Textos de poema

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⁠Posso te contar um segredo?
Acho que eu tô amando alguém
Ela tem olhos cor de sol
Que não dão pra olhar diretamente
Que aquecem e que arrepiam a pele
Ela não sabe, mas domina o tempo
Faz horas parecem segundos
Não sei se ela sente o mesmo por mim
E já que você tem a mesma altura, perfume e beijo que ela
Quero saber se você está amando alguém também?

Inserida por santosmartinsoficial

⁠Os nordestinos
são tão povo
brasileiro quanto eu,
a voz que o Nordeste
me dá nenhum ninguém
nesta vida me deu.

Nem mesmo
nascendo de novo
o insatisfeito que atentar
contra os laços de afeto
haverá de prosperar.

O Nordeste é bastião
da Cultura, do espírito
pátrio sobrevivente,
da poesia e da nossa gente.


Inserida por anna_flavia_schmitt


O novo amor

Queria dizer para vocês
Que tudo gosto de ti.
Mas, só que ainda você
Não saber de nada.

Que tudo soubeste
Me dizer pularia
No fundo do mar
Para entrar nos teus sentimentos

Sacudir a poeira do passado
E agora gosto de você
Não da outra pessoa.

Queria saber que
Me ama
Sim ou não,
Tudo que me mostra
Esta no teu
Olhar....

Inserida por Pattyhhlima

⁠Um lugar

O dia que estava passado no meu profundo jardim
No Nordeste do Brasil que morava-lá
Onde que eu então sei o que é.

O sol estava quase morrendo
Do final do dia.

Mas os bronzes do lugares escuros,
Veio de um amor fora do mundo.

Uma meiga curiosidade
Que luminava a sabia
Mulher que ligou,
A sua vida pra saber
o que era.

Eu já sabia de tudo
Um lugar do meio
do deserto em nada afinal.

Árvores e flores,
Cinzas e uma boa prosa.
Um lugar do coração
Que lucrou um amor.

Inserida por Pattyhhlima

Queria você

⁠Há como queria
Que você sabeste que
Tudo isto iria acontecer
Com nós tudo isto.

Pingo de canções
Toca-lo para sempre
Em nossos corações
Sem motivos pra
Recontra.

Queria só você
em na minha vida.
Minha paixão
Por vc tá me
loquecedo por dentro
Sem me explicar,
O que ouve comigo.

Meu querido
Como vai
Você?
Que vai bem até fico feliz
Por ti.

Inserida por Pattyhhlima

⁠Rodeio Iluminada

No Médio Vale Itajaí
o coração me escolheu,
Eu moro em Rodeio
onde este coração é teu.

No Pico do Montanhão
que o Sol derrama
o mais lindo beijo,
Eu moro em Rodeio
e te levo grudado no peito.

No Médio Vale do Itajaí
este coração é teu,
Eu moro em Rodeio
onde o teu coração é meu.

Na nossa Santa Catarina
agraciada por tantas belezas,
Sou o teu amor encontrado
vivo e forte no teu coração
aqui entregue e apaixonado.

Na Rodeio iluminada
pelo teu sentimento tenho
o enleio, a ternura e o candor;
Eu moro em Rodeio e vivo
no peito esta história de amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Rodeio Infinita

Meu tesouro adorado
do Médio Vale do Itajaí,
que renova apaixonado
o sentido de morar aqui.

Minha Rodeio infinita
desta Santa Catarina,
Onde as flores azuis do tempo
enfeitam ainda mais a poesia.

Meu tesouro encantado
e sublime rincão precioso
vivendo um Brasil em bloqueio,
só para ti entrego o meu peito.

Minha Rodeio infinita,
minha terra florida,
Onde passar por tudo tem graça
e me faz ver a vida sempre mais linda.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não sei quem sou nem pronde vou
não sei onde estou nem quero estar
estar algures onde não sei
mas que me dei Paz para estar.

Estou cansado de existir sobreviver e reclamar
quero viver me dar prazer
ser feliz poder amar.

Talvez o amor sossegue a dor me dê razão me cure a alma.

Inserida por BABART

⁠ Lua

Senhora das minhas certezas
O sol a terra te apresenta
Com a certeza exemplar
Que fase mais bela
Parceira dos poetas
Fiz com a lua um contrato
Ela me inspira
Devolvo a inspiração
Em forma de poesia
E tem dado muito certo
Essa parceria.

Inserida por claudio_vieira

⁠A ARTE VISTA { soneto}


Será que minha arte e' igual a tua? será?!.
A vejo em casa, no trabalho, na rua...; nua.
Me vejo... a vejo... ensejo de ser, arte crua.
Queria só por hoje saber, Minh 'arte... será

Igual a tua? Vistes por fora melhor que dentro.
Então!. A visão que vês e' a arte forjada ao léu.
Os saberes, que atuam por olhos, sob o céu.
Além... delineando as cores, sóbrio pelo centro.

Despojais de jugos, e dizei-me, dizei-me vós:
Que arte e' esta? Persegue-me a todo lugar,
Na pintura, poesia, rachadura, até mesmo ar.

Deveras devo preocupar-me, estou sem saber.
Moldar-me-ei com outra visão senão a minha.
Será que tinha arte igual a tua? Tinha?!.


poeta_sabedoro

Inserida por andre_gomes_6

⁠SEGUIR EM FRENTE

Em oração, olho para os céus
Tristeza e ansiedade deixo pra trás
Me separar do amor de Deus
Absolutamente nada será capaz

Ao meu redor, tudo observo
Sinto que não estou sozinho
O invisível posso enxergar
A cada passo no caminho

Pedras querem me derrubar
De tudo, me fazer desistir
A gratidão dá força para continuar
Lembrar da ajuda para estar aqui

Vergonha e medo já me deixaram
Sigo em frente, não vou retroceder
Confiante, me sinto seguro
Favor aos olhos de Deus desejo ter

Inserida por ivanklori

⁠A VOZ DO PASTOR {Soneto}


Ouço grito ecoando pela montanha mais alta.
As pobre-ovelhinhas seguindo o velho pastor.
A relva verde dantes já não se repete pela cor.
O velho levanta o cajado e ordena "as peralta".

Se falta o prover o bom pastor sai a desbravar.
Novas terras há de encontrar sem inseguranças...
As ovelhinhas já acostumadas com mudanças...
Não hesitam na voz seguir, pois cegas alinhavar.

Oh pai, Que nunca um pastor deixe sua ovelha!
São tão cordeiros... pois elas nunca se enfurecem.
Dóceis que vão a perdição sem notar e parelha.

Quando se vê já desvirtuou-se de ser o que era.
Que a voz do pastor não se perca delas, pobres!
Que o pastor não se perca, pobre homem, Fera!


poeta_sabedoro






Inserida por andre_gomes_6

⁠Rodeio de Arco-Íris

Pude testemunhar
que ainda chovia,
Rodeio de arco-íris
coroada luzia
e de pingos trajada
este peito brindava.

Pedi aos céus que
entre nós que só
exista a primavera
plena em poesia,
que os beijos teus
encontrem plenos
sempre os meus.

Porque eu sonho
e sei que você
também me quer,
Tua nasci para ser
e a cada dia só
aumenta o pertencer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Érico Veríssimo: biografia em rimas - Lídia Rodrigues

Nascido em 1905, lá no Sul, em Cruz Alta
Era uma criança estudiosa e dedicada
Orgulhoso deixava dona Bega, sua mãe amada

Gostava de ler feito gente grande
Das letras desde pequeno já era amante
Mas se o assunto era matemática, aí já era deviante

Aos dez anos já se sabia
Érico Verissímo era um menino e já um possível escritor
Tão jovem já escrevia, passava para o papel o que tinha em seu interior

Ainda jovem, mas menos criança
Érico passou por maus bocados: era o pai Sebastião
Que, por irresponsabilidades, magoou-lhe o coração

Com os pais separados e a família arruinada, lá foi Érico prover dinheiro
Foi balconista, trabalhou em banco e, como o pai, foi farmacêutico
Mas ler e transcrever obras nacionais e internacionais é que lhe era terapêutico

Em 1927, Veríssimo conheceu dona Mafalda, sua futura esposa
Noivos em 29, foi quando Chico: um Conto de Natal, seu primeiro livro, nasceu
Teria sido pelo amor de sua bela que esse livro escreveu? (Você sabe, ou ainda não o leu?)

Em 1930, bem na época da Revolução, Érico despediu de seu Sebastião
Ao chegar a Porto Alegre, decidido que da escrita tiraria o seu sustento
Conheceu intelectuais, muita gente de talento

Voltou a Cruz Alta, mas só para se casar
Com Mafalda teve dois filhos criados com amor:
Clarissa e Luis Fernando Veríssimo, o também escritor

Érico escreveu e publicou muito
Mas foi em 1938 que meu predileto ganhou repercussão nacional:
Olhai os Lírios do Campo, uma obra sensacional!

Com o sucesso dessa obra, Veríssimo outra vez se mudou
Nos Estados Unidos proferiu conferências, falando até com governador
Mas voltando para o Brasil, escreveu O resto é silêncio, inspirado pela dor

Em 47, desgostoso com a política no Brasil, aos Estados Unidos voltou
Foi aí que deu início a sua obra prima O tempo e o vento
Escrito em três volumes, outras obras ele escrevia no mesmo momento

Em 1961 a saúde de Érico já não era mais a mesma
Sofreu um infarto e precisou de muito repouso
Mas voltou a escrever com vigor impiedoso

Mas em 28 de novembro de 1975 o mundo da literatura o perdia
Vítima de outro infarto, Érico Veríssimo nos deixou
Deixando obras escritas que a muitos emocionou

Renomado e premiado escritor
Veríssimo demonstrava humildade
Deixou os seus escritos e também uma saudade

Para finalizar, lhes deixo algumas aspas
“Olhai os Lírios do Campo”, veja que “A vida começa todo dia ”.
São conselhos de quem gosta. Receba com calmaria.

Inserida por liborboletando

⁠Rodeio Aprecia

A nossa gente de Rodeio
aprecia a Natureza
e é grata ao Bom Deus
por ter toda a beleza
em paz e bem aqui,
Rodeio é a joia da coroa
do Médio Vale do Itajaí.

A nossa gente de Rodeio
aprecia arte, artesanato,
dança, canto e teatro,
e tudo aquilo que faz
o coração quentinho
e põe no rosto o sorriso.

A nossa gente de Rodeio
aprecia a origem trentina
sempre se orgulha e exalta
a herança da sua cultura,
e aplaude toda a poesia
de viver em Santa Catarina.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Rodeio Silenciosa

Nesta Rodeio silenciosa
onde só ouço os pássaros
e os cães da vizinhança
neste momento latindo,
voo nas asas do silêncio
até onde a esperança
tem feito generoso abrigo.

Minha Rodeio silenciosa
e joia catarinense amorosa,
és tu minha fortaleza
e meu refúgio do mundo
onde a paz não tem feito
para muitos mais sentido.

Nesta Rodeio silenciosa
que me abraça generosa
mesmo com as flores azuis
do tempo se fechando
e se abrindo sobre a cidade,
aqui desfruto da poética liberdade.

Minha Rodeio silenciosa,
onde as pétalas do céu
se desmancham ora fortes
e ora brandas sobre nós;
tu me encanta tal como
o sol e a chuva dançam
sobre o Médio Vale do Itajaí,
é assim que jamais me canso de ti.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠INTANGÍVEL

Guardei-te na gaveta das coisas novas,
arrumadas, qual gaivota que sobrevoa
a praia, antes de fechar a porta da tarde.
Guardei as razões que me deste
para te eleger. O teu gracejar constante
e aquele sorriso de inspirar poetas.
É tarde. A vitrola acusa cansaço
e os versos repetem-se na folha vazia.
Rendo-me à alegria de te sonhar
tão azul e tão presente como antes.
Sempre te soube interdito e breve.
Tão intangível, que magoa.

Inserida por franciscojoserito

Eu era primata e segurava primata

Não me lembro o que eu era antes de ser mãe
Alguma coisa entre tijolo e rã
(sólida e escorregadia)
O tempo de antes ficou sujo de uma coisa
que eu não sei
A vida principiou naquele dia
e depois só futuro
E era um futuro tão velho que parecia passado
Quando eu coloquei no colo minha filha
Era como se carregasse minha mãe
Ou a mãe da minha mãe
Ou a primeira mulher do mundo
Que era gente e era macaco
Ali eu era primata e segurava primata
E doía tanto

Maria Fernanda Elias Maglio
179. Resistência. São Paulo: Patuá, 2019.
Inserida por pensador

24 de junho

Os braços me doem de carregar o filho
E as pernas de tanto caminhar
Com o filho nos braços
Para que tanto mundo para vida tão curta?

As costas doem de me curvar
Para febre e o choro
E me doem os cantos das unhas e a cabeça
Me dói ainda mais o coração

Por que dói tanto?
Eu pergunto à minha mãe
Ela não sabe
Diz que são bonitas as noites de junho
O céu de mar profundo e as estrelas de São João

Eu engastalho o choro e aperto meu filho
Respiro o cheiro da boquinha cor-de-rosa
Leite e vida recente
Olha, meu filho
Como são bonitas as noites de junho
O céu de mar profundo e as estrelas de São João

Maria Fernanda Elias Maglio
179. Resistência. São Paulo: Patuá, 2019.
Inserida por pensador

Para minha filha

Quando sentir o chão ceder debaixo da sola de seus passos
Quando olhar para a frente e enxergar a nuca do mundo
Quando a água do mar parecer fria e seu nariz grande demais
Quando o vazio te ofertar a mão com brandura encenada
Quando a noite perpétua te jurar que nunca mais haverá dia
Quando alegria desertar de suas pernas e você parar de dançar
Quando se sentir cansada até mesmo para dormir

Sua mãe estará aqui

Inserida por pensador

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