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Textos do Mundo

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⁠ O bom é em si mesmo mau.

O mau, neste modelo de mundo, sempre vencerá. É utopia neste momento crer que o bem ou o bom sobrepujarão as coisas ruins no final.
Em nossa história o bem nunca venceu o mal, e a explicação é simples, o homem mau não respeita as regras, enquanto o bom, joga na esperança de que a regra por ele criada lhe traga justiça. Há neste caso um claro desequilíbrio.
Não se combate armas com flores, da mesma forma, não se combate o homem mau, com bondade. É necessário que as armas sejam equivalentes. Injustiça deve ser combatida com injustiça, e a maldade deve ser retribuída na mesma ou, em maior proporção. Somente assim, se alcança a paz. E a paz é conquistada pelo medo, pelo temor e não pelo amor.
Neste momento você deve estar achando que eu estou delirando, mas, colocarei algumas questões abaixo para vossa reflexão.
As pessoas ditas como boas, carregam um jargão que diz: “O que se faz nesta terra, será pago nesta terra”. Neste caso, está implícito uma espécie de praga ou maldição saída da boca das pessoas que se dizem “boas”, mas, vejamos: Coisas ruins também acontecem com pessoas boas. Ninguém, por qualquer qualidade, escapa dos infortúnios da vida. Pessoas boas ou más, adoecem, definham, morrem, sofrem acidentes, enfim...Não é exclusividade da qualidade.
Noutro ponto a história é recheada de feitos e fatos que muitas vezes não são a expressão da integridade moral e do bem que queremos que reine neste paraíso. Temos uma ideia manipulada e rasa, totalmente desfocada, somada a uma cegueira seletiva quanto aos fatos que acreditamos que sejam “bons”, pois, sendo bons estes justificam a nossa própria ignorância acerca do mau. Por exemplo, quando falamos da Segunda Guerra Mundial, em que a turma do Eixo (o mal), foi vencida pela turma da Aliança (o bem), não levamos em consideração as bombas atômicas lançadas, os massacres, estupros, assassinatos, sequestros, e outros crimes ocorridos em massa que foram cometidos pela turma do “bem”, em nome da libertação do “mal”, sendo que ao final foram julgados inclusive pela história, somente a galera do “mal”. O “bem” venceu o “mal”.
Neste caso, o da guerra, é impossível negar que houve um equilíbrio macabro, ou seja, a agressão foi combatida com agressão, mortes com mortes, massacres com massacres e, a história sempre contada pelos vencedores definiu de um lado a vítima e de outro lado um agressor, e a faixa da vítima será sempre dada aos vencedores, a fim de justificar as atrocidades praticadas por esses. Se é vítima, haverá sempre defensores da violência justificável. Isso é ser bom? Ou o bem é relativo?
Tragédias justificáveis não tornam as ações boas, e nem nos tornam melhores pessoas, pois dessas ações sempre resultará sofrimento. O ponto aqui é que acreditamos piamente que tais crueldades são justificáveis. Mais uma vez, o “bem” vence o “mal”.
Sem o mal é improvável ver ou vivenciar o bem. Só damos valor à saúde, quando ficamos doentes, só damos valor às pessoas quando as perdemos, só reconhecemos o valor de um alimento quando passamos fome.
Nossas ações positivas são letárgicas porque somos seres que adormeceram cobertos pelo manto do pacifismo mórbido, e neste caso, ineficiente ao combate do mal. Se algo de ruim acontece, tomarei uma providência que ao tempo e para a sociedade que me cerca, pareça a mais justa e moralmente aceita, o que é em muitos casos, ineficaz.
Afirmar que a essência do ser humano é boa, é navegar na hipocrisia do próprio ser.
A hipnose coletiva do bem encobre a nossa maldade, pois a maioria dos seres humanos tem como qualidades o altruísmo sem sacrifício, a fé sem credo, a humildade vaidosa, a caridade abastada, a coragem dos covardes e o heroísmo dos fracos. Estas situações ocorrem rotineiramente e são positivadas pela sociedade.
Em nome da fé, da moral, dos costumes, da liberdade, matam-se. Mas...está tudo certo, é pelo “bem”.
Assumirmos que o mau sempre vence, não é ruim, é na verdade um choque de realidade necessário para a construção de um mundo melhor e de uma sociedade mais justa e equilibrada. Aquelas pessoas cujas visões estão sempre nos benefícios celestiais dizendo que os humildes e os bons herdarão o reino celestial, não entenderam que é necessário para este fim, morrer.
Não quero dizer que tenhamos que ser maus em ações, ao contrário gostaria que entendesse que a tão sonhada paz entre os seres humanos, só se consegue pelo entendimento da força e do medo. E neste caso, assim como sempre ocorreu nesta humanidade, somente os fortes podem falar de paz.
O bem que conhecemos e aplicamos, em muitas vezes ele é mais danoso e maléfico aos seres humanos do que o próprio dano inicial sofrido por este, pois, a ineficiência da ajuda se contrasta com a necessidade que urge e, a esmagadora maioria das pessoas são tão boas e generosas quanto aos seus próprios esforços e interesses.
O símbolo cristão do Pelicano no ninho, alimentando sua prole com a própria carne, retrata o altruísmo que deveríamos ter, mas, que não possuímos. As ideias e os ideais de bondade sempre existirão, da mesma forma, a eterna lenda de que o bem vencerá o mal, sempre deverá ser contada para enganar a nossa essência covarde que sem forças para lutar, prefere se deleitar na ideia de um futuro que chegará trazendo luz, leite e mel, para aqueles que forem sem luta, sob o falso nome de humildes, subjugados. O amanhã a ser vivido é o hoje, pois o amanhã nunca chega.
Até as histórias em quadrinhos retratam estas ideias. Os vilões são sempre os mesmos, porque não foram mortos pelos heróis, e continuam fazendo maldades e matando pessoas, até serem presas novamente pelos heróis, para depois fugirem e continuarem com o pacote de maldades, e o ciclo não se finda. Não há evolução.
Embora acredite que o mal domine, vivo na utopia de que o bem ao final vencerá. Não verei isto acontecer pois já terei partido deste plano, da mesma forma acredito que ninguém verá isso acontecer brevemente. Mas... o bem vencerá! Afinal se conseguimos fazer do paraíso o nosso inferno. Quiçá possamos reverter.
Paz e bem.
Massako 🐢

Inserida por Massako

⁠Quem diria que iríamos nos reencontrar novamente? Eu, uma jovem inocente explorando o mundo, e você, um homem feito. Embora a diferença entre nós não fosse grande, ela foi suficiente para nos impedir de viver nossa história. Lembro-me de como gostei de você no passado, mas nunca tive coragem de gritar aos quatro ventos o que sentia. Hoje percebo que o tempo não esteve ao nosso favor.

Curiosamente, sonhei com você, onde existia um "nós". Agora, aqui estamos, encarando a encruzilhada da vida, cada um seguindo seu próprio caminho. Mesmo sem promessas, hesito em te procurar, na esperança de que ainda não seja tarde demais. Sei que posso ser paciente; estou disposta a esperar, enquanto você estiver por perto. Mesmo que isso leve 50 anos, um dia ainda quero ser chamada de sua.

Inserida por Annyluh007

⁠Sentimento desconhecido

Escrevo em Inglês
Para que o mundo inteiro me entenda
Mas se ele só entende português
Então eu coloco legendas para ele me entender

Escrevo para se perceber
Não quero deixar nada por dizer
Se eu me calo, perde-se o meu saber
Que eu saiba eu escrevo não por obrigação mas por prazer

Escrevo o que vai na minha mente
Se querem saber está a correr lindamente
Até eu estou surpreso comigo de tão inteligente
Que sou por fazer acontecer

Escrevo na esperança de viver
Mais tempo neste planeta que tanto me deu de comer
Não quero ser mais um a sobreviver
Mas saber que vivi graças à minha grande razão de viver


O amor do latim (Amore)

Sentimento que até então fiz por desconhecer

Inserida por joao_braga

⁠O que se passa nas ruas e nas mentes inquietas de hoje é, talvez, reflexo de um mundo que se esqueceu da verdadeira essência do homem. Andamos a confundir o que é lei com o que é luta, e pior ainda, transformamos um acontecimento num espetáculo, onde se agarram às divisões mais fáceis. Mas a lei, não vê cores, nem se interessa por identidades. A lei é, ou devia ser, o pacto entre os homens para viverem em paz, sem temor, sendo julgados não pelo que parecem, mas pelo que fazem.

Se um homem transgride, não importa a cor da sua pele ou de onde vem. O que importa é o que escolheu fazer, e se isso feriu o acordo coletivo, deve ser julgado por esse ato. O problema é que a nossa sociedade, em vez de se centrar no cumprimento da justiça, prefere o caminho mais rápido, o da vitimização fácil, usando a emoção como arma. O que é grave, porque desvia-nos da verdadeira questão: a preservação da ordem, da segurança, da convivência.

E ao mesmo tempo, não podemos confundir indignação com legitimidade para a violência. Não há injustiça que justifique o caos. Quando se responde ao que se considera errado com mais transgressão, a causa perde a sua força, transforma-se numa afronta ao próprio conceito de justiça. A legitimidade não se constrói no tumulto, mas na persistência pela verdade, através dos caminhos corretos, por mais difíceis que sejam. Quem opta pelo caminho da destruição ou do ataque à ordem, perde o direito de reclamar a justiça. A partir do momento em que se cruza essa linha, a causa dissolve-se em erro.

Devemos entender que a justiça, para ser justa, exige paciência, serenidade e, acima de tudo, respeito pelas leis que nos unem. Quem infringe a lei, seja pela frustração de uma injustiça ou por puro desdém, deve ser punido conforme essa mesma lei. Não há lugar para violência, para desordem, se queremos construir uma sociedade melhor. Não se trata de dividir entre “nós” e “eles”, mas de compreender que o desrespeito pela lei, seja de onde vier, só perpetua o ciclo de destruição. E nós, como seres pensantes, deveríamos estar a quebrar esse ciclo, não a alimentá-lo.

Se nos afastarmos deste princípio, perderemos o sentido de comunidade e de justiça real.

Só eu e o tempo
⁠É só silêncio ao redor, um vazio sem fim,
O mundo caminha, mas não me leva a mim.
Sinto a distância entre mim e o lugar,
Como se não houvesse onde repousar.
Família é palavra que soa distante,
Um laço invisível, mas nunca constante.
Olho ao redor, não encontro ninguém,
Sou sombra de mim, perdida em alguém.
Os rostos que passam não sabem quem sou,
Vago entre os dias, sem porto, sem flor.
A casa não é casa, o chão não é meu,
E o que eu procuro? Nunca apareceu.
No fundo, eu sei, é só eu e eu,
Sem laços que prendam, sem mão que acolheu.
A vida é um ciclo que segue, sem par,
E no fim das contas, sou eu a cuidar.
É a angústia de ser sem nunca pertencer,
De existir no espaço e, ao mesmo tempo, perder.
Mas há uma certeza que aprendi a aceitar:
No final da estrada, sou só eu a me abraçar.

Inserida por samia_lourena

⁠A sedução faz parte
Pense um mundo sem
Cresceríamos até o céu
E esqueceríamos do chão
Consumiríamos tudo
Os recursos se acabariam
Por pura fome ao poder.

Poder não é sedução
É uma forma de sobreviver
Ao mundo cão
A beleza está na ilusão
De ser diferente desse caos
De procurar o belo nos contornos
Que a vida possa prosperar
Em relação com a natureza
Para estarmos sempre despertos
Às cores da vida e da luz
De nos entendermos nos
Piares dos pássaros como pilares
Entre o chão e o espaço
Que o pio ocupa em nosso ser.

Inserida por MeioFio

⁠As palavras

À noite enquanto,
Todo mundo dormia,
Ele, por vez, escrevia
E sonhava acordado

Com um futuro bom,
Ouvindo em silêncio o som
Da negatividade das tentativas
Frustradas, em sua mente.

As palavras têm
a leveza do vento
E a força da tempestade.
Algumas te abraçam

Com a sutileza da aragem fria,
E outras te espancam
Com a fúria de um furacão.
Causando confusão,
Em seus pensamentos.

Inserida por evessantana_everaldo

Amor na praia ⁠

À beira do mar, onde o mundo se apaga,
Um casal se encontra, em paz se embriaga.
Com pés na areia e o vinho ao alcance,
Selam o instante num eterno enlace.

Eles trocam olhares, faíscas e sonhos,
Com sorrisos leves, carinhos risonhos.
Entre tragos suaves e goles de vinho,
Se perdem, famintos, no mesmo caminho.

A brisa sussurra promessas no ar,
O toque é macio, no vai e vem do mar.
Ele oferece o peito, ela, o seu riso,
Cada gesto um pedaço de paraíso.

Planos murmurados, segredos trocados,
O futuro é vasto, como o céu estrelado.
Cada palavra, um pedaço de chão,
Onde constroem, juntos, a própria canção.

No toque das mãos, no calor do abraço,
Se devoram inteiros, num doce cansaço.
E ali, onde a onda se encontra com a areia,
Selam o amor, como quem nunca anseia.

Na praia deserta, ele é dono ela é musa,
Bebem do desejo, a noite confusa.
Entre o vinho e o cigarro, no seu vai e vem,
Amam-se, livres, como ninguém.

Inserida por samia_lourena

⁠A arte de ouvir

Ouvir é uma arte, um ato de cuidado,
Em cada palavra, um mundo revelado.
Quando o silêncio nos envolve o peito,
Conhecemos o outro, no seu mais puro jeito.

Ao ouvir mais do que a voz própria ecoar,
A vida ensina a melhor forma de amar.
Há muito a se aprender em cada conversa,
Um universo vasto em cada alma imersa.

De um gesto sutil, de um riso, um olhar,
Conhecemos histórias, deixamos penetrar.
Cada palavra é uma peça encaixada,
Na construção de decisões mais ponderadas.

Porque ouvir de muitos é ouvir a vida,
É enxergar mais fundo, sem pressa, sem medida.
Respeitar o que o outro traz em essência,
Para que cada escolha tenha real consciência.

Assim, quem ouve com o coração aberto,
Sabe que o caminho se torna mais certo.
É saber que as vozes são faróis de luz,
Guiando a jornada que em nós se traduz.

Inserida por samia_lourena

⁠Mundo
Há crianças famintas
neste nosso mundo.
Há mulheres sendo violentadas
neste nosso mundo.
Há profissionais explorados
neste nosso mundo.
Há idosos abandonados
neste nosso mundo.
Há tantas coisas
para serem mudadas
neste nosso mundo.
Há revolta
e sensação de impotência
neste nosso mundo.
Ergamos a voz
num grito de esperança.

Inserida por MoacirLuisAraldi

⁠Vivemos em um mundo que está de cabeça para baixo, aonde o certo está ⁠errado ou para justificar muitos usam como "modernismo".
As pessoas quanto mais o tempo passa, parecem que mais articuladas ficam, perderam a noção do que realmente é concreto. O tal famoso século XXI está deixando as pessoas doentias, possessas, maldosas, e cada vez mais egocêntricas. As terapias são para pessoas feridas por pessoas maldosas, a família tradicional, estão escassas, o matrimônio se tornou união estável, o cavalheirismo virou o tal de emocionado, a mulher é comparada com objeto, animais de estimação virou filhos único, o pai e a mãe se tornaram desconhecidos, o irmãos apenas de consideração, amizades de conveniência, profissionais de aparência. Que mundo é esse que o respeito se tornou brega. Que cérebros são esses que para dizer que estão vivendo bem tem que sempre estar em farras, bebidas.
O mundo está desvirtuado da verdade, onde o que se prevalece é a satisfação da hipocrisia.

Inserida por 714

⁠A maldade... sempre existiu desde que o mundo é mundo...
É ruim quem escolhe ser ruim...É bom quem escolhe ser bom...
E para isso Deus nos deixou o livre arbítrio...
Colhe -se o que se planta,e quando o mal acontece falam que é o fim dos tempos, ou que Deus não existe,ou que Deus nos abandonou,ou que Jesus precisa voltar,como se já tivessem aprendido ou praticando tudo que ele ensinou...
Mas não tem a coragem de olhar para trás e vê o que plantou e olhar no presente o que vem semeando atualmente,seja através de pensamentos,palavras e atitudes...
A vida é escola de bênção de curso intensivo, para quem quer aprender a viver com responssabilidade,dignidade e aceitação ...
E acredite ou não temos às leis divinas nos monitorando,sem nos tirar o livre arbítrio porque Deus é amor,e o amor não prende permite a liberdade,mas ninguém escapa das leis de causa e efeito de tudo que fazemos de bom ou de mal.
Paremos com lamentações,julgamentos e acusações...porque todos nós somos aprendizes nessa escola chamada terra,e temos que ter gratidão por essa abençoada oportunidade de evoluir através da abnegação,da indulgência e do amor ao próximo seja de que forma for.
Ivânia D.Farias

Inserida por IvaniaDFarias

⁠Fora da curva
O mundo anda rápido
e nos cobra de imediato
as contas do supermercado
da água
da luz
(ainda assim
se vê a lua)
seria uma poesia
fora da curva?
Pede remédios
pede comida
pede clemência
(ainda assim
se encontram flores)
o filho da rua
perde a ilusão
ouve vozes
se sente invisível
talvez mantenha
a esperança, ou
será só a inocência
da solitária criança?

Inserida por MoacirLuisAraldi

⁠Nada no mundo vale mais do que a paz que você conquistou e vive no momento. Depois de enfrentar turbulências e tempestades, agora você desfruta da bonança e da calmaria, frutos do seu esforço e merecimento. Somente você pode comandar o seu navio, marinheiro. Mas cuidado com quem você permite ou convida a bordo.
Alguns podem sentir inveja e se amotinar simplesmente por não poderem ser o capitão ou comandante do barco.

Inserida por Marc7Carl6Rod9

⁠Reconhecer a ignorância nos convida a olhar o mundo com curiosidade, em vez de indiferença ou preconceito. É como abrir uma janela que estava fechada e permitir que a luz de novas ideias e realidades entre em nossas vidas. Essa abertura pode ser desconfortável, mas também é libertadora, pois a ignorância, no fim, é uma escolha entre a estagnação e o movimento. Ao nos dispormos a aprender continuamente, podemos superar barreiras e, assim, contribuir para um mundo mais compreensivo e inclusivo."A dualidade da vida", vol.1.
#th_historiador

Inserida por TH_Historiador

⁠Como viver um amor infinito em um mundo onde esse amor nada mais é que um sonho?
Uma saudade do ausente e uma visão do que não se pode ter?
Na contradição da vida, será a canção reflexo de um poema e um poema reflexo de um amor?
Com o passar do tempo, amadureci..
Coisas boas me aconteceram, mas coisas tristes também. Estou diferente...
E todas essas emoções são traduzidas em forma de versos nas canções que transbordam a partir da minha alma
E nessa constante dialética entre o saber e o viver..
Entre o infinito e o finito que se revela, redescobri o fascínio da poesia que sempre esteve dentro de mim, mas que a seriedade do mundo por tempos ofuscou.
E, tentando entender a complexidade dos sentimentos, busquei uma síntese..
Algo que não pode ser encontrado nas palavras, nas páginas dos livros ou nos versos das mais belas canções
Mas somente no vento impetuoso do Espírito
Aonde o mais belo poema se tornou a mais bela canção já entoada em toda a Terra
Aonde o Verbo se tornou carne
E o Amor dividiu a história se tornando a própria história do nosso ser.

Inserida por verennadias

⁠Você já se sentiu pressionado a ser como todo mundo? Às vezes, a maior coragem é ser diferente. José sonhou diferente, Davi enfrentou gigantes, e Jesus foi incompreendido por amar os rejeitados.
Ser autêntico custa caro, mas a falsidade custa ainda mais.
É melhor andar sozinho, carregando a verdade, do que seguir multidões preso a uma mentira

Inserida por GilsonCastilho

⁠Engrandecer o encontro, o olhar, a vida
Enegrecer a rua, a cidade, o mundo
Enriquecer de abraços, de histórias, de afetos
Enlouquecer os donos do poder, os padrões, as regras
Fortalecer as mulheres, as crianças, o outro
Florescer os dias, os meses, as periferias
Crescer com as lutas, com os erros, com as perdas
Reconhecer os meus, os nós, a ancestralidade
Renascer a força, os sonhos, a esperança

Inserida por CarinaSBarros

⁠“Ainda são tantos os necessitados neste mundo e, com certeza, não poderemos alcançar a todos. Mas, quando depender de nós, que nosso coração esteja aberto com o mesmo amor que Deus nos dispensa. E que, além do pão material, possamos assistir às carências afetivas, emocionais e, principalmente, espirituais dos que estão à nossa volta” (Zelene Reis).
Fonte: Presente Diário, nº 27, 2024 (RTM)

Inserida por PASTORJORDAO

⁠"Em Teus Olhos"

Em teus olhos, um universo se abre...
Um mundo onde me perco de paixão...
Sinto que estou vivo, em teu amor...
Vibrando meu coração...

A tua pele, um sol que me aquece,
O teu toque, um fogo que me consome.
Em teus braços, encontro meu refúgio,
E sinto que estou em casa, com você.

Rio profundo,
Que nos leva ao mar do infinito.
Duas almas, que se encontram,
E se perdem no amor, sem limite.

Em teus olhos, vejo o futuro,
Repleto de amor e luz.
Ao teu lado,
Para sempre,
O amor nos conduz...

Sandro Paschoal Nogueira