Textos para Reflexão
Sinceramente, eu já não acredito mais nas pessoas, no mundo! Não acredito mais no que vejo, no que escuto!
Às vezes me pergunto, até que ponto a humanidade vai chegar?! Não sei responder-lhes, mas sei que já chegamos em tal extremidade que, vem vem assustar! A população se torna a cada dia mais desumana, racista, hipócrita, preconceituosa, orgulhosa!
Onde foi parar a solidariedade? Pois é, creio eu que essa foi mais uma das virtudes humanistas que deixou ir pelo ralo, junto com a educação!
>>>REFLITA<<<
Não somos uma espécie que temos prazo de validade, então não devemos utilizar do nosso pouco tempo para criticar, para esnobar, para ser desumanos!
A vida passa muito rápido, então vamos fazer uso dela para coisas boas proporcionar aos nossos semelhantes...
Ajudar, dar amor, carinho, ser paciente, solidário, ouvinte!
Lembre-se, hoje você critica sem saber o que a pessoa passou, os mares que precisou cruzar, as marés violentas da vida...Mas aprenda, até mesmo a pessoa com o maior sorriso no rosto, sofre!
E se você é assim, a culpa não é inteiramente sua, mas sim do mundo que o forma e as dificuldades que você já cruzou!
Acredito que todo mundo nasça com a capacidade plena de amar, mas que apenas alguns tem a vontade de a exercitar e aprimorar devidamente durante a vida.
Fica tudo bem até você aparecer. Até você me mandar o seu sorriso e bagunçar tudo de novo. Pega tudo que eu já andei pra longe de nós dois e me arrasta de volta. Fico olhando sem poder fazer nada. Me chega de cabelo bem cortado e barba feita, mas diz que por dentro está desgrenhado e largado. Eu, boba, acredito. Cada vez que eu acho que encontrei uma saída e penso "é agora", acabo dando de cara contigo ao abrir mais uma porta. E, assim, vou não conseguindo tirar minha vida da sua.
Acostume-se, sempre haverá alguém melhor do que você em algo. Ninguém é bom em tudo, ninguém é o melhor em tudo. Não adianta se estressar, querer fazer qualquer coisa e acertar. A frustração diante de cobranças demais é certa. Faça o que gosta, procure sempre melhorar e, mais importante, leve a vida leve. A vida não te cobra ser o melhor, mas que você dê o seu melhor.
Não será todo dia que eu vou te fazer feliz. E não posso prometer que nunca te farei chorar. Só espero que ria comigo quando estiver alegre e sempre encontre em mim um ombro se estiver triste. Serei teu príncipe, teu companheiro, teu amante. Teu amigo. Errarei em alguns momentos, sim, mas sempre com a clara intenção de acertar.
Abro o olho e procuro o celular para desligar o despertador. Me encarando, com olhos bem abertos e pacientes, aquela mensagem também me espera. Não importa a hora de envio. De madrugada ou logo pela manhã. O que está em jogo é a lembrança e a preocupação para com o outro. É um jeito de dizer acabei de lembrar de você, mesmo não sendo preciso te esquecer para isso. O dia já está ganho. Só poderia ser melhor se aquele "eu te amo" saísse da tela e viesse ser dito pessoalmente por ela. Mas nas limitações que a vida impõe, aquela mensagem era exatamente isso.
sessão terror
Três jovens com idade de quinze anos cada um, descobrem em um livro uma brincadeira onde se usa um compasso e um círculo com letras para atrair espíritos e poder prever o futuro. Era década 70 onde muitas coisas novas estavam sendo descobertas. Assim fizeram, Alice, Rogério e Ludmila. Se reuniram na casa de Alice que estaria sozinha em uma noite de luar naquele verão. Sentaram-se na mesa da cozinha, desenharam um círculo em um papel, escreveram as letras do alfabeto acompanhando o desenho e as palavras "Sim" e "Não" nas laterais. Antes de começarem eles conversam e com um pouco de medo se certificam do ato. Rogério começa, segura o compasso no centro e pergunta se eles podem iniciar as brincadeiras: O compasso gira, gira e cai no Sim. As meninas começam a rir e dizem que ele fez de propósito, mas Rogério jura que não. Ludmila é a segunda a mexer e pergunta se o espírito que está com eles é homem ou mulher, e mais uma vez o compasso gira mas não aponta para nenhum lugar, ela desiste e passa a vez para Alice que insiste na mesma pergunta mas desta vez eles constatam que quem está com eles é um homem. Os amigos muitas vezes param e começam a rir um das caras dos outros mas com o passar das horas o assunto vai ficando sério. Em uma de suas perguntas Rogério questiona o espírito sobre como haveria sido sua morte. A resposta é breve: "Dolorosa" o compasso soletra em suas voltas. Eles cada vez mais vão ficando curiosos, e vão se esquecendo que quanto mais tempo eles segurarem um espírito mais almas poderão ser atraídas para perto deles. Alice faz uma pergunta curiosa e assustadora: "Como era a pessoa que havia matado Paul, como era chamado o homem americano que estava em forma de espírito respondendo as perguntas." Letra por letra o compasso roda, e ele descreve como uma pessoa de máscara branca e roupa preta que com uma faca o esquartejou.
Alice fica assustada e larga o compasso que misteriosamente faz um pequeno movimento na mesa, mas que ninguém percebe. Já completava duas horas que eles estavam atraíndo espíritos para dentro da casa de Alice. Ludmila começa a duvidar da veracidade do espírito e pede uma prova. O compasso roda, roda, roda e nada acontece quando Ludmila que estava apoiada na mesa acaba escorregando e enfiando a ponta do compasso em sua mão. O corte havia sido bem grande e muito sangue estava na mão esquerda da menina. Os amigos desistem na hora da brincadeira e ajudam a fazer curativos.
O que eles não esperavam era que a maldição estava apenas começando. Um mês depois do susto eles decidem terminar a brincadeira, porque assim como tinham pedido para entrar na brincadeira, com o acidente de Ludmila haviam esquecido de perdir para sair. Recomeçam o jogo, Rogério pede para que Paul retorne mas não tem resultados o mesmo aconteceu com Alice e com Ludmila foi diferente, Paul retorna e gira o compasso até se formar a palavra "Sorry" onde dizia-se responsável pelo acidente da menina. Todos ficam aterrorizados e conseguem sair da brincadeira e juram guardar segredo sobre aquilo. Dez anos se passam. Alice, Rogério e Ludmila não se falavam mais devido ao rumo que a vida de cada um havia tomado. Ludmila havia se tornado uma pessoa que se interessava por assuntos místicos e acabou descobrindo que quando uma pessoa é ferida em alguma brincadeira com espírito ela carregaria o mal por toda sua vida. Com isso, começou a buscar ajuda em vários lugares espíritas. Pensando estar livre, segue sua vida com muita felicidade. Agora nos dias atuais, Ludmila já estava casada e tinha uma filha de 7 anos. Nos últimos meses ela não estava muito bem, na maior parte do tempo sentia-se inquieta e tinha muitas dores na mão onde o compasso havia machucado. Ela já havia deixado o espíritismo de lado, mas volta a pegar seus livros para fazer algum ritual de cura. Assim em uma noite em que ela estava sozinha, fez várias rezas, sentiu-se mais leve e foi dormir. Seu marido chega por volta das onze horas da noite com sua filha pois haviam ido à uma festinha de aniversário. Ludmila nem percebe e dorme em sono profundo. Passava das duas da manhã, Ludmila se levanta sem fazer qualquer barulho, parecendo estar com hipnose vai até o escritório da casa pega um estilete e caminha em direção ao quarto de sua filha, entra quieta chega perto da menina. A pega pelo pescoço e com uma força animal a joga contra a porta do quarto, a pequena criança perde a fala e não consegue gritar. O pai dormia profundamente e nada ouviu pois o quarto do casal ficava no andar de cima da casa. Ludmila ergue o estilete e violentamente ataca sua filha que tenta se defender com a mão mas de que nada adianta. A criança quase morrendo olha para Ludmila e diz "Mamãe te amo" e caí toda ensangüentada perto da porta de seu quarto que estava com a marca de sua mão.
Ludmila em transe segue para seu quarto com a intensão de matar seu marido, mas desta vez utiliza de uma faca que pegou na cozinha. Com muito ódio dá um golpe certeiro em seu marido que morre na hora, após isso passa a faca no corpo arrancando toda a pele. Muito sangue estava na cama, Ludmila muito calma se deita como se nada tivesse acontecido. Dorme por umas duas horas, o relógio marca quatro da manhã, Ludmila acorda com um barulho, quando olha para seu lado vê muito sangue e seu marido morto, grita desesperadamente e sai correndo pela casa. Quando chega na sala se depara com um vulto de um pessoa alta. Ela se assusta e fica sem reação, aquela coisa se aproxima dela e diz que ela o libertou do mundo dos mortos quando matou seus dois familiares e diz que ele esteve dentro dela desde o dia da brincadeira do compasso onde ela havia se machucado. Ludmila olha no rosto e nota que possui uma máscara branca, capa preta e uma faca em sua mão, do mesmo modo que o espírito havia contado para eles no dia da brincadeira. Na verdade Paul apenas iludiu os garotos e ele não era uma simples pessoa e sim um dos Demônios das trevas agora livre. O espírito ficou dentro dela por todos esses anos até achar um modo de sair e ficar livre. O dêmonio olha para Ludmila e sem piedade enfia a faca em seu olho, a lâmina atravessa e sai do outro lado da cabeça. E assim como ela fez com seu marido, o espírito fez com ela, arrancou sua pele e com seu sangue, perto de seu corpo escreveu "Sorry", a mesma palavra que ela viu quando havia se machucado durante a Brincadeira do Compasso.
Quanto mais o tempo passa, mais eu acredito que o filme “O Curioso caso de Benjamin Button” tecnicamente foi baseado em fatos reais.
Observando fatos da vida, cheguei a conclusão de que nascemos com muito mais maturidade, que quando morremos.
Não, não cheguei a morrer pra ter essa experiência – nem teria como né, rs – eu apenas observei crianças e idosos.
Mesmo com brincadeiras, às vezes bobeiras, crianças são muito inteligentes.
Ontem, eu estava em uma clínica a espera da minha mãe, quando chegou uma mocinha, muito lindinha, com belos cachos em seu cabelo, ela estava com sua avó. Enquanto ela marcava uma consulta pra ela, a pequenina assim que entrou, foi diretamente para o banheiro, estava na frente do espelho, enrolando seus belos cachos. Uma mulher que estava lá resolveu conversar com a pequena, e ela agiu/falou como “gente grande”.
Quando a mulher cumprimentou-a ela toda educadinha respondeu, disse seu nome, mas continuava sem tirar os olhos do espelho, quando a mulher perguntou seu nome, ela respondeu e perguntou o seu, quando a mulher respondeu, ele agiu como muita gente age hoje em dia: “Nossa, seu nome também é bonito!”.
Ela literalmente como um adulto, como se entendesse exatamente o que fazia/falava.
Quando você fica mais velho, chega na terceira idade, de torna todo criança, cansado do que já viveu, se arrepende por não ter feito algo, ou se orgulha, até daquilo que não fez, assim como uma criança, que acredita que um sonho foi algo que ela já viveu.
Mas ao mesmo tempo, já fico em dúvida, se essas atitudes, são divididas em atitudes de adultos e crianças, como sabemos que crianças tem atitudes de adultos e que adultos tem atitudes de crianças?
Simples, você nunca sabe o que vive, ou o que viveu. A sociedade se encarrega de dizer isso pra você, caso você faça algo que pra você é normal, pra muitos você estava errado.
Se não gostar de certas brincadeira: “Aquela pessoa não teve infância!”.
Se é brincalhão demais: “Que menino(a) imaturo(a)!”
Você nunca vai agradar a todo mundo, então porque mudar sua forma de viver ou agir?
Até aqui eu devo ter escrito umas 360 palavras, e quer saber, tenho certeza de que cada um que ler tudo o que eu escrevi, vai tirar conclusões precipitadas, conclusões diferentes, mas agora quem me conhece, sabe o que eu sinto, o que eu penso em relação ao que as pessoas nos fazem pensar. Se você não acordar pra vida, será manipulado pela Globo, conduzido pelo capitalismo, e ficará cego, diante de todos os acontecimentos.
Um dia eu perguntei a Deus! - o que é a Fé!?
E ele sussurrou baixinho! - Fé, é acreditar que és a minha morada o meu templo vivo, Fé é acreditar que nos seus momentos de aflição eu sou a calma que pulsa em seu coração dizendo ''estou contigo'', Fé é se ver diante de um maremoto de emoções, e ter o discernimento para entender que tudo é necessário, para que nos tornemos melhores, HUMANOS. Pode soar como auto-afirmação! ou algo assim..mas eu só queria dizer que eu ME TORNEI MUITO FELIZ!, sem esperar muito da vida... apenas vivendo um dia por vez . . .
Daqui não levamos o que temos, somente o que nos tornamos...
Vamos botar esse bloco
na rua e esticar esse cordão...
Acreditar que podemos amar
e puxar uma corrente de emoção...
Eu quero é cair na folia,
porque sou um folião...
Quero é aproveitar, porque
a vida não pode ser séria , não...
Não sou padre nem sou freira
e retiro é coisa pra budista...
O meu zen é na avenida, só acaba quarta feira
e eu quero é brincadeira...
Sair pelas ruas puxando samba
que me leve a um lugar de verdade...
Que é dentro do seu coração...
Chegaram….
Não acreditei quando uma ruga me deu bom dia hoje! Acordei tranquilo, caminhei até o banheiro, lavei o rosto, escovei os dentes automaticamente fiz a barba, como sempre, sem olhar no espelho…e quando levanto os olhos, o que eu vejo? Uma ruga! Não sou mal-educado, mas não a cumprimentei…não conhecia, mas ela insistia em me dar bom dia…então sem querer ser descortês, dei um oi à indesejada e ainda perguntando, argumentei…demorou hein minha filha?…É, minha filha, sumida por alguns cremes, uma ou outra loção e sobretudo por eu não estar prestando atenção que o tempo passa…Então fizemos um acordo: Já que é da família, vamos viver em harmonia…só que pelo amor de Deus…dá mais um tempinho e só depois chama as tuas irmãs, primas e a rugalhada toda para morar com a gente…
Tenho descoberto muitas coisas...
Descobri que sou boa com as palavras...
Descobri que sou mais forte do que eu pensava em certas situações e mais fraca do que poderia supor em outras...
Descobri que sim, é possível, ainda, fazer novas amizades e isso é muito bom...
Descobri que nem tudo na vida são flores, e que existe, sempre, um lado bom e ruim em tudo...
Descobri que as pessoas podem ser incrivelmente dissimuladas e falsas quando querem...
Descobri que não vale a pena abrir mão dos seus sonhos por nada, muito menos por ninguém...
Descobri que existe tempo certo pra tudo, mas que este mesmo tempo é absurdamente cruel...
Descobri ainda que, por mais que pareça difícil, é preciso viver o dia de hoje, pois o dia de amanhã não nos pertence...
Por fim, lhe digo que descobri que nem tudo na vida é o que parece ser e nem tudo o que parece ser, é exatamente o que é...
Descobri que o amor não é cego…
Sempre ouvi dizer que o amor é cego mas, descobri que não! há maneiras de olhar, jeitos de encarar que nos dão a oportunidade de descobrir, a maravilhosa arte de enxergar o que ninguém ou pouca gente vê! E isso acho que posso chamar de “olhos do coração”, fazem com que não seja importante cor de olhos, sorrisos, corpos perfeitos, cabelos maravilhosos para que você goste ou ame alguém. Acontece ao acaso, um clique e derrepente parece que uma cortina se abriu e lá está aquela pessoa que sempre esteve ali, mas nunca foi vista! E você vai fazer de tudo para descobrir quem é, mesmo que já conviva com ela há muito tempo, vai se empenhar em conhecer mais e mais a cada dia…eu diria que para amar alguém, tem que ser pelo “conjunto da obra”, pequenos detalhes, opiniões, posicionamentos e atitudes inusitadas, como um passar de mão no rosto demonstrando carinho…que farão este relacionamento durar a eternidade, mesmo que a eternidade seja minutos, horas, semanas….então meu amigo, amiga, deixe que os olhos do coração te conduzam ao amor e descubram a felicidade que é comemorar as conquistas da outra pessoa e, repartir seus sonhos com abraços, beijos e um sorriso do olhar.
Já me perdi em tantos sonhos. Já quis acreditar que tudo pode ser mais próximo disso. E quando me deparo com a realidade, quando realmente me sinto, sinto saudades de mim. Do cara centrado; emotivo, mas racional; equilibrado!
Em algum ponto a gente se perde. Sempre e em vários momentos da vida. Ter fé ou acreditar em você mesmo, tanto faz. As duas coisas te levam ao mesmo caminho: se reencontrar, se reinventar. Rita Lee canta:
" Você é bem grandinho
Já pode se cuidar
Ir seguindo seu caminho
Sempre errando até um dia acertar
Mas não tenha muita pressa
Vá tentando devagar
Só não vá se perder por aí..."
Está mais que na hora de não me perder por aí - ou por alguém. Vou me achar em algum lugar, principalmente dentro de mim!
Boa noite...
É difícil acreditar que chegamos a esse ponto, onde nossos caminhos tomaram direções distintas. Terminar não é fácil, e a saudade já se faz presente. Apesar de tudo, quero que saiba que meu coração ainda guarda espaço para todo o amor que compartilhamos.
Sempre lembrarei dos dias felizes, dos sorrisos compartilhados e dos desafios que superamos juntos. Essas lembranças não perdem seu valor, mesmo que tenhamos escolhido caminhos diferentes.
Ainda te amo, de uma maneira diferente agora, mas com a mesma intensidade. O amor se transforma, evolui, mas não desaparece
A verdade é nua e crua, nada está acima dela, mas acredita, nem toda verdade deve ser dita de qualquer forma, (há sempre outras formas) porque o coração do homem é fraco demais.
Lembre-se de três grandes criações e aprenda com elas: os olhos (2), os ouvidos (2) e a boca (1).
Seja mais cauteloso/a possível com certas verdades que adoecem o coração!
Era uma vez um homem que acreditava caminhar só... não por falta de passos ao redor, mas porque havia se tornado prisioneiro de muros erguidos dentro de si. Vivia entre palavras guardadas, olhares desviados e silêncios pesados como correntes. Até que um dia, como um raio de sol que ousa atravessar as frestas da cela, apareceu ela: uma amiga que não se intimidava com o seu estranho jeito de existir.
Ela o chamou de amigo, mesmo quando ele dizia que não sabia ser. Disse que ficaria, mesmo que o mundo partisse. E prometeu que, se um dia os dois se encontrassem sós no destino, ficariam sozinhos... juntos.
Ele a questionou, como quem duvida da própria liberdade, e ela o respondeu com leveza, como quem não tem medo de cuidar... nem de se deixar ser cuidado. Entre perguntas e provocações, entre o medo do amor e a esperança do abrigo, os dois descobriram que talvez a verdadeira fuga da solidão não estivesse no mundo lá fora, mas nos olhos de quem vê a alma e ainda assim decide ficar.
E assim, entre prisões internas e promessas eternas, nasceu uma história onde dois corações, marcados por feridas, aprenderam que não há maior liberdade do que encontrar repouso um no outro.
E viveram... como sabem viver os que ainda acreditam no amor que se escreve devagar.
Essa pessoa que você acredita ser não é o seu verdadeiro eu,
mas uma réplica do que você criou para representá-lo.
Enquanto você chora, sua réplica sorri e parece estar bem.
Quando traída ou magoada, sua réplica esconde sua dor como uma máscara que esconde sua fragilidade.
Seu verdadeiro eu nunca é visível.
Afinal, você não quer que a sociedade o veja exatamente como você é por medo de ser rejeitado ou excluído...
"Quem só ouve o que confirma o que já acredita,
não forma opinião — repete discurso.” O texto de Leandro Flores é um convite ao pensamento crítico em meio às influências que moldam nossa visão de mundo. Usando a metáfora da “bolha”, ele alerta para o risco de vivermos presos em círculos de repetição, ouvindo apenas o que confirma nossas crenças. A mensagem central é clara: sair da bolha não significa concordar com tudo, mas ampliar horizontes, ouvir outras vozes e aprender a pensar de forma autêntica.
🎶 Amor, Paz, Gratidão – Letra Completa
[Verso 1]
Eu acredito num futuro melhor,
Deixo de lado tudo o que é pior.
Nossa vida vai brilhar, vai fluir,
É o direito de amar, de sorrir.
Gratidão, paz, só energia boa,
Sente essa batida que te leva à toa.
Diz sim, sim, pro amor no coração,
Hoje é tempo de festa e vibração.
[Refrão]
Amor Paz gratidão,
Bate palmas, sente o chão.
Amor paz gratidão,
Meu corpo todo entra em ação.
Amor paz gratidão,
Bate palmas, sente o chão.
Amor, paz, gratidão,
Todos juntos entram em ação.
[Verso 2]
Eu creio no amor de verdade,
Que floresça em toda cidade.
Paixão que contagia no olhar,
Essa vibe ninguém vai parar.
Gratidão, paz, só energia boa,
Sente essa batida que te leva à toa.
Diz sim, sim, sinto o amor no coração,
Hoje é tempo de festa e vibração.
[Refrão Final]
Amor paz gratidão,
Bate palmas, sente o chão.
Amor paz gratidão,
Meu corpo todo entra em ação.
Amor paz gratidão,
Bate palmas, sente o chão.
Amor, paz, gratidão,
Meu amor no coro vai cair em ação.
01-09-25
Liberdade em mim
Caminhei contigo pensando que era destino,
descobri no silêncio o engano do teu caminho.
O beijo que antes adoçava minha pele
foi manchado pela pressa do teu vazio.
Não te acuso — a vida se encarrega disso,
a consciência te visita no escuro da noite.
Enquanto tu te afundas na culpa que plantaste,
eu floresço inteira no peito de quem me merece.
Não carrego peso, não guardo ferida,
transformo em riso o que tentou ser dor.
Seus passos ficaram presos no passado,
os meus dançam soltos no presente.
O amor não morreu — apenas trocou de endereço:
ele mora em mim,
ele espera por quem chega de verdade,
sem pressa de partir,
sem medo de ficar.
autora: Janine Rodrigues Bernhard, 1/2010.
Ficção científica? Acredite… não é. Veja as grandes invenções do mundo: aviões, internet, satélites, inteligência artificial… tudo isso já foi considerado impossível. Mas alguém acreditou, e hoje é realidade.
Acredite: você faz parte dessa mudança.
Cada passo, cada ideia, cada atitude conta. O futuro não é um lugar distante — ele começa agora, com quem ousa imaginar, tentar e transformar.
O impossível só existe até que alguém acredite e faça acontecer.
Carrinho de bebé
Queres tudo.
Sem dar nada.
E acreditas que isso é liberdade.
Não é.
É prisão disfarçada de conforto.
Vais sentado.
Não por falta de pernas,
mas por falta de vontade.
Braços soltos, olhar vago,
como se o mundo te devesse movimento.
Empurram-te.
Eles.
Velhos, cansados, mas fiéis.
Ainda a carregar-te
como se fosses promessa por cumprir.
Como se amar fosse garantir que nunca caias,
mesmo que nunca aprendas a andar.
És adulto.
Mas recusaste o salto.
Preferiste o colo prolongado,
o caminho sem ferida,
a sombra do que nunca arriscaste ser.
Fazes-te pequeno
porque crescer implica dor.
E tu preferes que te amem imóvel
do que te enfrentem de pé.
Queres sucesso,
mas sem obra.
Queres destino,
mas sem jornada.
Queres tudo,
mas não queres pagar o preço de nada.
Vives numa redoma.
De vidro espesso,
mas temperado a afeto.
Um casulo onde o cordão umbilical
não foi cortado,
apenas esticado,
como uma corrente feita de ternura e medo.
Eles empurram-te porque te amam.
Mas o amor, quando não acorda,
também adormece.
Um dia cairão.
E não por cansaço,
mas porque chegou o fim.
E tu,
sem chão,
sem rumo,
sem desculpa —
descobrirás que a vida que evitaste
não te espera.
Nunca esperou.
Um dia você se verá amando intensamente, como se estivesse descobrindo o amor verdadeiro.
Com o tempo, você verá que o amor é multifacetado.
E você perceberá que nem todo amor é amor verdadeiro e sentirá nostalgia.
E com o tempo, a maturidade e a experiência lhe mostrarão que, mesmo diante de tantos amores que você pode amar e de desilusões que o fizeram desacreditar no amor verdadeiro, você reconhecerá na simplicidade de se entregar a um amor que verdadeiramente o envolve com um carinho romântico como em canções e poemas.
Se ele se revelar...
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