Textos de poema

Cerca de 11158 textos poema Textos de

O poema não se encerra em nós,

Do meu exílio a saudade é algoz,

É dessa forma doce que te adoro,

Sem ter você, não me conformo;

Rogo por tua atenção, imploro.



Sob a luz do pálio Universal,

Procuro pelo teu ser sensual,

E enquanto tento entender

O sentido desse amor magistral,

Oro pela proteção celestial.



Não há deserto

Diante da tua destreza,

Invade-me todo dia com tua beleza;

Sensual é a tua natureza,

Amo-te com inteireza, cortejo-te

Com poemas de doçura e grandeza.



Preenche-me como uma Via Láctea

O pensamento,

Não ter você é um doce

Tormento,

O coração não crê no amor

Desventurado;

Ele bate com fé

E está rendidamente

Enamorado - iluminado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Os meus olhos de amor

te guardam,

E te enxergam

na noite escura.

Somos um poema

místico de amor,

E uma dulcíssima

aventura!






Os meus olhos de amor

te veneram,

E resguardam-te

com ternura.

Somos um poema

místico de amor,

E uma dulcíssima

ventura!






Os meus olhos de amor

te cobiçam,

E te guardam

sossegado.

Somos um poema

místico de amor,

E uma dulcíssima

loucura!






Os meus olhos de amor

te embalam,

E te deixam

enfeitiçado.

Somos um poema

místico de amor,

E uma dulcíssima

bravura!






Os meus olhos de amor

te esperam,

E te desejam enamorado.

Somos um poema

místico de amor,

Nós somos capazes

de alumiar

Qualquer noite escura.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Para você oferto
o sutil poema
da Via Láctea,
todas a vezes
que estou
perto ou longe
do que nos afasta,...

Quando a Lua
se ergue diante
da tua fronte
que é o Universo
avistado no alto
de um monte
e que reflete
nos bosques;

Apesar deste
tempo ruim,
tenho todas
as razões
para te adorar
nestas noites
que você está
para chegar,...

Só quero que
saiba que
todas as cenas
sempre são
e serão motivos
para a tua imagem
jamais se apagar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O Poema da Desinfecção

Se cumprimentar
a distância,
Ser respeitoso,
Lavar sempre
as mãos com água
e sabão,
Não entrar
em desespero,
Desinfetar as mãos
com álcool,
Limpar espaços
internos e externos,
Não passar
informação falsa,
Manter-se a dois metros
de distância
um dos outros,
Abastecer de coisas
boas a alma,
Ser solidário,
Racionalizar a compra
de alimentação,
Ser amável,
Manter as janelas
sempre abertas,
Não ter pressa,
Dentro de locais
fechados ou abertos
evitar a aglomeração,
Ter calma,
Quem pode ficar
em casa é a melhor
forma de ajudar
bastante quem está
salvando a vida da Nação,
E distrair a cabeça
e manter a alegria no coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

I

Para escrever
um poema, poesia
ou mesmo até
uma prosa poética
não há dificuldade,
é só ter vontade
que cedo ou tarde:
você vai escrever.

II

Busque um momento:
não importa onde esteja,
seja em silêncio
ou em movimento,
se você tiver vontade
e concentração:
você vai escrever.

III

Não é preciso ter lido
muitos livros,
o importante é ter
vivido, imaginado,
sentido ou estar
vivendo tudo
ao mesmo tempo:
você vai escrever.

IV

Se você tem como
ler livros de poesia
ou outros livros,
eles vão te auxiliar
quando para você
alguma palavra
na hora de escrever
por acaso faltar,
e depois mesmo
sem premeditar:
você vai escrever.


V

Quando te faltar
alguma ideia
para escrever
você pode contar
com a Lua, o Sol,
as estrelas, o céu
e todo o Universo,
E aqui na Terra você
poderá contar com
o quê está vendo
sentindo ou vivendo
que cedo ou tarde:
você vai escrever.

VI

Quando te faltar
alguma ideia
para escrever
você pode contar
com a Natureza,
os quatro sentidos
e os quatros elementos,
Buscar inspiração
com outros poetas
_só não pode copiar_
Você pode buscar
se inspirar nas cidades
nos países, viagens,
fatos históricos,
e em todas as artes,
que até no meio
das tempestades:
você vai escrever.

VII

Não se preocupe
em agradar
com rima, métrica
das palavras, ou mesmo
a ortografia
ou a gramática acertar:
Escrever você só vai
aprender escrevendo
como quem dirige um carro,
ou se monta um cavalo;
É da mesma maneira
que se aprende a surfar,
a navegar com um barco
ou a fazer um avião decolar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Letra do poema
de Lindolf Bell
espalhado no chão,
Rima inabalável,

Canção romântica
tocando na rádio,...

Sonho possível
da constelação,
Maruja pós-abolição,
e estrela-do-mar
no mistério do coração;

Mural artístico
da tranquila cidade;

Atlântica verdade
do verde do Montanhão,
Da Lua a personificação,
dizendo não aos últimos
campos de concentração,

Beijos de namorados
no banco da praça,...

Um futuro de libertação
para a América do Sul
insistindo crer sem ver,
mesmo neste anoitecer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Poema primogênito,
eco gutural ao vento,
da guitarra o lamento
de todo o mês feito
de memória e de mar.

Da memória nunca
vai apagar porque
não faz pacto
de rendição:
a vida ensinou
do que é justo não
se deve abrir mão.

A Bolívia e o Chile
continuam sem
o mar e com a tal
lei longueira que
não permite o povo
na vida se emancipar,
a história ainda não
voltou ao seu lugar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Da América do Sul
eu sou o último
soldado da trincheira,
Poema de sete
assentamentos,
Letras de sete
indomáveis ventos
agitando o mar
para a memória
jamais se apagar.

A ironia orquestrada
a palavra descumprida,
não serão ultimatos,
porque o justo sempre
há de ser irrenunciável,
a história, a verdade
e os fatos jamais
serão apagados.

Neste oceânico
poemário altivo
como o vale
e de uma história
que envolve
uma questão
não honrada,
e uma injustiça
cometida no dia
primeiro que por
haverá sempre
de ser relembrada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Você escreve com todo o carinho um poema e sempre aparece um que elogia chamando ele de texto poético, quando não é a mesma pessoa, não me importo, até porque ninguém nasceu sabendo e a gente tem que ser tolerante.

Um poema é um poema, embora tenha o seu texto poético, só que existem textos poéticos que nunca serão poemas porque carecem da subjetividade que só a poesia é capaz de provocar te levando a transcender da simples leitura para a sua viagem interna onde a estação é o seu coração e os vagões são os teus sentimentos.

Quando identifico a insistente conduta de chamar os meus poemas de "texto poético"
como exemplo retribuo da seguinte forma:

"Obrigada por apreciar o meu poema composto de tetrassílabos e redondilhas menores".

Não gosto de fazer isso, mas quando percebo que tem gente que escreve isso para implicar, faço sim!

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Poema pascal
que celebra
contente a soltura
de que informar
não é um delito,
há tantos outros
presos políticos
e cessar a ânsia
de mantê-los
em cárcere
e outros perseguidos...
eles que nunca
deveriam ter
sido ou continuar
presos como o General
que ainda segue há
mais de dois anos
injustamente sem
nenhum direito previsto;
e assim sigo como
os soldados de nossas
Pátrias unidos
em nossas fronteiras,
livres do ódio
e das diferenças
para vencer o inimigo invisível,
e quem sabe num momento
próximo celebrar a liberdade
e agradecer pelo dom da vida,
dom e graça insubstituível.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Este é poema
que nada rima,
E tampouco
alguém metrifica,
é o poema do
sentido de justiça
e das siglas
Sem liberdade
não há nada,
E tampouco poesia,
Na Sebin Helicoide
estão aprisionados
aqueles que como
muitos estão
em cada sigmoide,
Na Sebin Plaza
Venezuela
não é diferente;
Em Ramo Verde
não há notícias
de fazer qualquer
um contente,
Nas FAES la quebradita
a história se repete
com muitos presos
de consciência
que já deveriam ter
ganho a liberdade
devido a este vírus.
Em Tocuyito não
é diferente,
e ali tudo é dolorido,
No Hospital Militar
nem fala,
Como todos os demais
todos deveriam
é estar em casa;
Na DGCIM e seus sótãos
e casa dos sonhos
estão corações
em escombros,
já passou da hora do Sol
da Justiça raiar por
cada canto e em casa lugar.
Em Fuerte Tiuna
doí o meu coração
só de falar,...
É no Cárcere da
Polícia Militar
dali é que está
preso o General
injustamente
sem nunca ter
tido o direito
a audiência preliminar,
Ninguém sabe
como ele está,
visitas ele não está
sequer recebendo
e nem alimentos
sequer deixar entrar.
Em Santa Ana
o silêncio imenso
me preocupa,
De 29 de Julio
não há notícias
De INOF
nada se sabe,
Em FAES Caricuao
não é diferente,
Em CICPC Parque
Carabobo a dor
e o desgosto se repetem
Em Sebin Bolivar
não há novidade para falar.
Está na hora dos presos
de consciência libertar,
E ao redor do altar
da reconciliação
todos se unirem
para ninguém nesta
pandemia naufragar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cada poema
neste tempo
estranho tem
sido de minha
exclusiva
responsabilidade,
Todo o dia um
desentendimento
diferente vem
me corroendo
na integralidade:
Porque recobrar
um pouco de
lucidez para
uns parece um
crime de verdade.

O diálogo com
a minoria opositora,
Parece até que
abriu a famosa
'Caixa de Pandora',
Depois de tantas
farpas trocadas
lá para trás;
Tem sido tanto
tumulto que se
esqueceram
de libertar
até os Generais.

Não que eu aceite
o rumo dos fatos,
Embora não tenha
Sei que não tenho
autoridade para
falar porque se
trata de uma
Pátria que nem é
um pouco minha;
Busco só entender
o quê se passa
por crer que
insistir em cultivar
a hostilidade vai
levar uma Nação
inteira na desgraça.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O poema que ainda não fiz é perto, é longe, é dentro, é fora. É aquilo de oiro do sol, aquilo de sonâmbulo luar. É pertencimento de regaço a conflitar suas águias de alados. O poema que ainda não fiz esbarra em sombras para rasgar fulgências. É ilha e deserto a dizer desse jeito assim visceral e fatal sobre aprender e sentir VIVER.
Na pretensão de fazer-se verbo, o poema que ainda não fiz, convulsiona verdades doutros para fazê -las, por fim e por começo, minhas. Quiçá, possa eu tê-las, quiçá assim possa eu, sê- las. O poema que ainda não fiz, desarruma certezas, desajeita quietudes, desassossega silêncios, realinha olhares. Maldição consentida que conversa comigo num diálogo estranho, descalço, portanto, íntimo. Desses estranhos que salgueiam, que braseiam, ternuram, adoçam os tudos e os nada em nós. O único acontecer capaz de fazer conhecida, fazer liberta uma mesma alma para muitas vidas. O poema que ainda não fiz, é tecitura das vontades e dos quereres pagãos. É confluir sagrado e profano no inalienável e incorruptível dever SER. Vê como monge em clausura o já tido, sente como entranha cigana o ainda não sido. A licença é para partir. Partir sob ânsia selvagem, alheia ao morno, alheia ao raso, alheia ao atalho, alheia à metades. O poema que ainda não fiz rabisca versões outras de mim, a mãos leves ou carrascas que sejam, sem interrogar porquês, sem censurar soturnos, sem pretender conclusões, sem avultar finitudes. O poema que ainda não fiz, arrasta madrugadas para amanhecer encontros a baloiçar inícios. E quão híbrido de sentires é esse encontro. O poema que ainda não fiz, gargalha gostoso pedaços sonetos da vida. Descansa no papel todos os êxtases de sentir. O poema que ainda não fiz, confia ao mar um girassol de tarde outonal forjado entre sede e fonte como lenda e feitiço de amar a pretender fazer daquele mar, habitar querente de seus tão íntimos e imortais badulaques de amor. No poema que ainda não fiz, existo e subsisto num alto e largo apelo por SER. Tudo o que fascina e por algum descuido acumina, habita teus verbos. Por crença, por rendição por confessa paixão, dou- te em poesia telúrica, vida. Vida já desde o útero, prometida ao divino e inexorável impudor do INTENSO.

Inserida por luverlymenezes

Eclipse


Estas palavras não são um poema
são pele sem nome
um sopro lento
entre a boca
e o silêncio.


Não dizem.
Tocam.


E ficam
como luz morna
sobre a curva da noite
como um segredo
que a pele guarda
de olhos fechados.


Talvez os poemas sejam assim: palavras que juram não o ser até que alguém lhes empreste o coração.

Inserida por JoniBaltar

Eu estava pensando em você
quando escrevi um poema
não queria muito dizer...

O todo era uma palavra muito pequena AMOR
que resultou em uma frase simples
mas, contudo, só queria dizer!!!...

O quanto eu amo você.

Com palavras simples não pude expressar
esta pequena palavra que em meu peito transborda
sim, você pode fazer-me amar outra vez...

Inserida por ciceromiranda

⁠Poema da vida


"Como as vidas são vividas?
Elas são, padrões e crenças limitantes repetidas!

Beijamos as mãos apontadas, que nos tornam julgadas!
Cuspirmos nas mãos estendidas!

Os julgadores temus que ficar abraçandos (as)!
Os abraços acolhedores, ignoras!


Dizer ao companheiro (a) o hoje é o que pra tu importas!
Mas, 'os ontens', viveras a depressão, que se torna fantasmas!
O passado importa-te ou tu não importas?

As vozes internas que me fazem SER, dia a dia, não são às minhas!
Digo não me importar, mas em tudo na minha vida há quem opina!

Respeito não é! Pois o medo não me deixa ser respeitado (a)
Ou apenas, nas prisões afetivas é que a vida não me faz sentir merecedor(a)!

Há quem diz, prefiro está certo(a)!
Ou como quem brinca, prefiro em paz está?

" Humanizado, Carlos Henrique)

Inserida por carloshenriqueH-CH2

⁠Poema, o amor é o único caminho.
Na realidade de cada virtude do amor, vemos que ele tem um penhor consolador que nos libertar de todo medo e dor. Pois, o amor na sua mais pura expressão nos leva a compreender que ele é a própria bondade e misericórdia de Deus em ação.
O amor é a força que move cada coração, é o pulsar da vida em cada desejo, sentimento e decisão. O amor, é a razão e a esperança daqueles que sonham, e daqueles que nunca se cansam de manifestar a sua realidade graça sem par.
O amor é a motivação perfeita em cada situação, é a palavra que traz vida e vivifica cada coração em meio ao caos e a desolação. É força por trás de cada doação, e de todo gesto de misericórdia e compaixão.
Por isso, amar jamais será um tempo perdido e em vão, pois quando amamos uma parte de nós doamos em favor daquilo, e daqueles a quem tanto amamos. O amor vai além de um sentimento, desejo ou emoção. Pois, quando amamos semeamos a semente da perfeição em cada coração.

Inserida por leonardomenin

Café, o poema do café

Café de meia, de cafeteira
Tomo até de mamadeira

Café em grão, de verão
Secando ao Sol na fazenda do Barão

Café em pó, com pão e só
Cedinho na casa da vovó

Café expresso, de padaria
Com gosto de correria

Se o café (coitado) soubesse para onde iria,
Sequer ele nasceria.
Mas se não fosse a coragem do café,
Eu não estaria de pé! (Escrevendo poesia)

Quando os nazistas levaram os comunistas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era comunista. Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era social-democrata. Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque, afinal, eu não era sindicalista. Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque, afinal, eu não era judeu. Quando eles me levaram, não havia mais quem protestasse.

Sua doce tristeza gelada, é amarga e contagiante, Como os estranhos sentimentos da minha mente delirante, meu coração amargo, esta ficando oco e paralisado, e por isso, eu deixo, minha triste felicidade, de lado, pois meus pulmões rasgados, estão perdendo seu ar, e você sempre vai ser a minha linda estrela guia, que eu nunca mais poderei alcançar...