Textos Perfeitos
Sei agora o que nunca soube – que o amor encontra o seu estado mais puro quando julgamos que o fim chegou; finalmente entendo que o amor pode ser precisamente essa ausência, o deixar de estar, ser capaz de apreciar cada minuto da nossa memória como se segurássemos, entre as mãos, um punhado de brasas num deserto de gelo.
Apesar de gostar e de querer ficar, como uma planta associada a um ser do mar, preciso ir se quero mudar. Mas antes desejo mandar, esta última mensagem pra quem a notar. No tempo certo tudo dará certo. O que você tem todo mundo pode ter, mas o que você é ninguém pode ser. bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito pra ser insignificante. Boa noite. :)
As pessoas que estão de luto, mesmo aquelas que testemunharam a morte aparentemente pacífica de um ente querido, muitas vezes precisam contar sua história repetidamente, e isso é uma parte importante da transferência da experiência que eles sofreram para a memória, em vez de revivê-la como uma realidade paralela a cada vez que pensam sobre isso.
Como empresária, como líder e como pessoa eu acredito que a pandemia expõe uma lição. Estamos no mesmo rio, mas em barcos diferentes. O grande desafio do ser humano é entender que o próximo não deve algo para você só porque sua vida está passando por um desafio maior que o do outro. A vida não é sobre estarmos no mesmo barco e sim sobre estarmos no mesmo rio, com barcos e diferentes formas de remar.
É primavera agora que escrevo, e penso nessas questões escondidas das flores. Só as beladonas sentem a frequência das letras de agora, de um sentimento de sempre. Na cama, somente eu, lutando com uma capa de colchão elástica. E quando três ou dois lados parecem sincronizados se desfaz um, dois, todos. O segredo é não tensionar tanto só um canto. Leva tempo. E aqui nessa cama quis encapar as feridas, mentir sobre os profundos, mas não tão profundos pensamentos.
O oposto de racista não é "não racista". É "anti-racista". Qual é a diferença? Ou você endossa a idéia de uma hierarquia racial, enquanto racista, ou a igualdade racial enquanto anti-racista. Ou acredita que os problemas estão enraizados em grupos de pessoas, enquanto racista, ou localiza as raízes dos problemas no poder e nas políticas, enquanto anti-racista. Ou permite que as injustiças raciais persistam, enquanto racista, ou enfrenta as injustiças raciais,enquanto anti-racista. Não existe um espaço seguro intermediário de ser "nãoracista".
Ofegante coração cansado das Iliadas constantes dos tempos incessantes, agonizantes do peito meu. Que me dizes tu? Que me trai a vontade do querer, de entender, de saber, de colher tudo aquilo que sei, que não sei, que deveria saber. Transpassa meu peito, dilacerante espada afiada, das verídicas noites em claro, vago, escasso, amargo, descalço, embaraço do arco ocultado que já me feria. Viver é uma eterna reflexão redundante; atroz, algoz, da inércia das nossas ações. Reflexões, flexões, borrões, canções, mutações, adições, variações, criações da face de nós mesmos ao espelho reflexo da agonia; embasado, manchado, rachado, encharcado, esmiuçado pelo nossa falta de olhar, de encarar, de enfrentar...
Pai e mãe, ou seja, homem e mulher pelo qual eu e você fomos gerados biologicamente, que cada vez mais são esquecidos nesta sociedade capitalista e hedonista. Nestas linhas farei lembrar os seus méritos e direitos por àqueles que se esqueceram desses Magnos baluartes por excelência. Desde a ,nossa tenra concepção foram eles, sim, foram eles pai e mãe que zelaram por nós, dando nos alimentos, cuidados, proteção e amor para que nada de mal ocorressem comigo e com você. Nessa perspectiva fomos criando forma fisicamente sadia para poder alcançar novas fases e romper novos desafios na vida. E quem estaria lá conosco? Eles! Sim os grandes Mestres da Vida para nos guiar num caminho novo e cheio de obstáculos.
A maior ignorância que tem nessa humanidade hipócrita é a violência. Não teve evolução nenhuma a esse respeito. Ainda presenciamos pessoas grudadas entre socos, chutes e até mordidas assim como os nossos antepassados. Na verdade teve revolução sim, dos socos e chutes para tiros e "adas". E essa revolução só apequenou o processo de evolução do mesmo. Até quando seremos verdes para querer ser senhorio daquilo que não é nosso. Desculpa para o instinto ?
Não há problema se você não quer um relacionamento sério agora, e menos ainda se você ainda não encontrou alguém que te faça sentir que vale a pena. Você tem o direito inalienável da escolha de quem, quando e como, desde que o outro também assim o queira. O problema está é em idealizar pessoas perfeitas. Aí sim temos um motivo sério de preocupação, afinal, elas - as pessoas perfeitas - não existem.
Tenho uma teoria sobre o clássico e as pessoas que curtem o clássico. Balé, música, pintura, neoliberalismo ou tailleur com broche prendendo uma echarpe. Essas pessoas acham que harmonia e perfeição existem. Acham mesmo. Se não no tempo presente, pelo menos no passado – o que equivale a dizer no futuro. Acho também que acreditar nisso é letal.
Você não pode negociar com seu estresse. Quando você está no modo de luta ou fuga, a amígdala assume. A amígdala é uma parte pré-verbal antiga do cérebro. É por isso que não funciona quando você simplesmente diz a si mesmo para relaxar (ou pior, quando alguém lhe disser para relaxar). A parte de você estressada não entende o idioma. Em vez disso, temos que mudar o corpo fisicamente ou quimicamente.
Eu quero falar sobre normalidade o que é normal? Se você está triste é só um caso de melancolia ou está sofrendo de um desequilíbrio neuroquímico, a grande maioria das pessoas como quais os cérebro é tudo menos normal, e não a dúvidas que ele sofre mais será que isso é ruim? Para alguns seu estado neurológico os protege da verdade dolorosa que ninguém gostaria de pensar, outros desenvolve uma disposição de alegria que pode ajudá-lo a lidar com situação que todos nós acharíamos perturbadora, e se tivermos que estabelecer um padrão também não temos que nos pergunta como o cérebro das pessoas supostamente normais, respondem a certos estímulos e se podemos tratar essas pessoas que vivem com transtorno neurológico devolvê-la para normalidade, é claro que estaríamos ajudando mas às vezes também não estaríamos tirando o que as tornam única roubando delas uma parte essencial de quem elas são.
Durante uma viagem, a face da realidade muda com as montanhas e os rios, com a arquitetura dos edifícios, a disposição dos jardins, a linguagem, a cor da pele. E a realidade de ontem queima na dor da separação; o dia anterior é um episódio finalizado, para nunca mais voltar; o que aconteceu há um mês é um sonho, uma vida passada.
Ninguém está interessado em vítimas reais ou criminosos reais. Nem tribunais locais, nem seus concidadãos, nem editores, nem leitores. Todo mundo simplesmente se recusa a acreditar neles. Um crime imaginário é muito mais convincente; a realidade é real demais. Eles só conseguem se identificar com um crime inventado, apenas o mal imaginário pode excitá-los.
Não é possível incluir facilmente as mulheres numa estrutura que se encontra já codificada como masculina; é preciso alterar a estrutura. Isso significa pensar o poder de modo diferente. Significa separá-lo do prestígio público. Significa pensar colaborativamente acerca do poder dos seguidores, não apenas dos líderes. Significa, acima de tudo, pensar acerca do poder como um atributo ou mesmo um verbo ("empoderar"), não como uma posse.
Me interessa o modo como encontramos maneiras de nos sentirmos superiores a outra pessoa ou a outro grupo de pessoas. Isso acontece em todos os lugares, o tempo todo. Seja o que for que chamemos a isso, eu acho que é a parte mais baixa de quem somos, essa necessidade de encontrar alguém para rebaixar.
Nós não pertencemos a nenhum lugar. Navegamos sem âncora em mares turbulentos. Podemos nunca ter permissão para desembarcar. Nossas tristezas nunca serão tristes o suficiente. Nossas alegrias nunca são felizes o suficiente. Nossos sonhos nunca são grandes o suficiente. Nossas vidas nunca são importantes o suficiente... para importar.
A sensação de que ela nunca havia realmente vivido neste mundo a pegou de surpresa. Era um fato. Ela nunca tinha vivido. Mesmo quando criança, desde que conseguia se lembrar, ela não fez nada além de suportar. Ela acreditava em sua própria bondade inerente, em sua humanidade e viveu de acordo, nunca causando danos a ninguém. Sua devoção a fazer as coisas da maneira certa tinha sido inabalável, todos os seus sucessos dependiam disso, e ela teria continuado assim indefinidamente. Ela não entendia o porquê, mas, diante dos prédios em decomposição e da grama que se espalhava, ela não passava de uma criança que nunca havia vivido.
É verdade que os seres humanos são fundamentalmente cruéis? A experiência da crueldade é a única coisa que compartilhamos como espécie? Será que a dignidade à qual nos apegamos é apenas ilusão, escondendo de nós mesmos a verdade única: que cada um de nós é capaz de ser reduzido a um inseto, uma fera devoradora, um pedaço de carne? Ser degradado, massacrado - é este o essencial da humanidade, que a história confirmou como inevitável?
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