Textos de Reflexoes sobre as Pessoas
A Sexta-feira da Paixão nos convida à reflexão sobre o amor incondicional, o sacrifício e a esperança que renasce.
Que possamos lembrar o verdadeiro significado deste dia e encontrar paz no coração, mesmo em meio às dores da vida.
Que o exemplo de Jesus nos inspire a amar mais, perdoar mais e viver com mais propósito.
Podemos falar em julgamento ou preconceito quando criamos ou imaginamos um conceito sobre algo ou alguém sem saber a verdade ou conhecendo apenas parte dela.
Prefiro usar o MeuConceito: pesquisar, entender, perguntar à pessoa, se necessário, e só então formar uma opinião ou conceito sobre alguém ou algo.
Dizem que o trabalho nos deixa calvos, distantes de nós, sem vida.
Sobre isso, eu me pergunto:
quem esteve no futuro e voltou para afirmar que o presente seria diferente, se nossas ações fossem outras?
Enfim, no meio de tantas possibilidades,
encontrar uma desculpa é sempre mais fácil do que encarar a própria realidade.
A única certeza é que o nosso tempo é o presente.
E como é difícil — e raro — encontrar pessoas realmente presentes...
Este livro não é sobre política no sentido tradicional; trata-se de um livro sobre poder – sobre como ele é conquistado, exercido e mantido por aqueles que compreendem as regras invisíveis que governam a mente coletiva.
Mortaza, J. (2025). O Algoritmo das Massas: Decifrando os movimentos políticos. Porto Alegre: UICLAP.
Entre as carícias da agulha sobre o vinil
as melodias da juventude
passeiam pelas memórias afetivas
saudosistas
de um tempo
incoerentemente sofrido.
As notas do passado
repletas de cores e amores vãos
entoam as cantigas de ninar
das sonhadoras crianças
crescidas
que romantizam alegremente
os anos dourados
e o paraíso perdido no tempo.
Me peguei pensando aqui: por que eu procuro quem não me procura?
Me pego refletindo sobre o que se passa na cabeça das pessoas o que elas buscam, o que exercem, ou até mesmo como conseguem ser tão hipócritas ou irresponsáveis.
É curioso como algo aparentemente pequeno pode ter o poder de destruir um futuro inteiro...
Existem certas coisas que penso e que resumem bem esse turbilhão de ideias, como nesta frase:
"Não existem pessoas frias. Existem pessoas que aprenderam a bloquear seus sentimentos."
Às vezes, o mundo exige tanto que acabamos criando cascas. Mas, por dentro, ainda sentimos mesmo que em silêncio.
Nietzsche disse uma vez:
"Quem luta com monstros deve cuidar para não se tornar um monstro. E se você olhar por muito tempo para um abismo, o abismo também olha para dentro de você."
Talvez, ao lidar com tantas decepções, criamos versões de nós mesmos que não reconhecemos mais duras, mais distantes.
E assim seguimos, tentando entender por que esperamos empatia de um mundo que mal sabe lidar com a própria dor.
Buscamos sentido nas ações alheias, mas muitas vezes esquecemos de que cada pessoa vive a partir de seus próprios traumas, suas próprias feridas.
Jean-Paul Sartre dizia que "o inferno são os outros", não por maldade, mas porque projetamos nos outros aquilo que gostaríamos que nos dessem e nos frustramos com a ausência.
No fundo, todo esse pensamento gira em torno de uma coisa: o ser humano é um mistério. Inconstante, contraditório, sensível e, ainda assim, muitas vezes cruel.
Mas talvez a beleza esteja justamente nisso na tentativa constante de compreender o incompreensível.
Estou a beira do delírio?
"O Peso do Provedor"
Ser provedor não é sobre quem traz mais dinheiro pra casa.
Não é sobre quem paga mais contas,
ou quem tem o salário maior.
É sobre responsabilidade.
Sobre estar pronto quando o chão treme.
Minha esposa pode ganhar mais.
E eu acho isso incrível.
Mas se um dia faltar,
se só tiver pra um…
eu fico sem.
Se alguém tiver que dormir no chão,
eu durmo.
Se alguém tiver que passar frio,
sou eu.
Se alguém tiver que enfrentar o que assusta,
sou eu que vou.
Porque o papel do homem como provedor não aparece quando tudo tá bem.
Aparece quando o bicho pega.
Quando a casa precisa de direção.
Quando o medo bate e alguém tem que tomar a frente.
Mesmo quando ela não está vendo.
Não é orgulho.
É chamado.
Ser provedor é ser o primeiro a se levantar quando todos estão cansados.
É decidir mesmo quando não sabe o caminho,
e seguir mesmo com medo.
Porque sua família precisa de alguém que vá na frente.
Na hora do perigo, da dúvida, da escolha difícil…
é o homem que tem que estar firme.
Não porque ele é melhor.
Mas porque ele é base.
Ele é o muro entre o caos e os que ama.
Dinheiro é só uma parte disso.
O verdadeiro provedor protege, orienta, decide.
Ele não impõe — ele sustenta.
Se a esposa ganha mais, tudo bem.
Isso não diminui o homem.
Mas ele ainda carrega o peso.
O peso de dizer:
“Se der errado, a culpa é minha. Eu que assumo.”
Porque o provedor não é só o que provê coisas.
É o que provê direção.
É quem segura firme o volante quando a estrada fica escura.
É quem diz “pode dormir tranquila, que eu tô acordado.”
No fim, ser homem é isso.
Estar pronto.
Pra decidir.
Pra proteger.
Pra morrer primeiro, se for preciso.
Não é sobre ser mais.
É sobre estar ali. De verdade.
Com honra.
Gente que levanta outras é gente que entendeu a vida.
Não é sobre ser melhor, ter mais ou saber tudo. É sobre ser abrigo quando o outro desaba, ser impulso quando falta força, ser presença quando o mundo vira ausência.
A gente nunca sabe a dor que o outro carrega. Mas pode escolher ser alívio, ser cuidado, ser ponte — não muro.
Palavras podem curar. Atitudes podem salvar. E um coração disponível pode ser o milagre que alguém estava pedindo em silêncio.
Seja luz. Seja abrigo.
O mundo precisa de menos competição e mais compaixão.
Diego Santos
"Um momento de reflexão sobre a vida"
Boa noite é mais do que uma saudação. É um instante de transição entre as ações do dia e o merecido repouso da alma. É o momento em que o silêncio se torna um convite à introspecção, e a mente repousa no colo da consciência, permitindo-nos refletir sobre a vida e os passos que demos ao longo do dia. Também é uma oportunidade de preparar o espírito para o que virá.
Quando olhamos para a vida como um todo, percebemos que ela é composta por inúmeros instantes como este — momentos de passagem entre fases, ciclos e sentimentos. Cada transição carrega em si a semente da transformação, e cabe a nós extrair dela o que há de mais valioso.
A vida não segue uma linha reta, tampouco um roteiro previsível. É feita de curvas, altos e baixos, risos e lágrimas, vitórias e tropeços. E é justamente nesse emaranhado de emoções que aprendemos a crescer, a ressignificar, a nos tornarmos melhores.
Ao desejarmos uma boa noite a alguém, não oferecemos apenas descanso. Desejamos serenidade, lucidez e a chance de um novo despertar. Que a noite traga calma ao coração e prepare o corpo e a mente para mais um dia de desafios, conquistas e esperanças.
Em essência, a vida é feita desses pequenos grandes momentos: pausas que nos permitem respirar, refletir e seguir em frente com mais sabedoria. Que saibamos honrar cada um deles com consciência e gratidão.
Já escrevi sobre o amor,
rabisquei sobre a paixão entre versos e vivência, hoje escrevo gratidão:
não como quem agradece por conquistas,
mas como quem reconhece a travessia.
Gratidão pelo impermanente,
pelo que nasce apenas para morrer,
pelas perguntas sem resposta,
pelos caminhos que, ao se perderem, me encontraram.
A vida — este breve suspiro entre o acaso e a eternidade —
se escreve em mim com tintas invisíveis,
e a gratidão é o silêncio que compreende o indizível.”
Sobre feridas e tempo…
A decisão de deixar de te amar causou em mim uma dor lancinante.
O dia que se seguiu foi ainda mais excruciante.
Tive raiva de vc. Queria gritar. Colocar pra fora toda dor que vc estava me causando. Mas me mantive firme, resoluta, determinada a te esquecer custasse o que custasse.
Resolvi ouvir a voz da minha mãe na infância que me dizia: “engole o choro”.
Às vezes eu conseguia,
Outras, o choro me engolia.
No dia posterior parecia que tudo doía ainda mais.
Na semana seguinte me desesperei.
E me desesperei muito mais nos meses que se sucederam porque parecia que aquela dor não ia embora nunca…
Hoje ainda dói.
Bem menos, pois hoje eu sei que vai sarar.
A ferida está cicatrizando, e aos poucos a gente vai percebendo que a dor vai passar.
E que apesar de tudo, a gente vai ficar bem.
Vai ficar tudo bem.
Se me perguntassem sobre a morte,
eu sussurraria teu nome.
Diria que ela tem o tom dos teus olhos,
a maciez dos teus cabelos ao vento,
e o doce encanto do teu sorriso —
aquele que cala o mundo e acende o meu.
Sabe por quê?
Porque eu morro um pouco a cada dia:
quando penso em ti com a alma inteira,
quando a saudade me beija o peito,
quando teu silêncio pesa mais que mil palavras,
e até quando teus olhos me encontram
em um breve acaso do destino.
Morro por sonhar contigo
e por acordar sem teu abraço.
Por querer teu cheiro nas manhãs,
tua voz nas madrugadas,
tua presença onde só há ausência.
Meu coração tropeça nas batidas
só por te amar assim —
tão fundo, tão forte, tão meu.
E ainda que me doa,
a única morte que conheço
é não ter-te aqui no meu mundo.
Sobre o show da Lady Gaga em 03/05/25, em Copacabana/RJ - Brasil
O Brasil, mais uma vez, esteve no lugar de onde jamais deve sair ou ser retirado - O PALCO DA DIVERSIDADE.E jamais deve ser desrespeitado e/ou violentado, pela sua natureza dada a sua diversidade cultural, a diversidade de gênero, a diversidade na cor da pele, a diversidade religiosa, a sua biodiversidade etc.
O senso de humanidade clama por sua perpetuação neste solo. Nesta terra adorada. E ao som do mar e de Gaga.
A democracia, nas urnas, deve ser sempre a aleita como a nossa mãe gentil, na nossa pátria, Brasil.
Sigamos. É diversificando o movimento do mundo que chegaremos à plenitude do respeito e, consequentemente, à paz.
"Sobre o Tempo"
Por: Gilvann Olliveira
Naquela infância,
Acreditava-se que tudo era felicidade.
A tristeza se resumia a eventos breves.
Mas nada dura para sempre, nem mesmo a infância.
De forma sorrateira, o que é criança se torna algo que não é adulto.
E se perde no tempo e no espaço.
Buscando de forma fragmentada, uma identidade que se confunde com as transformações físicas e mentais, com a obrigatoriedade da definição de papéis sociais.
O tempo deixou de ser presente, e o que nos resta é futuro.
Tão incerto quanto a travessia do Saara a pé.
Tão provável quanto a escalada do Evereste, usando apenas camiseta e jeans.
Agora, um ser adulto trava uma luta incessante com sede de sobrevivência.
E o tempo deixou de ser passado.
Tornando-se apenas um presente bem próximo.
Nessa hora, não se sabe onde ficou o passado.
Nada é mais como era hoje.
Só nos restam as expectativas do ontem.
Que se esqueceram nas lembranças do amanhã.
E o tempo já não é mais tempo.
Pois ele se perdeu no meio do caminho.
No horizonte sozinho,
Pensativo,
Contemplativo,
Buscando respostas,
Seguindo as horas que nunca passam.
E o tempo parou.
Nos dias seguintes,
Com o gostinho de não quero mais.
E já não há mais tempo.
FIM DA ESTRADA!!!
O tempo não determina nada
É apenas uma pedra no meio da caminhada.
Tudo termina, tudo começa.
Num ciclo vicioso de eterno viver.
É começo,
É fim,
É recomeço,
É o eterno advir.
Já foi-se o tempo em que o hoje se tornou.
Mas ele, o tempo, ele volta.
Há tempo pra nada ou quase nada
Há tempo pra tudo.
Em todo dia,
A toda hora
Em cada minuto.
Só nos resta concluir que a ETERNIDADE é a morada do tempo...
“Inteligência emocional não é sobre controlar emoções, mas sobre conduzi-las com sabedoria. É transformar cada emoção em uma lição — e cada lição, em crescimento.”
— Maycon Oliveira
Essa frase foi escrita por Maycon Oliveira – O Escritor Invisível, autor do perfil ‘O_Escritor_Invisivel’ no site Pensador.
@o_escritor_invisivel
Era um dia radiante e a brisa suave do mar acariciava minha pele enquanto eu me posicionava sobre uma pedra majestosa, como se estivesse no topo do mundo.
À minha frente, duas gigantescas tartarugas dançavam graciosamente nas águas cristalinas, acompanhadas por outros seres marinhos que pareciam saídos de um conto de fadas.
Meu coração pulsava de encantamento, e a beleza daquela cena era tão intensa que não resisti: mergulhei nas águas quentes e salgadas, deixando-me levar pela mágica da vida submarina.
Ao nadar junto às tartarugas, cada movimento era repleto de leveza e harmonia. A energia que emanava delas me envolvia em um abraço acolhedor, onde o tempo parecia parar e tudo se tornava um só. A tranquilidade do oceano envolvia meus sentidos enquanto explorava aquele reino encantado.
Mas então, ao longe, uma onda colossal começou a se formar. Era como se a própria natureza estivesse criando uma obra-prima diante de seus olhos. A água azul se erguia, poderosa e imponente, senti a força daquela presença. No entanto, em vez de temor, eu experimentava uma admiração indescritível. Não havia mais tartarugas, nem outros animais; apenas eu e a onda majestosa, em um momento que desafiava a realidade.
Quando a onda finalmente quebrou, uma parede de água translúcida se ergueu sobre mim, como um véu sutil que separava o céu do mar. Olhei para cima e vi um céu azul vibrante, enquanto a luz do sol filtrava através da água, criando um espetáculo de cores e formas que lembravam geometrias sagradas dançando em perfeita sincronia. Cada raio de luz era uma nota na sinfonia do universo, e eu me sentindo parte desse todo.
O sentimento de paz e completude inundava meu ser, como se todas as minhas preocupações e ansiedades simplesmente evaporassem. Naquele instante mágico, tudo fazia sentido. Eu estava em harmonia com a natureza, com a vida, e comigo mesma. As águas se tornaram um portal para uma nova percepção, onde o amor e a conexão eram palpáveis.
Ao emergir desse estado de sonho, percebi que a verdadeira magia estava não apenas na beleza do que vi, mas no profundo entendimento de que, na imensidão do universo, eu faço parte de algo grandioso e maravilhoso.
Olhei para o céu tão choroso
Não vi seus olhos
As nuvens os encobriam
E os meus corriam
Sobre a face caudalosa
Essa ternura amorosa
Do tempo passando
Eu nada fazendo
A vida gozando bem à minha frente
Um espetáculo de dança
Suas gotas penetrando a pele do chão
Pedindo a benção
Do corpo sedento
Expurgando as máculas
Fixando raízes
Deslocando raízes
Tudo estava certo
Até o motor de um carro me despertar...
SOBRE SER LUZ
É sobre ser luz que contagia;
Sobre ser uma contagiante energia;
Que aquece e acalanta;
É sobre ser alguém que encanta;
Muito além de sua beleza;
É sobre ter em sua alma a nobreza;
E a empatia em sua essência.
É sobre um Ubuntu de valores;
Independente de crença ou cores;
Sempre entregar seu melhor sorriso;
E ofertar esse imenso paraíso;
Presente em sua face;
Que reacende, renova e renasce;
A felicidade de quem esta por perto.
É sobre ser um ser humano genuíno;
Um belo propósito divino;
Personificando a esperança;
De jamais deixar morrer a criança;
Que nasce em nosso coração;
É sobre ser inspiração;
Transformando palavras em poema.
Sobre a Inteligência Artificial (IA) no Sentido Lato
Consegue transformar em ato a potência da criatividade e sensibilidade estética em uma linguagem única, que é própria de nós humanos e de cada um de nós como indivíduos? Isso é válido para qualquer obra, pois, se é de um humano, deve ser, por definição, humana e única, este aspecto sendo aquilo que deriva-se a partir do autoconhecimento do indivíduo, a partir das variáveis com valores determinados, o que o define como tal.
Se não consegue, não arrogue para si o nome dos grandes, pois, apesar de suas obras serem patrimônios da humanidade, eles próprios não o são. Assim, trazer tais obras para uma discussão vulgar sobre conteúdos vulgares não faz sentido. Se você, como parte da grande massa, não produz nada de verdadeiramente humano e único, cale-se! Pois o que você faz não está em discussão, isto é, as vossas obras são facilmente substituídas por IA.
Se o faz, você tem todo o direito de demarcar o nível de depuração e de aproximação com o sublime e o belo que a IA jamais pode ter. Dado que, as suas partes constituintes não são e não haverá de ser como a nossa, humanos e indivíduos.
Um poema sobre a solidão
Sou aquele amigo esquecido,
O que fica para trás na calçada
E que o amor nunca encontrou.
Sou uma biblioteca solitária
Em meio às prateleiras,
Um pequeno príncipe a sonhar.
A rosa que tanto cuidei, um dia desapareceu.
Talvez eu a tenha sufocado demais,
Talvez ela estivesse cansada,
E seus espinhos não quisessem me machucar.
Sou um pintor triste,
Canto sobre o viver e pinto a beleza da vida,
Mas os campos de girassóis parecem diferentes hoje.
Eu tentei dar a você um pouco de cor,
Mas o pincel acabou manchando seu sorriso.
E como doeu não poder repetir o que foi feito...
De esboço a esboço,
Nada pareceu perfeito.
Eu sou as paredes de madeira que me cercam,
Tentando encontrar um raio de sol que me esquente.
Mas ainda sou esquecido...
E é tão frio aqui...
Vivo nas sombras do que foi ou poderia ter sido.
Trago no peito uma rosa que nunca desabrochou,
Não por falta de sol,
Mas porque ninguém ficou tempo o bastante
Para ver o seu vermelho nascer.
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