Textos de pensamentos
E a desilusão vem sempre depois. Depois de uma noite. Depois daquele: Eu te amo! É como se fosse um jogo de damas, xadrez. E vai se jogando com a sorte, até a próxima rodada. Toda sorte do mundo é o que te desejo!
E acontece naturalmente. Vai acontecer. Vai dar certo. Eu sei que vai. Basta crer. Eu creio! E você?
É só o tempo, o vento, brisa leve. É passageiro, coisa que passa e trespassa. E depois das exclamações e interrogações, o que fica, senão, a certeza de tudo que foi verdadeiro. O que foi louca e intensamente vivido. É só o tempo, o vento, brisa leve. É passageiro...
Que seja amor, felicidade, paz e verdadeiro é o que repito todos os dias silenciosamente aqui dentro. E aquela voz interior, sussurra: Tudo ao seu tempo. No tempo de Deus!
Vai cedendo, cedendo, cedendo, uma hora cai, desmorona esse muro interior. E nesse ceder você descobre que não era esse super-herói que imaginava ser. Dói. Aí dói mais um pouco, então você se descobre forte o suficiente para seguir em frente.
Talvez um tanto bagunçado;
Um tanto inacabado;
Um tanto que quero tanto;
Um tanto que tem um timbre de pranto que foi sendo deixado de canto por ser um tanto inapropriado.
Eu te amo! Tornou-se tão clichê, superficial, fácil falar e soletrar. Tem se banalizado o sentimento, o amor. Amar é mais, bem mais que um simples: Eu te amo!
Desviei um pouco tarde demais, de repente bateu, bateu forte e meu medo era sentir demais aquela coisinha, palavrinha tão pequena, mas tão intensa e avassaladora. Como é que se chama mesmo? Dor! Isso mesmo!
Hoje acordei desejando o seu olhar, seus beijos, abraços, afagos e noites intermináveis ao seu lado. Aí, vem a realidade e joga um balde de água fria na minha face. Não passou de um desejo, de um sonho, de um devaneio, um delírio, uma loucura íntima.
De vez em quando tudo que ela precisa é de alguém que acelere seu coração, desperte arrepios, calafrios e desejos reprimidos. Alguém que transforme seus dias mornos, sua rotina e seus sonhos fatigadas. Alguém que desperte-a para o prazer que é viver o amor, a vida. Um brinde ao amor!
Às vezes o amor é maravilhoso, assim, de longe, distante do coração. Não tenho pressa, nem em relação a você, nem em relação ao amor. Aliás, em relação a nada. Se tiver que acontecer, que aconteça naturalmente.
E te via assim, tão fria, vazia, tão superficial, tão longe, até o dia em que tropecei, cai e mergulhei fundo nesse poço que nos separava.
Garçom! Por favor! Uma dose a mais de risos, abraços, olhares, afagos e amores. Essas coisinhas que de vez em quando embriagam a alma de tanta felicidade. E que prevaleça o amor no fim.
Digo e tenho dito. Digo e repito: Que seja feita a sua vontade. A vontade de Deus! Apenas que seja amor, que seja felicidade, que tenha leveza e brilho no olhar e que nossas vontades coincidam. Aliás, que nossas almas se cruzem numa dessas noites qualquer e que seja doce. Simples assim!
E não existe nada que apague lembranças e memórias, nem o riso mais doce, porque esse resistirá bravamente a essa tênue, frágil e quebrável linha chamada tempo.
E nessa hora finjo um riso, viro comédia, palhaço, penso em coisas doces e leves, qualquer coisa que afaste de mim essa tal nostalgia. Porque sei que é coisa que passa e trespassa. Como dizem por aí: Nada dura para sempre, nem amores e nem dores.
