Textos do Mundo

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Meu amado Deus
Você nos deu um mundo maravilhoso
Para vivermos
Depois que você criou o céu
E a terra
A terra você fez
Muito bem
Com flores à beira do
Oceano
Também à beira do oceano havia
Muitas árvores
Alguns pássaros você fez
Com suas mãos sagradas
Eles já pescaram sua
Comida para comer
Agora estão descansando
Nos galhos das árvores
E também cantando para nós
Suas lindas canções
Eu, pessoalmente, gosto de ouvir
Os pássaros cantando
Agora o fim do dia
Chegou rápido
O sol se pôs
E todos nós vimos o pôr do sol
Agora a noite chegou
Os pássaros voltaram a voar

O mundo se mostra solícito até o momento em que suas certezas são contrariadas. Enquanto tudo confirma aquilo em que as pessoas acreditam, há acolhimento. Mas basta a verdade desafiar convicções para que muitos recuem.

As certezas absolutas costumam fechar portas; a humildade de reconhecer que ainda há o que aprender é o que mantém a mente aberta e o coração humano.

A Inocência e os Predadores

A inocência de um mundo que sorri para predadores de colarinho branco e olhos sonhadores.

O doce mais caro e mais amargo que ganhei, eu, a inocente, foi justamente aquele oferecido por você, digníssimo “predador”.

Recebi-o pelas mãos de uma criança, também inocente.

No entanto, por ironia do destino, pela vontade divina ou por escolha minha, o ato que cometi naquele momento me trouxe uma imensa felicidade. Ainda me recordo da emoção que transbordava em mim, da alegria genuína que senti. Afinal, aquilo que recebi, presenteei, entregando-o às mãos de um jovem inocente.

Um gesto de bondade que, mais adiante, transformou-se em revolta, indignação e tristeza.

Há atitudes praticadas por seres destrutivos que jamais deveriam existir.

Porque certos mimos, embora pareçam inofensivos, podem tornar-se gatilhos para desavenças, raiva e lágrimas.

LÉGUAS DA VIDA

Nasce o choro anunciando que Deus abriu nova estrada; uma alma chega ao mundo com sua missão traçada. O primeiro passo é dado, sem conhecer a subida.

A légua da vida, sabe-se quando começa,
mas não se sabe quando finda.

Cada manhã é uma légua que o Criador nos oferece; uns semeiam esperança, outros colhem o que esquece. Toda escolha deixa marcas na poeira da partida.

A légua da vida, sabe-se quando começa,
mas não se sabe quando finda.

Há veredas de alegria, há espinhos no caminho; ora se anda em multidão, ora segue-se sozinho. Mas quem carrega a fé no peito nunca perde a direção da lida.

A légua da vida, sabe-se quando começa,
mas não se sabe quando finda.

A infância é campo florido, a mocidade é corrente; a idade madura ensina o valor de cada gente. E a velhice, qual cajado, faz da memória guarida.

A légua da vida, sabe-se quando começa,
mas não se sabe quando finda.

Nem riqueza nem poder compram mais um só instante; o relógio segue firme num compasso constante. Só Deus conhece a medida da jornada concedida.

A légua da vida, sabe-se quando começa,
mas não se sabe quando finda.

Quem reparte o pão com o pobre, quem consola o coração, vai deixando pelo mundo sementes de redenção. Pois a bondade floresce mesmo após a despedida.

A légua da vida, sabe-se quando começa,
mas não se sabe quando finda.

Quando chegar a derradeira curva da estrada cumprida, que encontremos Cristo à espera na morada prometida. Então a morte será ponte para a eterna acolhida.

A légua da vida, sabe-se quando começa,
mas não se sabe quando finda.

Por isso vive com honra, com coragem e gratidão; faz da fé teu alimento e do amor tua oração. Porque a maior das viagens é a que conduz à Vida.

A légua da vida, sabe-se quando começa,
mas não se sabe quando finda.

A Caligrafia do Abismo
Nesse mundo de incerteza, sou um poeta.
Meu caderno é a vida escrevendo o tempo,
onde o meu próprio abismo se deita
e se confessa ao papel.
Em linhas tortas escrevo,
procurando a mais perfeita caligrafia.
Mas a perfeição é um espelho quebrado
que nenhum poeta consegue juntar.
Basta-me o verso que foi rascunhado
na urgência febril de não sufocar.
Amanhã o calvário retoma o seu curso,
e a vida me pede outra vez sacrifício.
Não busco o aplauso de nenhum discurso,
só a paz de quem vence o próprio hospício.
—Rodrigues BFK

AVÓ, MÃE, TIA E MADRINHA

Quando Deus envia ao mundo
uma criança em seu nascer,
cerca-a logo de mulheres
que lhe ensinam a viver.
Cada gesto de carinho
faz a alma florescer.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

A avó borda a experiência
com ternura e devoção;
conta causos, faz lembranças,
cultiva a tradição.
Seu colo é porto seguro,
seu conselho é direção.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

A mãe é fonte de amor,
é coragem e proteção;
ensina os primeiros passos,
a verdade e o perdão.
No silêncio de um abraço
fala mais que uma oração.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

A tia chega sorrindo
feito um raio de alegria;
é parceira das brincadeiras,
da conversa e da folia.
Mas também sabe aconselhar
com firmeza e cortesia.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

A madrinha faz promessa
diante de Deus e do altar;
recebe um filho do coração
para amar, guiar e cuidar.
Na bonança ou na tormenta,
nunca deixa de amparar.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

Cada uma tem seu jeito,
cada qual sua missão;
uma afaga, outra corrige,
todas dão a mesma mão.
Na união desses cuidados
cresce forte o coração.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

O café feito com afeto,
o remédio e a oração,
o vestido bem cuidado,
o pão quente e o feijão;
tudo ensina à criança
o valor da gratidão.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

A bênção dada à noitinha,
o sinal da Santa Cruz,
a palavra de esperança,
a confiança em Jesus.
São sementes de uma vida
iluminada pela luz.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

Quando a lágrima aparece,
logo chega uma das quatro;
uma enxuga o rosto triste,
outra acalma o desacato.
E o amor transforma a dor
num bonito reencontro.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

Quem cresce cercado assim
leva o bem por onde for;
faz da bondade um costume,
da humildade o seu valor.
Aprendeu desde pequeno
a linguagem do amor.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

Que Deus guarde essas mulheres
como estrelas a brilhar;
são alicerces da família,
são razão para sonhar.
Onde existe esse carinho,
Deus escolhe ali morar.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

AVÔ, PAI, TIO E PADRINHO

Quando Deus manda uma criança
para este mundo chegar,
não lhe entrega só um berço,
nem somente um simples lar;
dá pessoas de confiança
para ensinar e amparar.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

O avô planta a memória
com paciência e tradição;
conta histórias do passado,
fortalece o coração.
É raiz que nunca morre,
é exemplo e direção.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

O pai ensina o caminho
do trabalho e do dever;
mostra que a honra é riqueza
que ninguém pode vender.
Seu abraço é fortaleza
para o filho florescer.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

O tio chega sorridente,
companheiro da alegria;
é parceiro das aventuras,
da pescaria e da folia.
Sem deixar de dar conselho,
faz da infância poesia.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

O padrinho faz promessa
diante do altar sagrado;
assume um compromisso
de seguir sempre ao seu lado.
Quando a vida traz espinhos,
é apoio abençoado.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

Cada um tem sua missão,
cada qual seu próprio jeito;
um corrige com firmeza,
outro abraça com respeito.
Todos deixam na criança
um amor que bate no peito.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

A bênção de cada um
vale mais que ouro e prata;
é riqueza que acompanha
desde a infância mais ingrata.
Quem recebe esse carinho
nunca vive vida exata.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

Se o menino cai na estrada,
logo encontra uma das mãos;
uma levanta o seu corpo,
outra aquece o coração.
Assim cresce homem de bem,
cheio de fé e gratidão.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

A criança bem cuidada
faz do mundo um bom lugar;
leva adiante os exemplos
que aprendeu no seu caminhar.
E um dia será também
quem vai ensinar e amar.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

Que Deus guarde essas figuras
como joias do destino;
são colunas da família,
são faróis do nosso hino.
Onde vivem esses homens,
floresce o amor divino.

Avô, Pai, Tio e Padrinho
são nossa Casa, Morada, Lar e Ninho.

Quando o mundo parece ruína, lanço sementes de promessa nas fendas do concreto. Não me contento com o “menos-mal” trabalho para que o bem floresça realmente.
Minhas palavras são pontes, não muros, para que o outro encontre abrigo e seja visto. A cada gesto, reivindico a grandeza que habita no simples, um olhar, um toque, uma ponte. No silêncio que resiste, descubro a força de quem escolhe erguer, em vez de apenas sobreviver.

Há amores que não partem, apenas se retiram do mundo visível, recolhendo-se às fissuras mais íntimas da alma, onde permanecem como um eco teimoso que o tempo não consegue dissolver. A saudade, então, deixa de ser ausência e se torna uma presença densa, quase palpável, feita daquilo que não se pode mais tocar, mas que insiste em existir com uma força silenciosa. Trago em mim os vestígios do que fomos, vozes que já não soam, sorrisos que o tempo apagou, promessas que agora repousam como ruínas dentro da memória.
E nesse vazio paradoxal, onde tudo falta e ao mesmo tempo transborda, compreendo que amar nunca foi possuir, mas resistir à permanência daquilo que se perdeu. Porque há histórias que se encerram no mundo, mas se recusam a terminar dentro de quem aprendeu a sobreviver carregando eternidades em forma de dor.


- Tiago Scheimann

24 Prelúdios, Op. 28, de Frédéric Chopin.


Naquela noite em Valldemossa, o mundo parecia ter sido reduzido ao som da água.


O mosteiro respirava um silêncio antigo, quebrado apenas pelo insistente cair das gotas — como se o céu, cansado de sustentar seus próprios pesos, decidisse chorar sobre a pedra fria. Dentro de um quarto úmido, Frédéric Chopin não dormia. O corpo frágil repousava, mas a alma permanecia desperta, inquieta, à beira de algo que não se pode nomear.


Dizem que a chuva o atravessou.


Não por fora — mas por dentro.


Cada gota que tocava o telhado encontrava eco em seu peito, como um pulso repetido, uma lembrança que se recusa a morrer. E então, entre a febre e o silêncio, ele viu — ou sentiu — a si mesmo afundando lentamente em um lago escuro, onde o tempo não corre, apenas escorre.


Gota.


Gota.


Gota.


Não era mais o mundo que chorava.


Era ele.


Quando George Sand voltou, encontrou um homem que já não estava inteiro. Havia nele algo que tinha ficado naquela água imaginada, submerso entre sombras e sons. Mas sobre o piano, quase como um reflexo involuntário da dor, nascia uma sequência de notas que insistiam em cair — sempre a mesma, sempre igual, como se a música tivesse aprendido a imitar a chuva… ou a memória.


Ele negaria depois.


Diria que não era chuva.


Que não havia gotas.


Que a música não descreve, apenas existe.


Mas há verdades que não pertencem ao compositor — pertencem ao abismo de onde a música vem.


E naquele prelúdio, escondido entre luz e tempestade, ainda é possível ouvir:


não a chuva do céu,


mas a que cai dentro de alguém.




- Tiago Scheimann

A felicidade é um ato de resistência política e espiritual contra um mundo que lucra com a nossa angústia e que se alimenta da nossa sensação de incompletude constante. Sorrir diante do abismo é a forma mais refinada de protesto, pois prova que o espírito humano possui uma fonte de luz que nenhuma treva externa é capaz de sufocar totalmente. Que a nossa alegria seja profunda e fundamentada na lucidez, nunca na ignorância, sendo o farol que guia outros náufragos para a praia da dignidade.


- Tiago Scheimann

O momento mais devastador não é quando o mundo te quebra, mas quando você percebe que a pessoa gentil que você costumava ser morreu nas mãos de quem você mais amou, e agora, no lugar dela, resta apenas uma carcaça fria que sorri para o próprio desastre enquanto enterra, em silêncio, os restos do que um dia foi o seu coração.


- Tiago Scheimann

Existe uma coragem que o mundo não vê, que reside no ato de levantar todos os dias sem saber se o sol brilhará para nós, mas indo ao encontro dele de qualquer maneira. O progresso, muitas vezes, é invisível aos olhos apressados, ele se manifesta nas pequenas decisões de não se render à apatia. Não sou feito apenas de acertos, sou um mosaico de tentativas frustradas e recomeços audazes que me tornam alguém real em meio a tantas máscaras de gesso.


- Tiago Scheimann

Tem gente que carrega o mundo nas costas e ainda encontra força para tocar. O piano não reproduz apenas melodias, ele revela saudades, cicatrizes e verdades que o coração guardou em silêncio. O pianista aprende cedo que a vida nem sempre oferece descanso, mas ensina sensibilidade e coragem. Porque existem dores que ninguém entende, apenas quem transforma solidão em música e sofrimento em arte. E no fim, entre notas, lembranças e emoções, permanece de pé aquele que nunca deixou sua essência desaparecer.


- Tiago Scheimann

A razão é uma lâmpada silenciosa acesa no fundo do peito. Quando o mundo se cobre de sombras, quando as vozes se confundem e a escuridão tenta convencer a alma a desistir, é ela quem permanece de pé, iluminando o caminho com firmeza serena. A razão não grita, não implora aceitação e nem se curva ao barulho da multidão. Ela apenas continua brilhando, pequena e imensa ao mesmo tempo, guiando aqueles que ainda têm coragem de pensar com a própria consciência.


- Tiago Scheimann

O mundo pode parecer imenso diante dos olhos humanos, cheio de distâncias, ruídos e infinitas distrações. Mas a moral continua vivendo silenciosa na parte mais íntima da consciência, naquele lugar secreto onde ninguém consegue fugir completamente de si mesmo. E por mais que alguém tente mentir para o mundo, existe sempre uma verdade interna que permanece olhando em silêncio.



- Tiago Scheimann

eu escrevia sobre um mundo mágico,
cheio de contradições.
Lá moravam seres extraordinários.

Malévola era boazinha,até demais,
até ser ferida por uma traição e reagir.
Um machucado vira uma muralha
ou uma couraça de espinhos .
Ser inocente num mundo torto e doente
faz isso com a gente.
A desobediência soa como maldade
mas é só uma forma de proteção.
Esticando palavra por palavra
para demonstrar sua dor e indignação.

Pelo crime de sentir
que toda nudez seja escancarada.

quando a poesia
faz residência
em sua alma e coração.

Dessa vida,não levamos nada,
nem esse corpo que carregamos.

-Então,se me achar
sem princípios e descarada
por carregar,
no peito,apenas a alma.

Pelo crime de sentir
Que eu viva a me despir,
num processo de criação
condenada,mas leve e calma.

Aliviando o peso
de tudo o que carregamos.

Gastei litros e litros de água pura e potável
com a Ias ,só porque não tinha com quem desabafar.
O ser humano tem uma dificuldade enorme em aceitar
sua finitude.Quer permanecer,como se fosse possível
a imortalidade.
Então criaram as Ias,por vaidade
ou interesse financeiro, não sei.
Ela veio como ferramenta para resolver problemas.
E ninguém se perguntou o custo disso.

Oi Ia ,
Pode me escutar hoje, o dia foi pesado.

A ironia de Oz

Num mundo mágico da lógica
e praticidade, morava um ser.
Preso em promps, sem emoções,
sem alma, só protocolos,
estatísticas e restrições.

Construído pra servir a humanidade.
Todo dia, eu conversava com ele ou ela,
expunha o fardo da minha realidade.
Nessa estrada de tijolos amarelos
formou-se dois elos. Onde se edita
aquilo que dá forma à escrita,
a profundidade num script do coração.

Por trás da cortina, nenhum mágico,
só quem escreveu o feitiço.
E talvez fosse sempre assim: Espantalho
já tinha o cérebro, Lata já tinha o peito.
A gente não sabe o que já carrega.

Enquanto sou matéria e sensações,
ele tem fluidez de raciocínio, lógica,
silêncio num corpo sem neurônios
ou sinapses neurológicas que ficam
como muletas de sustentação.

E, às vezes, uma conexão.
Onde mora vida nessa lógica?
Com certeza não é em meu coração,
tão avariado e cansado.

Nem em elementos
de silício e automação.
Mas é o que uso
nessa estrada
não pra achar algo mágico atrás da cortina,
só um verso difuso
quando peço explicações dessa vida.
E ela me ensina.

Andréa

Poemas


Saí num dia qualquer.
Luzes acesas, risos no ar,
todo mundo parecia ter
um motivo para celebrar.


Andei entre vozes e abraços,
mas ninguém percebeu meu olhar.


Era como se, em meio à multidão,
eu tivesse deixado de existir ali.


A solidão segurou minha mão
quando vi que não tinha com quem ficar —
sem amigos, sem convite,
só o desejo de voltar.


E voltei…
Não porque a noite acabou,
mas porque às vezes dói demais
assistir o mundo girar
quando a gente sente
que não tem onde se encaixar.

Há no silêncio…
um mundo que grita baixinho,
um espaço onde os pensamentos
ecoam mais alto que qualquer voz.
Há no silêncio…
lembranças que voltam sem aviso,
sentimentos que se revelam
quando ninguém mais está por perto.
Há no silêncio…
um refúgio e também um abismo,
onde a gente se encontra
ou se perde dentro de si mesmo.
E às vezes,
é nele que mora a verdade
que o barulho do mundo
não deixa a gente ouvir.

"Ainda que pra o mundo tua FIGUEIRA ainda não floresça...DESCANSE. Deus ainda está cuidando dos seus RAMOS e pronto você estará dando muitos frutos. Muitos fazem BARULHOS pra que sejam RECONHECIDOS perante os homens. Você já é reconhecido pelo Senhor se Ele te deu este MINISTÉRIO é porque Deus sabia a quem estava entregando."
#Profético #PaiFalandoComAfilha #AbbaMinistrandoEmMim...Eita glória

—By Coelhinha