Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Textos Interessantes

Cerca de 6138 textos Interessantes

Uma flor me encanta
no jardim?


Sim,
mas nada como
ter você perto de mim.


A feeling came
and changed my mind,
— now it’s all right.


Je sens le climat changé,
maintenant je peux respirer.





O tempo passa
como a água…
Estou sempre
calma.


Essa poesia vai acabar
e você
não vai nem sonhar
que sem você
eu sou tudo,
e com você
eu sou nada.

É incrível quando sentimos algo bonito por alguém e, quando a pessoa chega perto dá uma vontade de tocar, abraçar, olhar bem nos olhos... continuar conversando e não sair de perto...




É um sentimento especial que toma conta do coração, sabe?!!!


Há uma grande atração que toma conta do corpo mas é um sentimento que não pode ser levado à frente... há muita coisa envolvida.

Minha loira linda,
Há algo em você que me encanta profundamente, e a cada dia que passa, essa certeza só aumenta: eu te amo muito.
Não é apenas o seu cabelo dourado que brilha, mas a luz que você irradia para a minha vida. Você é a parceira que sempre sonhei, o meu porto seguro e a razão de muitos dos meus sorrisos.
Sou grato a Deus, com todo o meu coração, por ter você ao meu lado. Sua presença é uma bênção inestimável. O seu carinho, sua força e a sua maneira única de ser tornam cada dia mais leve, mais feliz e muito mais significativo.
Obrigado por ser quem você é. Obrigado por compartilhar sua vida comigo.

A felicidade é complexa.


É curioso como a mentalidade e a natureza humana podem ser tão contraditórias. Alguns, mesmo com tão pouco e tantas limitações, conseguem viver com gratidão, alegria e paz interior. Enquanto isso, outros, cercados de recursos abundantes e desfrutando de boa saúde, enfrentam batalhas silenciosas contra a tristeza, a desmotivação e a angústia. Isso nos faz pensar que a verdadeira felicidade talvez não esteja no que se tem, mas em como se vive.






Daniel Francisco da Costa.

SANTO ESTEVÃO

Cidade de belas histórias
De um clima encantador
Tu és linda e majestosa
Povo honesto e trabalhador
Quem ama a sua terra
Sabe bem o seu valor.

De recantos fascinantes
Rodeada pela natureza
A paz desse lugar
É a nossa maior riqueza
Ouviro canto do bem-te-vi
Eita quanta beleza.

Parabéns Santo Estevão
Cidade do nosso agrado
Aplausos aos governantes
Por todo esse cuidado
A todos os que se foram
Deixando o seu legado.

104 anos de muitas glórias
De encantos e magia
Sua cultura e tradição
Trazendo essa alegria
Venho te parabenizar
Nos versos da minha poesia.


AUTORA-Irá Rodrigues
Santo Estevão-BA

"É curioso pensar na capacidade do ser humano e na força da mente para realizar coisas extraordinárias. O cérebro sabe selecionar o que deve guardar na memória, e ainda assim é contraditório ver como tantas pessoas se apressam em rotular a si mesmas sem realmente se conhecerem. Quantos dizem: “Eu não tenho jeito, nasci sem saber nada e morrerei assim!”. É triste perceber que muitos nem ao menos tentam mudar.


Sim, sentar-se em uma cadeira, abrir um livro, estudar e se aprofundar em algo pode ser cansativo. Mas, quando você dá o primeiro passo, é como entrar em um caminho sem volta — um caminho de crescimento.


Escrever o que se sente é um exemplo disso: um exercício de autodescoberta.


A sua mente é capaz de milhões de coisas. Acredite: você também é capaz."

Carta de despedida: Nosso mundo encantado


Querida,
Hoje, ao ver uma foto sua,
um álbum inteiro se abriu diante de mim —
não de imagens, mas de memórias inventadas,
histórias que criei e roteiros que escrevi
acreditando que seriam nossos.
Projetei um enredo,
acreditei no roteiro que escrevi sozinho.
E quando o silêncio chegou,
percebi que o eco não era ausência tua —
era excesso meu.
Nesse excesso, construí um mundo só nosso,
mas apenas eu tinha acesso.
Olho com carinho para tudo que senti.
Não acabou.
É apenas o primeiro dia fora do nosso mundo encantado.
Um mundo criado por mim,
mas que, em essência, pertencia a nós dois.
O que doeu não foi perder alguém —
foi perder o personagem que inventei,
aquele que você talvez nunca tenha conhecido.
Descobri que o amor idealizado
tem o brilho exato do pôr do sol:
belo, mas breve, e feito de despedida.
Me vejo como um belo arquiteto,
mas um péssimo projetista.
Criei estruturas lindas,
dignas de um conto de fadas.
E hoje, de fora,
observo o “nosso mundo perfeito”,
sem saber se você o acharia perfeito também.
Entendi que a decepção
é só a luz acendendo no cinema,
revelando que o filme era projeção.
E no escuro que fica depois,
a vida me convida a assistir de novo —
dessa vez, com os olhos abertos.
Das cenas que mais gosto são os créditos.
Porque, mesmo sendo o único colaborador físico dessa criação,
todas as cores e formas vieram de você.
Lhe agradeço por ter sido inspiração,
mesmo sem saber.
Nunca haverá mágoas
em um mundo onde só um coração pulsava.
E mesmo que esse mundo tenha sido só meu,
ele foi feito com amor —
e por isso, ele sempre será bonito.
Com carinho,
Luis

Poeta vs Inteligência Artificial


Nós escrevemos com a alma... Com o olhar, com mãos calejadas...


Tu, escreves com comandos, fazes buscas rápidas, tens métricas e informações.... Fazes buscas em milésimos de segundos, e constrói e entrega o que foi pedido.
Pode parecer perfeito, mas, falta algo. Que não tens, e nunca terá, a alma poética.
Uma história pode ser escrita, narrada ou mesmo a ti solicitada e corrigida até se chegar ao perto de um poeta humano. Mas, o poeta tem sentimentos, amor, dor, ilusão, sofrimento, decepção...
Poetas não escrevem, declamam... Dizem por linhas o que se diria olhando aos olhos...


E nesse olhar mora a verdade que nenhuma máquina alcançará.
Cada verso carregado de vida, cada pausa marcada pelo coração, cada lágrima silenciosa que inspira uma linha...
Não há algoritmo que reproduza o tremor da emoção, o arrepio do encontro com a própria alma.
Enquanto tu replicas, o poeta se desnuda, se entrega, se transforma.
E é nesse espaço vulnerável, entre o sentir e o dizer, que nasce a poesia verdadeira.


Autores: Paulo Poeta Reis e Stephany Freitas

A NATUREZA HUMANA


A natureza humana é intrigante!
A supervalorização dos próprios objetivos e, muitas vezes, o sequestro de algo coletivo para expressar crenças, bem como a intolerância à divergência na tentativa de coação, evidenciam apenas a falta de caráter e respeito ao próximo.

As minhas pernas estão paralisadas agora. Estou cada vez mais intrigado com a minha doença. Os medicamentos para dormir estão cada vez mais fortes.

A dor é mais constantes. Fico quase metade do dia sem movimentos ou sem coordenação. A maior parte do meu dia eu fico deitado vendo TV. Não consigo mais praticar esportes. Não consigo mais correr. Não consigo mais nadar na piscina ou no mar. Não consigo mais ir ao supermercado ou fazer uma simples caminhada na rua sem que as pessoas zombem de mim as escondidas ou mesmo me tratem como uma aberração ou um criminoso.

Antes, eu conseguia lidar com maturidade e relevância, mas agora estou muito cansado de fazer isso. Eu já estou esgotado de ter de explicar porque ando assim ou porque falo assim ou porque estou tão agitado ou estou tão lento.

Também estou exausto das pessoas terem medo de mim, ou de quando aponto na esquina as mães da rua empurrarem seus filhos a grosso modo para dentro de casa. Estou cansado de cada lugar que eu decida viver eu tenha a desgastante tarefa de explicar tudo novamente. Estou cansado de fazer isso tudo sozinho.

Estou cansado de esperar o melhor das pessoas, principalmente que estão próximas de mim, e ver a mesma reação em casa do que tenho com estranhos.

Estou cansado de estar sozinho nessa jornada.

De nenhuma maneira sou vitimista e muito menos quero piedade dos outros ou ser um peso para alguém. Mas em algum momento, em algum instante eu gostaria de ser adulado e não ser merecedor do meu adulador.

Apenas ter um momento de refúgio sincero e afetuoso. Um momento de refrigério que não exigissem uma reciprocidade egoísta e hipócrita. Queria apenas um amor com com-paixão da forma mais singela possível.

Estou ficando cansado de ser forte. Estou cansado de ter que ser forte.

Estou cansado de ser o cara mais legal, destemido, bem humorado que muitas pessoas conhecem e ao mesmo tempo afastar todo mundo de mim devido ao sentimento vergonhoso de estar comigo.

Quando voce não pode agregar economicamente, o seu círculo vai ficando cada vez menor.

Ninguém se lembra do que voce já fez ou foi. As pessoas apenas querem saber o que elas podem tirar de voce que seja realmente benéfico para elas.

Mas tem uma coisa que eu posso realmente oferecer de bom grado e com muito orgulho as pessoas que chegam a mim, e que essa doença nunca poderá me tirar: O conhecimento e sabedoria.

Mas ninguém quer isso. Porque para muitos ou a maioria isso é fútil devido a vida fugaz, ignorante e vazia dessas pessoas.

Mas o pior é o julgamento de que o que eles vem é a resposta de tudo. E esse julgamento insano e vazio de pessoas sem conteúdo não os motiva a ter o trabalho de saber se a fonte ainda consegue matar a sede, não do corpo mas da alma.

Maldito seja o prazer imediatista e sem priores dos homens hoje, que jogam o jogo da vida, vivendo por viver.

Já estive presente com os seis anjos. E todos eles tiveram suas razões. Espero que sétimo não demore muito, pois já sinto sua falta. Já senti o gosto doce na minha boca, mas o meu estômago agora está amargo. E este é o momento. Já estou pronto.

Resolvi me encantar de novo.
Sem medo de parecer ingênuo,
sem vergonha de admitir que a vida, às vezes,
ainda me surpreende.
Resolvi me encantar de novo
porque cansei de olhar tudo com cansaço,
de esperar o pior,
de viver na defensiva como se o mundo fosse só espinho.
Quero voltar a me admirar com o simples:
um céu que muda de cor sem pedir aplauso,
um sorriso que aparece do nada,
um gesto pequeno que salva o dia.
Resolvi me encantar de novo
porque percebi que o encanto não some —
a gente é que se fecha.
E eu decidi abrir a porta.
Quero sentir de novo aquele brilho nos olhos,
aquela vibração no peito,
aquela sensação de “caramba, ainda vale a pena”.
Resolvi me encantar de novo
porque mereço uma vida que me desperte,
não que me anestesie.
E se o mundo insiste em ser duro,
eu insisto em ser luz.
Porque o encanto…
sempre começa dentro.

É curioso observar como o Brasil parece sempre pronto para dar um passo à frente, mas tropeça exatamente no tapete onde alguns deputados federais insistem em deixar o nó. A gente acorda acreditando que agora vai, que finalmente o país vai engrenar, mas basta uma sessão na Câmara para descobrirmos que não, não vai ser hoje.

É quase uma coreografia. O país precisa avançar, o povo pede melhorias, os problemas se acumulam, e lá estão eles, os mesmos parlamentares que parecem viver em um universo paralelo onde o tempo não passa e a urgência não existe. O Brasil tenta evoluir, mas eles puxam o freio de mão com a serenidade de quem não sente nem o menor tranco.

E quando chega um projeto que poderia melhorar a vida das pessoas, adivinha? O desfile começa. Discursos longos, debates que circulam em círculos e uma incrível habilidade de transformar qualquer avanço em mais uma gaveta cheia. Depois ainda dizem que o país não vai pra frente por falta de esforço. Claro, porque esforço o brasileiro tem de sobra; falta só uma pequena colaboração de quem deveria trabalhar pelo país inteiro, não apenas por suas próprias bolhas de conforto.

Assim seguimos, pulando do século XX para o XXI com o mesmo grupo impedindo o salto final. O Brasil quer crescer, mas alguns deputados parecem preferir deixar tudo como está, porque mudar dá trabalho, e trabalho, pelo visto, é algo que eles terceirizaram para o resto do país há muito tempo.

Cabelos e Olhos de Outono

Teus cabelos, cor de terra molhada,
dançam ao vento, leves, encantados,
como folhas de outono recém-caídas,
trazendo calma ao meu peito apressado.

Teus olhos… ah, teus olhos castanhos,
são poços profundos onde me afogo sem medo,
neles cabe o sol, a noite e meu sonho,
neles mora o segredo que tanto desejo.

Quando me olhas, o mundo se aquieta,
o tempo desacelera, quase se esquece,
e cada batida do meu coração repete teu nome
como se fosse música que nunca envelhece.

E eu, perdida nesse calor ameno,
sei que amor assim é raro e verdadeiro,
pois nos teus cabelos e olhos castanhos
eu encontrei meu lar inteiro.

Menino de Sol e Vento

Num canto qualquer da rua encantada,
dançava um menino de alma dourada.
Cabelos cacheados, nuvem em espiral,
como se o vento pintasse um vendaval.

Olhos castanhos, cor de aconchego,
onde mora a calma e também o apego.
Brilham como tarde em fim de verão,
com o calor do mundo em seu coração.

Riso leve, quase cantiga,
voz pequena que o tempo abriga.
Passa entre folhas, corre com o chão,
como quem guarda segredos na mão.

Ele sonha alto, mesmo sem saber,
que em seu olhar há tanto por ver.
É feito esperança que não se desfaz,
menino de luz, de amor e de paz.

Cacheado de sonhos, castanho de céu,
carrega a ternura como um anel.
E onde passar, deixa poesia,
como quem vive pra ser alegria.

Dia das Crianças

As crianças são o começo de tudo: do riso, da curiosidade, da esperança.

Elas lembram o mundo do que é leve, do que é sincero, do que ainda sonha.

Cuidar de uma criança é cuidar do futuro, e também da parte da gente que ainda acredita.

Que o Dia das Crianças não seja só sobre brinquedos, mas sobre tempo, escuta, respeito e amor.

Porque nenhuma lembrança é mais valiosa do que sentir-se amado na infância.

Feliz Dia das Crianças!

Roça minha Roça


Ahhh, esses dias que vivi na roça encantada,
Foram bálsamo pra alma, descanso pra jornada.
Um cantinho de paraíso que faz o peito estremecer,
Trazendo uma vontade imensa de da cidade me esquecer.


Porque essa cidade louca, barulhenta, apressada,
Onde tudo tem que ser feio, urgente, feito a pancada,
Já não acolhe meu sonho, já não ampara meu ser;
E o coração sussurra baixo: “volta pra roça, vai viver.”


Na roça o tempo desacelera, respira em paz,
Nada corre desvairado, nada exige jamais.
O galo canta firme anunciando a aurora,
E cada canto de pássaro é poesia que aflora.


Os passarinhos cruzam o céu em voo certeiro,
Colorindo o horizonte com um toque verdadeiro.
No rio, os peixes pulam sem medo, sem pressa,
Como quem dança com a água e com ela se confessa.


A gambá atravessa o campo com seus filhinhos,
Entre o capim orvalhado e os matos caminhos.
É cena singela que emociona só de olhar,
Um milagre cotidiano que só a roça pode dar.


E eu, sentada na rede, a balançar devagarinho,
Deixo que o vento me conte histórias no caminho.
Nos primeiros raios de sol, sinto a vida me tocar,
Como se Deus ali dissesse: “Filha, podes descansar.”


O cheiro da terra molhada invade o meu peito,
E cada detalhe do lugar parece estar no seu perfeito.
Há um silêncio que abraça, uma calma que aquieta,
Um aconchego que cura, que limpa, que completa.


Respiro fundo… e em cada sopro eu sinto chegar
Uma certeza doce, difícil até de explicar:
Que não sou só visitante, nem mera admiradora,
Sou parte dessa obra-prima, dessa terra acolhedora.


Porque nesse lugar divino, nesse canto abençoado,
Percebo que sou raiz, sou vida, sou passado.
E quando a manhã se abre em luz e cintilante cor,
Entendo de uma vez que ali também floresce o meu amor.

Existe entre os seres humanos um sentimento tão sublime capaz de encantar e mudar os rumos da vida.
Para que este sentimento se manifeste, basta apenas um olhar ou um gesto afetuoso para acionar o código que vai abrir a porta de corações fechados pela desconfiança, sofrimento ou desilusão.
O desejo de amar é a senha deste código que tem o poder absoluto de nos tornar seres especiais.
Quando isto acontece duas almas gêmeas se encontram e os corpos interagem melhorando os batimentos cardíacos e realizando uma explosão de sensações como euforia, desejos, confiança, contentamento, prazer e alegria.
O pensamento em perfeita harmonia com a paz interior e o otimismo é capaz de criar um encontro que proporciona momentos de plena felicidade até nas coisas simples da vida.
Neste momento é como se o tempo parasse e um portal se abrisse para o recomeço na vida de quem tem debaixo da pele, 1,5 milhão de receptores que registram estas sensações que são transmitidas para o cérebro e o coração.
A partir deste instante os olhos se iluminam e passam a refletir a luz das estrelas.

O melhor da maturidade é a troca da credulidade ingênua da juventude pelo ceticismo inteligente que traz segurança o bastante para separar joio do trigo de uma forma inusitada: ao mesmo tempo em que não deixa mais espaço para o misticismo pueril de outrora, descobrimos um cérebro aberto ao improvável e empático ao inacreditável para derrubar as fronteiras entre concreto e abstrato de forma a que tudo se mostre possível, e apenas a dúvida – antes de qualquer negação – faça a mediação entre o ser e o não ser. Alguns chamam isso de delírio, eu
o chamo de despertar!

Ainda que ache extremamente interessante me surpreender com tão forte identificação com as características do meu signo de nascimento, ao mesmo tempo isso me promove um forte sentimento de frustração, que me leva a dolorosos questionamentos:
Se, ao nascer, tudo o que sou já está determinado por tais características zodiacais, se meu signo me aponta como alguém revestido de ideais nobres - e dotado de uma série de qualidades e defeitos inerentes à combinação astrológica a que pertenço - qual o meu mérito por possuí-los? Qual o valor de meu desejo de crescer? Qual o diferencial de quem simplesmente faz uso das particularidades que já lhe foram atribuidas no momento em que nasceu?
Astrólogos, estudiosos da alma, me ajudem!... porque isso me conduz à total inutilidade de todos os meus esforços para um dia ser melhor do que sou!

Quem aprendeu a enganar e tirar vantagem de tudo não é sábio, nem inteligente.
É apenas mais um tolo perdido na multidão — sem rumo, sem equilíbrio, sem caráter.
Quando o avarento ilude o inocente, o universo assiste às loucuras de quem perdeu a razão.
Ele alimenta a própria vergonha: um psicopata covarde, incapaz de encarar no espelho os reflexos de sua própria desonra,
temendo reconhecer que seu fim jamais será glorioso.