Textos de Sentimento
O Sentimento Sem Nome
É curioso como o nosso vocabulário é vasto para a dor e para a falta. Temos nomes precisos para a inveja, para o ciúme e até para a Schadenfreude — aquele prazer secreto que alguns sentem diante do tropeço alheio. Mas, por algum motivo, o dicionário parece ter ficado mudo diante da alegria pura de ver o outro vencer.
Talvez não tenham conseguido dar um nome a esse sentimento porque ele não cabe em letras. É uma experiência que desafia a lógica do ego. Em um mundo que nos ensina a competir, a olhar para o lado para medir o nosso próprio sucesso, sentir o coração vibrar pelo troféu que está nas mãos de outra pessoa é um ato de rebeldia silenciosa.
É quando a pele arrepia ao ver um amigo realizar um sonho que não é o seu. É quando o sucesso de alguém que amamos não nos faz sentir "atrás", mas sim impulsionados. É a consciência de que a luz do próximo não apaga a nossa; pelo contrário, ela ilumina o ambiente onde todos estamos.
Pode chamar de Mudita, de Confelicidade ou de Compersão. Mas, na falta de uma palavra que todos conheçam, a gente chama de amor em estado de gratuidade.
Porque, no fim das contas, quem consegue se alegrar com a vitória do outro já venceu a maior de todas as batalhas: a contra o próprio ego. É um sentimento que não precisa de batismo, pois quem o sente já conhece a sua tradução mais fiel: paz.
No vazio que ficou de um amor que se desfez,
Não há mais sentimento, nem a história de antes.
O ciclo se encerrou, findou sua vez,
Guardando as lembranças em tempos distantes.
O que sobrou é a mágoa e o pesar,
E a decepção que a alma não quis.
O amor em mim morreu, sem poder voltar,
E a humanidade em mim disse adeus de vez.
A escuridão chegou, o coração se fechou,
Sem saber quem terá a chave para o abrir.
A mente só quer paz, o que se cansou,
Mas a esperança diz que ainda vai sorrir.
Só o coração sabe para quem quer acelerar,
Para quem de novo voltará a bater.
Até lá, a mente só deseja descansar,
Encontrando na paz uma forma de viver.
Juliana kim
Saudade imensa do meu pai.
Partiu numa véspera do Dia de São Francisco.
Sentimento de tempo não aproveitado, amor insuficientemente demonstrado, abraços e beijos guardados para um tempo que não chegou a acontecer.
Que bom seria se fosse proibido aos pais partirem antes da aposentadoria dos filhos...
SEP
Sentimento que pulsa
em cada torcida,
Olho atento aos gramados, buscando glória,
Coração verde que jamais se rende,
Inspiração para os sonhos de vitória,
Ecos de hinos que atravessam gerações,
Dedicação que nasce
em cada jogador,
Amor que se veste
de verde e branco,
Determinação que
desafia o impossível,
Esperança viva em cada lance.
Energias que se unem em celebração,
Sonhos que se tornam
realidade a cada jogo,
Paixão que transforma
simples partidas em épicos,
Obra de história escrita em vitórias,
Resistência que honra cada camisa,
Torcida que canta sem parar,
Impetu que corre pelos campos,
Vibração que invade arquibancadas,
Alegria que explode a cada gol.
Paixão que vibra
em cada coração verde,
Amor que transcende
vitórias e derrotas,
Luz que brilha nos campos
e arquibancadas,
Memórias que ecoam
glórias eternas,
Energia que move torcidas e sonhos,
Inspiração que nasce a cada gol,
Resistência frente aos desafios,
Alegria que explode em cada canto,
Sonho de campeões que nunca se rende.
Entre a Saudade e o Sonho
Seu poema já transmite bastante sentimento. Fiz apenas alguns ajustes de gramática, ritmo e fluidez, preservando a essência.
Passo os dias pensando em você,
Passo as horas imaginando o seu beijo,
Passo os minutos ouvindo uma playlist,
Imaginando como seria estar em seu abraço.
Quando te olho,
Meu olhar brilha como as estrelas no céu.
Sem que você perceba, fico te admirando,
Como quem contempla uma pequena obra de arte.
Então chega a noite.
Sem o seu número,
Sem a sua foto,
Sem o som da sua voz.
A saudade aperta o meu peito,
A ansiedade de estar ao seu lado me sufoca.
As horas passam,
E o sono não vem.
Mesmo assim, continuo sonhando,
Na esperança de que um dia
Seja o seu abraço, e não a saudade,
Que me faça fechar os olhos.Achei especialmente bonita a imagem de "uma pequena obra de arte". Ela dá um toque delicado ao poema. Se quiser, posso deixá-lo ainda mais poético, com rimas suaves ou no estilo de uma carta de amor.
Tarde Demais Para Entender
Ela era um sentimento inteiro;
ele ainda vivia procurando palavras.
Trazia nos olhos versos que ninguém havia escrito, e no sorriso, um mundo inteiro querendo acontecer.
Ela o amava em cada detalhe,
em cada silêncio, mas ele procurava respostas onde só existia sentimento.
Ela se entregava por inteiro,
e ele passava pelos sinais sem perceber.
Não viu que cada abraço carregava uma promessa, que cada olhar escondia um “fica” que ela não conseguia dizer.
E quando finalmente encontrou as palavras que tanto procurava,
ela já havia terminado de escrever a história dos dois.
Talvez ela nunca tenha sido difícil de entender, talvez ele apenas tenha chegado tarde demais para aprender.
Porque alguns amores não terminam por falta de sentimento, terminam quando um coração oferece tudo
e o outro ainda não sabe decifrar.
Ela era um sentimento inteiro…
e ele só percebeu o tamanho daquele amor quando já era tarde demais para vivê-lo.
O luto da “Vida” — 200 dias
Quando nasce uma criança especial, nasce um sentimento. Nasce a culpa, a revolta, nasce um luto. Aquela criança não é a que imaginaram, não é o que sempre sonharam. Mas nenhuma criança é exatamente aquilo que imaginamos ou sonhamos.
E, enquanto se sonha com uma criança que não existe, há uma ali, querendo abraços, querendo um olhar de amor, sorrindo sozinha...
Enquanto cresce, espera ser apreciada pelo que é, e não pelo que deveria ter sido.
Ainda não lhe deram a chance de aparecer, de mostrar para que veio.
E sua cabeça de “pai”, racional demais, não sabe o que pensar. E, baixinho, com medo de ser ouvida, pergunta:
— Para que nasceu? Por que ainda vive?
Enquanto isso, seu coração, acelerado como sempre, já ultrapassou o tempo e sofre calado, por medo de um dia vê-la partir ou de partir primeiro.
Quando alguém deixa ou se vai, não está abandonando aquele bebê, e sim a si mesmo. Está antecipando a própria dor, diminuindo o amor, protegendo-se de algo que acredita ser inevitável.
Mas quem sou eu para falar?
Não tenho filhos assim.
A vida, porém, me deu essa oportunidade.
Por impulsividade, troquei de escola e me tornei professora de dois adolescentes com deficiências múltiplas.
Para mim, era normal.
Eu simplesmente havia mudado de escola e tinha uma variedade de alunos.
Até começarem os comentários.
Comentários de lá, de todos os lugares... Gente dizendo que eu deveria desistir. Outros sofrendo por mim, lamentando a minha “falta de sorte”.
Eu não entendia.
Por que desistir?
Por que aquela seria uma escolha ruim?
Até que, cinco dias depois — no feriado prolongado de Carnaval —, aconteceu.
Era sábado.
De repente, senti o cheirinho de perfume de bebê de um deles.
Não quis acreditar.
Talvez fosse apenas uma lembrança.
Talvez fosse imaginação.
Mas aquele cheiro deixou uma lacuna em algum lugar aqui dentro.
Na terça-feira, senti falta do outro.
Talvez eu ainda estivesse em negação.
Talvez alguma coisa dentro de mim já soubesse, enquanto eu ainda tentava entender.
Era algo que gritava.
Algo intenso demais para passar despercebido.
E, então, pronto.
Não podia mais negar.
Eu estava apaixonada por eles.
E, naquele instante, tudo mudou.
Eu iria cuidar.
Iria protegê-los como pudesse.
Faria o meu melhor.
Quis devolver.
Mas, para esse tipo de coisa, não existe devolução.
Então, tive que usá-los.
Usei os outros 195 dias para brincar, cuidar, ensinar...
200 dias tinham sido muito.
Para que tanto?
Hoje eu sei.
Não precisei de 200 dias para amá-los.
Precisei de apenas cinco para descobrir que já os amava.
Realmente, 200 dias foram, exageradamente, bastante para alguém que não os teria; para alguém que estava apenas de passagem por suas vidas e que passaria o resto da vida sufocando a saudade.
Talvez os 200 dias não tenham sido dados para que eu aprendesse a amá-los.
Talvez tenham sido dados para que eu descobrisse que, depois de amar, não existe devolução.
O pior sentimento que a pessoa tem é a inveja, no lugar de procurar fazer as coisas para si própria, perde tempo com inveja de ti. A gente não tem que desejar mal para ninguém, o próprio mal que a pessoa te desejar ela irá colher! Uma hora terá sim sua colheita de toda maldade que foi plantando enquanto poderia estar desejando o bem, então faça sua parte, sentir raiva é natural sim do ser humano, mas peça discernimento a Deus e vai rezando todos os dias para que ele te defenda de todo o mal, inclusive peça perdão por sentir raiva de certas situações e injustiças e perdoe até seus inimigos, às vezes parece que Deus não te responde, né? Mas é porque ele trabalha em silêncio 🔇
𓅪❀☘⚘༄
“Sentimento”
Sentimento é o que nos torna humanos,
é a cor que pinta os dias cinzentos,
é o que pulsa além dos nossos planos,
vivendo em nós, profundo, nos momentos.
Sentimento não se explica, se sente,
é alegria que explode sem avisar,
é tristeza que chega de repente,
é saudade que insiste em ficar.
É o amor que aquece quando faz frio,
é a raiva que queima como brasa,
é medo que percorre como um rio,
é esperança que nunca passa.
Sentimento nos move e nos transforma,
nos faz chorar, sorrir, até gritar,
é a essência que nos conforma,
o que nos faz viver e não apenas estar.
Tem sentimento em tudo que fazemos,
no abraço apertado, no olhar sincero,
nas palavras que calamos e nas que dizemos,
no que é falso e no que é verdadeiro.
É sentimento que nos liga uns aos outros,
que constrói pontes onde havia muro,
que nos faz irmãos, nunca solitários ou sós,
que torna o presente menos duro, o futuro menos escuro.
Sentir é estar vivo de verdade,
é aceitar que somos imperfeitos,
é viver com toda intensidade,
sentimentos puros, sentimentos retos.
O sentimento é mesmo o que dá sentido a tudo na vida!
“O Amor Que Nasce em Silêncio”
Cresce ao teu lado, invisível flor,
Um sentimento puro, de imensurável ardor,
Como hera que abraça o muro antigo,
Sem que percebas, eu te sigo.
És cega aos passos do meu coração,
Que bate forte nesta doce ilusão,
Como lua que beija o mar adormecido,
Meu amor por ti tem florescido.
Não vês as raízes que plantei,
Neste jardim secreto onde te sonhei,
Cada olhar meu é semente lançada,
Em terra fértil, porém ignorada.
Cresce em mim esta paixão profunda,
Como aurora que a noite fecunda,
E tu segues teu caminho sereno,
Sem sentir este amor tão pleno.
Um dia, talvez, possas despertar,
E este sentimento enfim notar,
Que cresceu paciente, ao teu redor,
Esperando apenas por teu calor.
Pois o amor verdadeiro assim se faz:
Em silêncio cresce, discreto e tenaz,
Até que os olhos consigam, afinal,
Ver o jardim que sempre esteve no quintal.
O Emaranhado Cósmico das Almas.
Por Celso Roberto Nadilo
Há um sentimento de emaranhado quântico nos sonhos que dividimos; estamos ligados por sentimentos, observando uns aos outros em perfeito equilíbrio. As luzes de outros universos nos guiam e nos mostram os moldes de um mundo no qual somos únicos. Sempre tão longe e, ao mesmo tempo, tão perto da compreensão... A ponto de que, se nos encontrássemos ou soubéssemos da existência mútua, ambos deixaríamos de existir. Esta poesia cósmica é voltada para a aurora, como o canto do pássaro a cada amanhecer.
Mesmo que marquemos os nossos destinos e sejamos egoístas e destrutivos, ainda existimos em uma utopia de compreensão e paz — até que o vizinho decida fazer um churrasco e comemorar, até o amanhecer, a futilidade do futebol.
É no sono profundo que temos convicções de outras realidades. Damos livre-arbítrio à alma. Alguns dizem que ela não existe, pois a desilusão da vida religiosa os transformou profundamente em seres frios, realistas e sensatos; contudo, estagnados na profundidade de sua própria evolução. Parecem-se com os alienados pela perspectiva de seu líder político de estimação ou de sua crença religiosa.
Eu vejo tudo com a liberdade de compreender aquilo em que acredito: o limite da criação e a evolução. Afinal, evoluímos sonhando dentro de uma caverna, buscando o mundo espiritual e uma vida melhor para todos. Evoluímos pensando, olhando para outros mundos, indo aonde ninguém foi, descobrindo novos sonhos e horizontes dentro de nós mesmos. Buscamos as estrelas para reencontrar o que fomos em um momento único e surreal.
No escuro do espaço, não sinto medo; vejo descobertas, conhecimento e novas oportunidades de ampliar o ser ou de se conhecer melhor. Quando vejo o incrédulo que não conhece a própria alma diante do universo, enxergo um terraplanista na desilusão do seu ser perante a grandeza universal.
Quando morremos, caminhamos para a escuridão. Quando vi meu desespero refletido no espelho, olhando para o infinito, percebi que olhava para o abismo — e vi que o abismo olhava de volta para mim. Percebi que nada é definitivo ou eterno diante do tempo. As almas existem, e não como as metáforas daqueles que abrem o jornal da mesma forma que abrem suas mentes: moldadas em um conhecimento frio e abstrato.
O cosmos é muito maior do que podemos imaginar para sermos meros joguetes de uma mente que viaja para a morte ou que deixa de existir meramente no curso da evolução existencial. Para continuar além da perspectiva, somos a verdade da equação que mostra o relativismo em sonhos — as respostas que temos hoje porque, um dia, acendemos a luz dentro das cavernas. Nossas almas tocaram os céus, e vimos espíritos que tocam nossas vidas.
O Eco do Vale
Nas ruas vazias em ruínas, o frio traduz o sentimento que ganha forma e contorno.
O frio cedo, quase rarefeito com neblina, rebobina o sono quase preguiçoso.
Nos desejos, apenas o cansaço da noite, como a ressaca do sono.
O chuveiro resolve qualquer problema, mas o frio contrasta com a feira de rua:
Pessoas passam com pressa em suas prisões mentais.
O barulho do vento contrasta com o desejo de ver o pôr do sol,
Mas a fome parece sair de uma ficção científica.
A luz tímida do tempo nublado mistura-se ao frio cortante.
Cachorros latem e dão eco no vale, como na planície em outras horas no passado.
Vejo notícias e vejo também modinhas, que se traduzem como algo insípido...
Pois quem entende o que os humanos fazem?
Deepfakes mostram um novo aliado: o ar de beleza exposta em um cenário caótico.
Política dentro do final de semana parece cerveja quente sem álcool...
E ainda com sabor de frutas.
O cheiro de churrasco definha meus pensamentos.
Ao longe, barulhentos rumores de chuva; a música barata tira o silêncio.
Até os pássaros têm frio.
Por Celso Roberto Nadilo
O rio sujo ar pesado fumaça das fábricas é simplicidade o final de semana.
No refúgio do vasto sentimento.
Observo a imensidão do universo...
Sinto frio e a solidão dos corpos celestes...
Sou testemunha que mundos morrem nas virtudes das sombras...
Somos seres pequenos diante o lampejo do universo...
Nem compreendemos nos mesmos...
Nossos ancestrais tinham a conexão dos deuses místicos tínhamos a compreensão inata torna navegante de um mundo desconhecido...
E novas descobertas o universo nos espera talvez num futuro distante outros pensadores terão mesmo olhar em outras terras buscando a beleza no caos predomina a escuridão do universo.
Sendo submundo a aceitação daqueles instantes opacos que alma morre no sentimento.
Seus olhos sangram,
Sua alma grita...
O sincronismo do silêncio da o desespero...
Sua face imaculada senti o prazer do frio caótico...
As sombras da ador que o corvo senti..
Grito alma sem vida a vela se apaga...
Seus lábios pálidos transmite uma mensagem ao ventos...
Suas mortalhas rasgadas voam em conflitos da alma condena...
Hoje celebramos 23 anos de casados.
Engana-se quem acredita que qualquer sentimento, por mais intenso que seja, é suficiente para manter duas pessoas tão diferentes caminhando juntas por tanto tempo.
O amor é muito maior do que isso.
É uma decisão diária, construída por escolhas, atitudes e renúncias em favor de um propósito comum.
O verdadeiro amor se revela na disposição de cuidar, acolher, ouvir, perdoar, dividir responsabilidades, celebrar conquistas e permanecer presente, sobretudo nos dias difíceis.
A paixão vem, colore a superfície e vai embora. O amor é o alicerce.
E alicerces, quando apresentam rachaduras, não são abandonados; são reparados.
Exigem trabalho, paciência e compromisso.
Também se engana quem imagina uma vida a dois sem desafios.
Houve noites no sofá, palavras mal colocadas, julgamentos precipitados, períodos de silêncio e discussões desnecessárias.
Não seríamos humanos se fosse diferente.
A diferença está em não permitir que os conflitos sejam maiores do que aquilo que construímos.
Quando a poeira baixa, o compromisso prevalece, o orgulho cede ao diálogo e o que nos une fala mais alto.
E quando somos tomados pelo ímpeto da raiva, da vaidade ou do orgulho, a vida nos presenteia com pequenos sinais que restauram a serenidade, reorganizam nossas perspectivas e nos lembram de que o nosso verdadeiro porto seguro sempre esteve um no outro.
Hoje somos muito diferentes dos jovens que disseram "sim" há 23 anos.
Talvez essa seja a maior beleza do casamento: acompanhar a transformação do outro sem deixar de escolhê-lo.
Tive o privilégio de vê-la crescer, mudar e se reinventar inúmeras vezes.
E em cada uma dessas versões, encontrei novos motivos para amá-la.
Depois de 23 anos, entendo que o segredo de um casamento não está em encontrar alguém que nunca muda, mas em escolher amar a mesma pessoa em cada nova versão dela.
E em cada reencontro, fazer a mesma escolha: permanecer, construir e seguir em frente, juntos.
A sós com vc!!
Ficar a sós com voce , é atrair o sentimento mais nobre e requintado , o amor na exssência.
É o convite a alegria, ao encanto, a paz, ao charme destilado em cada olhar.
É a certeza dos desejos mais leves e profundos da alma.
É a realização de todos os anseios
É o explodir dos melhores sentimentos, emoções e sensações
É mergulhar na alegria de estar viva , plena.
É purificação ,é terâpia, é liberdade, é atividade frenética em movimento , é revolução, é o puro e o cristalino.
É sorriso espalhado pelo ar, destilando purpurinas de diferentes formas e cores, e exalando frescor de hortelã.
É um xodó mesclado de sentimentos
É a certeza que a alma está excessivamente comprometida.
Simone Verçosa
Amor maduro
O fruto de um sentimento
Sementes em solo férteis
Regado de muito carinho
Cuidado que os dias somam
O calor controlado no tempo
Seu Olhar na medida certa
Tendo podas, tendo vento
Vai crescendo devagarinho
Tem pestes e tem as pragas
Tudo tem um bom remédio
Paciência e persistência
O amor maduro é mais forte
Supera todos os outros
Tem mais gosto, mais sabor
Recomeçar e replantar
Sempre tem seu jeito
Plantando hoje, colhe sempre
Proteja seu arado, beije
Enquanto florir um sorriso
Esse amor estará preservado
"É o que faço, amor, eu escrevo.
Para cada sentimento, um verso, e para cada verso, um enlevo.
Sorte sua foi ter me conquistado, não existe trevo.
É o que faço, amor, eu bebo.
Para cada verso, um gole, e a cada gole eu te vejo.
Eu sou ninguém, e quando sou alguém, sou de um todo seu amor, aos céus, agradeço.
Por ser capaz de amar, mesmo ferido, amargurado, ébrio, em devaneio.
Agradeço.
Obrigado, Pai, pela tal dádiva do amor, obrigado pela não correspondência, o rancor, a indiferença, o anseio.
É o que faço, amor, eu escrevo.
Pois quando tu fores de mim, serão minha companhia a solidão, a pena e o tinteiro.
Penso em você o dia inteiro.
Eu queria tanto um abraço, o doce do beijo.
Caso não, que seja somente do abraço o aconchego.
Sem ar eu voo, e mesmo sem mar, em ti, meu amor, eu velejo.
E quando as lágrimas, que afogam minha existência, me permitem enxergar, nem que seja um pouco, amor, acerca de ti, eu escrevo..."
Sentimento dividido no tempo perdido
Buscando te ter
Sinto no ar que respiro seu cheiro prefiro
Não lembrar você
Ficou marca evidente que vive presente
No meu coração
Por caminho diferente o amor entre a gente
Não teve razão
Mas já chega assim não dá
Desculpe amor vou te deixar
Sei que vai me entender
Adeus, foi bom te conhecer
Vou dar paz pro coração
Nessa solidão ta difícil viver
Vou sumir da sua vida
A única Saída é ter que esquecer
"As palavras já chegaram, e o sentimento não veio.
Talvez amá-la seja apenas um sonho de verão, um devaneio.
O que sei? Meu amor não é de veraneio.
Meu joelho ainda se recorda de cada prece, cada oração; minha boca ainda roga por um beijo.
A madrugada ainda me açoita a alma, o vento frio ainda tem seu cheiro.
Vejo sua foto; na memória ainda fantasio-nos um futuro, meu algoz ainda me açoita o peito.
Minhas mãos almejam o aveludar da tez e do sedoso cabelo.
Vultuoso e negro.
Volúpia, meu eu em ti, desejo.
Anseio.
Aconchego.
No taciturno seio.
Se n'outro plano, eu vejo.
Meu reflexo em seus olhos, como em espelho.
A memória me trai, mas de ti não me esqueço.
Recordo-me das juras, das promessas, de cada letra a ti escrita, cada texto.
As palavras já chegaram, e o sentimento não veio.
Talvez amá-la seja apenas um sonho de verão, minha cela, em devaneio..."
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