Textos Felicidade

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Em breve teremos a grande felicidade de te batizar, Pedro.
A água do batismo te apresenta a fé, e através do nosso papel como teus padrinhos, temos a honra de te consagrar.
Deus está em tudo, e hoje a você tão pequenino, te prometemos honrar a dádiva que é apresentar a fé.
Tu és Pedro e com a missão dada por seus pais, te chamamos de afilhado.
Criança amada que será a luz da esperança de dias sempre bons.
Tu és Pedro e esse mundo será pequeno para suas asas.
Voa Pedrinho.
De seus dindos com muito amor!

Se você quiser experimentar uma sensação de felicidade, que transcende suas conquistas pessoais,
seja alento para alguém (nem que isso dure um momento); seja esperança, que enaltece um coração; seja luz, que clareia os pensamentos; seja brisa, que espalha emoção. Na alegria ou na dor, seja um agente do mais nobre sentimento: o amor.


Clara Fonttes

Um dia, a felicidade nos abraçou

Há momentos em que fazemos de tudo para esquecer coisas boas vividas no passado, por vários motivos: ódio, ranço, apatia — enfim, um leque de razões.

Só que nos esquecemos de que a mente já está carregada, preenchida por aqueles momentos de amor. Eles estão fotografados, grifados, tatuados por dentro. E, por mais que tentemos, não conseguimos apagar — e talvez nem devamos. Eu penso assim.

Então, não é que não saímos do passado; há vezes em que precisamos esquecer a ira e voltar apenas para sentir que, um dia, a felicidade nos abraçou.

O amor, a paixão, foram tão marcantes, tão intensos, tão deliciosamente vivos, que não conseguimos esquecer por completo. Ou, quem sabe, fazemos questão de voltar para reviver a sensação do extraordinário que um dia experimentamos.

O login da felicidade

Quando os braços abraçam o corpo do ser amado, apertado, é como se quisessem se conectar ao seu coração, alcançar sua alma.

Às vezes, penso que a alma, em sua própria língua, adverte o coração; e ele, então, dispara em um ritmo descontrolado. O corpo reage, e a boca, quase automaticamente, pede beijos, como se fossem o login da felicidade.

Já recebi inúmeras críticas por questionar o DINHEIRO X FELICIDADE!!!
Muitos acham que não gosto do dinheiro, como estão enganados, acho o dinheiro muito importante, precisamos dele para sobreviver, o que não me conformo é acharem que vão ser felizes por terem muito dinheiro!!!
PS: Quem tem e usa o que tem, tem, quem tem e não usa o que tem, não tem!!!

Felicidade, pode ser interpretada como um estado de espírito tal - onde acontece uma misteriosa alquimia interna -, que, à moda de Epicuro, "é possível ser feliz apenas dispondo de água fresca e um bocado de pão (estando em igualdade com Zeus)". Em contrapartida, sem a tal alquimia interna, é possível se ter todo o oceano potável do mundo, e ter à nossa disposição toda a panificadora da terra e, se ser, ainda, o mais miserável dos homens..."Mens sana in corpore sano". Que <alquímica> seja nossa felicidade...

25.12.2018 10:48 h

A minha felicidade é autônoma e independente.

Não pede licença,
não mendiga afeto,
não negocia solitude
em troca de migalhas emocionais.

Ela não se apoia
em promessas frágeis,
nem se pendura
no humor alheio dos dias.

Aprendeu a caminhar sozinha
sobre cacos,
sobre ausências,
sobre o que veio
e partiu para o além
e o que não veio...

Não confunde companhia
com salvação,
nem presença
com pertencimento.

A minha felicidade
não nasce dos sorrisos e risos,
não necessita de aplausos e frases feitas
nem morre na minha solitude.

Ela existe.
Inteira.
Mesmo quando algo me falta.

✍©️@MiriamDaCosta

Felicidade postada = Infelicidade velada.


Felicidade postada
é vitrine iluminada.
Por trás do filtro,
cômodos escuros
e silêncios não compartilhados.


Quanto mais sorrisos em alta definição,
mais baixa a autoestima.
A vida vira vitrine,
o afeto vira algoritmo,
e a dor...
essa ninguém marca.


Felicidade postada
é como flor de plástico:
não murcha,
não sente,
não vive.
A verdadeira
às vezes nem tem foto,
mas tem pulso.


✍©️@MiriamDaCosta

A FELICIDADE REAL E ATUTÊNTICA


A felicidade real e autêntica é um construto e uma consequência do conjunto das realizações e fatos positivos na vida de uma pessoa, de formas que esses elementos lhe inspiram gratidão, amor, fé, alegria e satisfação de vida, levando a pessoa a um sentimento de completude e homeostase (DUARTE, 2015, 2026).

⁠🌹
Não adianta procurar sua felicidade
no mesmo lugar em que a perdeu.
🍃
Existem corações novinhos em folha,
cheios de disposição para te receber.
🍃
Esquece essa de procurar alguém.
🍃
No final vai acabar sendo sem querer;
numa trombada, num tropeço ou
em um caminho que você fez errado.
🌹

Coração traidor


Se foi contigo a minha beleza,
A minha felicidade, a minha fé e a minha autoestima,
Perdi tudo, querido, em minha incerteza,
Pois ao te expulsar, traí o que o coração estima.
Apaixonei-me por outro — que mera ilusão...
Pois, em cada gesto ou defeito alheio,
Era você quem ainda habitava o meu coração.
Hoje vejo que troquei o amor verdadeiro,
A certeza do porto pela incerteza da estrada;
Perdi meu abrigo, meu mundo inteiro...
Volta, querido, nem que seja em sonho, nesta jornada.




Autora: Priscila da Silva Oliveira Orphanides.

⁠a partir de agora me libero
com o tom galáctico da felicidade
abro os caminhos e desperto
para meu amor próprio interno
minha idéia de ida para frente e além
levando o que trazia antes apenas
nas lembranças que foram importantes
para o meu crescimento
deixando para trás aquilo que não é meu
nem jamais pertenceu
pois sei que tenho sorte e onde quer que eu vá
cercada de luz eu vou estar
essa luz me protegerá de pensar
sonhar e querer mais uma vez estar
ao lado de quem não me ama
não me conhece, não me sabe
nem percebe, finge que ama
me julga e me confunde
sou mais eu
e mais ainda quem me quer bem
assim seja
amém

" 'O dinheiro não TRAZ felicidade' , dizem. Mas, digo eu, o dinheiro LEVA você a lugares incríveis, que o farão muito feliz! (Isso se você for alguém que acha que merece e se o dinheiro for honesto, claro!)."
Texto Meu 0948, Criado em 2019

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Felicidade... o que é felicidade?
Encontrei algum dia?
Até parece fantasia!
Coisa de gente grande...
de gente do dia a dia!
Não sei o que aconteceu
com a humanidade...
com o ser humano,
procurando e não achando
o que queria!
Mas... meu Deus!
Confiança... mais confiança... um dia,
tenho certeza,
vou encontrar com alegria!
O coitado do pobre...
O coitado do rico...
É verdade!
O que aconteceu?
Não conseguiu o que pedia!
Eu luto... você luta...
A humanidade luta...
Nós lutamos!
Pra que tudo isso?
Você não passa, desculpe-me,
de um "chouriço",
todo embutido, franzido, tolhido,
cheio de soberba, amigo!
Não sou charlatão,
não quero dizer que sou um bom...
mas, seja honesto...
diga-me a verdade,
quero saber agora:
onde está a Felicidade?

⁠Querida,

Em cada momento que passa, você está em meus pensamentos. A sua felicidade e saúde são o que mais prezo, e a ideia de tê-la de volta ao aconchego do nosso lar aquece meu coração. Ansiosamente aguardo sua chegada, para que possamos compartilhar as pequenas alegrias da vida juntos. Por favor, seja cautelosa na sua viagem de retorno e nunca esqueça que, não importa o que aconteça, estarei aqui, seu porto seguro e eterno apoio.

Com amor e carinho

Quando a felicidade vacila e some,
E a tristeza invade, trazendo dores, fazendo um estrago nos meus dias, no peito um nó,
mas mesmo na sombra, uma luz pode brilhar,
Quando a escuridão aperta o cerco
E o silêncio é o único som.
Lento, o tempo passa, e a dor não cessa
contudo no fundo, uma faísca resiste, um pulsar.
E essa faísca, pequena e frágil é a chama da esperança, que não quer morrer.
Ela lateja, lateja, e aos poucos cresce e ilumina o caminho, e a dor começa a ceder.
(Saul Beleza)

FELICIDADE

Numa casinha distante,
Pertinho da serra
A felicidade se esconde,
Numa casinha distante
Onde corre um arroio
Sussurrando com o vento,
Colorindo com a mata
Escorregando na cascata
Brincando de cachoeiras,
A felicidade se banha,
A felicidade mergulha
Na calmaria do vale
E se embala com o cantar dos pássaros

Numa rede de algodão estampado
Sob uma casinha de taipa
Que sustenta a montanha...

A Felicidade Entre a Declaração e o Silêncio


Há vidas que se sustentam no brilho da superfície. São existências que proclamam, com voz firme, estar felizes, como se a repetição da palavra fosse capaz de transformar o vazio em plenitude. Mas a felicidade que precisa ser dita é, muitas vezes, apenas máscara: uma narrativa construída para convencer os outros — e a si mesmo — de que há sentido onde, na verdade, há apenas vertigem.
Essa felicidade declarada é feita de festas intermináveis, de aplausos que ecoam por instantes, de conquistas que se dissolvem tão rápido quanto surgem. É uma felicidade que depende do olhar externo, da plateia que valida cada gesto, da confirmação que nunca é suficiente. Quando as luzes se apagam e o silêncio retorna, resta apenas a solidão. A companhia efêmera se desfaz, os vínculos superficiais evaporam, e o afeto é substituído por euforia passageira. A narrativa de que se está só “por opção” é escudo contra a dor de não encontrar alguém que corresponda às exigências de uma lista impossível. O brilho fora compensa o vazio dentro, mas não o elimina.
A felicidade autêntica, ao contrário, não precisa ser proclamada. Ela não se sustenta em discursos, mas em presenças. É discreta, mas sólida. Não nasce da necessidade de ser vista, mas da profundidade dos vínculos, da intimidade preservada, da paz que não depende de testemunhas. É uma felicidade que resiste ao silêncio, que permanece quando não há plateia, que não se desfaz quando o mundo se recolhe.
Declarar-se feliz pode ser, paradoxalmente, sinal de fragilidade. É como repetir uma frase para convencer-se de sua veracidade. A felicidade verdadeira não precisa de palavras: ela se reconhece no olhar sereno, na tranquilidade dos gestos, na ausência de necessidade de afirmação. É uma felicidade que não teme a invisibilidade, porque encontra sua força no íntimo.
Assim, distinguem-se dois modos de viver: o da felicidade declarada, que brilha intensamente, mas se apaga quando a energia externa se esgota; e o da felicidade silenciosa, que não precisa de palco, porque encontra sua plenitude no silêncio. Entre o parecer e o ser, cada um escolhe o caminho que deseja trilhar. Mas é no silêncio, e não na proclamação, que a felicidade revela sua densidade mais profunda. Pois o verdadeiro sentido não está em dizer “sou feliz”, mas em não precisar dizê-lo.


Tatianne Ernesto S.Passaes

Que nossos sonhos nos levem adiante, sempre com um sorriso no rosto e com a certeza da felicidade
Que nossos erros nos tornem mais experientes
Que nossas experiências nos tornem mais fortes
Que nossas forças se una com a resiliência
A vida é incrível! Todo dia algo novo para se conhecer, para sonhar, para viver...

Ditadura da Felicidade

Foi esse o tema de uma da exibições do programa “Na Moral”, comandado por Pedro Bial, na Rede Globo. Atraída pelo assunto, fiz questão de ficar acordada até tarde para acompanhar e saborear a discussão.
Além de instigante, o título escolhido foi bastante pertinente. De fato, embora muitas vezes não tenhamos consciência disso, vivemos, sim, submetidos à ditadura da felicidade. Basta olhar ao redor. É ela (a felicidade) quem nos governa, quem dita as regras a serem seguidas. É ela, enfim, quem está no comando.
Dia desses, em meio a uma conversa descontraída com um amigo, fui surpreendida com a seguinte pergunta: “Qual é, pra você, o sentido da vida?”.
Ingenuamente, respondi que aqui estamos, todos nós, em busca de amadurecimento, na esperança e com o objetivo de crescermos e evoluirmos, tornando-nos seres humanos melhores.
Percebi que o amigo me olhou torto e a impressão que tive foi de que, lá no fundo, ele se sentira injuriado com a minha resposta. Penso mesmo que ele se segurou para não dizer que eu estava completamente enganada, que não era nada daquilo, que o sentido e a razão da vida eram a busca da felicidade. E foi assim que, quando lhe devolvi a pergunta, ele respondeu, com entusiasmo: “Estamos aqui para sermos felizes. Estamos todos em busca da felicidade”.
E aquele bate-papo me fez refletir sobre o quanto somos reféns dessa tal felicidade. Sim, porque tudo o que fazemos é em prol dela. Parece ser ela a finalidade de todos os nossos projetos, de todas as nossas atitudes, de todo o nosso esforço e até das nossas economias.
E onde estará ela, afinal? Alguém aí, por acaso, já a encontrou?
Na sociedade em que vivemos, é comum que a felicidade esteja associada à aquisição de algum bem de consumo. Fica-se feliz com a compra de um carro novo, com a troca do apartamento, com a tão sonhada viagem à Europa. Ou mesmo ao se ganhar um sapato novo, aquele vestido que vinha sendo paparicado na vitrine ou o CD da banda favorita.
Mas a felicidade vai bem além disso. É algo imaterial, que não pode ser tocado. É um estado de espírito, que precisa ser diariamente exercitado para ser mantido. Deveria ser encarada como consequência natural de nossas atitudes, e não como resultado necessário delas.
Em outras palavras, não se trata de correr atrás de um determinado sonho “para ser feliz” ou “com o objetivo de ser feliz”. Melhor é persegui-lo, com unhas e dentes, por crer que aquele é o melhor caminho a ser seguido. A felicidade é que venha, espontaneamente, se e quando puder, e não a qualquer preço, porque ela, na verdade, não tem preço.
Enquanto estivermos nessa busca incessante e desvairada pela felicidade, ela continuará nos dominando, controlando nossos passos e cerceando nossa liberdade. Continuaremos, sim, sob seu comando.
Encaremos a vida como uma excelente oportunidade de crescimento. Pratiquemos o bem, cultivemos o amor ao próximo. Sejamos honestos e humildes. Tomemos o caminho que nos pareça mais adequado. E deixemos que a felicidade venha naturalmente ao nosso encontro, sem cobranças, sem exigências, mas apenas como resultado das escolhas certas que fizemos.

Inserida por silviatibo