Textos em Homenagem a Amigo em Cadeira de Roda

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Nunca fiz o tipo de pessoa que precisava de alguém para se sentir feliz, completa. Desde cedo aprendi a me sentir completa e a ser feliz sozinha e isso me bastava. Eu nunca sonhei em viver aqueles romances típico de cinema. No qual: “A mocinha esbarra no príncipe encantado e em uma simples troca de olhares o amor arrebatador surge e eles são felizes para sempre.” Na verdade, nunca nem sequer acreditei nisso. Mas aí você chegou como quem não quer nada e ganhou todo o meu coração. Me fez imaginar que até poderíamos ser um casal igualzinho daqueles filmes que eu tanto detestava. Eu quis ser sua, pois já não me bastava ser só minha. Sabe, eu não queria te amar, mas você foi o único que destruiu toda a minha armadura e chegou ao fundo da minha alma. E me fez acreditar em um possível “nós.” Mas em um dia qualquer você acordou decidido que o meu amor não o bastava. E se foi batendo a porta e deixando para trás todos os sonhos e promessas que havia me feito como se elas nunca tivessem tido importância alguma. Então, me diga: Por que você entrou na minha vida se não ia ficar? Porque me fez acreditar em finais felizes e até mesmo em felizes para sempre? Porque você derrubou todo o muro que eu tinha construído em volta do meu coração se sua intensão era só destruí-lo e ir embora? Porque você me prometeu o infinito se o seu amor não passava de uma pequena estrela? Que teve seu brilho tão rápido que eu nem tive tempo de admirar e muito menos de pedir pra ficar. Eu queria que palavras bastassem. Que corações partidos se juntassem. Que lágrimas cessassem e até mesmo que você voltasse. Queria ter sido mais pra você. Queria ter sido a pessoa do seu “felizes para sempre”. Sinto muito por meu amor não ter sido o bastante. Sinto muito por não ter sido o suficiente pra fazer você ficar a vida toda. Sinto muito por não ter sido nada disso pra você.

Inserida por Escritorragia

Não quero entrar em longos devaneios, e nem romancear demais, acabando por desenvolver aqueles sintomas tradicionais de quem acha que deve fazer um telefonema, mas não lembra direito do rosto da pessoa com quem quer falar. Muito porque sou um ás em colocar rostos fictícios em corpos de pessoas reais, em repassar na lembrança imagens violentas de um amor inventado, e sempre acabo vivendo todo o romance e sua sequência de fatos dentro da minha cabeça, sem conseguir ver que lá fora tudo ocorre como num desastre em decomposição.

Inserida por thaucamargo

O lirismo representa uma expansão dispersiva da subjetividade, porque ele indica, no indivíduo, uma efervescência incoercível que visa incessantemente expressar-se. Esta necessidade de exteriorização é tanto mais urgente quanto mais é o lirismo interior, profundo e concentrado. Por que o homem se torna lírico em meio ao sofrimento ou ao amor. Porque estes dois estados, ainda que diferentes por sua natureza e orientação, surgem - de alguma forma - do âmago do ser, do próprio centro da subjetividade

Inserida por lucas_nunes

Imaginação de criança

Imaginação de criança
É como nuvem
Livre, leve e solta
Ou como o Sol
Que ilumina dia a dia

Imaginação de criança é como melodia
Às vezes desafina
Mas é também como poesia
Obra divina

Imaginação de criança é como avião
Voa lá nos altos
No ritmo dos pássaros
Mas sempre tem que pousar no chão

Inserida por LauraDo5anoSantaC

azer a pessoa amada em 24h -Escreva na sola do pé esquerdo o nome da pessoa amada e aperte no chão dizendo três vezes: debaixo do meu pé esquerdo, te prendo (nome da pessoa)te amarro (nome da pessoa) e te mantenho (nome da pessoa) pelo poder das treze almas bendita. que assim seja. que vc venha me procurar em 24h,dizendo que me ama e que quer ficar pra sempre comigo. enquanto vc não vier não irá comer, não irá dormir e nem irá ter vontade de outra mulher a não ser eu. assim seja, assim será. ( publi azer a pessoa amada em 24h -Escreva na sola do pé esquerdo o nome da pessoa amada e aperte no chão dizendo três vezes: debaixo do meu pé esquerdo, te prendo (nome da pessoa)te amarro (nome da pessoa) e te mantenho (nome da pessoa) pelo poder das treze almas bendita. que assim seja. que vc venha me procurar em 24h,dizendo que me ama e que quer ficar pra sempre comigo. enquanto vc não vier não irá comer, não irá dormir e nem irá ter vontade de outra mulher a não ser eu. assim seja, assim será. ( publi

Inserida por duudaas2

Na ultima vez que te liguei, eu estava chorando, mas você não percebeu, estava ocupada demais dizendo o quanto não me amava, para prestar atenção. Eu sabia que seria a ultima vez que escutaria o som da sua voz e por mais que eu quisesse que não fosse, assim foi. Ali foi a nossa despedida, você deu tchau para mim e para os meus sentimentos, se desligou de mim tão rápido quanto a ligação que havia acabado de desligar. E assim foi… seu amor saiu de área. E o meu continuava na linha, esperando uma nova ligação.

Inserida por velhopoema

Ele diz que te ama, mas controla seus amigos e suas saídas, critica sua roupa, quer mudar sua maneira de se portar e até seu jeito de falar. Se faz de protetor mas na verdade é agressivo, se faz de amigo, de apaixonado, mas na verdade só está te manipulando para que na sua cabeça pareça que ninguém mais presta, só ele. E geralmente todos os que se aproximam e tentam te alertar sobre isso, você afasta, ignora ou acha que estão errados ou falando asneiras e ele acha isso um máximo, pois quer te ver sozinha e vulnerável. Ele não te bate, mas faz de tudo para que você mude a sua opinião e aceite a dele, mexe no teu celular, faz você romper suas amizades. Sua auto estima provavelmente não é das melhores, você se quebra inteira para caber em alguém que não merecia nem uma micro partícula sua. A imensidão que há dentro de você não deve ser medida, rotulada e muito menos diminuída por nenhum ser humano existente. Você é dona de uma imensidão sem tamanho e não precisa de ninguém pra ser assim. E amor não é uma prisão, muito menos imposição, o amor é liberdade, é aceitação, é comunhão. O amor não corta asas, ele dá asas. E se ele não aceita isso, sinto muito, mas esse aí não é o teu ninho, é a tua gaiola.

Inserida por velhopoema

CRITICA Á IMPRENSA BRASILEIRA

É impressionante como grande parte, senão a maioria esmagadora, da imprensa jornalística brasileira vem a todo o momento perseguindo as Polícias Militar, Civil e Federal. Toda vez que ocorre algum fato trágico e/ou de impacto, logo querem culpar a polícia por tudo. "A polícia é mau armada", "é despreparada", "não sabe negociar", "só tem corrupto", "mais um inocente é morto pela policia" e outras frases do gênero chovem nas inúmeras reportagens com finalidade única de diminuir e desmoralizar a importância de atuação da polícia numa sociedade onde a violência cresce de forma alarmante.

Digam-me vocês, que detêm os meios de comunicação e que por muitas vezes tomam uma postura de donos da verdade absoluta do mundo, alguma vez já viram comunidades carentes fazerem comemoração porque a polícia matou algum "dono de boca de fumo"? Eles só podem fazer protesto, caso contrário os demais integrantes da quadrilha de manda no tráfico da comunidade começa a persegui-los e no "pacote" do protesto está incluso dizer que o morto era inocente, trabalhador e que polícia chegou atirando nos inocentes... Será que vocês não sabiam disso?

Como vocês querem que a polícia seja preparada para agir em casos de seqüestro do tipo do ocorrido em Santo André com Eloá, a cabeça de cada pessoa é um universo único. Não existe fórmula perfeita para negociar com pessoas em situação de extremo estresse, pois o que me sensibiliza não é o mesmo que sensibiliza vocês e o que é atrativo para mim pode não ser atrativo pra vocês, da mesma forma um seqüestrador quer uma coisa e como no caso citado não sabia nem o que queria. E com um bando de criticadores de plantão fica mais difícil ainda tomar uma decisão.

Vocês da imprensa são especialistas em fórmulas prontas para fatos consumados. Basta acontecer algo que vocês aparecem com um milhão de formas e fórmulas corretas de se fazer isso ou aquilo, aparecem quinhentos mil especialistas para apontar erros. Mas porque no momento do acontecimento ninguém fez ou falou nada???? Depois que Eloá faleceu aparecem esses especialistas "geniais" para dizer que a policia falhou nesse ou naquele ponto, será que em 100 horas não deu para nenhum deles ensinar a polícia a fórmula mágica de como negociar com um seqüestrador, invadir o apartamento e salvar as duas reféns? Falar depois do acontecimento consumado é fácil. Criticar o técnico de um time ou seleção por ter escalado um jogador ou feito uma substituição ao invés da que vocês julgam ser a mais correta depois do jogo finalizado é mais fácil ainda, afinal, quem entende de futebol são vocês e os técnicos não sabem nem chutar uma bola, certo?

Vocês deveriam criticar mais um órgão chamado de "Direitos Humanos", pois ele é o culpado de ladrão, seqüestrador, traficante, assassino, assaltante de banco, estrupador e similares estarem cheios de direitos após cometerem seus crimes. E “vocês da imprensa” dão a maior força ao pessoal dos Direitos Humanos, não é mesmo?

Na minha “ignorante” opinião, só deveria ter direito quem anda e tem comportamento direito/correto. Vocês deveriam entender que se a polícia teve a infelicidade de acidentalmente matar um inocente a maior parcela de culpa não é da polícia, pois a polícia não fica dando tiro à toa na multidão. Se atirou é porque estava em perseguição a algum meliante , tentando se salvar ou salvar um inocente.

Portanto, não cabe ficar fazendo especulação sobre "se foi Lindembergue que matou Eloá ou foi um disparo feito pela polícia", pois se não fosse o seqüestro não haveria necessidade da intervenção da polícia, portanto a culpa é do meliante.

Da mesma forma que muita gente morre de bala perdida no meio de tiroteio e se atribui isso exclusivamente a polícia. Vocês queriam o que, que a polícia desse a outra face do rosto pra bandido atirar? Somente Gandhi foi capaz de vencer uma guerra sem armas e somente Cristo deu a outra face do rosto para levar outro tapa.

Para polícia conseguir nos proteger, ou pelo menos tentar fazer isso, ela precisa primeiro se manter viva. Já ouviram falar em instinto de sobrevivência? Se para você sobreviver for necessário matar você fará o quê? Mataria ou morreria porque Deus que deu a vida e, portanto só ele pode tirar? Vocês, eu não sei, mas qualquer pessoa normal que quer conservar sua vida faria tudo ao seu alcance para isso, inclusive matar.

Porque não conseguem outros quinhentos mil especialistas com fórmulas mágicas para trazer a paz mundial? Ou para escrever os Best Sellers: “Como negociar com seqüestradores”, “Os dez mandamentos da polícia super-eficiente”, “100 dicas de como invadir uma favela com pleno êxito”, “Como combater o tráfico - Volumes 1, 2, 3 e 4”; “Como prevenir ataques terroristas” e “No rumo certo - Bala-perdida nunca mais”.

O máximo que se pode fazer é analisar fatos passados e traçar linhas de atuação caso essas situações de violência venham a se repetir, mesmo assim, não se pode prever o desenrolar e o desfecho de nenhuma ação, porque na vida real não tem replay e nem segunda chance.

Criticar na TV, rádio, revista e jornal é fácil não é?

Inserida por Rafaelouco

A Natureza tem vida e dá vida. Por ela ter vida, sente as ingatidões como qualquer outro a quem ela dá a vida, alimenta e sente. Mas o ser animal compreende de maneira tão estúpida, que pensa que só o seu ser tem sentimento. Por pensar assim, comete as maiores monstruosidades que redundam em estrangulamento de si mesmos.

Inserida por jbracional

Uma pessoa não anda a praticar uma qualquer arte durante dezenas de anos para um dia eventualmente a poder aplicar; isso é muito pouco como motivação. Felizmente nunca tive necessidade de utilizar o que aprendi nas Artes Marciais, sempre fui pacífico e ninguém me obrigou a utilizá-las. Não tenho dúvida de que a minha personalidade, o meu comportamento social e mesmo profissional foram muito marcados pela minha prática das Artes Marciais.

Inserida por diegomichel

Minha vida é um mar de sonhos. Penso em cada vida que Deus pode me ajudar a salvar. Sonho com cada alma que, intercedendo, estarei conduzindo ao caminho da salvação. Acredito que meus passos estão direcionados ao meu alvo: Cristo Jesus. É para ele que corro a todo momento, ansioso por vê-lo sorrir para mim e me abraçar. Meu Deus não é unicamente é meu. Ele é por inteiro de todos aqueles que o adoram e que estão dispostos a viverem suas vidas para o bem. A cura interior nos é concedida, e o tempo em que estivemos nas lutas é para ser testemunhado como exemplo do seu poder. Amigos, louvem-no por sua benignidade e amor por nós. Nosso lar é em seu coração. Suas mãos são as que nos afagam e nos permitem sonhar, sabendo que nossos sonhos serão realizados para honra e glória do teu nome. Amém!

Inserida por GustavoZGomes

⁠Mineiro Mestre Conga é um dos principais representantes da cultura popular brasileira

É impossível contar a história do samba de Belo Horizonte sem associá-la a José Luiz Lourenço, o lendário “Mestre Conga”. Nascido às vésperas do carnaval de 1927, em Ponte Nova, Zona da Mata mineira, carrega na bagagem uma incansável luta pelas tradições afro-brasileiras. Filho do lavrador e sanfoneiro Luiz Balduíno Gonzaga e de Dona Cacilda Lourenço, Mestre Conga assina vários feitos ao longo de 60 anos dedicados ao mundo da música. Foi um dos fundadores, em 1950, do Grêmio Recreativo Escola de Samba Inconfidência Mineira, a mais antiga agremiação carnavalesca em atividade na capital mineira. Também ajudou a introduzir nos desfiles o samba enredo, em uma época em que as escolas da cidade ainda se utilizavam dos temas de improviso para atravessar a passarela e animar os foliões.
Mesmo com essas facetas, só aos 79 anos conseguiu gravar, ano passado, seu primeiro disco, Decantando em sambas, graças ao patrocínio da Petrobras. Com direção e arranjos de Geraldinho Alvarenga, o CD conta com a participação de um time de músicos do calibre de Celso Moreira (violão), Geraldo Magela (violão de 7 cordas), Hélio Pereira (trombone e bandolim), Dudu Braga (cavaquinho), Rogério Sam (percussão), engrossado ainda pelas “pastoras” Donelisa de Souza, Lúcia Santos e Rita Silva.
Nas 12 faixas, todas assinadas por ele, Conga faz da poesia a ponte para percorrer um caminho sem volta, mas bastante nostálgico. Lembra dos “maiorais” (como eram chamados os líderes do samba) Javert Tomé de Sena, Mestre Dórico e Célio Bangalô, de Dona Lourdes Maria de Souza (Lourdes Bocão), “a dama da escola de samba Monte Castelo”, além dos bairros e pontos de encontro de uma Belo Horizonte ainda em formação. Por fim, homenageia sua escola do coração em “Mais esta saudade”: “a ela faço reverência/querida Inconfidência/é lindo seu vermelho alvianil…” .
APELIDO - A trajetória de Mestre Conga pela cultura popular, porém, remonta à década de 1930, quando passa a beber da fonte de matrizes afro-brasileiras, como o calango, a batucada, o samba rural e a congada, do qual vem o apelido que o marca pelo resto da vida. “Meus colegas zombavam de mim na escola, me apelidaram de Conga. Ficava bravo, mas depois fui acostumando com esse nome”, diz. Na adolescência, ao mesmo tempo em que passa a freqüentar aulas de dança de salão, começa a trabalhar em uma fábrica de sapatos para ajudar no sustento de uma família de 10 filhos. Com a suspensão das festas de rua, no período em que durou a II Guerra Mundial (1939-1945), os bailes de salão tomam conta da cidade e Conga se destaca como passista. “Naquela época, nos chamavam de batuqueiros”, explica.
Passado o período bélico, as escolas e blocos carnavalescos retomam os desfiles na Avenida Afonso Pena e Mestre Conga ingressa em sua primeira escola de samba, a Surpresa, braço da pioneira do gênero, a Pedreira Unida, criada em 1938, na Pedreira Prado Lopes. Aos 19 anos, passa a dirigir a Remodelação da Floresta, uma dissidente da Unidos da Floresta. “Aí que comecei a tomar gosto pelo samba, porque antes era uma coisa despretensiosa”, admite. Em 1948, ganha o título de “Cidadão do Samba”, concurso promovido pelos Diários Associados, que movimentava toda a cidade no período de carnaval.
Mestre recebe título de cidadão do samba
Dois anos depois, Mestre Conga realiza o sonho de fundar sua própria escola, a Inconfidência Mineira, a partir das reuniões na Rua Itapeva, esquina com Rua Urandi, na então Vila Concórdia, com a ajuda do irmão Oscar Balduíno, o Kalu, Alírio de Paula, José Alvino, José Ferreira (Zé Preto), José Felipe dos Reis, Sílvio e Luiz Porciano, Dona Olga, Eunice Felipe, Amintas Natalino, Madalena e Dona Lourdes Maria de Souza. “Infelizmente, a maioria desses meus amigos, o pessoal das escolas, como Unidos da Floresta, Monte Castelo, Nova Esperança, Unidos do Prado, já foram todos embora”, lamenta Conga, que se tornou a memória viva do carnaval de BH. “O comércio colaborava com a gente, porque o dinheiro da prefeitura não era suficiente. Não existia a divisão por alas, alegorias, enredo. O samba era só o primeiro refrão, o resto era no improviso”, lembra.
Ao voltar do Rio de Janeiro, onde morou de 1952 a 1954, Conga passa a introduzir na Inconfidência Mineira elementos inspirados nos desfiles cariocas. “Aqui, o nosso batido era mais seco, lembrava o maracatu, as congadas”, disse. Hoje, o sambista faz um mea-culpa, ao constatar que, ao trazer as influências externas, as escolas ficaram sem uma identidade própria. Para o carnaval de 1955, a agremiação da Vila Concórdia apresentava um enredo sobre Tiradentes, uma inovação para a época. “Para não deixar que saísse sozinho, a Unidas da Brasilina criou um enredo sobre a Princesa Isabel, que acabou vencendo o carnaval daquele ano”, diz. “Pouca gente sabe que, até 1955, não costumava ter desfile de rua no carnaval”, emenda.
Ele conta ainda que o carnaval da cidade encerrava-se na quinta-feira, antes da data oficial, com a Batalha Real, na qual era escolhido o “Cidadão do Samba”. Dois dias antes, acontecia a Batalha do Galo, promovida pela extinta Folha de Minas e a Rádio Inconfidência, quando era eleita a “Rainha do Samba”. “Durante a Batalha Real, da Praça Sete até a Rua Goiás, ficava entupido de gente. As pessoas chegavam a apostar. Nos últimos tempos, a melhor época do carnaval de Belo Horizonte foi na década de 1980, quando éramos a segunda festa de rua do país”

Inserida por julio_coelho_rosa

⁠Num momento de pausapara reflexão, podemos ser levados à percepção de que o serhumano seja um suicida em potencial pois, se a maioria da populaçãonão se interessa em saber se existem outros locais possíveisde abrigar nossa espécie e destrói totalmente o único localque lhe confere a existência, cria-se uma atitude perigosamente incoerente.

Inserida por AlbanoMarques

⁠Em tempos não tão distantes eu buscava encolher-me, pois acreditava que a invisibilidade me protegeria das "pedras" lançadas. Hoje vejo que de nada adianta, os “granizos” virão, sempre vêm, mas quando construímos uma blindagem amparada em um autoconceito positivo e compreensão para com as nossas fragilidades, entendendo que somos seres em eterno desenvolvimento, alguns adjetivos negativos não nos machucam mais como antes. Procuro, acima de tudo, me amar, me observar, me acolher, ter paciência e perdão comigo mesma. Sou um sujeito em eterna aprendizagem, e os outros também!

Inserida por milena_aragao

Eu não costumo postar textos em datas comemorativas. Não porque eu não tenha tempo, é que eu não gosto, dificilmente me inspiro em dias comemorativos. Mas é que falar de natal sempre me faz desejar coisas pra mim ou pra outras pessoas, e desejar feliz natal no dia 26 de dezembro é um pouco estranho.
No dia 26 as pessoas nem lembram mais o que é o natal e só pensam na ceia da virada de ano, no vestido branco, nas sete ondas, nas lentinhas e nas promessas idiotas que não irão cumprir no ano seguinte.
Mas, deixando toda a minha revolta de lado, eu vim aqui desejar, pra quem ler ou não, coisas lindas. Eu gostaria de ouvir uma boa música agora, mas a chuva está tão forte que isso é quase impossível - e eu gosto disso. O som da chuva me acalma, o cheiro é inebriante, e depois de dias tão quentes nada melhor que uma chuva gostosa pra deixar o natal fresquinho.
Eu vim aqui mesmo desejar coisas que todo mundo quer mas dificilmente sabe como pedir e muitos deixam esses pequenos detalhes passarem despercebidos.
Eu vim desejar detalhes, esses que, mais tarde, podem fazer muita falta.
Eu desejo luzes piscando na janela do quarto, sorrisos contagiantes, música animada. Desejo Cupcakes coloridos, daqueles lindos que faz os olhos de qualquer criança brilharem como dois faróis. Desejo um abraço apertado sem muitas declarações de amor - porque, nos tempos de hoje, um abraço sincero vale mais que muitos 'eu te amo's. Não desejo um banquete, cheio dessas iguarias que só servem pra enfeitar a mesa mas ninguém gosta de comer... Eu desejo uma ceia de natal com as mais saborosas comidas - e essas comidas não são as mais caras, porque as mais saborosas sempre são as que tem mais amor. Desejo frutas doces, pratos coloridos, um jantar que não alimente só o corpo, mas alma. Porque o natal é pra isso, é pra alimentar a alma daqueles que passaram um ano inteiro correndo de um canto a outro tentando matar um leão todos dias e acabou esquecendo dos detalhes.
Desejo brincadeiras saudáveis, presentes que sejam guardados eternamente na memória, o amigo oculto mais divertido que puder ser.
Desejo crianças acordando ansiosas e procurando debaixo da cama ou no pé da árvore o presente esperado o ano inteiro, desejo gargalhadas gostosas - daqueles que marejam os olhos -, desejo dancinhas engraçadas, conversas que durem a madrugada. Desejo um pai cheio de amor que abrace o filho durante o jantar e que o faça ter borboletas no estômago de ansiedade pelo presente tão esperado, e uma mãe com mãos de fadas que, como mágica, seque as lágrimas dos que sentem dor e adoce a vida de quem está a sua volta.
Desejo muito amor aos apaixonados e o encanto da vida nos olhos. Desejo uma chuvinha gostosa por volta das 5 da manhã, quando os ânimos finalmente estiverem calmos, as crianças dormindo, os adultos cambaleando de sono e rindo das brincadeiras passadas e a mesa de jantar com os pratos vazios e copos também.
Desejo aquele avós fofos rindo de tudo, que dançam agarradinhos pros netos caírem na risada e que trazem em cada fiozinho branco na cabeça um pouco de sabedoria.
Eu desejo muita paz, mas não essa que as pessoas pedem da boca pra fora sem nunca terem sentido. Peço a paz de espírito, aquele sentimento que joga fora toda a dúvida e nos faz descansar em braços cautelosos e cheios de amor, com cheiro de nuvem e sabor de chocolate. A paz que faz as crianças dormirem como anjos e os adultos se amarem como se fosse a última vez. A paz que nos aproxima ainda mais dAquele que nos criou e formou com todo o amor e tem cuidado com a maior paciência, apesar de sermos teimosos e errantes.
Eu desejo a família formada com as mais diferentes personalidades mas tão cheia de amor que é capaz de passar por cima dos erros e defeitos e se unirem como um só. Eu desejo esse natal vermelho e dourado que todos estampam em suas casas e roupas para mostrarem o quanto são felizes... Mas eu desejo mais ainda: eu desejo que essas cores e decorações sejam a amostra sincera da maior conquista que um homem pode ter: A FELICIDADE!

Nunca gostei de textos muito melosos, mas essa semana vi uma amiga passar por uma situação, e me deu vontade de escrever sobre isso. Se engana quem acredita que o amor acaba. O encanto pode acabar, a paixão pode diminuir, mas o amor quando é de verdade mesmo, não tem fim. Ele permanece independente do tempo e da distância. Ele te arranca uma lágrima junto a um sorriso no rosto, mas permanece prese
nte em todos os momentos. Posso falar com propriedade que sei o que é o amor. Me sinto privilegiada por isso, apesar das circunstâncias. Conheci o amor quando ainda era muito nova, e talvez por tanta ingenuidade, não soube aproveitá-lo o máximo que podia. Não me arrependo das minhas atitudes, mas também não posso questionar o destino e os rumos que deram a ele. Amei e fui muito amada, vivi momentos incríveis que levo na memória pro resto da vida. Me considero uma garota de sorte. Tive a oportunidade de conviver com a pessoa mais linda e pura que já conheci. Veio com uma missão importante, e que foi cumprida. Partiu, e me deixou a maior lição que podemos aprender: provou que o amor existe. Um dia assisti a um filme – Um amor para recordar – ainda com ele, e chorei feito criança. Nunca gostei de finais tristes, sempre me acostumei com os contos de fada onde tudo era perfeito e o amor não acabava. Mas descobri que longe de ser um conto de fadas, a vida te prega muitas peças, e nem sempre os finais são como os dos desenhos ou filmes românticos. Mas mais do que isso, descobri que nem sempre o amor acaba junto com o fim. Pra mim, ao contrário de todo resto, o amor é a única coisa que levamos além da vida. Ele vai muito além do corpo e da compreensão da mente humana, ele toca na alma. Ultrapassa qualquer entendimento ou razão. Você pode nunca mais ver e ouvir a pessoa, mas você sente a presença, o sentimento. E hoje, percebo que essa história de que amor verdadeiro só acontece na ficção não é verdade. É mentira quem diz que a morte acaba com tudo. A realidade é que quando se trata de um amor verdadeiro, a vida passa a ser apenas um detalhe.

Padre Fábio de Melo num de seus muitos textos nos diz como Jesus se apaixonava pelas pessoas e as tornava suas amigas. As trazia para perto Dele.
É fascinante olhar para a capacidade que esse homem, que esse Deus tem, de investigar a miséria do outro e encontrar a pedra preciosa que está escondida.Quem dera todos nós tivéssemos esse mesmo olhar,que vê no próximo um irmão e não um inimigo.As pessoas andam tão egoístas sempre no seu mundinho,com seus problemas,e muitas vezes esquecem que bem do seu lado,tem alguém precisando de uma carinho,,uma palavra amiga,ou só se fazer presente,mesmo que em silêncio diga "eu estou aqui conte comigo".Empatia é uma palavra bonita,vamos usar sem moderação?Eu não sei quais são os seus problemas e as dores que você carrega na alma,mas se precisar aqui tem um ombro e uma mão amiga pra te ajudar sempre,é só chamar,você não esta sozinho.

Bom, meus textos não serão perfeitos devido minha vida corrida demais!
Então, vamos voltar a eles até chegarmos os dias atuais. . .


Se você me perguntar pq nunca ficamos juntas no passado? Não sei dizer viu! Esperamos demais as coisas acontecerem sem ao menos ter coragem para isso ocorrer.
Bom, vou contar um pouco dela para você idealizar ao decorrer da história. A mesma possui um olhar que me deixa totalmente idiota, sério aqueles olhos jabuticabas possuem o brilho maravilhoso!!!!. Me deixa sem graça em questão de minutos e isso nunca mudou, nunca! . Aquela risada ironia de sempre! Aff, eu odeio aquele sacarmos e risada que me irrita é me tira do sério.. e Tão fofo! Tão irritante! . E a voz rouca e grossa? Meu senhor, e tão gostoso ouvir aquela voz no telefone que não consigo explicar!.
Sou ruim descrevendo alguém, entretanto, ela possui cabelos bonitos, uma pele bonita, um corpo bonito e um interior bonito. Acho que isso a defini!


24/09 23:03

Como eu disse em textos anteriores, nunca parei de me importar ou ser stalker como muitos dizem. E por função disto ,sempre me pegava com fotos novas e vídeos ( Um no qual ela aparecia de tanquinho de fora! Senhorrrr! ) .
E decidi reatar nossa amizade? Aliás isso nunca vai acontecer ! Afinal, ela possui uma mágoa de minhas atitudes que nem sendo a pessoa mais amorosa e atenciosa consigo me redimir. E isso me deixa triste de uma tal forma, pois foi tarde para perceber que o que faltava em mim ou nela era coragem. E isso é uma covardia , ficar sem vê-lá e uma covardia.

02/10 23:40

Tanto nos textos mais antigos, nas narrativas que foram registradas, como na fala de hoje dos nossos parentes na aldeia, sempre quando os velhos vão falar eles começam as narrativas deles nos lembrando, seja na língua do meu povo, onde nós vamos chamar o branco de Kraí, ou na língua dos nossos outros parentes, como os Yanomami, que chamam os brancos de Nape. E tanto os Kraí como os Nape sempre aparecem nas nossas narrativas marcando um lugar de oposição constante no mundo inteiro, não só aqui neste lugar da América, mas no mundo inteiro, mostrando a diferença e apontando aspectos fundadores da identidade própria de cada uma das nossas tradições, das nossas culturas, nos mostrando a necessidade de cada um de nós reconhecer a diferença que existe, diferença original, de que cada povo, cada tradição e cada cultura é portadora, é herdeira. Só quando conseguirmos reconhecer essa diferença não como defeito, nem como oposição, mas como diferença da natureza própria de cada cultura e de cada povo, só assim poderemos avançar um pouco o nosso reconhecimento do outro e estabelecer uma convivência mais verdadeira entre nós.

(O Eterno Retorno do Encontro)