Textos para Amigas
As melhores oportunidades somos nós que criamos... As maiores possibilidades são as que construímos. E a felicidade onde está? Está em ver na vida a oportunidade e a possibilidade de ser feliz nas pequenas e grandes coisas. Para quem tem um coração agradecido, nada falta e o resto vem... Somos sempre surpreendidos... Deixe a vida seguir seu curso - mesmo que vc esteja no meio da escuridão.... Tenha fé e não desanime a tempestade vai passar... Por mais dificil que seja não podemos dar as situações o poder de tirar o gosto pelo dom da vida...Tenha confiança e seja fiel, com o tempo o restante vem e o melhor tambem..
Existem coisas que realmente importam... Cada pessoa é "um mundo" pronto a ser descoberto... Seriamos "mais humanos" se pudéssemos olhar cada pessoa com olhos que cada um é capaz de se ver... Eis um exercício diário... Olhar as pessoas com olhar de amor e misericórdia.. Ninguém é tão pobre que não tenha um pouquinho de amor para dar...
" Sou como o oceano, vasto e profundo. As vezes me perco nas ondas do mar, sempre tentando me encontrar, sou livre e deixo o vento me levar. Nos dias de calor eu evaporo e subo como uma nuvem, contemplo os infinitos céus, que me fazem deslizar, me formando em gotas para então o oceano eu retornar"
Há uma certa grandiosidade trágica em declarar que se morreria por alguém. É uma afirmação que soa a sacrifício final, a coragem absoluta. No entanto, a verdadeira prova do amor talvez não esteja no gesto extremo da morte, mas nos atos modestos e repetidos da vida: Você viveria por mim? Cuidaria de si por mim? Faria as pazes com a existência por minha causa? Destruir é fácil. Qualquer um pode arruinar, abandonar, ferir. A verdadeira arte está na reparação, na paciência, na insistência em permanecer quando tudo em nós pede fuga. O amor, em sua essência, é um convite à vulnerabilidade. Ele nos tira do centro de nosso próprio universo e nos coloca diante de um paradoxo: só encontramos a nós mesmos quando nos esquecemos de nós. As visões narcisistas do amor, aquelas que buscam no outro apenas um espelho, um confirmador de nossas fantasias, são, no fundo, formas sofisticadas de solidão. Quem ama de verdade não está à procura de um admirador, mas de um ser humano completo, com suas falhas e suas dores. Amar é aceitar o risco de ser transformado, de sair do controle. E talvez sejam os solitários os que melhor compreendam isso. Eles passaram tanto tempo observando o amor à distância, estudando seus movimentos como um astrônomo estuda as estrelas, que, quando finalmente amam, o fazem com uma intensidade que os mais sociáveis mal compreendem. Eles sabem que amar é um ato de coragem, não a coragem do heroísmo vazio, mas a coragem de acordar todos os dias e escolher, outra vez, permanecer. No fim, a pergunta que define o amor não é "Você morreria por mim?", mas sim "Você viveria, pacientemente, imperfeitamente, ao meu lado?". E essa é uma pergunta muito mais difícil de responder.
É uma alegria ler um poema, sim, mas quem o lê com verdade sabe que por trás de cada verso há um abismo. O poeta canta porque não pode calar a dor; ri, porque não suporta chorar sempre. A sua alma criativa é um reflexo da crise, um espelho partido que devolve a luz em estilhaços de beleza. Que importa que o poema brilhe, se foi forjado nas trevas? Que importa que a palavra dance, se quem a escreveu mal se sustenta em pé? A obra é a fuga, o grito abafado, o sorriso que se desfaz no rosto antes de chegar aos olhos. Lemos e sentimos o êxtase da criação, mas esquecemos que o criador muitas vezes se consumia na chama que nos aquece. A arte é o suicídio adiado, o último suspiro antes do naufrágio. E, no entanto, quanta luz brota dessa escuridão! O poema é alegre porque a tristeza, quando pura, já não sabe nomear-se. E nós, leitores ingênuos, bebemos do veneno como se fosse mel, sem perceber que a doçura vem do mesmo fruto que envenenou o poeta. Mas não importa. A obra está acima do autor, e a beleza sobrevive ao caos que a gerou. Ler um poema é conversar com um fantasma que ainda não sabe que está morto, e, nesse diálogo, ambos, vivo e espectro, encontram uma paz que a vida lhes negou.
Há uma ternura triste, quase imperceptível, que habita os corações dos apaixonados. É a crença silenciosa de que, para merecer o amor, é preciso ser menos. Menos ruidoso, menos estranho, menos intenso. Como se amar fosse passear por um salão de porcelanas impecáveis, e não andar descalço num jardim onde brotam flores selvagens. Quantas vezes você já se olhou no espelho e, em silêncio, declarou guerra a si mesmo? Quantas vezes domou sua risada por achá-la alta demais, podou suas ideias por parecerem estranhas demais, engoliu sua verdade por medo de que fosse demais para o outro? Ah, meu caro... o amor de verdade não é um molde no qual devemos caber. É um lugar onde cabemos inteiros. Há quem se apaixone justamente pelo que você esconde. Pelo seu jeito estabanado de contar histórias, pelas paixões excêntricas que ninguém mais compreende, por aquele detalhe que você julga imperdoável. O amor é distraído das lógicas, surdo às conveniências. Ele gosta de vozes desafinadas, de risos fora de hora, de olhares tortos. Ele gosta do que é seu, e só seu. Não se torture tentando caber em formas que não foram feitas para você. Não há vitória alguma em ser amado pelo que você finge ser. Seja quem é, com todas as suas delicadezas e desatinos, e espere. Porque o amor que vale a pena não exige máscaras nem reformas. Ele reconhece a alma pelo avesso, e ali se aconchega. Ele não chega exigindo silêncio: chega com ouvidos abertos para a música que é só sua. E quando ele vier, não pedirá que você se esconda. Vai sentar ao seu lado, sorrir, e dizer com simplicidade comovente: Gosto de ti assim, exatamente assim, com tudo que o mundo não soube entender. Seja raro. Seja inteiro. Seja você. Porque o mundo está cansado de cópias bem-comportadas. Mas há uma beleza revolucionária em ser verdade.
Nasci com gestos que nunca fiz, nasci com asas, mas nunca abri os braços. Com sonhos que me foram tarde. Senti o mundo e fiquei por um triz. Entre o querer e o que me guarde. Fui poeta antes da palavra, artista no silêncio vão. Cada cor que em mim se lavra, não passou da intenção. Não fui por medo, ou por costume, ou porque era cedo ou já era. A alma é chama, mas sem lume, é só cinza que espera. Nos dedos tive a arte pura, mas escondi-a por amargura. Quantos como eu vivem assim, inteiros no que não fizeram? São vultos que, dentro de si foram tudo, e não se deram. O mundo quer som, luz e dança, o resto somente rascunho de ser. Mas há quem, por pura esperança, aprenda a se esconder. Não verá meu quadro, meu canto. Não verá meu verso, meu traço. Tampouco saberá do meu cansaço. Nem saberá do quase em mim. Sou o talento que, de tanto, ficou calado até o fim. Por ser demais a madrugada fui grande em mim, somente em mim.
O homem escolhido, ungido por Deus (1 Samuel 16:7 – O Senhor olha para o coração), implorou, no salmo lido, para que o Invisível olhasse a fim de que não fosse envergonhado na sua fé. Bradou para que o Invisível olhasse e o refugiasse em lugares seguros. Orou para que o Invisível olhasse e alimentasse a sua esperança no esmero divino. Pediu para que o Invisível olhasse e o protegesse do ódio de seus inimigos; enfim, sussurrou para que o Invisível olhasse; pois, sabia que o Seu olhar o susteria contra tudo e todos os obstáculos da sua caminhada. Em tempo, Davi nunca viu o Senhor. Neste salmo, Davi não pediu para que Ele falasse; não solicitou que o Eterno desse um sinal, muito menos que confirmasse o sinal; não pediu que enviasse um profeta e uma profecia; não precisou tocar a harpa nem nenhum instrumento de adoração; não recitou nenhuma promessa bíblica; apenas creu. Bastava um olhar!
Eu percebi que em Matrix Reloaded, na primeira aparição dos gêmeos... Eles aparecem no canto triangular de uma sala à janela. iluminando apenas um deles. Já que eles usam o formato de gravação em CD; onde, o código binário é criado por feixes de luz, (laser).(pontos abertos e fechado). Fazendo referencias as suas abilidades. Podendo usar a luz para mudar de forma refletindo-se em outro ponto ou seja, apagando-se e reacendendo. Por isso... Eles estão vestidos de branco. (representando assim a luz).
Não há maior tristeza do que a de não ter tristeza. De viver sem a angústia que nos faz sentir a beleza. De ser um ser sem sentido, sem paixão e sem nobreza. Antes a dor que me inspira do que a alegria que me entorpece. É que o poeta só existe se tiver a alma em chamas, pois o fogo que o consome é o mesmo que o ilumina. Vejo a vida como um fardo, carrego-a com ironia, pois o inferno canta mais baixo em dia de agonia. Então, que me dê a força para escrever o que ninguém ousa dizer, que me dê a coragem para enfrentar o que ninguém quer ver. Que me dê a lucidez para saber que tudo é vão. Que me dê a ironia para rir da minha condição. Que me dê a amargura para temperar a minha poesia. Que me dê a tristeza para ser a minha alegria.
É curioso pensar em quantos lugares incríveis existem no mundo, aqueles cantinhos que a gente nunca vai ver nem mesmo ouvir falar. Lugares que estão ali, silenciosos, vivendo suas próprias histórias. Existem praias isoladas, templos antigos esquecidos, florestas que abrigam segredos que nem a ciência ainda compreende. Lugares que guardam histórias que nunca serão contadas, belezas que nunca serão vistas e detalhes que permanecerão eternamente desconhecidos. Às vezes penso nisso e me perco por alguns minutos
Vivemos sob a sombra de uma vida que nunca chega a começar, perseguindo um ainda não que se desloca infinitamente. A sensação de estar atrasado não é fruto da escassez de tempo, mas da impossibilidade de habitar o presente, sequestrado pelo fantasma das possibilidades não realizadas. A gente vive com a impressão de que está sempre correndo atrás de algo que sequer começou direito. Um atraso crônico para uma vida que nunca nos foi entregue por completo, apenas esboçada, nunca habitada. O sujeito contemporâneo não sofre por falta de liberdade, mas por seu excesso, uma liberdade que se transformou em obrigação de otimizar, experimentar, abraçar infinitos eus potenciais. O problema não é a quantidade de opções, mas a crença de que precisamos experimentar todas elas para ser felizes. Essa exigência nos fragmenta. Cada possibilidade que se abre exige um eu que se adapte, que performe, que justifique. Estamos esgotados não pela escassez, mas pela abundância. A ilusão da autonomia absoluta esconde uma verdade mais cruel: escolher não é sobre ganhar, mas sobre perder. Cada decisão é um luto pelas vidas alternativas que não serão vividas. Escolher não é decidir o que se quer, é aceitar o que se vai deixar para trás. É reconhecer que cada caminho traçado é um adeus silencioso às paisagens não percorridas. Mas estamos nos tornando incapazes de dizer esse adeus. Temos medo de fechar portas. Só que quem vive tentando manter tudo aberto, não entra de verdade em lugar nenhum. A multiplicidade de opções não nos liberta; nos paralisa. O menu infinito não amplia a existência, mas a esvazia. Por trás do fetiche pela experimentação total, há um pavor mudo ao compromisso, à irreversibilidade da escolha. Tem algo em nós que desejaria não decidir, como se a não-escolha nos protegesse da dor do arrependimento. Mas isso vai nos matando aos poucos, com uma overdose silenciosa de tudo. Porque, no fim, o excesso não nutre; entorpece. O neoliberalismo nos vendeu a ficção de que podemos (e devemos) ter tudo, mas a realidade é que a felicidade só emerge quando aceitamos os limites, quando nos permitimos ser finitos. Essa sociedade produz não vencedores, mas perdedores glorificados, indivíduos que interpretam a hesitação como sabedoria e a acumulação de possibilidades como libertação. Mas estamos criando, na verdade, uma geração de perdedores, de pessoas para quem a vida é uma porta fechada. Não por falta de chaves, mas por excesso de entradas possíveis. A overdose de opções é um sintoma da miséria espiritual de nossa época. O arroz com feijão do cotidiano, o ordinário, o repetitivo, nos apavora porque exige entrega, exige que paremos de correr atrás do próximo estímulo. Feche o outro cardápio. É só outra versão do mesmo prato, apresentado com verniz gourmet. No fundo, é a vida pedindo presença. Mas estamos ausentes, de nós, dos outros, do mundo. Quem insiste em manter todas as portas abertas condena-se a ser eterno espectador de si mesmo, um turista da própria existência. Uma vida cheia de possibilidades, mas sem entrega, acaba rasa. A verdadeira liberdade não está em ter infinitos caminhos, mas em caminhar por um deles, e pagar o preço. No fim, quem vence não é quem tem mais opções, mas quem consegue escolher... e bancar essa escolha.
A angústia existencial é perceber-se livre, autônomo e soberano, é ter que transformar infinitas possibilidades de vida em uma só. Se existem 100 possibilidades e você precisa escolher uma, a única certeza que você tem a priori é que desperdiçou 99 possibilidades que agora não serão vividas.
Ao passar do tempo podemos observar que quanto mais lento as informações chegavam em seu destino, mais rápido eram as reações tomadas para tal situação. Hoje com o fácil acesso as informações percebe-se que quanto mais rápido tomamos conhecimento de algum fato, mais tempo levamos para podermos reagir.
Ser autêntico exige muita coragem, pois vivemos em um mundo que nos pressiona a seguir padrões e comportamentos estabelecidos, mesmo que isso não seja realmente quem somos. Ser autêntico significa resistir a essas pressões e ser fiel a nós mesmos, o que pode ser um desafio, mas é fundamental para alcançar a verdadeira realização e satisfação na vida.
A adrenalina é uma força poderosa que nos impulsiona a enfrentar desafios e superar limites, permitindo-nos alcançar a verdadeira intensidade da vida. No amor ela é a faísca que acende o fogo da paixão, nos fazendo sentir vivos e capazes de realizar feitos extraordinários. A adrenalina nos leva além do comum, rompendo as barreiras impostas por nós mesmos, nos dando coragem para enfrentar o desconhecido e buscar novas experiências. Ela é a base da energia que nos impulsiona a buscar a superação e o autoconhecimento, transcendendo nossos limites físicos e mentais e nos conectando com nossa natureza primal.
Não Se Relacione Com Ninguém Por Atração, Mas Por Dedicação. Você Pode Casar Com A Beleza E Querer Se Divorciar Porque Não Há Nada Além Dela. Se Relacione Com Alguém Que Mesmo Com Defeitos Tenha Qualidades Que Se Sobressaiam E Que Você Queira Conviver Todos Os Dias. Pprt Cuidado Com A Indiferença O Relacionamento É A Dois, Se Alguém Soltou A Sua Mão Na Hora Que Você Mais Precisava E Não Sonhou Contigo, Ela Não É Merecedora De Estar Contigo Quando Seus Sonhos Não Estiverem Mais No Papel, Mas Sim Na Sua Frente. Quem Não Se Esforça Não Merece Estar Com Quem Sonha, Relacionamento É Amizade, Parceria E Trabalho Duro Dobrado, Melhor Do Que Conquistar Tudo É Saber Que Conquistou Com Uma Pessoa Que Sabe O Valor Da União E Ter A Certeza Que Ela Veio De Deus No Seu Pior Momento Pra Estender A Mão!!!
Não Existe Casal Perfeito Nesse Mundo, E Nem Adianta Tentar Se Tornar Um, Apenas Curte A Vida Juntos Com Igualdade Até Nos Olhares, Seja Maldosos Ou Puros, Um Casal Que Se Diz "Perfeito" Também Passa Por Problemas, Mas Também Conseguem Seguir Juntos, Se Encontrar Numa Amizade E No Respeito A Saída Pra Todas As Adversidades!!!
Deixe ir... Às Vezes, Precisamos Aceitar Que Nem Tudo Está Sob Nosso Controle. Se Alguém Realmente Quisesse Estar Ao Nosso Lado, Estaria. Não Adianta Forçar Uma Situação Ou Tentar Prender Alguém Que Não Quer Ficar. É Importante Aprender A Deixar Ir, E Soltar Tudo Que Prendia Vocês E Permitir Que Cada Um Siga O Seu Caminho. A Vida É Feita De Encontros E Desencontros, E Nem Sempre As Coisas Acontecem Como Gostaríamos. Mas É Justamente Nesses Momentos De Desapego Que Encontramos A Verdadeira Liberdade E A Possibilidade De Abrir Espaço Pra Algo Melhor. Portanto, Deixe Ir...Confie Que Deus E O Universo Tem Um Plano Pra Você E Que As Coisas Certas Acontecerão No Momento Certo!!!
Descobri com o tempo que dormir ao lado de alguém que você gosta te faz pegar no sono mais rápido, diminui bastante os riscos de um começo de depressão e te ajuda a viver mais. Mas taí uma verdade: dormir juntinho de quem te faz bem acalma a alma. É como se pudesse, por uns instantes, fazer com que todos os problemas fossem esquecidos. Às vezes, só de estar ali, abraçados, em completo silêncio, já traz uma sensação leve pra dentro de ti. E melhor do que adormecer pertinho de quem se gosta é acordar e saber que a pessoa está contigo pra o que der e vier. A vida fica mais gostosa ao lado da pessoa que é cais nesses tempos de caos!
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