Textos de reflexão sobre a vida

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Você tem duas opções na vida em relação aos seus sonhos: acreditar neles, ou não acreditar. Se vai dar certo ou não, isso vai de encontro ao que você toma como possível e impossível em sua existência. E isso está diretamente ligado ao que você sabe sobre a vida, e também ao que você ainda não sabe sobre ela.

Inserida por AlessandroLoBianco

⁠"Quando não houver mais saída e todos os recursos se esgotarem, chame por Jesus!"

Eu diria que se ele fosse convidado antecipadamente a participar de sua vida e decisões essa situação teria sido evitada. De qualquer forma, é reconfortante saber que ele está pronto a intervir em qualquer circunstância.

Inserida por iptdv

Teu beijo

Sinto- me leve,
vagarosamente em movimento,
tudo muito de repente,
partindo nas asas do vento

Acho que vou longe,
não sei porquê, não sei pra onde,
mas de uma coisa eu sei,
num relance, num instante

Percebo-me no universo,
na carona de um cometa,
entre correntes de estrelas,
dando voltas em silhuetas

Viagem de uma vida,
na fantasia de um desejo,
quando despego de tua boca,
quando deixo o teu beijo

Inserida por rinaldo

⁠Vida Louca
Vivemos num mundo controverso, o que nos torna vulneráveis. Mas e daí? Sejamos ousados e abracemos essa vida louca. No íntimo, sabemos que vivê-la é divino, lindo e maravilhoso. Quando se tornar dura e triste, lute para transformá-la em sua própria diva. Persista sempre, mesmo que seja necessário tentar uma, duas ou quantas vezes forem precisas! Nós, seres humanos errantes, ansiamos por riqueza. Sejamos, então, ricos em possuir nossas vidas e nossos sorrisos. Essa é a única riqueza que realmente importa! Sejamos bons filhos, excelentes pais e tenhamos amigos verdadeiros, que sejam nossos amigos também. E se ontem você viveu e hoje você vive, amanhã deseje existir no coração de cada um deles!

Inserida por yonnemoreno

⁠⁠Tíbio Entardecer

O Sol se põe tímido,
Em mais uma tarde de uma semana fria,
E eu tentando lembrar,
O que eu esqueci de fazer durante o dia?
O carro esta "na reserva",
Eu estou quase sem bateria,
E eu tentando esquecer,
O que eu deixei de fazer ao longo do dia,
Mais um trago na fumaça,
A nicotina de graça, para alegrar o dia,
Mais um gole na cachaça,
Uma bebida amarga, para as amarguras da vida,
Mais um trago na fumaça,
A poluição de graça, vida urbana que o diga,
Do horizonte a diante,
Um olhar distante, os pensamentos à deriva,
O Sol se põe tímido,
Em mais uma tarde de uma semana fria.

Inserida por AninhoMedeiros

⁠As feridas cicatrizam, embora pulsem por dentro da pele...
elas estão ali recobertas por uma camada de pele que tentou anulá-las, mas elas permanecem ali. As feridas são as marcas da vida que insistem em permanecer sempre!!! Não é fácil seguir sem percebê-las... elas estão ali... não é fácil permanecer sem tocá-las, elas estão aqui hj e agora pulsando como se fosse ontem na infância. No entanto é possível aprender com elas e viver com elas e conviver com elas e fazê-las deixar de doer, ou sendo mais humilde, se acostumar com a dor...

Inserida por Pensamentosempre

ALÉM DA LATA

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Que o ser simples não seja ser carente,
não ter bens, formação superior,
faltar dente, sobrar obediência,
não saber discutir uma questão...
Ou que seja, mas não tenha que ser,
pouco importe a condição social,
seja o simples saber simplificar
e sentir que o respeito não tem faixa...
Discrimine o caráter quando é mau;
trate bem o sujeito quando é bom;
use o dom de mirar além da lata...
O ser simples não tenha ter/não ter,
mas o ser sobre todas as miragens
do Saara de nossas ditaduras...

Inserida por demetriosena

SOCIEDADE CRIMINOSA

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Inadvertidamente, o homem feio chega e senta na outra ponta do banco em que a moça bonita está. Sem nenhuma palavra ou aproximação, ele vira o rosto e dá um leve sorriso para ela, como se para sossegá-la. Pouco depois abre um livro e se perde no silêncio da leitura.
Então a moça bonita se levanta, meio atabalhoada, e cai. O homem feio percebe o tombo e vai socorrê-la; no entanto, ela o manda sair. Grita para deixá-la em paz. Pelo visto, a moça tem pavor de homem feio para o seu provável conceito aristocrático de beleza. Sobretudo, externa. Imediatamente algumas pessoas bonitas, conforme o mesmo conceito, vêm ajudá-la. Com elas, o possível namorado bonito, que antes de beijar a namorada quer saber do homem feio qual foi a gracinha que ele fez. Pergunta e lhe dá um empurrão.
O homem feio não gosta e devolve o empurrão, enquanto diz que nada fizera. os empurrões viram briga, e as outras pessoas bonitas aderem, evidentemente contra o homem feio que abusara da moça bonita. Fosse de uma moça feia, tudo bem, mas não da moça bonita. Ele tenta correr, ao tomar consciência da proporção do equívoco, mas não consegue. Logo se forma um grande júri que não só o condena sem direito a defesa, como também aplica o castigo merecido.
Só ao ver que a polícia chega e que aquilo se torna um linchamento, a moça bonita, então recomposta do seu trauma, grita para que todos parem. Nem era mais necessário, porque a polícia já dissolvera o grupo. Um policial, que segurava a cabeça do homem feio e ferido no chão do shopping center, chama pela moça bonita e pergunta se ela, como a vítima de fato, quer fazer sua queixa.
A moça bonita diz que não. Que não houve nada. Só um engano. Ela simplesmente se assustou com o homem. E o homem feio, reanimado pela inocência generosamente reconhecida, ouve do policial a recomendação de que seria melhor esquecer o episódio. Afinal, tudo acabou bem. A moça não fez nada, e os que fizeram, inclusive o seu namorado, nem estão mais ali.
O homem feio percebe o que ocorre. Por que seus agressores conseguiram não estar mais ali. Por que razão não daria em nada querer processar a moça, pois no fundo, ela não é mesmo culpada. Não sozinha. E além do mais, ele sabe o quanto seria difícil prender ou processar a sociedade.

Inserida por demetriosena

Aos Clarões da Vida.

Vivamos então um romance verdadeiro com a própria existência, como se cada amanhecer nos ofertasse uma sinfonia inédita, executada pela luz primordial que inaugura o dia. Que a alegria, ao retornar em ondas serenas, nos recorde o bem vivido e desperte em nós o impulso de distribuí-lo com generosidade entre todos os que caminham ao nosso lado, mesmo aqueles que tropeçam em suas próprias incertezas, assim como nós também tropeçamos nas nossas. Que esse gesto perseverante de partilha e compreensão nos eleve a um modo mais lúcido de habitar o mundo, no qual a vida não seja apenas transitada, mas profundamente celebrada.

Que sigamos adiante como quem acende estrelas no próprio caminho, avançando com coragem para tornar cada instante digno de imortalidade.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O que é a vida?

Dostoiévski: É o inferno.
Para Dostoiévski, a vida era uma batalha com as partes mais escuras da alma humana - um crucible de sofrimento onde confrontamos nossos medos e desejos mais profundos.

Sócrates: É um teste.
A vida é o último exame da virtude, sabedoria e verdade. Para Sócrates, não vale a pena viver uma vida não examinada.

Aristóteles: É a mente.
A vida é a busca pelo conhecimento e pela razão - uma jornada para compreender o mundo através da lógica, ética e metafísica.

Nietzsche: É poder.
A vida é a vontade de poder - uma luta pela auto-superação e domínio das circunstâncias, rejeitando a complacência e abraçando o crescimento.

Freud: É morte.
Freud viu a vida como uma tensão entre o instinto de vida (Eros) e o instinto de morte (Thanatos) - um impulso constante em direção à criação e destruição.

É a ideia.
Para Marx, a vida é moldadada pelas condições materiais e pelas ideologias que surgem delas - uma luta para criar um mundo de igualdade e justiça.

Picasso: É arte.
A vida é criação - uma tela para pintar nossas paixões, emoções e sonhos, moldadada pela imaginação e expressão.

Gandhi: É amor.
Gandhi acreditava que a vida está enraizada na não-violência, compaixão e amor universal - uma jornada em direção à paz e ao serviço altruísta.

Schopenhauer: É sofrimento.
Para Schopenhauer, a vida é um esforço incessante que inevitavelmente leva à dor e à insatisfação, temperada apenas por momentos de beleza e arte.

Bertrand Russell: É competição.
A vida é moldada por desejos e ambições humanos - um ato de equilíbrio entre interesse próprio e progresso coletivo.

Steve Jobs: É fé.
A vida é confiar no processo - correr riscos e seguir a intuição, mesmo quando o caminho à frente é incerto.

Einstein: É conhecimento.
Einstein via a vida como uma busca para compreender os mistérios do universo, impulsionada pela curiosidade e espanto.

Stephen Hawking: É esperança.
A vida é perseverança diante da adversidade - uma crença no futuro e o poder da engenhosidade humana.

Kafka: É apenas o começo.
A vida é surreal e enigmática, muitas vezes absurda, mas sempre abrindo portas para transformação e possibilidade.

Camus: É a rebelião.
A vida é encontrar sentido em um universo sem sentido, desafiando o absurdo com coragem e paixão.

Thoreau: É simplicidade.
A vida é tirar o desnecessário - abraçar a natureza e viver deliberadamente.

Rumi: É uma dança.
A vida é uma jornada espiritual - um ritmo de amor e conexão divina tecido em cada momento.

Kierkegaard: É um salto de fé.
A vida exige abraçar a incerteza e dar passos corajosos fundamentados na crença e na autenticidade.

Epicuro: É prazer.
A vida é sobre maximizar prazeres simples e duradouros enquanto minimiza dores desnecessárias.

Laozi: É harmonia.
A vida flui como a água - sem esforço e alinhada com a ordem natural do universo.

Confúcio: É virtude.
A vida é cumprir papéis com integridade, respeito e compromisso com a comunidade e a família.

Carl Jung: É individuação.
A vida é integrar o consciente e o inconsciente - tornando-se inteiro e autêntico.

Alan Watts: É um jogo.
A vida é para ser experimentada e brincada com maravilhas - não levada muito a sério.

Victor Frankl: É um significado.
A vida é encontrar propósito, mesmo nas circunstâncias mais difíceis, através do amor e do serviço.

Simone de Beauvoir: É liberdade.
A vida é o poder de se definir e rejeitar os papéis impostos pela sociedade.

Heráclito: É mudança.
A vida é um fluxo constante - um rio em que pisamos uma vez antes de fluir de novo.

Hegel: É progresso.
A vida é um processo dialético, avançando através da contradição e resolução em direção a uma maior compreensão.

É sobrevivência.
A vida no seu estado natural é "nojenta, brutal e curta", exigindo que os sistemas mantenham a ordem.

Rousseau: É liberdade na natureza.
A vida é mais autêntica quando voltamos ao nosso estado natural, livres da corrupção social.

Marco Aurélio: É aceitação.
A vida é abraçar o momento presente com determinação estoica, guiada pela razão e pela virtude.

Sêneca: É preparação para a morte.
A vida não é sobre a sua duração, mas sim a sua qualidade - ensinando-nos a viver bem e a deixar ir graciosamente.

Qual destas visões sobre a vida ressoa mais contigo, e porque?

Inserida por marcelo_monteiro_4

Em um gesto simbólico e poético, o corpo de Marie Curie repousa em um caixão revestido com chumbo, preservando o que restou da energia que um dia iluminou a humanidade. Ao lado de Pierre, descansa no Panteão de Paris, entre os grandes nomes da França — Voltaire, Rousseau e outros imortais do pensamento humano.
Mais do que uma cientista, Marie Curie foi uma alma intrépida que desafiou preconceitos, doenças e perigos invisíveis para revelar as leis ocultas da matéria. Seu legado não se mede em radiações, mas em luz moral e intelectual, que ainda hoje inspira mulheres e homens a crerem no poder da busca sincera pelo conhecimento.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“Quando a Vida Te Obriga a Mudar”

Há momentos em que o mundo parece se mover sob nossos pés, sem aviso. Situações que nos arrancam da zona de conforto, desmoronam planos, silenciam certezas. O que antes parecia estável se desmancha em segundos e então compreendemos, entre lágrimas e espantos, que a vida não nos pede permissão para nos transformar. Ela simplesmente o faz.

Não há manual para o instante em que tudo desaba. Mas existe um chamado silencioso dentro de cada um de nós uma força que sussurra: ou mudas, ou serás mudado. É uma frase simples, mas carrega o peso de séculos de evolução humana e espiritual. Porque mudar por escolha é ato de coragem; mudar pela dor é rendição inevitável.

A diferença entre um e outro está na consciência.
Aquele que desperta antes da ruína percebe os sinais sutis do destino as pequenas frustrações, os encontros fortuitos, os alertas do corpo e da alma. Ele aprende a ler a linguagem da vida antes que ela precise gritar. Já o outro, distraído por medos e apegos, só compreende quando a dor o sacode. Ainda assim, não há culpa nisso. A dor é apenas o método extremo que a existência utiliza para nos fazer ver o que ignoramos.

Do ponto de vista filosófico, mudar é a arte de morrer sem deixar de existir. É permitir que partes de nós, velhas e cansadas, cedam espaço ao novo. Heráclito já dizia: “Nada é permanente, exceto a mudança.” E talvez essa seja a mais difícil das lições humanas: aceitar que até o amor, o pensamento e a fé precisam se renovar.

Sob o olhar psicológico, resistir à mudança é um tipo de autodefesa do ego. O cérebro busca previsibilidade, teme o desconhecido, cria rotinas como muralhas emocionais. Quando a vida rompe essas barreiras, o medo se confunde com dor e muitos chamam de sofrimento o que, na verdade, é apenas a travessia necessária para um novo estado de consciência.

E, no plano moral, mudar é assumir responsabilidade por si. Não há virtude maior do que a humildade de reconhecer o próprio erro, a própria estagnação, e recomeçar. Quem muda não trai o passado apenas o ressignifica. Aprende que crescer não é negar o que fomos, mas compreender que já não somos mais aquilo.

A vida muda, sim.
Mas quando ela o faz com força, não é castigo. É convite.
Convite a ser mais do que aquilo que você julgava possível. Convite a se olhar com ternura e perceber que, sob as ruínas, há uma nova versão de si mesmo pedindo para nascer.

E, ao final de tudo, quando o coração cansado enfim aceita o que o orgulho negava, vem a paz. Uma paz mansa, limpa, quase infantil. A mesma que sentimos quando paramos de lutar contra o vento e, enfim, deixamos que ele nos leve não para longe de nós, mas para o nosso verdadeiro centro.

Conclusão.
A vida muda, ainda que não a compreendamos. E, às vezes, é preciso perder quase tudo para descobrir o que nunca foi perdido: a capacidade de recomeçar. Porque no fundo, a existência não nos quebra ela nos lapida. Cada dor é um cinzel invisível que esculpe em nós a beleza que antes dormia.

Assim, se a vida te obrigar a mudar, deixa que o coração se comova. Chora, mas não resistas. Pois a lágrima que cai é também o orvalho da alma que floresce.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A existência corpórea é apenas um estágio, jamais o fim. Os que chamamos de mortos seguem vivos, e sua presença nos envolve como brisa suave que não vemos, mas sentimos. A certeza espírita nos mostra: a vida não cessa, e o amor é mais forte do que a separação.

O túmulo não encerra vidas; apenas abre horizontes mais vastos para reencontros felizes.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠O teu amor me fez completo. Não há nada que possa ser tirado que me faça falta. Teu amor me conforta e me consola de uma maneira que palavras não expressam. Amo-te, a eternidade e o nosso momento juntos. Que honra será passar a eternidade a Te louvar!
Não existe nada neste plano que me faria enfraquecer diante da Tua presença, porque o Senhor é meu refúgio, meu alento; ‘A ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque Tu estás comigo’ (Salmos 23:4). Na dor e na aflição, na tortura e na escuridão, sempre estiveste ao meu lado. Jamais abandonarei minha eterna paixão.

Inserida por Sarahkoelho

Romanos 8:18 nos convida a enxergar nossas dificuldades com outra perspectiva. Muitas vezes, quando enfrentamos desafios, tudo parece sem propósito e a dor se intensifica, como se fosse uma prova sem fim. Mas o apóstolo Paulo nos lembra que existe algo maior que supera qualquer sofrimento passageiro: a promessa de uma glória futura.
Isso não significa ignorar a dor ou diminuir o peso dos problemas que vivemos; pelo contrário, é um convite a encará-los com a certeza de que não são o fim, mas um caminho. Ter fé é justamente manter acesa a esperança de que, por mais escura que seja a noite, a manhã sempre chega, trazendo luz e renovação. Quando nos apegamos a essa visão, conseguimos enxergar que cada desafio também pode nos moldar, fortalecer e nos aproximar de algo maior, deixando uma marca duradoura em nossa alma.

Assim, investir na nossa paz interior e naquilo que realmente importa é o que nos ajuda a dar um sentido mais profundo à nossa jornada. Afinal, a vida passa depressa, e olhar para além do presente é o que nos permite seguir com esperança e propósito.

Inserida por Sarahkoelho

O que realmente guia nossas vidas. Muitas vezes buscamos sentido em conquistas, relacionamentos ou posses, mas nada disso preenche o vazio que só Deus pode ocupar. Quando Ele é o centro, encontramos propósito, paz e clareza, mesmo em meio às dificuldades.
A Bíblia nos ensina: Buscai, pois, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas." (Mateus 6:33). Colocar Deus como prioridade transforma nossa maneira de viver, trazendo luz às decisões e paz às incertezas.
Que possamos permitir que Ele seja o fundamento de tudo, para que nossas vidas tenham direção e significado eterno.

Inserida por Sarahkoelho

⁠A vida é uma oportunidade única, um presente de Deus que não pode ser desperdiçado. Muitas vezes, nos apegamos a reclamações, mágoas ou medos que apenas nos atrasam. Mas Deus nos chama a viver com propósito, buscando a verdadeira paz que só Ele pode oferecer.
Reflita sobre como você tem vivido seus dias: você tem investido no que realmente importa? Tem colocado Deus no centro das suas escolhas? Lembre-se: cada dia é uma chance de recomeçar, crescer e confiar nos planos perfeitos do Senhor.
Como diz em Eclesiastes 3:1: "Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu."
Permita que Deus direcione seu tempo e sua vida. Você verá o quanto é possível viver em plenitude!

Inserida por Sarahkoelho

Se você não existisse...

Se você não existisse
Nem posso imaginar
Ausente a cascata de amor
Reflexo sem luz da dor

Se você não existisse
Eu a teria inventado
Só para ficar todos os dias
Cada segundo ao seu lado

Se você não existisse
Não haveria paz, beleza
Alegria, carinho ou sorriso
Muito menos paraíso!

Se você não existisse
Qual razão de um desejo?
Bocas secas, anseio ardente
De um pecar tão quente

Se você não existisse
Para que poesia, estrela
Lua, sol, terra e mar
Sem a felicidade à visitar?

Se você não existisse
O mundo estaria vazio
Seria triste, apagado
Viveria sempre amargurado

Se você não existisse, quer saber?
Também queria não existir!
Pois só há vida enquanto se vive
Com alguém como você

Inserida por oswaldojrm

A rainha

Conta-se a lenda de uma rainha que viveu num país além-mar há muitos séculos. Sempre coberta de jóias e adornos preciosos que enfeitavam sua vestimenta valiosa, ela não media esforços para atormentar seus servos em prol do aumento da produtividade para saciar seus desejos de ostentar ainda mais a riqueza, ser admirada por todos e tornar-se um exemplo, embora o povo sequer conhecesse o sabor do pão que, em enormes recipientes, eram jogados no lixo todos os dias daquele castelo em que a rainha vivia e de onde raramente saía.

- Nada de útil esse povo pode oferecer-me além do ouro e da seda - dizia ela - para que possa ser dado o tratamento que eu, majestade, mereço. Muitos têm que sofrer para que poucos, como eu, desfrutem do prazer de viver. Essa é a lei! Tenho tudo que preciso: jóias, sedas e um mundo de facilidade e felicidade por isso.

Certa noite, enquanto todos dormiam, um de seus servos bateu à porta de seu aposento e deixou uma carta que dizia:

"Vossa majestade, por favor, com todo seu conhecimento e poder, peço que dê ao povo o que é do povo." Surpresa, a rainha ordenou que os servos trabalhassem mais uma hora por dia e aumentou os impostos da população.

Aproximadamente quinze dias depois, novamente outra carta fora deixada com os mesmos dizeres. A rainha, dessa vez, dobrou a sanção imposta aos servos e ao povo. Assim, passaram-se dois meses; cartas seguidas do aumento de horas e impostos, até que um dia a rainha subitamente sentiu-se mal, sendo constatado por médicos que não resistiria muitos dias devido à sua gravíssima condição.

Em seu leito, reuniu os servos e perguntou quem, durante aqueles dias, deixara cartas solicitando para dar ao povo o que é do povo, bem como o que deveria ser dado. Um dos servos tomou a dianteira do grupo e disse:

"Majestade, sempre acreditei que o que torna um homem rico e um exemplo de vida é o seu trabalho honesto, o reconhecimento de seu esforço e a dedicação com amor àqueles que o cercam. As jóias, os tecidos, nada disso levaremos em nossa trajetória. Gostaria apenas que vossa majestade desse ao povo o que é do povo: respeito enquanto ser humano, admiração enquanto trabalhador e amor como um irmão, pois somente isso nos faz crescer e nos tornarmos admirados, além de ser tudo o que realmente precisamos na vida para alcançarmos a felicidade".

Então, a rainha quase sem forças entregou a ele sua coroa dizendo em tom baixo de voz: "Irmão, vos faço meu sucessor, pois demonstrastes que dentro de ti reina os mais nobres sentimentos! Não fui digna da coroa, mas és digno desse povo!"

Com um delicado desejo de sucesso fechou os olhos e adormeceu para a eternidade.

Inserida por oswaldojrm

Rosa

A vida sempre nos reserva surpresas, sejam boas ou ruins. Entendemos que as ruins - por assim julgarmos - nos fazem aprender e melhorarmos. Porém, como seres imperfeitos e materialistas que somos, temos o costume de nos compararmos com os que acreditamos serem mais felizes. Será mesmo?

Outro dia estava conversando com um rapaz com pouco mais de duas décadas de vida. Ele contava-me que tinha uma definição de felicidade que até o presente momento eu desconhecia, pois sempre ouvi dizerem, de uma forma ou de outra, que felicidade era sinônimo de bens materiais. Já intrigado, questionei-o qual era sua definição e como ele chegara àquela conclusão. Ele contou-me sua história até então:

"Olha, senhor, nasci sob alto risco, ficando por dias rodeado de cachorros e gatos de rua. Fui abandonado pela genitora com semanas de vida e com poucos meses fui colocado à prova com uma pneumonia dupla. Plantada essa rosa tive todas as doenças infantis posteriormente. Uma roseira se fez! Na dureza do dia-a-dia fui aprendendo com o que ouvia e, principalmente, sentia, daqueles que rodeavam-me. Após alguns anos fui submetido à uma cirurgia. Recuperação um pouco conturbada, todavia mais uma rosa plantada. Sem deixar-me abater e sorrindo sempre, consegui chegar ao último ano da etapa chamada colégio. No meio do ano, uma apendicite supurada ocasionando abscesso de parede posterior poderia fazer-me desistir. Entretanto, este termo não consta no meu dicionário de vida. Outra rosa, após meses, fora plantada. Segui em frente. Aprovado no vestibular em curso escolhido apenas para ver nascer o sorriso daquela que criou-me juntamente com meu pai, novamente o destino insistiu em fazer-me desistir, levando-a a poucos meses da formatura após cinco anos de faculdade. Ainda sim, jamais desisti do que sempre me fez afirmar que sou feliz...simplesmente ajudar aos outros com o pouco que aprendi e possuo, desejando ajudar muito mais, ainda que insistam em dizer, dia após dia, que não será possível e que o dinheiro é tudo na vida. Mas, por quê essa dúvida? Quem é você?"

Impressionado, resolvi fazer mais uma pergunta antes de responder a essas que ele havia me feito:

- "Mas por quê a cada superação você diz que plantou uma rosa?"

- "É simples. Cada vez que deixamos a tristeza aproximar-se estamos perdendo a possibilidade de fazer um sorriso nascer no rosto de alguém e o valor de um sorriso sincero é inestimável. Por mais que eu sofra por dentro, por mais que seja doloroso, sempre terei um sorriso e uma palavra de força e coragem para ofertar, além de fazer o máximo para ajudar. A rosa, como símbolo de afeição, delicadeza e beleza ocasiona imensa alegria e um estado de espírito maravilhoso. O senhor já ofertou uma rosa a alguém hoje?"

Sem jeito, respondi as suas questões anteriores:

- "Não importa mais a razão da dúvida. Antigamente eu atendia por Ganância, mas a partir de hoje pode me chamar de Rosa.

Inserida por oswaldojrm