Textos em Homenagem a Pessoas Ilustres
O que me assusta realmente, é a índole ausente, de pessoas que pensei ser diferente, que pregava a bondade, que parecia plantar boa semente...
Ah, estamos rodeados deste tipo de gente!
Que ledo engano, pensar que era apenas um erro humano, por esse motivo, até perdoamos com facilidade, nem imaginamos sentir o retorno da mesma crueldade, da mesma pessoa, que sem um pingo de caráter, apenas finge falar a verdade...
Facetas da maldade, alguém que só pensa em destruir, sempre com o mesmo plano, criando ilusões, o mesmo que muitos poderosos fazem para separar a sociedade...
Falácias de uma mente insana, de um olhar até bacana, mas que esconde uma ideia profunda, dentro de sua alma escura...
Para isso eu tenho uma valiosa solução, colocar os meus joelhos ao chão, e com muita sinceridade, realizar a mais poderosa e bela oração!
É que, às vezes, as pessoas se acostumam com a versão de você que conheceram e passam a acreditar que ela é definitiva. Como se você ainda fosse exatamente a mesma pessoa de quando entrou na vida delas. E isso é tão injusto.
Ninguém atravessa a vida sem mudar. Ou atravessa?
As dores, as perdas, as conquistas e tudo o que aconteceu no meio do caminho inevitavelmente transformaram você em outra pessoa — em um novo capítulo. E talvez, nesse capítulo, a presença de algumas pessoas já não faça mais sentido como antes.
Alexsándra Duárte
Reflexão
Será que um dia as pessoas vão reconhecer minhas frases?
Será que um dia elas vão ler e dizer: esse cara é surreal.
Será que um dia alguém vai olhar para minhas palavras e perceber que cada linha minha carrega um pedaço da minha alma?
Às vezes eu me pergunto se o mundo está pronto para tudo aquilo que escrevo.
Se um dia vão ler e dizer:
Esse pensador chamado Jalison Santos… é um dos mais profundos que já encontrei.
Eu não escrevo para aparecer.
Escrevo porque a vida me marcou, e minhas marcas se transformaram em palavras.
Mas, no silêncio do meu coração, existe uma esperança…
A esperança de que alguém leia o que eu escrevo
e sinta que minhas frases nasceram de verdade, dor, fé e amor.
Talvez um dia reconheçam.
Talvez quando meus textos tocarem o coração certo.
Talvez quando alguém ler e sentir exatamente aquilo que eu senti ao escrever.
Até lá, sigo.
Porque um pensador não escreve para ser grande.
Escreve para ser eterno.
Por que as pessoas se sentem perdidas nestes últimos tempos?
Para responder a essa pergunta, é necessário saber a resposta de outra: O que perdemos?
Se não sabemos o que procuramos, não reconheceremos quando encontrarmos.
A sensação de estar imerso em um labirinto existencial, sobrevivendo pela repetição de hábitos dia após dia, é algo inerente à nossa espécie. Pensamos, raciocinamos e criamos cenários mentais diversos, cada um com suas consequências.
Essas consequências surgem porque nos perdemos durante o processo, pois nossas necessidades de manutenção nos levam a uma vida de hábitos sociais enraizados em um solo frágil, já que a sociedade é mutável dentro de suas próprias criações.
Vivemos de cenários: trabalho, estudo, família, relacionamentos, entre outros. Interpretamos diferentes papéis no teatro da vida, e a cada situação, somos um personagem. Agimos de forma esperada diante da sociedade, e embora sejamos "honestos" com o que apresentamos, isso não passa de uma máscara, pois o verdadeiro "eu" está imerso, perdido entre tantas aparências e projeções de quem realmente somos.
Para aumentar esse abismo existencial, quanto mais dinâmico o contexto social, mais máscaras precisamos usar para sobreviver socialmente. Palavras, gestos, opiniões precisam estar alinhados ao modelo social vigente para que sejamos aceitos. Conflitos de gerações são comuns, pois não há uma transição linear de uma fase da vida para outra. Um dia somos crianças, no outro, adultos, e nesse salto, crianças querem agir como adultos, enquanto adultos desejam resgatar a criança interior. O ser humano foi arremessado rumo a um mundo de vitrines, onde a aceitação é regra, e não moldar-se a esses padrões mutáveis nos deixa à margem.
Se a sociedade carrega toda essa pluralidade, é fácil perder-se ou agarrar-se a um personagem que, ao final, não representa a essência verdadeira de alguém.
Desde a infância, somos doutrinados a sobreviver neste mundo, e uma das regras de inserção é ser agradável às pessoas ao redor. Ser agradável evita conflitos e facilita a aceitação no meio desejado. Crianças, ao brincarem de serem adultas, testam seus papéis sociais, ganhando autoconfiança, vínculo e empatia, pois, assim, se conectam emocionalmente, sentindo-se parte do grupo. Esse mimetismo, parte da construção da identidade, copia até aspectos desnecessários, carregando-os pela vida.
Somos ensinados a agradar ao meio, mas quase nunca a sermos agradáveis conosco. Se fizermos um balanço da vida, perceberemos que quase toda ela foi dedicada a satisfazer necessidades alheias. Ser um bom filho, marido, funcionário, aluno, são julgamentos externos atribuídos às nossas ações, que clamam por aprovação. A ausência dessa aprovação causa sofrimento.
Somos escravos do julgo social, e, como a sociedade muda constantemente com novas metas, formas de pensar e agir, e concepções de vida, dificilmente estaremos em paz conosco. O julgamento funciona como um chicote que aceitamos como objetivo a ser atingido, e, ao final, sofremos sorrindo. A sociedade nos empurra, e nós, muitas vezes, colocamos o chicote em suas mãos.
Retirar esses grilhões autocolocados não é tarefa fácil, e talvez, no fundo, você não queira. Talvez tenha medo de descobrir o que lhe restará se todas as máscaras forem removidas, e encontrar seu verdadeiro "eu", aquele que ainda está em sua forma bruta, não moldada, não apresentada, por falta de tempo para moldá-la. Quando enfrentamos nossas fraquezas, a fragilidade nos leva a buscar segurança na autopiedade, justificando os "sofrimentos" da vida, e retornamos a um ciclo vicioso de esconder defeitos e a falta de reconhecimento de si mesmo, com máscaras que apenas tentam encobrir uma verdade: estou perdido porque não quero me encontrar.
A regra para se encontrar é simples: conheça-se a ti mesmo e aceite-se pelo que é.
Quer se encontrar? Se não, não sofra!
Pense e reflita!
Paz e bem.
Massako.
Como eu te via.
--
"Não existe amor impossível, apenas pessoas incapazes de amar."
— Sakura Haruno (Naruto)
Amor?
Para quem é incapaz de amar,
não existe amor.
Só ao eu se promete
amor incondicional.
Já a outro,
essa promessa
seria uma farsa.
E jamais seria amor.
Nunca, em verdade,
se pode afirmar sempre.
Nunca, em verdade,
se pode afirmar nunca.
Em verdade,
existindo amor,
não se mente.
Amar?
Que doce mentira.
--
Como eu te vejo.
As pessoas costumam respeitar aquilo que admiram ou aquilo que temem.
Amar, porém, é diferente: é confiar.
E confiar é acreditar que o respeito existe sem que seja necessário o medo.
No amor há o receio da perda, não por imposição, mas pelo valor que se atribui ao outro.
Já a paixão talvez seja o desafio do desejo, o prazer da conquista, a inquietação do querer.
No fim, talvez todos esses sentimentos sejam apenas diferentes formas de admirar e de temer — seja a grandeza do outro, seja a possibilidade de perdê-lo.
Sempre gostei de biografias. O fato é que gosto de escutar as pessoas e suas histórias.
Amava quando meu tio vinha de longe com seus contos, suas cousas, suas experiências.Ou minha avó contava algo que a marcou muito, ou como foi vivido de forma diferente no passado.
E às vezes escuto as pessoas na rua, no mercado, pergunto, abro espaço.
Perceber pelo olhar do outro a vida de uma forma diferente é aprendizado.
Abra espaço para essa experiência.
Expressar através da linha o que eu sentia, penso que observar as pessoas e o meu dom vejo em um olhar diferente até um sorriso que parece desenhado um mero disfarce até sorriso radiante tem espinhos, até solução não tem solução a razão chegar não tem mais sentido.
Seu sorriso, minha razão, talvez até razões eu tivesse. Receio que quanto mais eu olhava, mais profundos ficavam, mais distante parecia. Quanto mais eu corria, mais eu tropeçava entre medo e razão. Até parece impossível, mas você me salvou, me deu a mão e meio à multidão.
O Estranho no Espelho
O espelho reflete duas faces distintas,
Duas pessoas que habitam o mesmo lugar.
Mas não são a mesma; são chamas extintas,
De um corpo que a alma não quer habitar.
Não é aceitação, é um descompasso,
Entre a imagem que vejo e o meu próprio passo.
Em meu pensamento, a cor é diferente,
Lá mora a doçura e o riso de criança.
Maduro por fora, mas por dentro adolescente,
Cheio de brilho, vontade e esperança.
Sou o olhar que brinca e o desejo que invade,
Livre das amarras que impõe a idade.
Pois quando os quarenta se tornam vertente,
Dizem que é lindo, mas vejo o engano.
A ladeira abaixo é o que a gente sente,
A mentira pintada sob o véu de cada ano.
Quem fantasia a beleza dessa queda cruel,
Esquece que a alma não cabe no papel.
Ass: Roseli Ribeiro
Como pode exigir delicadeza das pessoas, enquanto se permite viver de forma tão… libertina?
Não digo isso em tom de julgamento, mas de confusão sincera. Pois, ao mesmo tempo em que pareces saber exatamente o que procuras, tuas atitudes contam uma história diferente — uma história incerta, por vezes contraditória.
O mais importante e bonito do mundo é isto: as pessoas não são sempre iguais, ainda não estão prontas – mas elas vão sempre mudando.
Não importa o que os outros digam de você, o importante é que você continue sendo quem sempre foi. Se mudar, mude para melhor para essas mesmas pessoas.
Muitas das coisas mais importantes do mundo foram feitas por pessoas que continuaram tentando quando parecia que não havia mais jeito.
SONETO DAS PESSOAS
Há quem carregue o sol no próprio olhar;
Mesmo vivendo dias de tormenta;
Há quem transforme o simples caminhar
Na mais bonita forma de ser lenta.
Pessoas são jardins em movimento,
Mistério que ninguém pode medir;
Algumas passam como leve vento,
Outras permanecem sem partir.
Por trás de cada rosto há uma história,
Uma batalha oculta e silenciosa,
Uma lágrima guardada na memória.
Por isso a bondade é sempre valiosa:
Quem espalha amor constrói sua vitória
Na alma de uma vida generosa.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
As pessoas fizeram isso comigo a vida inteira. Diziam que não era bem assim como eu contei,
que eu sou mentirosa, que não falo a história como ela é. Eu batia o pé mas não adiantava.
Cheguei a um período de andar com o celular gravando tudo, assim eu teria provas de qualquer
coisa que acontecesse. Foi uma infância super feliz
"Às vezes, não podemos ficar longe dessas pessoas, pois podem ser da família ou amigos. Mas, se pudermos nos afastar, essa é a melhor forma de cuidar da saúde. Mesmo quando não dá para se afastar, o importante é não se envolver emocionalmente. Então, o melhor é ter força para não deixar que elas mexam com a gente nem mudem nosso jeito de agir."
Alexandre Sefardi
Existem dois tipos de pessoas em nossa caminhada: aquelas que nos dão asas fortes, feitas de coragem e confiança, para que possamos voar cada vez mais alto; e aquelas que nos oferecem asas de cera, belas à primeira vista, mas frágeis diante do calor da realidade. Com elas, até voamos por um instante, porém a queda costuma ser inevitável.
A pergunta que fica é: com que tipo de asas você tem alimentado seus sonhos? As que fortalecem sua jornada ou as que apenas sustentam uma ilusão passageira?
Aprendi com o meu coração que devemos ser gentis com as pessoas, que devemos tratar todos da forma como gostaríamos de ser tratados.
Tem muita gente sofrendo calada. Tem gente tendo dias maus todos os dias, e não vai ser eu quem vai piorar isso.
Aprendi a respeitar as pessoas mesmo sem conhecer suas histórias de vida, porque sei que cada ser humano carrega sua própria trajetória, suas lutas, suas dores e seus aprendizados.
Cativos
Demétrio Sena - Magé
As pessoas estão engaioladas;
quando não em seus cantos, por aí,
nas camadas, nos núcleos, facções,
em igrejas, em clubes, em arcádias...
Enjauladas nos guetos, nas elites,
nos paióis de saudades e de medos,
de segredos, de línguas incontidas
ou manias; ou vícios; ou crendices...
Vejo tantas pessoas em conserva,
embutidas em bares e salões,
em viagens onde fogem de si
ou sermões sobre como vivem livres...
Todo mundo está preso, dentro e fora;
onde pula e cultua seus heróis;
ri e chora, repete preconceitos
e se prende nas asas que fabrica...
... ... ...
Respeite autorias. É lei
Nunca pensei em ti
Seja amor, seja boatos de amor, sejam palavras de más pessoas que eu nunca pensei em ti.
Mas na verdade essa palavra para mim não significa que nunca pensei em ti, e sim significa que tô pensando em ti a todo estante.
E essas más pessoas confundi o significado de nunca pensei em ti achando que eu não penso em ti, mas é muito pelo contrário.
Você é meu pensamento a cada milissegundos meu bem e a penso tanto tanto em você que as más pessoas confundi o meu amor e meu pensamento por você com algo como "Ele nem se quer pensa nela" mas eu não ligo sabe por que? Porque você quem ocupa meus pensamentos.
Nunca pensei em ti pois você é meu pensamento.
Estamos enganando a nós mesmos, tentando provar para as outras pessoas que somos então diferentes de todos, somos mais bonzinhos. Até que ponto vai essa diferença? Como você pretende provar que é diferente?
Com o "muito falar"? Ou com os seus atos? Quais tens sido suas escolhas?
As pessoas só vêem aquilo que você mostra, no entanto, Deus conhece o mais íntimo do teu coração!
...Você é de mentira ou de verdade?
Hoje em dia a vida nos pede que sejamos fortes.
Muitas pessoas, por pouca coisa, ficam com os nervos à flor da pele e cometem desatinos.
Depois, arrependem-se, mas o mal já está feito.
Acrescentemos a tudo isso, a nossa natural tendência de buscarmos, em primeiro lugar, o nosso bem estar.
Como essa busca predomina não e verdade!
Ela está presente em quase tudo, e se junta às nossas incertezas, por si só, abundantes.
Mas, não nos assustemos!
Coloquemos o nosso coração onde ele precisa estar: acima de todas essas adversidades.
Evitemos a sintonia com esses sintomas desesperadores. Permaneçamos acima deles e não nos abatamos.
Além do mais, como pessoas boas, temos o hábito de tomar como nosso o desespero dos outros.
Por isso, ainda que, de certa forma, entristeçamos o nosso coração, mantenhamos o equilíbrio e baseados na razão.
Tenhamos sim, compaixão pelos que se envolvem em acontecimentos dolorosos, oremos por eles, mas meçamos nossa ajuda com a régua da justiça e do amor racional, pois, muitos de nós necessitam de auxílios especiais.
Pelo menos por alguns minutos, possamos refletir sobre a importância de nos preservarmos também, pois, como ajudar alguém, se estivermos fracos e doentes, física, mental e materialmente?
Lembremos que: "Só podemos dar do que temos!"
Um grande beijo em seu coração.
R&F Perazza.'.
