Textos Marcantes
Ser brasileiro…
Ser brasileiro é carregar no peito a esperança de um país que se recusa a ser definido pela corrupção e pelas mentiras que nos contam. É resistir ao sistema que insiste em manter a riqueza do Brasil aprisionada, enquanto seu povo, rico em cultura e alegria, é mantido à margem do verdadeiro desenvolvimento.
Se for mudar, não mude gradualmente!
Se for mudar, não mude por uma frase, chingamento, momento, arrepio ou sofrimento. Mude de repente!
Não mude a casa, de casa, não seja a casa, mas mude, seja diferente!
O que pensa em mudar?
O que te muda, te atrapalha, rouba cena, te escangalha, o que te faz querer mudar?
Só se muda por amor?
Porque aceita sua dor?
Frio como uma porta, leve como uma pena, doce como um doce. Está a esperar pelo seu próprio desamor?
Se for mudar, mude o descontente, se guarde sem alarde e siga em frente, mude de repente!
Percebi o tamanho da minha fé quando parei de sentir o a tua força, quando não mais sentia o teu amor. Quando me fechei para a luz da tua graça, o senhor sempre sabe o que faz e permites em nossas vidas.
Pois foi nesse momento que mais aprendi através da ausência de sentimentos, que a fé não é uma simples emoção que te impulsiona, trata-se de uma mistura de certeza com vontade, certeza que Deus está presente em todos os momentos principalmente naquele onde não o sentimos.
É a necessidade de busca-lo a todo momentos principalmente os mais tempestuosos, é a vontade de ser feliz em meio a tristezas e desilusões.
Um ser indeterminado, construído por diversos momentos. Um ser de complexos sentimentos!
Indeterminado para amar; Livre para voar para além da vida, para além do horizonte que se possa imaginar.
Livre para buscar, diante a todo momento, tua alegria ou sofrimento.
Um ser indeterminado para criar.
NA QUINTA ESTAÇÃO...
Livro: NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
A chuva não caía — ela tocava.
E cada gota era uma nota.
Cada nota, um passo de Camille no silêncio do mundo.
A música não vinha de fora: ela nascia da própria água que se desfazia no ar, tocando vidraças com um compasso que parecia ensaiado por um maestro ausente. Mas eu sabia — era ela.
A chuva era a música.
Não se podia distinguir quando o som virava líquido ou quando o líquido virava lembrança.
A canção se dissolvia em gotas finas e melancólicas, e cada uma delas trazia uma sílaba do teu nome, Camille, como se o céu sussurrasse teu rastro.
E eu, ali, imóvel, encharcado de ti.
Tudo vibrava em uma mesma frequência: os pingos, as cordas invisíveis do violino que eu jamais vira, a harmonia do teu perfume — absinto e jasmim — que emergia do asfalto molhado como se a cidade também te procurasse.
Não era nostalgia.
Era possessão.
Aquela música que chovia estava viva, e era tua.
E pela primeira vez compreendi o que é uma presença não ser corpórea, mas sonora. Camille não veio. Camille aconteceu.
Como se a tua existência tivesse sido reduzida a uma partitura de água, tocada pelas nuvens, naquela quinta estação onde só nós dois existimos — tu, dispersa em som e chuva... eu, diluído em espera.
E toda vez que chove assim, ainda que ninguém perceba, a mesma melodia volta.
A mesma. Sempre a mesma.
Como se a quinta estação não tivesse acabado —
ou como se eu nunca tivesse saído dela.
Recolhimento de Camille
Então ela surgiu.
Não com passos. Não com palavras.
Mas com um sorriso.
Um sorriso em delírio, feito de algo que o mundo desaprendeu:
viver sem saber que se vive.
Ser por inteiro sem a obsessão de se compreender.
Camille, ali, diante de mim — e ainda assim inatingível — era o retrato vivo daquilo que a humanidade perdeu quando começou a pensar demais.
Ela sorria como se o sorriso não lhe fosse emprestado pela razão.
Sorria porque o coração dela não sabia fazer outra coisa senão dançar com a música invisível da existência.
E era ali, na chuva já quase cessa, que eu compreendia:
Camille não se dava conta de que vivia.
E por isso vivia mais do que qualquer outro ser.
Se existiam partituras, haviam sido abandonadas.
Porque a melodia dela era espontânea.
Porque a música que ela era dispensava pauta, regência ou intenção.
Camille era um som antes de ser um nome.
Era um momento antes de ser uma história.
E talvez seja por isso que nenhum sofrimento a tocava como a nós.
Porque só sofre profundamente quem se vê como personagem.
E Camille...
Camille era o próprio enredo sem precisar de roteiro.
Observei-a por um longo instante —
recolhi sua imagem não com os olhos,
mas com o que resta de fé em mim no que ainda é sagrado.
Naquela quinta estação, eu soube:
todo ser humano deveria ser assim.
Aprendi
Aprendi que na vida temos que amar
Amar muito mais do que o muito do amar
Estar ao lado da pessoa amada
Sorrindo, cantando e brincando
Muito mais do que o muito do sorrir, cantar e brincar
Aprendi que os laços da amizade permanecem
E que superam a distância e o tempo
Muito mais do que o muito da distância e do tempo
Aprendi que devemos celebrar nosso viver
A cada dia, a cada momento, a cada fração de segundo
Muito mais do que o muito dessa celebração
Pois ainda que lágrimas façam morada em nossos corações
Insuficiente essa tristeza torna-se
Quando próxima do muito mais do que o muito
Da alegria de viver!
Feiura é tão triste quanto belo.
Tristeza é tão belo quanto feio.
Beleza é tão feio quanto triste.
Amor é tão alegre quanto o ódio.
Ódio é tão triste quanto o Amor.
A morte é tão triste quanto a vida
A vida é tão alegre quanto a morte.
Sonho é tão amargo quanto a realidade.
A realidade é tão doce quanto o sonho.
O sol é tão ruim quanto a chuva.
A chuva é tão boa quanto o sol.
A dúvida é tão deprimente quanto a certeza.
A certeza é tão nobre quanto a dúvida.
diante de tantos contrastes, o equilíbrio é um desastre.
Diante de tanta harmonia ao som de uma sinfonia, aspira-se o ar da hegemonia no qual resulta de uma disfonia oriunda de uma alegoria.....
De tanto sofrer, aprendi...
cansei de procurar bem estar fora de mim.
Cansei de dar oportunidade aos outros em
definir como seriam meus dias.
Aprender significa encontrar a paz onde
só você sabe onde fica. Aprender significa
fazer dos seus dias vivências agradáveis.
E principalmente a alegria em viver,
tem de vir de você.
Eternamente!
Se vai nascendo ou estreando.
O choro sempre anuncia!
Nova existência iluminando.
Que alegria o dom da vida!
Se o mundo gira... o tempo dita.
O amor é belo em cada instante!
É como a arte incompreendida.
Quem explicaria o exuberante?
Segue vivendo e sonhando.
Tocando almas, encantando!
Vai desse jeito revelando.
Com intensidade, emocionando!
Se o mundo gira... o tempo dita.
Arte é arrepio, frio na barriga!
Coração bate pela vida.
Explora o novo com energia!
Na existência vai crescendo.
Entende o erro e muda o pranto!
Com perspicácia vai aprendendo.
E o "impossível" conquistando!
Se o mundo gira... o tempo dita.
Prever destinos é engano!
Bate no peito com euforia.
Um coração cheio de planos!
Segue amando sem roteiros.
Laços são curvos por instantes!
Festando, pede em segredo.
Viver um sonho excitante!
Se o mundo gira... o tempo dita.
Presente muda em segundos!
Um novo ciclo o tempo cria.
Eternamente gira o mundo!
04/07/22
Valeu
Toda gota de suor e lágrimas derramadas, valeu a pena,
Cada sorriso teu, me fez alcançar a paz e a alegria,
A tua luz era a minha fotossíntese, dentro do teu abraço respirei amor,
Obrigado pelo tempo de aprendizado ao teu lado, esse livro vai ficar nas minhas memórias,
A nossa história continua, mesmo que seja apenas em versos.
Vivendo Motivado!
Depositei em mim o amor, e com ele vieram a esperança e tudo de bom que estava encaixotado em meu coração. Sabe aqueles planos de viver uma amizade e uma paixão sem fim; eles me foram devolvidos. Da minha janela eu vejo estendidos no varal, a alegria, a paz, o frenesi do prazer, os meus sonhos bons voltando e a loucura de poder está ao teu lado aproveitando e compartilhando tudo isso.Logo, estou seguindo o fluxo e vivendo intensamente essa motivação na minha vida, que é você!
Colecionador de Sonhos
Rico em coletâneas de saudades, amores e viagens reais e surreais;
Sorrisos, choros, realidades e imaginações gostosas de serem sentidas;
Conseguir olhar para dentro, ou sair do corpo e vagar pelo mundo a fora;
Se encontrar no passado e ter o dom de se enxergar no futuro;
Me vejo dando alguns passos, carregando uma maleta na areia a beira mar, então parei olhando firme para o horizonte e joguei a maleta, nela as crises e os problemas mergulham em direção ao fundo do mar.
Não sei, neste momento se estou acordado ou se continuo dormindo, mas posso revelar que a sensação de paz e alegria que carrego no mundo dos sonhos é transparente, intensa, vai além da minha compreensão, enfim, me realiza.
O mal do século não é a depressão, é a total falta de compaixão pelo próximo
O mal do século não é a depressão. A depressão é a consequência, não a raiz; ela é o fruto da total falta de compaixão pelo próximo. Seja o próximo um amigo, animal, desconhecido, um familiar. Cada dia mais sentimos a falta de emoção, a dificuldade em se emocionar, de enxergar o outro. Percebemos isso até mesmo nas crianças. As pessoas não se emocionam mais tão facilmente. É mais fácil ignorar. Não sobra tempo. E a compaixão vem dos sentimentos. É a forma mais expressiva do amor.
Compaixão não é razão, é emoção, são tripas e vísceras que se contorcem por dentro.
A compaixão vem do coração, do bem-querer. Não existe na compaixão uma rua de mão dupla. É doação.
Sentir compaixão não é sentir pena. Sentir compaixão não é ser politicamente correto. Sentir compaixão não é a gorjeta do garçom ou a esmola do mendigo. Sentir compaixão não é a caridade do dia.
A falta da compaixão traz julgamento, indiferença, depressão, vazio, maledicência, tragédia.
Sim, somos criaturas imperfeitas: erramos, julgamos, ofendemos, magoamos, matamos, mentimos, omitimos, traímos, somos desleais. Falamos muito em Deus, o amor de Jesus por nós, pregamos, ditamos... mas só ficamos na teoria, não praticamos absolutamente nada.
Não podemos exigir do outro aquilo que não somos, que não praticamos nós mesmos.
Eu sei, é difícil se controlar, dominar as palavras, a língua, o impulso. Dominar à si mesmo é a mais dura das missões. Levei boa parte da minha vida para admitir isso e me olhar no espelho e me questionar: "Quem sou eu para julgar? Com que direito eu tinha de ter feito ou dito aquilo?".
Quem é você para julgar? Quem é você para impor seus valores e suas idéias?
Quem somos nós para determinarmos o que é certo ou errado para aquela pessoa? Quem sou eu ou quem é você para apedrejar alguém por seus atos, mesmo sendo esses atos desleais? Quem somos nós, para ao menos, não tentarmos perdoar?
E quase sempre, temos aqueles mesmos defeitos que criticamos. E um dia, quem sabe, cometeremos os mesmos atos de quem apedrejamos. Senão nós, nossos filhos, netos...
Algumas pessoas se acham no direito de controlar nossos sentimentos, nossas vidas, nossos gestos. É mais conveniente ser bom moço, ser politicamente correto, aderir à massa, para sermos aceitos e respeitados. Usamos máscaras para podermos viver em harmonia e em sociedade. Tratamos o outro como mercadoria. Um vale mais do que o outro. Um importa mais do que outro. Eu ajudo um mais do que o outro. Pisamos e esmagamos no coração do outro. Levamos e trazemos informações. Ignoramos a tristeza do outro, dizemos que sua depressão é frescura, é preguiça, não nos importamos. Mas nos lamentamos diante de um caixão.
Se exercitássemos a compaixão, enxergaríamos a vida e veríamos o próximo com menos arrogância e mais afeto. Desceríamos de nosso castelo de cristal e não prejudicaríamos e nem sentiríamos o sádico prazer em fazer o mal, em prejudicar alguém. Nunca é tarde para recomeçarmos e estendermos nossas mãos. Oferecer nosso ombro. Algumas pessoas tomam as rédeas, outras, esperam. Tudo a seu tempo. Tudo se ajeita.
Mais do que se solidarizar com o próximo, a compaixão transforma você, te faz uma pessoa mais humana, menos egoísta, desprendida de materialismo, de soberba, te afasta da ostentação fútil, e o principal, enche de VIDA, de paz e esperança os dias de alguém.
A compaixão tem poder. E o maior poder que ela tem é o de salvar vidas....
Autora: Aurilene Damaceno
Bom dia.
Que todos os dias sejam sempre felizes
Que toda alegria seja sempre verdadeira
Que toda verdade sejam para todos seus.
Que toda lembrança trará uma saudade
Que toda saudade sugira mais um gozo
Que todo gozo tenha uma personalidade.
Que toda vida seja vivida intensamente
Que toda intensidade repita aquele dia
Que este dia não será jamais esquecido.
Lembrem-se que na vida nada é fácil e precisamos nos esforçar nos desafios que são impostos para nós tanto desafios profissionais quanto pessoais, a vitória é constante temos pequenos treinamentos no dia-a-dia para a vida ir dando certo, ela não é constante e teremos diversos altos e baixos durante a nossa jornada, acreditar é conseguir e depende de cada um lutar por aquilo que acredita para que os desafios que encontramos na estrada da vida sejam fáceis de lidar, pois os problemas sempre teremos a diferença é a forma que você encara um problema, por isso lute, lute com todas as suas forças porque no jogo da vida só termina quando acaba.
Às vezes é melhor estar só do que mal acompanhado. Ter um relacionamento só por dizer que tem não funciona. O amor não é assim. Precisa de consentimento total. O amor é aquela sensação louca que te faz girar o mundo, que te faz pensar em largar tudo para estar com aquele alguém. Se você não sente mais essa emoção no relacionamento, então você não ama mais. Sua relação está em pleno comodismo. Analise e veja pelo que realmente vale a pena lutar.
O tempo não para, só mágoas e lembranças nos deixam presos no tempo. Temos a mania de achar que o passado é melhor que do que realmente foi e que o futuro será muito melhor do que o nosso presente. Não adie sua felicidade! Viva o agora! O momento perfeito para você realizar, sorrir, chorar, aprender e lutar é hoje! Crie coragem e faça o que for necessário para ser feliz com as pessoas que você ama! Afinal, o futuro é incerto e ninguém sabe se iremos acordar no próximo amanhecer! Aja, Ame, Arrisque-se, Agora!
É difícil algo tirar-me do sério, mas certas vezes isso bem que me acontece, porém, não perco o equilíbrio, meu foco é poder chegar à beira de um precipício, mas não cair. Não me importa o tamanho do obstáculo, quanto maior ele for, maior também é minha disposição para superá-lo. E quanto maior for a queda, maior é minha força para levantar. Se vale a recompensa, vale a luta. Não deixo-me abater por qualquer pedra no caminho, para me abalar tem de ser uma construção inteira, e ainda assim sou bem capaz de destruí-la e refazê-la ao meu modo, de modo que deixe livre minha passagem, quero ter direito de ir e vir perante minhas prioridades e o que desprezo. E quando eu quero, eu consigo. Não há nada que me tire essa convicção, não há nada que me diminua diante da imensidade de meus objetivos, nem digo sonhos, porque se é sonho não há de ser realidade, digo objetivos mesmo, daqueles que a gente realiza. E se me aparecer alguém dizendo que não tenho tal capacidade hei de dizer que limitada é sua perspectiva e não eu. Eu não me limito, se inicio minha jornada em busca da estrela só paro onde o céu termina.
A paciência é uma virtude, no final tudo vale a pena. Eu não me importo com o que os outros vão dizer, se eu acho que vale a pena eu corro atrás... As vezes o tempo pode até estar ao nosso favor e o futuro bastante breve poderá se bem melhor que o passado, pois assim você pode se esquecer de tudo e de todos que te fizeram chorar um dia...
Ter um bom coração é ótimo, não me arrependo, mas o problema é que pessoas frias e que se julgam muito espertas, nos usam, sugam, descartam e depois ainda ignoram e quando podem tripudiam e com amigos riem da bondade alheia, mas só lembrando que beleza, falar doce, sorrir e religiosidade não salvam ninguém... Tudo que se planta colhe já diz o ditado. Princípios, amor, sabedoria, mansidão, Deus, fazem o caráter e a boa conduta do ser. Os ímpios até lutam, mas nada constroem, só olham pro seu próprio ser, e por fim caem e lamentam-se.
