eu fechei o livro
E escrevi uma poesia
Falando que a felicidade
É simples e silenciosa
Como fazer carinho
Em um animal dormindo
O livro abstrato do amor
Tinha três capítulos
Mas minha biografia
Escreve tranquilamente
Mais de dez livros.
Eu não preciso do amor
Para ser feliz
Preciso da sombra de uma árvore
E da beleza de um livro
E refleti sobre os felinos
E vi que eu amo
Mais gatos
Do que pessoas
E sorri
Como quem
Realmente entende
Aos amores do passado
Um reverência respeitosa
E uma despedida
Que não olha para trás
Sinto-me plena e inteira
Amando a delicadeza
E beleza dos felinos
E assim termina
O livro abstrato do amor
Reverência e adeus

Saímos do amor
como de um acidente aéreo
Tínhamos perdido a roupa
os documentos
a mim me faltava um dente
a você a noção do tempo
Era um ano longo como um século
ou um século curto como um dia
Pelos móveis,
pela casa,
restos partidos
copos,
fotos,
livros desfolhados
Éramos os sobreviventes de um
desmorronamento
de um vulcão
das águas arrebatadas
E nos despedimos com
a vaga sensação
de ter sobrevivido
embora não soubéssemos pra quê.




Cristina Peri Rossi

Mulher, quando ousas questionar a minha luz,
revelas mais sobre a tua sombra do que sobre mim.
Ris dos meus conflitos e dilemas
porque travas uma guerra silenciosa por dentro,
uma batalha dura contra a tua própria nobreza.
O amor que nos une não pede ataque,
pede equilíbrio.
Não sobrevive onde a indiferença governa
nem cresce sob o olhar que só procura falhas.
Quem se ocupa em vigiar defeitos
ainda não está pronto para reconhecer virtudes.
Porque amar, de verdade,
é enxergar grandeza mesmo nas imperfeições
e escolher permanecer
não apesar delas,
mas com elas.
Amor não é disputa de orgulho,
é encontro de consciências.
E só permanece inteiro
quem aprende a respeitar a luz do outro
sem tentar apagá-la.

Frankenstein’s
“Sou um conjunto de frações, habitam em mim partes a parte que não nasceram em mim e hoje medram num corpo que agora é meu.
Tenho um pouco de todos e todos um pouco de mim, vejo-me diluído. Esse eu sem nome, essa parte a parte que nasceu em mim e hoje floresce em outro corpo ainda sou eu.
Gasto-me em uma velocidade absurda, partes de mim estão por toda parte.
Sinto que só sou inteiro quando estou disperso.
Como um ramo novo arrancado da arvore e plantado em nova terra.
Como a arvore que viaja através de suas sementes, vivo nas entranhas alheias.
Logo, quem tenta encontrar a perfeição humana terá uma busca impossível, já não existem encaixes perfeitos em pedaços distintos."

Dia da saudade


Lembro de quando era mais novo e nenhuma saudade morava em mim.


A saudade parece ser um diálogo silencioso entre quem ficou e quem segue.


Mia Couto a descreveu como uma tatuagem na alma, afirmando que só nos livraremos dela perdendo um pedaço de nós.


É a palavra que usamos para abraçar quem não está por perto.


Rubem Alves, ao nomeá-la, disse que a saudade é a nossa alma dizendo para onde quer voltar.


Acho que ela é o instante querendo reacontecer.

Quando não estou pensando em você,
Estou imaginando como pensa em mim…
Tem dias que você me faz chorar
Quando não estou pensando em você,
E sim! Imaginando você… pensando em mim.

Tem dias que você é tudo, tudo pra mim.
Quando estou pensando em você
Sem imaginar você… pensando em mim.

Se a minha vida não se sentir confortável, eu entendo; meu problema, é nunca ter duvidado de mim mesmo!
Ela já teve mais idéias do que jamais vou ter, e muitas e boas vezes, estou apenas aproveitando da situação, porque uma inimizade nossa parece não feliz em me ver! Um zero é para uma pessoa sem histórias, acho que merecemos mais do que isto, eu e a vida; todo laço verdadeiro é uma via de mão dupla que envolve dar e receber em igual teor!
Viver é o presente mais valioso que o tempo pode nos dar, e agradeço a minha vida, por ter profundo apreço e gratidão por todas as experiências e bons momentos, que me faz valorizar cada aspecto da minha existência!

Até mais tarde para mim espero ficar, talvez, até poder contar o final da minha história... se o tempo não se entediar talvez!
Só porque um cadarço de sapato esteja desamarrado, não significa que os passos sejam frouxos; posso receber muitas críticas, mas será que às pessoas estão preparadas para mim?
Felizmente, sem conclusão, tem começos que o fim não passa na mente; um recomeço é minha vida e não pretendo desviver!
Isto não é apenas sobre uma vida, mas uma viagem até o limite de um horizonte enquanto a vida permitir: quer fazer um homem feliz... apenas me abrace e não me entenda enquanto o tempo nos espera!

Desamparo

Eu só queria
alguém que cuidasse de mim.

Um colo.
Um abrigo contra o mundo
que me expõe
como pele sem defesa.

A solidão chega sem ruído,
instala-se aos poucos,
ocupa os vazios,
faz morada no peito
— e dói.

Dói como peso contido,
como um aperto
que não encontra saída.

O ar falta.
Afundo devagar,
sem resistência,
como quem desce ao fundo do mar
em silêncio.

Ainda assim,
há em mim uma consciência:
preciso voltar à superfície.

Retorno.
E nada mudou.

A solidão permanece.

Então pergunto,
não em voz alta,
mas por dentro:
vale a pena?

Se vale,
revela-me o porquê.

O silêncio se estende
como um vento que uiva
sem me tocar.
Há um vidro invisível
entre mim e o mundo:
vejo o movimento,
a correnteza,
mas não posso atravessar.

Estou presa
num espaço estreito,
insonoro,
onde a ausência de saída
me torna cativa.

Desperto.

E ao me reconhecer desperta,
compreendo:

ainda estou só.

R. Cunha

Faz de mim o teu abrigo de confiança,
onde o medo descansa e a paz alcança.
Um porto seguro em noites de tempestade,
braços que acolhem com ternura e lealdade.
Em mim não há pressa, nem promessa vazia,
há cuidado simples, silêncio que guia.
Quando o mundo pesar sobre o teu coração,
que em mim encontres calma e proteção.
Te ofereço presença, não correntes,
um amor que sustenta, firme e consciente.
Que o riso seja casa, o afeto, direção,
e a confiança, nossa mais doce canção.
Faz de mim o teu refúgio único,
faz de mim, faz de mim.
A tua lembrança confortável,
onde o amor sempre diz “sim”.
Que a felicidade seja morada constante,
um gesto sincero, um hoje vibrante.
Se for pra ficar, que seja assim:
leve, seguro… faz de mim.

Vem cuidar de mim, baby
Sanguessuga boa do amor
Deixa aquele cara pra lá
Ele não presta, não te representa não, doutor
Vive prometendo o mundo
E te entrega só solidão
Homem sem palavra é vento
Não segura coração
Ele fala bonito em público
Mas em casa só dá dor
Eu sou simples, sou direto
Mas te trato com amor
Oh mulher virtuosa
Esquece aquele malfeitor
Manda ele embora hoje
Que a noite é nossa, é de amor
Amor sem fronteiras, debochado
Sem frescura, sem censor
Vem pra mim, mulher da vida
Mulher minha, mulher do amor
Você deve ignorar urgente
Esse homem sem compromisso
Quem brinca com sentimento
Não merece nem aviso
Aqui tem café quente
Abraço e proteção
Tenho pouco no bolso
Mas tenho muito coração
Se ele te fez sofrer demais
Hoje é dia de decisão
Vira a página da história
E vem morar na minha canção
Oh mulher virtuosa
Esquece aquele malfeitor
Manda ele embora hoje
Que a noite é nossa, é de amor
Amor sem fronteiras, debochado
Do jeito que você gostou
Vem pra mim sem medo algum
Que eu cuido de você, meu amor

Oi pai, tem piedade de mim,
Que essa dor não cabe no peito não.
Não é faca, nem é ferida,
É traição rasgando o coração.
Promessa feita no travesseiro,
Virou riso na boca de outro alguém.
A cangaia veio sorrateira,
Me deixou sem rumo e sem ninguém.
Eu era rei desse amor bandido,
Hoje sou refém da solidão.
A cangaia passou na minha vida,
Fez do orgulho pó no chão.


Eita cangaia agonizante,
Quebrou os chifres sem compaixão.
Foi de lá pra cá, sem rumo, sem pena,
Fez morada no meu coração.
Dói demais, dor extravagante,
Devastadora, sem explicação.
É dor de corno, é dor constante,
Depois da cangaia só resta a canção.
Hoje eu bebo pra esquecer teu nome,
Mas ele insiste em me acompanhar.
Chifre quebrado dói menos que saudade,
Quando a verdade resolve machucar.

E quando eu não estiver mais por aqui, quero que você lembre de mim com aquele sorriso bobo, lembre de hoje, onde eu falei tudo o que deu vontade, tudo o que estou sentindo.
E nunca esqueça que por pouco tempo ou muito (não sabemos) eu amei você e tu foi muito importante para mim!
E que esse pensamento possa de alguma forma te fazer sorrir,te fazer feliz!
Porque você é especial, única, inigualável, autêntica,
e outros adjetivos que enaltecem você.

Quase amor


Algo em mim não está certo,
Um vazio onde havia amor,
Silêncio onde havia riso,
Uma sombra cobrindo o sol.


Te amei como um tesouro raro,
Mas recebi apenas migalhas,
Ou será que fui precipitado,
Em esperar mais dessa batalha.


Você me pede um tempo, um respiro,
Promete amar-me como mereço,
Mas perdi para sua própria guerra,
Estranho agora quem conheço.


O amor já não está à vista,
Você deixou-o escapar, perdido,
Hoje, desisto desta luta,
Esta é, então, a nossa despedida.

17 anos.
Ah… meus 17 anos.
Foi ali que algo em mim despertou. Não como um grito, mas como um sussurro insistente dizendo quem eu era — e, com ainda mais clareza, quem eu jamais seria.


O mundo parecia pequeno e infinito ao mesmo tempo. A escola seguia seu ritmo previsível, enquanto eu me perdia em risadas altas com amigas insanas, em novos rumos improvisados, em horizontes que surgiam sem pedir licença.


Fugíamos para a Floresta da Tijuca como quem foge do destino traçado, inventávamos aventuras dentro de ônibus em movimento e dividíamos lanches simples, sempre banhados em Natasha com limão, como se aquilo fosse um ritual secreto da juventude.


Meu primeiro emprego veio com cheiro de essência. Numa fábrica de sabonetes artesanais, meus dias eram feitos de lauril, flores esmagadas, ervas secas e mãos úmidas de criação.


Eu já carregava a natureza entranhada na alma, mas ali ela me atravessou de vez. Quis saber os nomes das plantas, seus segredos, suas curas invisíveis. Algo em mim se abriu. Meu lado espiritual floresceu sem pedir permissão, e mergulhei inteira em uma tenda espírita, como quem retorna a uma casa esquecida.


Dois anos passaram como um rito de passagem. Foram anos de aprendizado, de quedas e renascimentos silenciosos. Crescia em mim uma urgência quase dolorida de viver segundo meus próprios ideais — ideais que batiam de frente com o mundo que me havia sido dado.


Minha mãe vivia uma vida de Amélia: mãos ocupadas, coração devoto, fé firme em Nossa Senhora… em todas elas. Cuidava da casa, das filhas, do marido, como quem se anula por amor e tradição.
Meu pai era feito de samba e ausência. Sambista nato, mulherengo incurável, espalhava traições como quem espalha confetes pelas madrugadas, uma mulher diferente a cada roda de samba.


E eu… eu não cabia naquele cenário.
Minha alma era livre demais, sonhadora demais, inquieta demais para suportar aquele cotidiano repetido. Eu precisava de direção, mas não de limites.


Precisava de caminho, mas não de cercas. Ainda não sabia o que queria ser, porque eu não queria ser apenas uma coisa.


Eu queria o mundo inteiro.
Eu queria tudo.

WARNING!!!
Já não faço mais parte!
Que parte?
A parte de mim que me toca sem um fim, pois tudo que apalpo não sinto nada!
Minha pele queima sem nascer bolhas!
Crianças nascem sem ter fé! ... aprendendo com o mundo!
Desejos entre homens e mulheres...
Afinal? Qual é o final? E quem ditou o começo? Esse não me esqueço! Em tudo colocou um preço e deixou sempre um aviso!
Warning? Perigo? Frágil amigo...
Pensando que conheço o mundo por aí, dá vontade de rir!!!
O maior e melhor mundo está dentro de mim, se buscar fora, será uma busca sem fim!
E quando andava sem pés era difícil... podia andar quilômetros sem sacrifício... mas dentro da minha casa o meu eu se sentia vazio!
Não era ele, nem ela a culpada do meu vazio...
Sei que tudo faz parte de um grande rio frio, imenso e pequeno no meio do vazio...
Nada melhor pra se sentir vivo que viver atraído! Atraído pelo sol que vem brilhar e dar luz num dia lindo com sorrisos e alegrias... Com pessoas indo e vindo compartilhando mesmo que falso, um sorriso! Porque não importa quem seja o pregador, falador... meu bom dia eu recebo com muito amor!
Paciência foi a chave que me fez transpor os primeiros parágrafos e me tornar um autor!
Autor de um espetáculo chamado vida! Cheia de coisas feias e lindas, tudo depende não só do seu campo de vista!
Mas você precisa olhar além dos jornais e revistas...
É uma dura realidade, misturada de felicidade... o que eu posso fazer se tem milhões de choros e sorrisos neste minuto?
Quantos nascimentos e lutos!? Quantos tendo prejuízos... outros obtendo lucros!?
Que culpa temos nós, mundo feroz, onde meu algoz mora dentro da mente!
Isso me surpreende, sentir realmente as coisas que não se sente!
Mas nada como se sentir vivo e ter motivo pra isso!
Motivo que não se acaba, quando alguém se parte, pois sou eu quem dou a partida!
Partida na minha vida que se renova como as manhãs todos os dias... vida querida!
Se eu não me esquecesse as coisas, não teriam graça, eu iria lembrar todas as vezes das desgraças e falsos sorrisos de amigos que recebi...
Dos falsos que me amaram e os que amei... Dos amigos que me traíram, dos inimigos que não ajudei!
Tentei ser alguém melhor, mas me tornei pior do que eu era a sangue frio, vivendo todo dia uma esfera de caminhos! E as preocupações acabaram com o espaço da alegria!
Se eu pudesse pedir algo, isso não seria! Olha só que ousadia, enquanto alguns presentes na tristeza desejam a cura da dor! Outros na alegria, sofrendo a falta de amor! Na alegria de estar vivo, de poder estar indo e vindo e se sentindo sem pernas?
Isso é falta de amor-próprio.... pare, pense, olha um negócio! Se procuravas, achou seu novo sócio!
Sócio da vida dividida, das idas e vindas que sorriram e fizeram sofrer!
Ah que vontade de casar, pra depois separar e me apaixonar outra vez e outra vez e outra vez.... E talvez esse outra vez dure para sempre, sempre na memória da história de dois bons entendimentos....
Como queria ter esse conhecimento quando comecei...
Vida vazia? Isso eu não tinha quando era fruto de rebeldia, me amava feito louco, fazia muito do pouco e nem via o tempo passar....
Amor puro e amor-próprio, próprio de uma criança, veja o quanto ela se ama, se respeita e é apenas um bebê, que seja lindo, educado quando crescer e possa conhecer um mundo mais unido! Nutrido de boas pessoas e bons conselheiros!
Ah crescimento do tempo, soprar dos ventos!
Porque Oh tempo, você crescendo e as pessoas diminuindo? O oxigênio gerando e o ser humano fumando, destruindo!
Destruindo o pulmão da humanidade, com 20 anos esse jovem parece ter mais idade, deve tá cansado desse ar poluído... dorme com esse novo ruído!
A nova doença que afeta a preguiça é um ar poluído!
Poluído dentro de uma mente que não se sente viva, enquanto deveria estar vivo!
Não vê que o tempo e o vento são veladores de tudo que o passado tem consumido?
Ah lenda viva! Você ainda está aí escondida dentro de mim? Quando penso em você começo a chorar de sorrir, lembrando dos velhos tempos que só você traz pra mim...
Passado tempo de saudades dos momentos em que você me fez sorrir!
Mas agora estou na melhor fase, aprendi que um dia é minha nova idade, pois tenho a certeza apenas do agora, porque o daqui a pouco pode nem existir... Mas como assim, pode nem existir?
Se pode ou não pode, procure dentro de si, a melhor resposta está aí...
Obrigado por me ler e obrigado por SE ouvir...
Tenha um belo dia
Cuide-SE de SI!!!