Textos em Homenagem a Pessoas Ilustres
Bem poucas pessoas entendem,
que igreja é o corpo humano,
não aquele monte de pedras,
onde pessoas se reúnem por algumas horas,
depois vão embora,
esquecendo o que mais interessa:
DEUS que deseja ser o teu respirar
e não um simples passa tempo,
onde as pessoas vão passear,
deixando DEUS lá,
Mas em construções humanas,
DEUS não pode habitar!
As pessoas vão,
como folhas levadas pelo vento,
algumas sem se despedir,
outras fingindo que nunca prometeram ficar.
Dói.
Dói fundo.
Mas eu aprendo que não é em todo peito
que cabe o tamanho da minha entrega.
Eu não sou quem abandona,
sou quem resiste,
quem carrega cicatrizes,
mas também flores na alma.
E se hoje me deixam, amanhã encontro quem fica, Quem entendi que presença é escolha e que amor é raiz, será por inteiro, não pela metade.
Aprendizado do dia: Pessoas realmente boas são raras. Quando alguém é bom pra você, isso não se explica em palavras, se demonstra. Muitas vezes até assusta, porque a gente não está acostumado a ser bem tratado. Esse cuidado é a forma mais simples e sincera de alguém dizer que se importa. E Deus coloca esse tipo de pessoa na nossa vida uma única vez. Se tiverem a oportunidade, guardem, cativem e cuidem, porque o mundo está cada vez mais sombrio, e uma luz faz diferença.
Gente assim não é perfeita, e nem precisa ser. Carrega uma graça, um tipo de brilho que impulsiona. Não é fácil reconhecer, mas existe uma semelhança divina nisso.
Cultivem o que é bom. Assim como todos passam pela nossa vida, um dia essa pessoa também pode ir, sem deixar rastros. Eu, sinceramente, ainda não encontrei alguém como eu descrevo, mas quando encontrar, não vou deixar ir até Deus levar.
Às vezes, deixamos o que é bom passar porque achamos que não merecemos ou porque perguntamos “por que eu?”. Esqueçam essas perguntas. Vivam o que Deus determinou e não deixem nada estragar isso. Uma luz, no meio da escuridão, salva.
06:52 da manhã de uma quinta-feira, dia 27 de novembro de 2025.
O arrependimento?
Algumas pessoas olham pra trás e sentem peso. Outras transformam tudo em narrativa conveniente pra dormir em paz. Não porque sejam monstros, mas porque encarar o próprio impacto dá trabalho emocional, e muita gente foge desse serviço como foge de imposto.
Você pode virar “uma história” na boca de uma pessoa. Pode virar silêncio. Pode virar culpa. Nada disso está sob seu controle. O que está é isto: você sabe o que viveu. E isso não pode ser reescrito por terceiros, nem diminuído por versões mal contadas.
Eu cansei das pessoas difíceis
não das profundas
das difíceis por ego, por pose, por medo mal disfarçado.
Cansei de provar quem sou
como se afeto fosse currículo
e presença precisasse de carimbo.
Hoje eu escolho o simples
não o raso.
O simples que fica
o simples que não some
o simples que não humilha para se sentir maior.
Se for para andar junto
que seja leve.
Se for para doer
que ao menos valha a verdade.
O resto
eu deixo para quem ainda confunde distância com valor.
As pessoas passam quando veem flores.
Param quando há festa, riso fácil, promessas leves.
Mas desviam o olhar diante da cadeira, do silêncio,
do corpo que pede cuidado e não encanto.
Fico.
Não por vocação ao sacrifício,
mas porque amor não negocia presença.
Ser só eu e ela pesa,
não pelo caminho em si,
mas pela constatação de que poucos sabem caminhar
quando o chão exige firmeza.
Aprendi a ser suave sem ser frágil,
a seguir sem plateia,
a entender que quem vai embora
não falhou comigo,
apenas revelou seus limites.
E sigo.
Com menos mãos ao redor,
mas com a consciência limpa
de quem não trocou amor por facilidade.
A cidade segue funcionando, as pessoas riem nos lugares errados, o tempo insiste em andar para frente.
Eu não acompanho.
Eu administro a falta. Em silêncio. Em turnos.
Não chamo de saudade porque saudade é doméstica demais para o que ficou.
Isso aqui é permanência forçada.
É carregar alguém mesmo quando a outra pessoa largou o peso.
Eu me procurei nos lugares errados.
Nas pessoas.
Nos olhares que não ficaram.
Nas promessas que não sobreviveram.
E no fim…
eu estava no único lugar onde nunca pensei em olhar:
Dentro de mim.
Me reencontrar não foi bonito.
Não teve trilha sonora.
Teve silêncio.
Teve vergonha do que aceitei.
Teve culpa pelo que calei.
Mas também teve uma verdade crua:
eu nunca estive perdida.
Eu só estava longe de mim.
Fazer as pazes comigo não foi me perdoar por tudo.
Foi entender por que eu fiz.
Foi abraçar a mulher que aguentou o que eu hoje não aceito mais.
Reencontro não é voltar a ser quem eu era.
É finalmente ser quem eu sou.
Existem pessoas que passam a vida inteira estando presentes.
São aquelas que respondem, que ajudam, que escutam, que encontram tempo mesmo quando não têm tempo.
Muitas carregam o hábito de cuidar dos outros sem fazer contas, sem esperar recompensas, sem cobrar retorno.
Mas a vida costuma ensinar uma lição curiosa:
Nem sempre quem recebe cuidado sabe oferecer cuidado.
E então chegam os dias difíceis.
Dias em que essas pessoas também precisam de uma palavra, de uma presença, de uma resposta.
É nesses momentos que descobrem quem realmente caminhava ao seu lado e quem apenas se acostumou com aquilo que recebia.
Não se trata de ingratidão de todos. Nem de maldade.
Apenas uma verdade antiga: poucas pessoas conseguem oferecer aos outros a mesma dedicação que gostam de receber.
Talvez por isso algumas presenças silenciosas sejam tão raras.
E tão valiosas.
•Pessoas•
• Há pessoas que são euforia. Chegam e fazem tudo parecer maior, mais intenso, mais vivo.
•Há pessoas que são tempestades. Nunca passam despercebidas e sempre deixam algo transformado.
•Há pessoas que são fogo. Aquecem, iluminam... ou queimam.
•Há pessoas que são mar. Acalmam num dia, engolem no outro.
•Há pessoas que são primavera. Florescem até nos lugares mais secos.
•Há pessoas que são inverno. Silenciosas, frias por fora, profundas por dentro.
•Há pessoas que são faróis. Não caminham por você, mas mostram o caminho.
•Há pessoas que são labirintos. Quanto mais você tenta entendê-las, mais caminhos aparecem.
•Há pessoas que são euforia. Fazem o coração acelerar antes mesmo de dizer uma palavra.
•Há pessoas que são abrigo. Basta a presença delas para o mundo parecer menos pesado.
O Turbilhão
Existe um vendaval morando em mim.
Ninguém o vê.
As pessoas enxergam o meu sorriso,
as minhas palavras,
os meus poemas.
Mas ninguém escuta o barulho dos destroços que carrego por dentro.
Há dias em que tudo o que eu quero
é ir embora.
Ir embora das expectativas,
das decepções,
das promessas quebradas,
das portas fechadas,
das pessoas que só lembram de mim quando precisam.
Quero ir embora da culpa que me veste,
do cansaço que me acorda,
das batalhas que ninguém imagina que luto.
Mas, no fundo,
não quero desaparecer.
Quero encontrar um lugar
onde eu possa respirar sem pedir desculpas por existir.
Quero voltar para mim.
Porque há muito tempo
venho morando na vida dos outros
e esquecendo de cuidar da minha.
Talvez esse turbilhão
não seja um fim.
Talvez seja a tempestade
arrancando tudo aquilo
que nunca foi abrigo.
E quando o vento passar,
se passar,
espero encontrar entre os escombros
a única pessoa
que nunca deveria ter abandonado:
eu.
As pessoas esquecem o quanto você foi importante para elas.
Esquecem das mãos que as levantaram quando ninguém mais estendeu as suas.
Esquecem das noites em que você permaneceu, enquanto tantos foram embora.
Esquecem dos conselhos, do cuidado, das renúncias e da presença.
A memória, muitas vezes, guarda o que machuca e apaga quem ajudou a curar.
Mas isso não diminui o valor do que você fez.
Quem age com verdade não precisa viver do reconhecimento alheio. O bem continua existindo, mesmo quando ninguém o enxerga. E quem esquece a importância de alguém revela mais sobre si do que sobre o valor de quem foi esquecido.
Nem toda ausência de reconhecimento significa falta de importância.
Às vezes, é apenas a incapacidade de algumas pessoas de reconhecer e honrar quem um dia foi essencial em suas vidas.
Eu sempre soube ficar.
Pelos outros.
Pela família.
Pelos amigos.
Pelas pessoas que estavam quebradas.
Pelas pessoas que não sabiam pedir ajuda.
Pelas pessoas que precisavam de alguém.
Mas ninguém me ensinou o que fazer quando sou eu quem está quebrada.
Talvez seja essa a grande descoberta:
Algumas pessoas gostam de você.
Algumas precisam de você.
Algumas dizem que amam você.
Mas poucas sabem permanecer quando você deixa de conseguir carregar o mundo nas costas.
O perdão é sempre, a melhor saída!
É comum para as pessoas se declararem decepcionadas com alguém. Só não é comum as pessoas olharem para dentro de si mesmas e refletirem sobre que critérios elas estão usando para poder dar lugar a essa decepção.
Primeiro ponto a ser considerado: é uma perfeita interpretação do que você viu e/ou ouviu dessa pessoa, sem jamais desprezar o benefício da dúvida.
Segundo ponto, considerar as condições emocionais da pessoa no momento em que ocorreu o fato, objeto da sua decepção.
Terceiro, usar de empatia, colocando-se no lugar dela, diante da situação.
Se depois de tudo isso você ainda continuar decepcionado(a), então é necessário fazer uma introspecção para que seja possível uma melhor compreensão e avaliação desse seu sentimento:
-Comece por se perguntar onde você está ou como você está em relação a causa da sua decepção - você tem certeza que jamais faria o que aquela pessoa fez ou disse, independentemente das circunstâncias do fato?
Se ainda assim você continuar decepcionado(a) com a pessoa - perdoe-a! Porque ninguém é perfeito e cada um tem seus desafios, mesmo fraquezas, a serem vencidas. Se for possível converse com essa pessoa e tente ajudá-la.
Só desta maneira você se libertará desse sentimento de decepção, que certamente causa mal para você mesmo.
Ney Paula B.
Sonho e Ilusão
Sonho com um mundo melhor, onde crianças brinquem como crianças,
Que as pessoas trabalhem, lutem, vivam com esperança.
Sem roubos, violência, desastres e ganância.
Sonho em ver os pássaros livres, cantarolando suas melodias,
Em saber que todos têm comida para por na mesa ao meio-dia.
Que os jovens desfrutem da vida com grande sabedoria
Vejo alguns planejando suas viagens para Caribe, Itália e Japão.
Enquanto milhares tentam ir ao mercado comprar leite e pão.
Vivemos neste mundo desigual esquecendo que somos irmãos.
Um mendigo bate a nossa porta, pede comida e dizemos não.
Na manhã seguinte a comida que sobrou vai alimentar o cão.
Nosso semelhante é abandonado ficando sem casa e sem chão.
Vivo nesta utopia de achar que um dia teremos a emoção
De olha para o lado abraçar alguém e dizer “você é uma benção”
Isto tudo é um sonho, que mais parece uma grande ilusão
Você só conseguirá se relacionar com outras pessoas na mesma profundidade com a qual você se conecta consigo mesmo.
Quem é raso consigo mesmo está fadado a viver relações igualmente superficiais, isso explica as atuais relações miojo, que só duram alguns minutos e o sabor é superficial.
Vamos imaginar um lugar, onde as pessoas ajudam uma às outras;
Vamos imaginar um lugar, onde a religião não separa as pessoas;
Vamos imaginar um lugar, onde as pessoas estão sempre sorrindo;
Vamos imaginar um lugar, onde as pessoas choram, mas só de alegria;
Vamos imaginar um lugar, onde um não quer tomar o que é do outro;
Vamos imaginar um lugar, onde a política não é usada para fazer o mal;
Vamos imaginar um lugar, onde as instituições não são maiores que as pessoas;
Vamos imaginar um lugar, onde o dinheiro supre as necessidades de todos;
Vamos imaginar um lugar, onde há separação entre Religião e Estado;
Vamos imaginar um lugar, onde não usam o nome de Deus para proveito próprio;
Vamos imaginar um lugar, onde as pessoas são civilizadas e por isso se entendem;
Vamos imaginar um lugar, onde o feio também é bonito e aceito por todos;
Vamos imaginar um lugar, onde o ser humano tem o seu devido valor;
Vamos imaginar um lugar, onde as crianças podem brincar longe das armas;
Vamos imaginar um lugar, onde países grandes não exterminam países pequenos;
Vamos imaginar um lugar, onde os seres humanos têm comida, água, educação, e local digno para morar;
Vamos imaginar um lugar, onde a injustiça não opera por causa da ganância;
Vamos imaginar um lugar, onde não existe ditadores mas verdadeiros representantes do povo;
Vamos imaginar um lugar, onde os médicos cuidam dos pacientes porque amam o que fazem;
Vamos imaginar um lugar, onde as crianças não morrem nos hospitais por causa da imperícia, negligência e imprudência;
Vamos imaginar um lugar, onde a polícia não é corrupta e as pessoas confiam nela;
Vamos imaginar um lugar, onde não existe ladrão, mas sim, distribuição de renda;
Vamos imaginar um lugar, onde a máquina do governo não escraviza o contribuinte;
Vamos imaginar um lugar, onde não há terrorismo porque ninguém faz mal a ninguém;
Vamos imaginar um lugar, onde a gente se preocupa com as crianças nossas e também com as crianças dos outros;
Vamos imaginar um lugar, onde toda loucura e esquizofrenia são devidamente curadas;
Vamos imaginar um lugar, onde os psicólogo, psicanalistas e psiquiatras, não aparecem na TV, só para ganhar dinheiro, mas também, para darem suas honestas contribuições à sociedade;
Vamos imaginar um lugar, onde se quer liberdade para si e também para os outros;
Vamos imaginar um lugar, onde os hipócritas e avarentos não estão no poder;
Vamos imaginar um lugar, onde se errarmos, nos arrependemos, e obtemos perdão;
Vamos imaginar um lugar, onde se condenado, a condenação é justa, e digno o cumprimento da pena;
Vamos imaginar um lugar, onde não há espaço para os sádicos, cujos tais, gostam de torturar;
Vamos imaginar um lugar, onde não tenha que ocorrer catástrofes para que os povos se unam;
Vamos imaginar um lugar, onde o maior e o melhor é aquele que mais serve os outros;
Vamos imaginar um lugar, onde as diferenças são respeitadas, e por isso, há diálogo, e não bombas;
Vamos imaginar um lugar, onde os fabricantes e vendedores de armas mudaram de profissão;
Vamos imaginar um lugar, onde não há pirataria de produtos porque os impostos são baixos (justos);
Vamos imaginar um lugar, onde as pessoas aprendem umas com as outras porque se amam;
Vamos imaginar um lugar, onde não há presunção, arrogância, e nem vaidade dos homens;
Vamos imaginar um lugar, onde viver a vida é mais importante do que matar as pessoas;
Vamos imaginar um lugar, onde as pessoas mais velhas têm o que ensinar às mais jovens;
Vamos imaginar um lugar, onde eu, você, e todos os outros, podemos construí-lo, e terminá-lo;
Vamos imaginar um lugar, onde a amizade é permanente e damos a vida uns pelos outros;
Vamos imaginar um lugar, onde podemos enxugar nossas lágrimas e vivermos uma vida melhor;
Vamos imaginar um lugar, onde o dinheiro seja usado e não os seres humanos usados pelo dinheiro;
Vamos imaginar um lugar, onde todos nós possamos nos amar além das religiões e das seitas;
Vamos imaginar um lugar, onde querer é poder, e assim, possamos valorizar o ser, e não o ter;
Vamos imaginar um lugar, onde existe vida em todos os sentidos, e a morte, a morte morreu.
A LIBERDADE ESPIRITUAL
Para muitas pessoas religiosas ou espirituais, isso pode ser uma verdade difícil de engolir.
A verdadeira iluminação não é o que realmente queremos. Não é nem um pouco emocionante, mas é totalmente comum.
Apesar disso, a maior parte da espiritualidade é construída sobre a busca do extraordinário.
Altos níveis de frequência não o levam necessariamente a experiências "espirituais".
Na verdade, altos níveis de frequência destroem a própria ilusão de que existe algo como uma experiência “espiritual”.
Na cultura contemporânea da nova era, o materialismo espiritual é abundante - ou seja, as pessoas agora têm uma nova droga chamada busca da verdade.
É importante entender que não há nada de errado com nenhuma dessas coisas.
Se você é levado a buscar algo mais elevado, então algo está empurrando você, levando-o a algum lugar.
Se você segui-lo até sua conclusão natural, ele revelará seu verdadeiro caminho no final.
Para algumas pessoas, buscar é um caminho direto para a transcendência, mas para outras serve simplesmente como uma distração que as afasta ainda mais de sua verdadeira natureza.
A Vitimização impede o buscador espiritual de seguir seu impulso até sua conclusão natural. Ele faz isso identificando-se com a forma do ensino, ou com o professor, ou com o próprio caminho. Portanto, vemos três categorias básicas de pessoas em um caminho espiritual - aquelas que estão presas pela estrutura de um determinado ensinamento, aquelas que estão presas pelo poder magnético de um professor particular e aquelas que estão presas por sua própria compulsão constante de ser um turista espiritual.
Todas essas três armadilhas espirituais são estágios autênticos de qualquer caminho que acabará levando à verdadeira liberdade, mas todas as três também se disfarçam como a própria liberdade. Estes são alguns dos níveis mais sutis da Sombra da Vitimização.
A verdadeira liberdade não tem nada a ver com a forma como gastamos nosso tempo no plano material.
A verdadeira liberdade não é um efeito. É uma espécie de espaço sempre em expansão que surge espontaneamente dentro de você quando você passa a entender o quão profundamente você foi vitimizado por suas próprias crenças centrais.
Quando há amor entre duas pessoas não se deve olhar o sexo, a cor, a altura, nem a idade. Quando há amor não se pode colocar na balança conceitos sobre quem devemos amar e a quem devemos pertencer. Quando há amor nada mais importa, o importante é amar e ser amado na mesma medida.
💞
Feliz dia dos Namorados!
Não custa nada
Encantar
Minha mãe e pai
Minha filha
Meus irmãos
Meus amigos
As pessoas que encontrar
Encantar
Amar
Sonhar
Só se leva o encanto
De um para o outro
Vai se embora
O encanto fica
Não esqueça você
Faz parte de mim
Leva um pouco
E deixa para o outro
O encanto sem fim.
