Textos de reflexões
Geração atual e seus vícios
Corpos vazios que se orgulham,
Olhos com solidão perceptível,
No mundo de luxúria mergulham,
Amor verdadeiro se encontra invisível.
Anseiam por meio dos vícios pela cura,
Mas em tal caminho sua dor será eterna,
Seu coração conhecerá a dor pura,
A solidão será sua visão paterna.
A ignorância os torna tolos e insensíveis, Foco e visão do futuro é algo subestimado, Conforme aprofundam pior são os níveis, Depressão, ansiedade, entre outros, é o resultado.
Precisar de apoio nunca foi vergonhoso,
Não existe alguém superior ou inferior,
A resposta é igual, sendo jovem ou idoso, Nenhum vício apagará sua dor ou vazio interior.
A pedra e o rio.
Em um lugar distante, afastado da civilização, havia uma montanha e no topo dela uma grande pedra. E esta pedra por estar integrada a natureza, era capaz de perceber, interagir e ouvir tudo ao seu redor. No começo a pedra a tudo questionava, de sua forma a sua imobilidade, tudo era motivo para questionamentos e muitas vezes, não obtinha uma resposta que lhe agradava. A montanha a qual ele ficava la em cima, lhe dizia que a natureza era assim e que tudo tinha um propósito, mas que a eles não lhe era revelado, e que a imobilidade a qual estavam submetidos, faziam parte de um plano maior.
Para a pedra isso não era o suficiente.
Porém, um belo dia antes do nascer do sol, percebeu que uma pequena formiga subiu nela e lá em cima, ficou.
A pedra perguntou a formiga:
- Ei! O que você está fazendo aí em cima?
- Estou aqui para apreciar um dos maiores espetáculos da vida.
- E qual é? Perguntou a rocha.
- O nascer do sol!
- E que beleza há nisso? Vejo-o todo os dias e não me encanto.
- Psiu! Retrucou a formiga, silêncio, será agora.
E a formiga ficou alí imóvel, olhando o nascer do sol, sentiu os primeiros raios de sol e agradeceu. Em silêncio fez uma pequena prece e um sentimento de júbilo lhe tocou. Ela ficou imóvel tal qual a pedra, e quando o sol, se tornou mais alto, ela agradeceu a pedra pela oportunidade de poder apreciar tal maravilha e desceu.
A pedra intrigada com o que havia acontecido, pediu a formiga explicações maiores sobre o que ela havia sentido e o que tinha alí acontecido.
A formiga pacientemente lhe respondeu: A vida tem muitos barulhos, e muitos barulhos são criados a partir de nossa própria perspectiva, credo ou pensamentos sobre algo. As coisas são simples, não é necessário estrondo ou barulho sobre qualquer assunto. Basta somente ver, ouvir e aceitar ou não aquela condição. Mas de qualquer forma o barulho que vem de fora, se em silêncio ficarmos, este retornará a quem o enviou. Saibamos apreciar o silêncio e aprender com a observação. E... pedra, você é de grande sorte, em sua imobilidade você melhor que qualquer coisa é capaz de ter um senso maior de observação, e tempo para reflexão. Meu tempo ante a ti é curto, eu passarei com pouca sabedoria, e espero que você adquira esta sabedoria e que o seu exemplo possa inspirar outros seres.
A pedra ao ouvir tudo que era dito pela formiga, entrou em profundo questionamento. Suas dúvidas naquele momento aumentaram, queria questionar mais a formiga, mas ela já ia embora. Ficou a pedra novamente sozinha com seus pensamentos.
Mas ela lembrou que a formiga lhe falara sobre o silêncio e a contemplação, sobre uma reflexão mais profunda sobre as coisas sem o julgo que carregamos.
E já era tarde quando a pedra pela primeira vez, de forma mais contemplativa observou o pôr do sol. Neste momento a pedra, entendeu a finitude da vida, com a escuridão que se aproximava. Durante a noite, refletiu sobre os mais diversos assuntos como: a escuridão, as estrelas, o universo que a cercava, a criação que tanto ouvira. E pela manhã ao nascer do sol, sentiu pela primeira vez o poder do sol, da claridade, da ampliação de sua visão pela luz do dia.
A pedra se transformara em outro ser. De questionadora implacável a um ser que procurava em si e ao seu redor todas as respostas sem barulho fazer. Aprendeu o poder do silêncio contemplativo e sua aceitação, entendeu que o barulho alheio era do outro e não seu, e que não carregaria para si, este ruído.
Em seu silêncio tornou-se sábia e começou a responder somente ao que sabiamente lhe era perguntado. Se as perguntas tivessem que ter um esclarecimento maior além da compreensão de quem perguntava, ela respondia; mas se as perguntas eram somente os gritos e os desejos do ser alheio, mergulhado em sua própria visão, a pedra ficava em silêncio, pois aprendera com o tempo que quem grita para si mesmo, não permite a si nenhuma palavra.
O tempo passou e em dia chuvoso, a pedra se deslocou da montanha, vindo a cair dentro de um rio com fortes correntes. O rio, por sua natureza, fazia muito barulho e ao sentir que a pedra caíra em seus domínios, questionou à mesma: O que fazes aqui? Quem te enviou? Por que me atrapalhas? Por que queres bloquear meu fluxo?
A pedra pacientemente pediu-lhe desculpas e disse que a natureza, através da chuva, a tinha feito cair no rio, e como não tinha condições de se mover, pediu que aceitasse tal condição.
O rio porém, não a aceitava e via na pedra somente algo a se questionar o por que? Por que me atrapalha? Por que me incomoda? Por que não responde? Por que não pergunta? Por que não faz nada? Por que o silêncio?
A pedra entendendo que os questionamentos eram somente os gritos internos do rio, nada respondia, ficando em silêncio. E isso incomodava ainda mais o rio, que começava muitas vezes, perguntar e dar respostas as suas próprias perguntas, chegando a conclusões muitas vezes equivocadas.
A pedra por sua vez, entendendo sua condição, apenas aceitou o seu destino, e ali, junto ao turbilhão de perguntas que o rio fazia, aprendeu a silenciar ainda mais a sua voz e a contemplar a beleza e a força que as águas traziam para a vida. Sentiu a extensão do rio, e a sua união com o mar, sentiu o quanto ela nutria a terra e saciava a sede dos seres vivos. Sentiu a sua grande importância.
Mas o rio, embora grande, ficava preso ainda a situação da pedra, aquela pedra pelo seu silêncio a incomodava. Gritava com a pedra todos os dias e nada de obter uma resposta.
Com o tempo, a pedra foi se desgastando pela força da água, foi ficando lisa, cada vez mais lisa, e diminuindo em seu tamanho, fragmentando aos poucos ela foi se findando, mas mesmo findando ela mantinha sua sabedoria, e quando seu último pedaço iria partir, ela finalmente levou sua voz para o rio: Tú és e sempre foi maior do que eu, eu estarei fazendo parte de ti agora e agradeço.
O rio sem muito entender e ainda gritando começou a lhe dizer: eu sempre soube que eu era melhor que você! Você é que esteve sempre errado! Você que foi um intruso em minha vida! Você! Você! Você! E naquele momento, a pedra sorriu e partiu.
Pense e reflita.
Obrigado, me desculpe, te aceito.
Massako 🐢
Desde pequenos, nos ensinam a dar
sem esperar nada em troca.
Mas, à noite,
olhamos para o céu e percebemos:
somos humanos.
Dar é belo,
mas também precisamos receber,
para amar,
precisamos ser amados.
Somos todos iguais,
seres imperfeitos,
buscando equilíbrio entre dar e receber.
Acredite nas pessoas que têm algo a mais,
que preenchem a vida com gestos simples e grandes atitudes.
Elas falam a verdade, pedem desculpas com pureza,
são transparentes, sem medo de errar.
Com um sorriso, uma palavra, fazem a diferença.
Deixam sua marca,
buscando um amor que transcende,
que nos leva ao sentido real de estarmos aqui.
Eu? Eu, Não Tenho Mais Medo De Ser Sozinho.
E, Hoje? Hoje Meu Maior Medo é Ter As Pessoas Erradas Ao Meu Lado, Passei Muito Tempo Cercado De Quem Não Somavam… e Apenas Sugavam.
Pessoas Que Fingiram Se Importar, Mas Só Estavam Por Interesse, Conveniências, Costumes Em Proveito Próprio.
Aceitei Incômodos, Me Adaptei, Engoli Palavras e Fatos… Hoje Sei… Que Enxerguei o Melhor Nos Que Só Me Fizeram Mal, Deslealdade… Acordei! Percebi Que o Problema Sempre Foi a Pessoa Errada, a Mesma Que Me Abraçou, Distorceu Minhas Palavras e Desejou Minha Queda.
Meu Medo Passado Foi Ter Aberto a Porta e Espaço Para Quem Nunca Deveria Ter Deixado Que Entrasse Na Minha Vida.
Não Tenho Mais Medo De Ser Sozinho.
Sexta-feira chegou!
Gratidão a Deus por mais um dia, por cada oportunidade, cada aprendizado e cada obtenção recebida. Que Ele continue nos guiando, fortalecendo nossa fé e iluminando nossos caminhos. Que o final de semana que esta próximo chegue com paz, alegria e muitas realizações. Amém!
"O Menino que Admirava as Estrelas"
Certo dia, um jovem, cansado da vida, se jogou à beira de uma estrada deserta e começou a refletir sobre sua existência. Nesse mesmo dia, algo aconteceu que o deixou cabisbaixo, e tudo isso por causa de palavras. Mas naquele momento, ele não apenas admirou as estrelas. Ele criou o seguinte poema:
Quando eu olho para o céu
velho como nós dois,
vejo que somos iguais às estrelas,
pois, embora pareça estarmos perto,
estamos, na verdade, muito longe.
E pensar que éramos como casais,
um ao lado do outro,
sempre perto, sempre juntos.
Mas, por causa de palavras, tudo se transformou
no que nunca queríamos que fosse.
Cada um seguiu seu caminho,
mas eu continuei aqui, te amando,
cada vez mais, muito mais do que
eu imaginava.
Pensava que iria te esquecer tão rápido,
mas até hoje, te amo!
E, no fim, não passamos de estrelas no céu.
"Apenas Arrisque"
Vamos viver a vida como ela é,
vamos passar o tempo como ele é,
vamos passear por aí, vamos comer por aí,
vamos descobrir o que tem por aí!
Na vida, só precisamos arriscar.
Mas eu sei o quão hipócrita estou sendo aqui,
mas é que, se eu conseguir, pelo menos, fazer você arriscar,
eu achei o meu lugar. Então, se arrisque.
Por que ninguém quer uma planta quando ela ainda é uma mudinha ou então quando já secou e parece não ter salvação.
Todos querem a planta no seu auge, cheia de vida e beleza. Talvez seja por isso que as mais exuberantes custam tão caro e parecem tão fáceis de cuidar—basta regar de vez em quando.
O mesmo acontece com os animais. Todo mundo quer um filhote: fofinho, cheio de energia, saúde e pequeno, mas quando eles crescem; quando começa a dar trabalho, muitos simplesmente descartam e buscam outro, como se fossem substituíveis.
E com as pessoas? Bebês são desejados, esperados com ansiedade, há até filas de adoção para acolhê-los. Mas e os idosos? Aqueles que já viveram, que carregam histórias, que precisam de cuidado… Muitos acabam esquecidos, deixados de lado, assim como um cachorro que envelhece ou uma planta que já não floresce ( e onde a maioria vão parar ? No esquecimento:esquecimento)
E aí vem a reflexão: qual o valor da vida para você?
Eu, Vittória Inoue, escolhi adotar os menos privilegiados, os esquecidos.
Afinal, toda vida importa.
Não refletir sobre os atos e sentimentos, gera uma instabilidade da autopercepção....além de desalinhamento socio-cognitivo!
Nenhuma vivência passa invisível....por menor que seja, deixa alguns rastros que podem ser bons, ainda que negativos, se estivermos conscientes desses sentimentos....
Muitos pais, só tem conversas de manutenção, do que já foi ou não feito, porém, as conversas mais eficazes, são de ordem emocional. Essas estimulam todos os setores da vida sem precisar de tanta "mantutenção".
A maior virtude de um homem, não é mostrar que é forte, e sim, mostrar que tem sentimentos...A fortaleza sem estrutura, fica em ruinas com o passar do tempo...
A sociedade se diz consciente das necessidades da inclusão, porém, quando são solicitados seus olhares e atenção, ela "finge" não ver....
*O que de fato vale a pena?*
Quem está ao teu lado quando a música pára?
Quando os risos se tornam silêncios?
Quem segura tua mão quando tu está num hospital?
Quem te acolhe quando dentro de ti não há paz?
Quem defende teu nome, quando tu não estás?
Quem seria teu escudo para não te ver sangrar?
Quem zelaria teu sono para a febre não aumentar?
Quem se faria presente quando tudo estivesse a acabar?
Quem te esperaria noutro plano com saudades a partilhar?
...
Achar? Talvez achei. Mas o sentimento ainda vive aqui, todos os dias mostrando que está presente. Um sorriso perdido, um olhar seguro de suas decisões, escolher entre a razão e o coração, são coisas fáceis pra quem tem facilidade em sobreviver, não que seja difícil, mas ter um caminho cheio de buracos, poças de águas por suas tempestades e ao mesmo tempo poeira. É, não é fácil viver, mas não é impossível. E se começarmos a ver a vida com outros olhos? Um olhar puro, que encontre as soluções dos mínimos problemas, um olhar comamor, um olhar com segurança. Às vezes me sinto perdida, mas eu paro e penso:
"Se estamos vivos, então vamos viver, a vida é curta e não sabemos ao certo o fim"
Pra que se importar com o que fulano ou ciclano citou sobre você? Será que ele já olhou pra vida dele?
É sobre valorizar as pessoas mas também valorizar ainda mais a paz, e quando temos paz, ela vem acompanhada de despedidas, quais não precisamos nos culpar, então vamos viver enquanto há tempo!
Meus olhos já viram o nascer e o morrer de muitos dias. Já se perderam na vastidão do horizonte e encontraram abrigo no brilho de um olhar. Carregam histórias que não ouso contar, cicatrizes invisíveis que o tempo não apaga.
Cada par de olhos que cruzo é um universo: alguns, tempestades inquietas; outros, brisas que acalmam. Há olhos que gritam em silêncio, e outros que escondem segredos atrás de um brilho ensaiado. Eu aprendi a escutar com os olhos, porque a vida nem sempre fala – às vezes, ela apenas olha de volta, esperando que eu entenda.
E no fim, o que são os olhos senão espelhos do que nos tornamos?
A esta tal liberdade hoje escreverei. Escreverei em palavras duras, dura como esta imposição.
Imposição esta que, hipocritamente, é mascarada em um antigo dito, chamado: Liberdade.
Como posso eu, a vida aproveitar, da vida desfrutar, se junto a mim tenho esta tal liberdade?
Liberdade esta que dita minhas escolhas e imprime o meu viver. Viver... Se é que ainda tenho esse viver.
Por que esta liberdade, toma a liberdade, de minha liberdade fazer a dela? Por que finges que me conhece?
Por que finges que sou livre? Por que finges que ainda tenho decisões próprias a tomar?
Pessoas
Pessoas vêm e vão, crescem e desaparecem,
Mas a história e as marcas deixadas neste mundo
Mostram o que esse ser pequeno realmente fez.
Já imaginou o universo, tão imenso e infinito,
E você, um gigante sonhador?
São pessoas...
Pessoas cheias de sentimentos.
Um adeus, um tchau ou simplesmente um "te vejo em breve" –
Pessoas apressadas, presas entre o tempo e as emoções.
Pare um pouco e ouça o silêncio.
Pessoas, pessoas...
Existem seis tipos de comportamentos que não são suportaveis.
- Os hipócritas que pregam valores que eles mesmos não seguem.
- Os sinalizadores de virtudes que só querem aprovação e aplausos, não mudanças reais.
- Os slacktivists que acham que ativismo é só postar algo online e não agir.
- Os controladores de opinião que querem calar qualquer ideia que não se alinhe com a deles.
- Os parasitas que vivem às custas do esforço e sacrifício dos outros.
- Os irresponsáveis que nunca assumem seus erros e colocam a culpa em tudo e todos no mundo.
- E os vampiros de energia que sugam tempo, atenção e paciência, desviando qualquer conversa para conflitos inúteis e desgastantes.
A Sinfonia do Silêncio
Passei anos acreditando que a vida era uma sucessão de equações a serem resolvidas, um labirinto de espelhos onde cada reflexo era uma promessa de resposta. Mas, ao atravessar os corredores do tempo, percebi que esses espelhos estavam quebrados. O que vi refletido neles nunca foi a verdade, apenas fragmentos distorcidos de quem eu achava que deveria ser. O problema dos espelhos quebrados não é apenas a distorção: é o fato de que, ao tentarmos nos enxergar neles, corremos o risco de nos cortar.
Ninguém nos ensina a caminhar sobre cacos sem nos ferirmos. Crescemos com a ilusão de que há um roteiro, uma sequência lógica que nos levará a algum lugar seguro, estável, definitivo. Mas a verdade, essa entidade cruel e irônica, é que tudo o que chamamos de segurança não passa de um castelo de cartas erguido sobre a ventania do acaso. Ainda assim, insistimos em seguir regras invisíveis, colecionamos conquistas como se elas fossem amuletos capazes de nos proteger do inevitável, buscamos um propósito como se ele fosse a resposta universal para todas as angústias.
Não existe trilha sonora para o vazio. O silêncio, esse grande maestro, rege a nossa existência sem partitura, sem compasso, sem ensaios. Passamos a vida tentando dar sentido ao som das nossas próprias pegadas, mas, no fundo, estamos apenas tentando não nos perder de nós mesmos. E há algo de profundamente irônico nisso: vivemos com medo do silêncio, mas é nele que a vida realmente se revela. Tudo o que somos, tudo o que sentimos, tudo o que aprendemos só faz sentido quando finalmente ousamos escutar aquilo que nos recusamos a ouvir.
Fernando Pessoa dizia que a dor, quando fingida, parece mais real do que quando sentida. Eu acrescentaria que a busca por sentido, quando levada a sério demais, se torna um tipo sofisticado de autoengano. Tentamos nomear cada experiência, medir cada sentimento, organizar cada memória como se fôssemos arquivistas de nós mesmos. Mas a vida não cabe em um sistema de classificação. Ela escorre pelos dedos, rindo do nosso desespero em tentar segurá-la. Acreditamos que podemos domesticar o tempo, que podemos domar o imprevisível, que existe um manual escondido em algum lugar. Mas não há. Nunca houve.
E então vem a pergunta inevitável: se nada tem um sentido definido, qual o motivo de continuar? A resposta, se houver uma, está na própria pergunta. Às vezes, continuar é o suficiente. Nem tudo precisa ser justificado. Talvez o real aprendizado seja esse: aceitar que o vazio é parte do percurso, que a dúvida é uma velha amiga, e que nunca estaremos completamente prontos. Há beleza em não saber. Há liberdade em admitir que estamos todos tateando no escuro, tropeçando em certezas temporárias, colecionando respostas que amanhã já não servirão mais.
A vida não é um destino, é um fluxo. E talvez o maior erro seja acreditar que existe um ponto de chegada. Passamos tanto tempo preocupados em alcançar algo que esquecemos de olhar ao redor. Quantos momentos desperdiçamos porque estávamos ocupados demais tentando encontrar uma resposta que nem sabíamos formular? Quantas vezes olhamos para trás e percebemos que o que realmente importava estava nos detalhes que ignoramos?
Este livro é uma coleção de cacos. Pequenos fragmentos de um caminho que percorri sem mapa, sem roteiro, sem garantia de chegada. São verdades provisórias, aprendizados imperfeitos, epifanias tardias. Talvez, no fim, nada disso importe. Ou talvez importe mais do que eu imagino. No fim das contas, quem decide isso não sou eu. É você.
"Viva a vida e lembre-se de que você é um ser único neste planeta, especial, inteligente e incrível. Reprograme seu subconsciente diariamente, pois é ele quem o conduzirá em direção à realização dos seus objetivos. Além disso, esteja ciente de que tudo o que você ouve, lê e assiste está sendo gravado em seu subconsciente. Portanto, todos os dias, observe atentamente o que você consome para nutrir sua mente de forma positiva. 🙂
08/05/2024
Não derramem lágrimas onde descanso,
Pois não estou lá, não sou apenas pó.
Sou o sussurro do vento nas árvores altas,
Sou o brilho das estrelas na noite calma.
Sou a melodia suave da chuva ao cair,
Sou o calor do sol que abraça o dia.
Quando sentirem falta da minha presença,
Basta olhar ao seu redor, e lá estarei.
Em cada riso, em cada abraço apertado,
Em cada brisa que acaricia o rosto amado.
Não derramem lágrimas onde descanso,
Pois meu espírito vive na eternidade do amor.
Somos frutos das dores e dos amores.
Das alegrias e temores.
Da convivência e da rotina.
Somos os filmes que assistimos.
As músicas que ouvimos.
Os momentos que curtimos.
Somos companhia.
Somos solidão.
Somos a casa vazia da infância, naquele momento do tempo que já não volta.
Somos a esperança plantada no peito.
Somos quem somos e quem queremos ser.
Somos o plantio e a colheita.
Somos o resultado da receita que não seguimos e achamos ter desandado.
Mas num certo dia acordamos e percebemos que as experiências vividas criaram um novo sabor e a gratidão sempre foi o melhor tempero.
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