Textos para Mensagens de Bodas de Ouro
"Eu não respeito a sua opinião. Eu respeito o seu direito de pensar errado. [...] Se eu respeitar sua opinião o tanto quanto respeito a minha, então eu estou indeciso: não sei se penso como eu mesmo ou como você. [...] Isso não quer dizer que eu não goste de você, que não acho você um cara bacana, mas está falando besteira."
Ainda que a saudade não bata mais na minha porta eu vou sempre me lembrar, ainda que eu não escute mais aquela mesma musica, eu vou sempre relembrar, ainda que aquele texto não passe novamente pelos meus olhos eu ainda vou lembrar, ainda que a ligação seja perdida, o contato cortado, as esperanças tenham acabado, os sonho interrompidos, outros abraços encontrados, novos olhares se cruzado, eu vou lembrar, pois as memorias nunca morrem.
“quando o que é ordenado por uma autoridade opõe-se ao objeto para o qual foi constituída essa autoridade (…) não só não há obrigação de obedecer à autoridade, mas se é obrigado a desobedecê-la, como fizeram os santos mártires que sofreram a morte, em vez de obedecer às ordens ímpias dos tiranos. Pode até ser elogiado e recompensado por ser o aquele que liberta o seu país, matando um tirano.”
Quando eu era pequeno, ver a minha mãe sofrer, sem poder ajudá-la, me levava ao desespero e quase à loucura. Meus desenhos da época — eu desenhava dia e noite — tinham um tema recorrente: um homem maduro e forte, com uma barba muito preta, socorria um bebê, um cachorro, uma velhinha em apuros. Eu queria ser esse homem, é claro. Mas, na ocasião, tudo o que eu podia fazer pela minha mãe — ou por quem quer que fosse — eram micagens para fazê-la rir por uns momentos. Até hoje tento aliviar os sofrimentos das pessoas por meio de piadas. Às vezes consigo.
Não grite sua dor aos quatro ventos, procure ajuda. Não exponha demais suas mazelas, respeite seu luto e o silêncio que vem junto. A vida é cíclica e tudo faz sentido, mesmo que demore muito.E não deixe nunca de confiar no seu poder de superação: é a maior dádiva que a Vida nos deu. A melhor fase ainda virá, acredite. Fale do seu íntimo com as pessoas certas e não banalize sua “esquizofrenia”: ninguém precisa acordar e ir dormir com o mesmo humor. E se achar que está enlouquecendo, experimente a loucura, pode até ser divertido. O tédio do mundo está na falta de cor das pessoas aparentemente “normais”, mas ele também precisa delas para funcionar. Ninguém é tão feliz o tempo todo e a vida não é linear assim: cinismo é diferente de otimismo. Seja alguém de verdade. E se deixe tocar pelas coisas que se comunicam com você lá dentro. Se não encontrar amparo no outro, dê-se. Não queira que sintam pena de você: não sentimos pena de quem admiramos. Reflita, reflita, agasalhe-se de bons pensamentos, funciona em algum momento. E pare de falar mal dos outros: todo réu teve sua oportunidade dada pela “tal vítima”.
Ele decora todos os meus tiques, todas as minhas frases, todos os olhares...Sabe decor quando perciso dele, sabe quando estou com ciúmes, sabe quando perciso que me beije ou simplesmente que me abrace... Ele é tudo para mim e a única pessoa no mundo que consegue entender tudo o que eu faço e o que sinto. Eu amo-o !
Todo ser humano é por natureza ser humano, por isso, sentimos amor, raiva , tristeza, alegria. São sentimentos naturais que devem ser expressados, significados e resinificados. O problema é quando o acusam de falta de humildade por você ser sincero, e expressar descontentamento diante de uma dada situação. A estes acusadores é necessário dizer uma coisa: Vocês não são os donos da verdade e nunca serão e suas atitudes mesquinhas, hipócritas é que mostram os verdadeiros sepulcros caiados da sociedade.
Vivemos tempos difíceis no Brasil. Ao ver pessoas clamando pela volta do Regime Militar, penso o quanto são tolas. Essas pessoas não tiveram história, nem sociologia, muito menos filosofia. História do Brasil nem pensar. Não sabem o que significa República, muito menos Monarquia. Essas pessoas são de uma geração que não viu escola básica funcionando.
Quem conhece o solo e o subsolo da vida, sabe muito bem que um trecho de muro, um banco, um tapete, um guarda-chuva, são ricos de ideias ou de sentimentos, quando nós também o somos, e que as reflexões de parceria entre os homens e as coisas compõem um dos mais interessantes fenômenos da terra.
Aos vinte e poucos anos, carregado de filhos e dívidas, cheguei à conclusão de que não seria bosta nenhuma na vida. Então pedi a Deus que me fizesse compreender certas coisas, mesmo que eu não conseguisse explicá-las a ninguém. No fim consegui explicar algumas e me tornei pelo menos um bosta de sucesso.
Precisamos ser honestos conosco. Temos uma tendência de camuflar nossos sentimentos daninhos e só assumir que pensamos ou sentimos coisas boas e bonitas. Ninguém é assim todo o tempo. Somos seres humanos, é da nossa natureza sentir raiva, ciúme, mágoa. O que não devemos é deixar que esses sentimentos nos dominem. Temos que nos permitir senti-los e fazer algo a respeito. Se a gente nem assume o que sente, como fazer para mudar? Somente aquele que conhece seu lado mais sombrio é capaz de jogar luz sobre ele. Se fingirmos que não o temos, nunca vamos sair totalmente da escuridão. Por isso é que é tão importante sermos honestos com os nossos próprios sentimentos. Assumir o que realmente somos é o caminho mais seguro para o domínio de nossas más inclinações.
Para os trabalhadores de muitos países permanecem válidas as observações feitas por Schulz há um século e meio: "Milhões de homens conseguem obter os meios de subsistência estritamente necessários somente por meio de um trabalho cansativo, fisicamente desgastante, moral e espiritualmente deturpante. Eles são obrigados até a considerar como uma sorte a desgraça de ter achado um tal trabalho."
Queiramos ou não, devemos saber que o único tipo de emprego remunerado que permanecerá disponível com o passar do tempo será de tipo intelectual criativo. Para quem não estiver preparado para isso, o futuro será sinônimo de desemprego, a não ser que se adote um novo modelo de vida, com uma redistribuição de renda e trabalho baseada em critérios totalmente inéditos, como estão fazendo na Holanda, onde 36% da população ativa trabalham só meio expediente.
Para Maimônides a alma é essencialmente única, mas tem em si cinco faculdades: A força vital; os sentidos; a imaginação; as paixões e vontades; e a razão que nos dá liberdade de compreensão. A razão é a faculdade que diferencia o homem e o faz ser o que é, as outras são compartilhadas também pelos animais.
Existe apenas um pecado, um só. E esse pecado é roubar. Qualquer outro é simplesmente a variação do roubo. Quando você mata um homem, está roubando uma vida, está roubando da esposa o direito de ter um marido, roubando dos filhos o direito de ter um pai. Quando você mente, está roubando de alguém o direito de saber a verdade. Quando você trapaceia, está roubando o direito à justiça. Entende? Não há ato mais infame que roubar.
Eu não lhe pediria tão vivamente pra recuperar a liberdade se lhe custasse alguma coisa. Não existe nada mais caro para o homem do que readquirir o seu direito natural e, por assim dizer, de animal voltar a ser homem. Contudo, não espero dele ousadia tão grande. Nem quero que prefira a segurança duvidosa de viver miseravelmente a uma esperança incerta de viver como lhe agrada
Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, à força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa, e a hipocrisia, que é um vício hediondo.
“Hoje eu resolvi chorar. Chorei por tudo o que eu já fui. Por tudo que eu sinto e por tudo que eu sou. Chorei pelo tempo perdido e pelas coisas que não ficaram. Chorei pelas sementes que eu plantei, mas que não germinaram. Chorei pelos erros cometidos e pela vida que eu sonhei, mas que não consegui realizar. Chorei pelos amores que morreram e por aqueles que nem nasceram. Chorei pra tentar afastar o medo e com as lágrimas que eu derramei, o meu coração poder lavar. Chorei e pedi aos céus baixinho para que me desse conforto. E como resposta, ele chorou comigo. Mostrando para mim que mesmo no fim eu não estaria sozinho.”
O tempo se apossou do que havia. (Foi quando pude te explicar que as minhas expectativas não eram exigências). Hoje em dia, depois de tanta história não acontecida, sobrou amizade, saudade, respeito. Já que fomos tão inábeis para o amor, restou enfim, essa ternura encabulada e nossas conversas pela madrugada numa hora em que a saudade nos constrói as frases com todos os adjetivos mais suaves para não espantar o sono. E a consciência de que não há mais tempo para usufruir o que não foi aproveitado a tempo. (Por isso choramos apenas por dentro sem deixar que nossa voz denuncie nosso olhar raso de esperas intactas). Por isso tanta doçura nas palavras pra não ferir ainda mais essa melodia frágil e cheia de melancolia. E essa tentativa de que o abraço, apenas escrito, tenha outras formas de tocar. Porque queríamos a mesma coisa, exatamente o que nos faltava e que não soubemos porque não tínhamos para dar.Seguimos, ainda assim, unidos — não por sentirmos o mesmo amor, mas por compartilharmos aquela mesma solidão.
ESTOICISMO - Corrente filosófica fundada por Zenão de Cítio (332-264 a.C.) no terceiro séc. antes da era cristã e que está associada a pensadores como Séneca (4 a.C.-65 d.C.), Epiteto (50-138 d. C.) e o imperador romano Marco Aurélio (121-180 d. C.). Para os estóicos, a filosofia tem como finalidade essencial formar o homem sábio. A Sabedoria consiste na prática da virtude, em viver de acordo com a natureza ou a ordem racional (logos) do universo. O logos é a divindade imanente ao mundo e tudo governa necessariamente. O Sábio, com serenidade e autodomínio, compreende o caráter necessário do que acontece. O estoicismo desenvolveu a primeira moral de tipo universal fundada na igualdade de princípio de todos os homens (considerados cidadãos do mundo — cosmopolitismo). Em lógica devemos a Crisipo (279-206 a.C.) a análise de enunciados compostos tais como condicionais e disjuntivos e a identificação das formas padrão de raciocínio que vieram a ser conhecidas pelo nome de modus ponens e modus tollens.
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