Textos de Reflexoes sobre as Pessoas
Eu estou numa fase da minha vida, onde mais nada me atinge, se você querer discutir sobre algo vc vai discutir sozinho (a), se voce chegar em mim e disser que 5+5 é 15 voce estara certo e eu em paz, nada mais me abala. sigo firme e forte na minha caminhada.
Gosto das verdade e das transparencia, gosto de ser previlegio, afinal opçao nmc faltou... 🙃🍃
Minha a'lma
em chama
hoje clama
vejo-a
o seu reflexo pairar
sobre o ar seco ao
meu redor
sem dor
me abraça
me regaça
não é amor
é o calor
sem pudor
já diziam os antigos
a profecia
vem se cumprindo
faço a poesia
dias mais quentes
dias mais frios
é a destruição humana
não tem quem eu o clamar
agora é só reclamar
a vida é uma só
para amar
ai que calor!!!
vamos se preparar
dias piores virão
pra nos apavorar
nos fim dos tempos
só nos resta
orar
para Deus
nos perdoar
E nos salvar
desse inferno
que estamos vivendo na superfície terrestre.
"Sobre o solo da fazenda"
No solo rude da fazenda, o sol a adentrar as frestas a luz ilumina o chão.
Elos incondicionais de mãe e filho, fortalecem os laços ancestrais,a pele escura, a genética é o patrimônio do amor imensurável ,há sorrisos na casa pois há tambem muitas alegrias à serem compartilhadas.
Tantas historias,mas nenhuma outra poderá ser vivida apenas contada pois os tempos são outros e a voz dos antepassados sobre as novas gerações hão de serem ouvidas.
Sobre os corações e mãos e abraços há uma força misteriosa que não se pode medir.
Corre a criança livre como um pássaro deixando rastros de risadas no ar .
A mãe cultiva sonhos com doçuras à enfeitar os fatos históricos de uma um povo que não mostrou apenas para que veio mas também por que veio.
Reflexão sobre Dinâmicas de Poder e Comportamento nas Relações Humanas
Gaslighting, mansplaining, manterrupting, bropriating e silent treatment, frequentemente abordados nas pautas feministas, são comportamentos comuns nas interações interpessoais, revelando dinâmicas de poder que não se restringem a um grupo específico.
Essas práticas refletem questões de controle e desrespeito presentes nas relações humanas e não devem ser vistas como problemas exclusivos de um sexo ou grupo, mas como atitudes que qualquer pessoa pode adotar, independentemente de sua identidade.
Gaslighting (manipulação), por exemplo, é uma forma de abuso psicológico que faz com que a pessoa duvide de sua própria percepção da realidade. Apesar de frequentemente associado a contextos heterossexuais, pode ser praticado por qualquer indivíduo, indicando uma tentativa de controle emocional que transcende distinções pessoais.
Mansplaining (explicação condescendente) refere-se a quando alguém tenta desvalorizar o conhecimento ou a experiência do outro, desrespeitando sua competência. Embora o termo seja frequentemente usado para descrever atitudes masculinas em relação às mulheres, esse comportamento também é observado em interações onde a empatia e o respeito mútuo estão ausentes.
Manterrupting (interrupção constante) envolve interromper alguém enquanto fala, prejudicando o diálogo e demonstrando falta de respeito. Esse comportamento não é exclusivo de um grupo específico e pode ser observado em diversos contextos, evidenciando uma dinâmica de poder que desvaloriza a voz do outro.
Bropriating (apropriação de ideias) ocorre quando alguém toma crédito pelo trabalho de outra pessoa. Essa prática também pode ocorrer em qualquer situação onde o mérito alheio é desconsiderado, independentemente do grupo envolvido.
Silent treatment (tratamento do silêncio), uma forma de evitar comunicação como controle ou punição, é observado em todos os tipos de relacionamentos. Esse comportamento reflete dificuldades em lidar com conflitos de maneira saudável e pode ser adotado por qualquer pessoa, sem restrições de identidade.
Em resumo, esses comportamentos são manifestações de dinâmicas interpessoais que vão além de grupos específicos. Promover relações respeitosas e igualitárias é uma responsabilidade compartilhada por todos.
*O ARBITRIO E A NOÇÃO DOS SENTIDOS*
*"A cegueira humana sobre a realidade atual é decorrente da pouca importância que ela dá aos sentidos.* *Essa cegueira é como uma culpa recorrente dos resultado dos erros; e ela acende quando a percepção tardia "sente" o mal acontecido ou acontecendo.* *Se a humanidade conhecesse de fato o poder dos sentidos e os explorasse com apreço e respeito, esse mal diuturno, que afasta a plenitude do gozo dos sentidos, seria abolido.* *Paradoxalmente, não são os desejos nem as paixões doidivanas na exploração dos sentidos que tornam a humanidade refém do mal, senão o desconhecimento dessa regência. **O mal de que falo, portanto, e que nos aflige - qualquer mal - é apenas a absurda consequência da pessima regência e exploração dos sentidos.*
*Talvez, o primeiro passo a sanidade, o degrau para conhece-los e controlá-los, seja aceitar e ver a grandiosidade perigosa do maior de todos os poderes que comandam os sentidos: o arbítrio.*
*Na medida em que a humanidade mergulhar na consciência do exercício equilibrado do poder do arbítrio, todos os sentidos serão avaliados; e as consequências e repercussões da exploração dos sentidos serão antecipadamente percebidas; e por corolário os sentidos não serão mais sub-utilizados nem hipervalorizados no excesso; nem se culparão os desejos.* *Daí, o que dantes levava a humanidade a deriva, terá fim.*
*O conhecimento sobre os limites do arbítrio, portanto, traz a noção plena dos sentidos; e a noção, como espécie de introspecção que é, afetará todas as determinações da mente, impedindo que o mal, qualquer mal, opere ou se estabeleça. Isso, decerto trará o fim de toda nossa arrogância, e acabará com o mal da estupidez.* (Victor Antunes)
Nosso enlouquecedor cotidiano desliza sobre os ponteiros de um grande relógio de parede que esqueceu a relação do tempo e nos imputou horas por minutos e minutos por segundos. Já não nos cabe mais entender o tempo, já não nos cabe mais o tempo, já não entendemos o que cabe no tempo. O tempo realmente existe ou é apenas uma unidade de medida organizacional onde definimos horário de encontro, jornada de trabalho, hora do remédio, estações, meses e anos.
Cada dia que passa é um dia a mais ou um dia a menos, deveríamos mesmo comemorar um réveillon, uma virada de ano representa o que para um enfermo terminal, um digito a mais na lápide ou um tempo a mais de dor, mantenha-se informado sobre o tempo para não o perdê-lo mas desfrute da sua vida cada instante sem se preocupar com o tique-taque, ame, abrace, perdoe, cante, dance, sorria, não perca pro tempo perdendo tempo pois talvez quem passa somos nós e quem fica é o tempo mas não será mais o nosso tempo.
tesoura
acho que escrevi errado
quando escrevi sobre amor
pois, queria queimar tais páginas
que só me trazem rancor.
entretanto as cortei
em pedacinhos de papel
em pedacinhos de amor
e desde que me lembro
não lembrei onde as deixei.
talvez em você.
minha tesoura sem ponta
pronta para cortar esses versos idiotas.
e um poeta vivo
ainda cínico
mas com as mãos cortadas
já sem minha tesoura sem ponta
que estás pronta para voltar
e me mostrar o sentido de cortar.
por que escrever sobre amor?
eu mal penso
e acho bastante repertório
escrever sobre amor
um relatório bastante doloroso
que já me foi motivo de inveja.
uma bem sincera
daquelas passageiras
mas contínua
a inveja em pessoa!?
e eu?;
idiota que nelas acredito
que em histórias contínuo acreditando
e amando? talvez
mas pouco importa
pois sinto queimar
quem diria que amar doeria tanto;
sinto que fui jogado as lareiras do inferno
e meu pecado? já não tão criticado.
seria escrever poemas de amor.
Não carregues sobre os ombros o fardo dos outros. Cada indivíduo oferece ao mundo aquilo que é capaz. O que você tem a oferecer aos outros e ao mundo?
Não permitas que o afeto negativo ou más intenções te desestabilizem. Aqueles que agem de maneira maliciosa muitas vezes o fazem para magoar ou por equívoco. Seja grandioso e não absorva isso para si. Não aceite o cavalo de Tróia da maldade alheia.
A nossa jornada deve ser um processo de aperfeiçoamento. Assim como a inteligência artificial melhora com a aprendizagem, nós também devemos evoluir, aprendendo com nossos sucessos, falhas e com a vasta gama de conhecimento disponível.
O tempo é igual para todos; vamos usá-lo para nos elevarmos, para nos aprimorarmos
Nem tudo é sobre o fato.
O desespero nos leva ao abismo.
Diante dos problemas, não podemos nos desesperar.
A desesperança é filha da visão limitada, que nos faz crer na impossibilidade de solução.
Mas sempre há um recomeço.
Uma chance de reconstrução.
Se acalmarmos nossos corações, podemos encontrar saídas.
A vida não se faz em um dia.
É uma jornada errática.
Uma viagem com várias escalas e conexões.
Descemos, subimos.
Às vezes vamos na classe econômica, outras vezes na primeira classe.
Tudo acontece nesse percurso.
Um momento não pode definir a sua existência inteira.
recado
hoje olhei para o nada
e me senti poeta
escrevi tanto sobre ti
que só escrevi sobre amor
(como de costume)
mas não se acostume
que não sou de ferro
que só me ferro no amor
(como de costume)
mas já vai se acostumando
que vou seguir te amando
te escrevendo poemas
meus lemas de amor
meus lemas dramáticos
meus mais queridos recados.
Deixe-me contar-lhe sobre o amor. É como se um mar gracioso me envolvesse e inundasse meu ser com ondas fortes de paixão, romance e brasas. É indescritível a intensidade que sinto, como se estivesse flutuando entre as nuvens no céu. A felicidade que experimento parece ter sido tirada diretamente das páginas de um livro de Aldous Huxley. Sou um simples e complexo ser humano e escritor, incapaz de decifrar completamente as emoções que me envolvem, mas que são tão fascinantes que me sinto anestesiado. É como se fosse uma música que precisa ser decifrada, com mudanças notáveis e caprichos essenciais que me libertam e me deixam encantado. Não consigo pensar em
nada mais emocionante do que experimentar o amor dessa forma.
-And
📝Páginas viradas📖
Hoje eu parei para escrever alguma coisa sobre amor, mas na realidade me deixei levar pelo poder deste tema, vi que é um tema que não tem nada ver com amor. Porque o dia que te conheci eu queria que tú tivesses a melhor versão de mim, eu queria que tú soubesses cada parágrafo do meu livro, eu queria que tú soubesses que eu sou:
"Filho do pó "
Onde queres perfeito sou defeito, Onde queres luz eu sou escuridão, onde queres liso eu sou atritos, onde queres branco eu sou preto, é o meu jeito bobo de ser.
"Nasci na contracapa de um livro"
Onde queres dicionário eu sou questionar, onde queres resposta eu sou reflexão, onde queres conclusão eu sou uma introdução, está é a minha filiação (criação)
"Estou na beira de um rio"
Onde seria quente sou fresco, onde se encontra sombra eu criou um descanso, onde tem paz eu vivo, eu amo paz e solitude, mas não sou um lobo solitário.
"Interesses pessoais"
Eu não mudo as minhas razões, mas reconheço que nem sempre estou certo, me doi ser criticado mas amo a sinceridade de quem critica, avalio e crio a melhor versão de mim.
Sou sempre um concelheiro, mas nem tudo mundo merece os meus melhores concelhos. De acordo com as raízes de cada pessoa eu vejo onde posso plantar as árvores no terreno do meu coração.
Quando eu mudo com alguém, eu não sinto que mudei na verdade, mas sim que me transformei a melhor versão que está pessoa merece.
E se um dia critiquei alguém, eu não estava concentrado nas falhas mas sim no amor que eu tenho por essa..., ao ponto de ajudar essa pessoa a melhor uma qualidade, nunca intenciono mudar ninguém, nem que eu teve-se o poder, 😂 até que Deus também não muda quem não quer sua ajuda.
Mas sou um homem diferente agora, um homem de versões intermitente, um homem que mais tem para dar e pouco para exigir, apartir de hoje serei a melhor versão de mim, para você.
Esse é o livro aberto da minha personalidade.
Amanhã...
Amanhã tentarei não escrever sobre a lua...
Irei escrever sobre música!!!
Mas!!!
Música me lembra o canto sedutor da lua...
Tive uma ideia!!!!
Escreverei sobre política!!!
Farei as crônicas mais aguerridas e ferozes sobre a política no Brasil...
Mas!!!
Política me lembra a lua...
Eureca!!!!
Escreverei contos eróticos!!!
Dos mais apimentados...
Contos vermelhos paixão...
Bocas se enroscando...
Corpos colados...
Mão naquilo!!!
Aquilo na mão...
Contos inundados de sexualidade!!!
Contos a "lá Nélson Rodrigues"...
Contos regados a vinho tinto...
As mais loucas posições e sabores...
Todo os encantos de sedução da lu...
Ihh!!!
Olha ela ai de novo!!!
É...
Não tem jeito lua...
Meus versos são todos seus...
Não só os versos...
Você sabe disso...
Meu amor por você é frustrante,
É um insulto, aos versos meus,
Como escrever sobre nosso amor?
Se toda poesia parece tão besta...
Tão insuficientemente ridícula...
Como posso fazer versos para ti meu amor?
O universo cabe em versos?
Um mundo cabe em versos?
Uma vida cabe em versos?
Versos são para coisas minúsculas,
Versos são para aquelas coisas que sabemos explicar,
Eu não posso dizer que te amo meu anjo...
Porque há tempos já é mais que amor.
Não posso dizer que te quero...
Porque não é mais um simples querer.
Eu te preciso...Mais do que preciso de respirar...
Como eu queria poder te dizer...
Poder te dizer a verdade...mas toda poesia que lhe faço,
É mentira! Poesia fajuta! Porque não diz o que é verdade?
Porque a verdade não pode ser dita?
Eu queria uma poesia verdadeira...
Queria não ter de usar meias palavras,
Sem enfeites banais, sem a monotonia das poesias...
Mas como? O que eu sinto? Como explicar?
Como escrever? Catalogar? Desenhar? Cuspir? Gritar?
Como entender eu mesmo o que sinto?
Sentimento sem poesia...sentimento sem musica...
Seria ele a própria poesia? Seria ele a própria musica?
Ou seria ele meu tormento? Por não poder expressar minha poesia?
É tão fácil falar de tristeza em poesia...
Tão fácil falar de dor também...
Ate de amor eu sei falar, certo, receio, mas falo...
Agora, esse negocio...essa volúpia monstruosa e inexplicável,
Maior que a cólera de eras e maior do que tudo que já ouvi dizer...
Me perdoa amor...
Mas, disso que eu sinto não sei falar...
Desculpe-me por cada verso fútil,
Perdoe minha poesia inútil...
Perdoe-me meu amor por aborrecer-te, em desapontar-te...
Mas, do que eu sinto... simplesmente não sei falar...
Me sinto um inútil poeta...na minha poesia eu minto...
Minha vida, minha menina....
Me desculpe pelos versos sem sentido, sem beleza...
Mas o que eu sinto não pode ser escrito...
E por mais que quisesse...
E varias línguas conhece-se, e varias poesias lhe fizesse...
Sempre sentirei mais do que na poesia parece...
Em O Banquete, Platão descreve que um de seus amigos ali presentes expõe a seguinte teoria sobre o amor: em outro mundo, tínhamos cada membro do corpo em duplicidade (braços, pernas, cabeça etc.), éramos dois em um só. Como castigo, viemos para este mundo separados e estamos fadados a procurar nossa alma gêmea, nossa outra parte.
E se, por acaso, neste mundo, nossa outra parte não sobreviveu? Ou se em algum momento nós já nos encontramos e nos perdemos? Como alguém neste mundo saberia reconhecer a presença do outro quando finalmente o encontrasse? E como teria certeza disso?
E se, no primeiro mundo, nunca nos demos bem, mas mesmo assim éramos um só, como, neste mundo, eu seria eu sem você (um sem o outro)?
Sou como a terra, firme e constante, oferecendo sustento e acolhendo tudo o que sobre mim repousa. Em meu interior, guardo segredos antigos, histórias de um tempo imemorial, memórias que formaram o mundo. Minha força está na minha estabilidade, mas também na capacidade de me transformar, adaptando-me aos ciclos da vida.
Sou o alicerce onde tudo cresce. Sobre mim se constroem sonhos, vidas e histórias. Dou suporte a quem precisa, ofereço abrigo a quem busca refúgio e nutro aqueles que confiam em mim para florescer. Assim como a terra é fonte de vida, também sou o ponto de partida para tudo que se renova e se transforma.
Há uma quietude em minha essência, mas não me subestime. Por baixo da superfície tranquila, há energia e poder. Posso ser fértil e generosa, acolhendo as sementes e transformando-as em flores, frutos e árvores imponentes. Mas, quando provocada, também posso me mover com a força de um terremoto, lembrando que mesmo o mais sólido dos elementos tem seu momento de ruptura e renovação.
Sou como a terra que acolhe a chuva, absorvendo o que vem de fora para transformar em algo novo. Assim como o solo guarda a água, guardo em mim as emoções e as experiências, deixando que elas se assentem para que, no tempo certo, deem frutos.
Minha natureza é cíclica. Sei que há épocas de fertilidade e abundância, assim como há períodos de descanso e renovação. Não temo o inverno, pois sei que ele prepara o solo para a primavera. Compreendo que tudo tem seu tempo e aceito os ciclos da vida com sabedoria e paciência.
Sou forte, mas não inflexível. Como a terra que se molda ao fluxo dos rios e ao crescimento das raízes, também sei ceder e me adaptar quando necessário. Minha força está na minha capacidade de suportar, mas também de transformar e permitir que outros cresçam sobre mim.
Em meu silêncio, sou abrigo. Sou o lar de infinitas vidas, visíveis e invisíveis. Ofereço meu calor aos que se aproximam e minha força aos que precisam de um lugar para se firmar. Assim como a terra nutre sem pedir nada em troca, busco oferecer o que tenho de melhor aos que cruzam meu caminho.
Sou base e estrutura, mas também sou movimento e transformação. Assim como as montanhas se erguem e os vales se formam ao longo do tempo, minha jornada é de crescimento constante, mesmo que lento. Não tenho pressa, porque sei que o verdadeiro valor está em ser duradouro.
Sou como a terra, essencial e primordial. Sobre mim, tudo é possível. Dentro de mim, tudo se renova. Trago em minha essência a força da estabilidade, a riqueza da fertilidade e a sabedoria dos ciclos que jamais se rompem.
Oh, onde esta Romeu?...Quieto, perdi eu mesmo, não estou aqui e não sou Romeu. (Ato I, Scena I)" “Romeu, Romeu? Por que és Romeu? Renega teu pai e abdica de teu nome; ou se não o quiseres, jura me amar e não serei mais um Capuleto (...) Teu nome apenas é meu inimigo. Tu não és um Montecchio, és tu mesmo (...) Ó! Sê algum outro nome! O que há num nome? O que chamamos uma rosa teria o mesmo perfume sob outro nome (...). Romeu, renuncia a teu nome; e em lugar deste nome, que não faz parte de ti, toma-me toda!
Quem é aquela dama, que dá a mão ao cavalheiro agora? Ah, ela ensina as luzes a brilhar! Parece pender da face da noite como um brinco precioso da orelha de um etíope! Ela é bela demais pra ser amada e pura demais pra esse mundo! Como uma pomba branca entre corvos, ela surge em meio às amigas. Ao final da dança, tentarei tocar sua mão, pra assim purificar a minha. Meu coração amou até agora? Não, juram meus olhos. Até esta noite eu não conhecia a verdadeira beleza.
Um Guerreiro é um caçador. Calcula tudo. Isso é controle. Mas, uma vez terminado seus cálculos, ele age. Entrega-se. Isso é abandono. Um Guerreiro não é uma folha ?ercê do vento. Ninguém pode empurrá-lo; ninguém pode obrigá-lo a fazer coisas contra si mesmo ou contra o que ele acha certo. Um Guerreiro está preparado para sobreviver, e ele sobrevive da melhor maneira possível.
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