Textos de Paz
Energia... amor e paz
Na linguagem dos animais
A natureza se apresenta
E a todo instante se refaz
É o ciclo da vida
Do amor escrito nos pergaminhos...
A favor do vento
Demonstrando que tudo tem seu algo a mais
O perfume das manhãs
A ternura das palavras
Declarando sentimentos verdadeiros
Que não existem mais?
Mas... Sobrevivem na alma
Dos apaixonados pela simplicidade
Eternizando momentos
Através do destino cruzado
Enaltecendo a plenitude...
Que satisfaz
A busca espiritual é, para muitos, um refúgio em tempos de incerteza. Encontrar paz, luz e proteção é um desejo natural, mas há um ponto de atenção que nem sempre é percebido: a tendência de entregar completamente o próprio caminho a forças externas, sem assumir a responsabilidade pela própria evolução.
Os mestres ascensionados, ao longo da história, trilharam seus caminhos com coragem, deixando ensinamentos e exemplos que nos servem como luz. Suas trajetórias não foram marcadas por espera passiva, mas por ação consciente e transformação interna. Inspiram-nos justamente porque mostraram que o despertar espiritual não acontece por intervenção externa, mas pelo encontro verdadeiro com o próprio eu.
Quando um buscador depende exclusivamente de mestres, guias ou técnicas como forma de evitar desafios internos, ele se distancia da essência do crescimento espiritual. A jornada não se trata apenas de receber proteção ou amparo, mas de desenvolver força interior, encarar medos e assumir o protagonismo da própria existência.
A espiritualidade madura é aquela que equilibra a fé com a autonomia. Os ensinamentos e práticas podem servir como suporte, mas jamais devem substituir a coragem de olhar para dentro e transformar o que precisa ser trabalhado. O crescimento acontece quando a pessoa percebe que não há salvadores externos—apenas reflexos do poder que sempre esteve dentro de si.
A evolução espiritual, no fim das contas, não é sobre esperar que algo superior resolva os dilemas da vida. É sobre ter a disposição para enfrentá-los e descobrir que a luz, tão procurada, nunca esteve distante. Ela sempre esteve dentro de nós, esperando para ser reconhecida e vivida plenamente.
A Paz Interior
A paz existe sim, porém ela não vem de algo ou alguém. Não é o que está no externo que atrapalha o seu bem viver, é o seu interno que precisa ser ajustado para que a luz possa refletir no seu externo. Geograficamente não existe céu e inferno, são apenas condições da consciência humana.
Se você quer sair deste caos do mundo, em que todos vivem em um inferno astral, e viver no paraíso, comece a construção deste estado dentro de você. As questões emocionais não têm a mesma intensidade para todos; não dependem da idade, não são iguais para todos, mas todo ser humano tem conflitos internos. Pessoas ou situações conflitantes que estão ao seu redor são emanações da sua vibração. Você atrai sempre mais do mesmo e não terá outro resultado além do que está tendo.
Quando você se propõe a trabalhar os porquês das dores da alma, todo o externo começa a melhorar. Então, não fique esperando que aconteça um milagre em sua vida para que você fique bem; o conflito só acaba quando você resolve os enigmas que trouxe na sua alma. Entendendo seu processo de alma, você encontra o seu eu interior para que a sua alma floresça e a sua vida aconteça.
A Verdadeira Conquista da Paz
Muitos querem a paz que conquistamos em meio ao caos, mas não querem nem saber o preço que pagamos pela construção do novo ser. Dizer que foi sorte é mais fácil para a consciência não cobrar os hábitos ruins que as mais variadas desculpas não deixam mudar. Quem realmente quer, arranja um jeito.
Sem batalhas, não há vitórias; sem esforço, não há recompensa! Descubra suas origens para se associar às bases ancestrais e viver nas raízes da essência, sem o peso das máscaras da aparência.
Felicidade é viver na prática a alegria que a maioria só vive na teoria. Quando descobrimos a verdade do bem viver, a vida fica cheia de graça e o Senhor é conosco!
Sob um céu estrelado, em noite serena, Reside a busca por paz na alma pequena. Gritar "Haja paz!" ao vento ecoa, Mas em silêncio, a verdadeira paz se entoa.
Não é no mundo, em tumulto e clamor, Que a paz encontra seu real esplendor. A harmonia nasce, tímida, a florescer, Dentro de cada mente que aprender a ser.
Domar as tempestades que a mente cria, É a arte que nos leva à pura alegria. No controle do caos interno, então, Surgirá a paz, mais que uma mera ilusão.
Cada coração, sua batalha a travar, Nas profundezas do ser, a paz a buscar. Quando todos, enfim, aprenderem a lição, O mundo refletirá essa suave canção.
Nada Fora de Nós Pode Nos Fazer Feliz ou Nos Conceder a Paz
Em um mundo que constantemente nos bombardeia com imagens e ideias de felicidade externa, muitas vezes esquecemos que a verdadeira paz e felicidade não são encontradas fora de nós, mas sim dentro. A busca incessante por posses materiais, status social e validação externa pode nos levar a uma vida de constante insatisfação e ansiedade.
A felicidade autêntica e duradoura é um estado de espírito que não depende das circunstâncias externas. É um sentimento profundo de contentamento que vem de aceitar a si mesmo, de encontrar significado em nossas experiências e de cultivar gratidão pelo que já temos. Quando dependemos do externo para nossa felicidade, tornamo-nos vulneráveis às mudanças e imprevisibilidades da vida.
A paz interior, por sua vez, é alcançada através da prática da meditação, do autoquestionamento e do desenvolvimento da inteligência emocional. Enfrentar nossos medos, aceitar nossas imperfeições e perdoar a nós mesmos e aos outros são passos fundamentais para alcançar um estado de serenidade que não pode ser abalado por influências externas.
Por isso, ao invés de buscar desesperadamente por aquilo que achamos que nos trará felicidade lá fora, devemos voltar nossa atenção para dentro de nós mesmos. Devemos nos perguntar: O que realmente importa para mim? O que me traz alegria e paz sem depender do mundo exterior?
Ao nos conectarmos com nossa essência e aprendermos a valorizar o simples fato de existir, descobrimos que a verdadeira felicidade e paz estão sempre ao nosso alcance, independente das circunstâncias. Assim, vivemos de maneira mais plena e autêntica, sabendo que nada fora de nós pode realmente nos conceder aquilo que já possuímos em nosso interior.
Durante a vida, muitas vezes tentamos mudar os outros, acreditando que isso trará paz e harmonia aos nossos relacionamentos. Contudo, essa abordagem geralmente causa frustração e desentendimentos. É muito mais eficaz e enriquecedor investir tempo e energia na própria transformação.
Ao focarmos em nosso próprio crescimento, desenvolvemos maior autoconhecimento, resiliência e empatia. Melhorando nossas habilidades de comunicação e aprendendo a aceitar as diferenças, criamos relacionamentos mais saudáveis e harmoniosos. A mudança interna nos permite influenciar positivamente aqueles ao nosso redor, inspirando-os pelo exemplo, não pela imposição.
Transformar-se é um processo contínuo de autodescoberta e evolução. Invista em si mesmo, cultive suas qualidades e enfrente suas limitações. Lembre-se: a verdadeira mudança começa dentro de você, e é aí que reside o poder para transformar suas relações e o seu mundo.
Solitude Serenata
Entende o segredo dos solitários, Quem no silêncio encontra a paz, A alma dança ao som do vácuo, A luz que ninguém mais traz.
Não teme o peso do abandono, Nem se curva à solidão. O que busca o próprio sono, Encontra abrigo em seu coração.
A companhia é ofertada, Não mendigada, não em vão, Pois em si, a mente é fortificada, Fortaleza na imensidão.
Se entende a solitude serena, Encontra vida em seu universo, A existência se torna plena, Na calma de um verso.
A Libertação dos Desejos é o Caminho para a Paz Duradoura
No âmago do ser humano, há uma inquietude que pulsa como uma melodia inacabada. É a busca incessante por um prazer efêmero, uma satisfação que tenta preencher o vazio deixado pela alma que clama por algo maior. Vejo as pessoas correrem atrás de momentos que, por instantes, iluminam suas faces, mas que logo se dissipam como neblina ao amanhecer.
Recordo-me de um tempo em que o som alegre de meu pai cantarolando prenunciava o dia de pagamento, como se a chegada do alívio financeiro desenhasse sorrisos em sua face endurecida. Naquele breve intervalo, éramos mais que uma família — éramos harmonia, uma sinfonia de gestos gentis e risadas compartilhadas. Porém, nos dias comuns, ele se tornava tempestade, e nós, simples folhas ao vento.
Observo ao redor e percebo que somos, muitas vezes, como aquele rapaz que, imerso em tristeza, encontrou alegria na simples promessa de um jogo no estádio. Ou como minha amiga, que, ao esperar ansiosamente por um passeio, deixou as sombras de lado e vestiu um semblante de luz. Somos eternos colecionadores de momentos fugazes, prisioneiros de expectativas que nos sustentam, mesmo que por um breve respiro.
Lembro-me de quando preenchia meus vazios com coisas — roupas, bugigangas, artefatos que prometiam felicidade. Mas ao amanhecer, o vazio permanecia, intacto e profundo. Hoje, compreendi que a felicidade não mora no exterior, mas em um canto sereno da alma, onde o espírito repousa em paz e aceitação.
Agora, a vida se revela como um palco onde represento meu papel, ciente de que tudo é transitório. Perdas e partidas não me assustam, pois são apenas capítulos de uma história maior. Meu espírito, este guia sereno, conduz-me com leveza, lembrando-me de que sou apenas um fragmento do vasto e eterno universo.
E assim, acordo com gratidão e durmo em paz. Olho para a vida com compaixão, mas não me deixo aprisionar pelas tempestades alheias, pois compreendi que a verdadeira força reside em saber que nada nos define, além daquilo que cultivamos dentro de nós.
Muitas vezes desisti da guerra...
Por que não resisti a Paz que via em seu olhar...Mas percebi ,que voce amava o guerreiro que existia em mim...Nas noites em que sua alma tranquila desejava...Encontrar a fúria de um homem sem medo...pronto para abrir as asas e protege-la...Então em seu corpo fiz meu ninho...Somos guerra e Paz e nosso fruto Amor...
Canção / Samba
Descanse em Paz
Estranho e triste homem
Sempre a se arrastar
Fingindo ser forte
A não se emocionar
Doeu quando disseste
Que não me queria
Fez de mim tão pouco,
Por desconhecer a filosofia enlatada que leu
Virou-me as costas, eu prossegui.
Desistir do amor, nunca foi pra mim.
Ah... mas o destino, sempre correndo a brincar
Envolveu-me nos braços de um homem lindo
Sabe fazer amor, sabe conversar...
Estende-me a mão, me tira pra dançar
Estende-me a mão, seca meu pranto, sem me criticar
Essa canção é pra te avisar
Que o amor aconteceu pra mim!
Graças a Deus!
Descanse em paz, enfim!
Essa canção é pra te avisar
Que o amor aconteceu pra mim!
Graças a Deus!
Sempre acreditei que seria assim.
Samba / Canção
Trégua
Celebração, festa! Comunhão e paz!
Um minuto de trégua, sem pedir por mais
Olho ao redor, tenho tudo que preciso
Satisfeita vivo, com o que a vida trás
Exímia natureza, com toda certeza Ele é um bom pai!
E até mesmo a tristeza, sob um manto de estrelas,
Tem sua beleza, devagar a dor se esvai...
Chove lá fora, e eu acho tão bonito.
Aos que dizem que o mundo é ruim, compreendo, mas não acredito.
Chove lá fora, e eu acho tão bonito.
Aos que dizem que o mundo é ruim, compreendo, mas não acredito.
Celebração, festa! Comunhão e paz!
Um minuto de trégua, sem pedir por mais
Olho ao redor, tenho tudo que preciso
Satisfeita vivo, com o que a vida trás
Exímia natureza, com toda certeza Ele é um bom pai!
E até mesmo a tristeza, sob um manto de estrelas,
Tem sua beleza, devagar a dor se esvai...
Chove lá fora, e eu acho tão bonito.
Pelos que amo vivo, sina que a vida traz...
Olho ao redor, tenho tudo que preciso.
Um minuto de trégua, sem pedir por mais.
Chove lá fora, e eu acho tão bonito.
Aos que dizem que o mundo é ruim, compreendo, mas não acredito.
Chove lá fora, e eu acho tão bonito.
Aos que dizem que o mundo é ruim, compreendo, mas não acredito.
Samba / Canção
Paz nas Copas
Há uma paz que mora no silêncio das copas
Sempre altas a dançar
Acima do sofrimento
Embaladas pelo vento
Acima do bem e mal
Não se pode ter paz
Onde há um coração
Batendo acelerado
Em um peito encurralado
Sob ordem da emoção
Há uma paz que mora no silêncio das copas
Sempre altas a dançar
Acima do pensamento
Embaladas no sereno
Com orvalho a gotejar
Não se pode ter paz
Onde há um coração
Batendo sempre inflamado
Em um peito limitado
Feito de carne e ilusão
Se eu fosse como as copas
Eu dançaria em paz
Balançando com o vento
Sob a chuva e o sereno
Eu nunca almejaria mais
Mas não posso ter paz
Quando tenho um coração
Batendo sempre acelerado
Em um peito encurralado
Sob ordem da emoção.
Eu quero paz, eu quero o amor. Sentir a alegria das flores, com suas cores e seu odor.
Eu quero a vida, e sua intensidade, ser vivida, em plena verdade. Alcançar o meu lugar, na insignificância de meu ser, diante desse indizível universo que me faz desaparecer. Sim, porque nada sou, senão um aglomerado de moleculas e seus bilhares de fragmentos atômicos, atônito ante o infinito desconhecido de tudo que nos redeia, incontáveis coisas como numa praia com seus grãos de areia.
A guerra é o pior dos eventos humanos, sem a qual, impossível estabelecer a paz. Porque esta se consolida mediante eterna vigilância e pronta deflagração de guerra contra os que a subjugam.
Se queres paz, esteja preparado para a guerra.
Nem sempre se consolida a paz gastando saliva, mas mantendo repleto de pólvora seu paiol.
Quero ir além, fruir da imaginação,
Sentir a paz interior.
Voar na imaginação, se preciso for, Me desligar de tudo.
Galgar as nuances do aroma espacial,
Fluir em suaves ondas da imaginação.
Chegar no ponto máximo do sentir,
E enfim perceber que vivo ainda estou.
Quero avançar, fruir dos sonhos mil,
Flutuar no bem estar.
Romper os mundos tridimensionais. Conectado a liberdade interior Me encher do amor.
Fluir no sagrado elixir da paz real Galgar as nuances do aroma espacial,
Fruir em águas tranquilas sobre´vastidão Nas ondas eternas da imaginação.
Ir além sem saber onde possa chegar
Tão somente em paz permanecer qual fosse o eterno lar
E no final do dia, quando a noite cai,
Eu sei que fui além, sem estar aquém.
E no silêncio do momento, eu percebo,
Que vivo ainda estou, que vivo ainda estou.
Perdoar não é esquecer o que te feriu.
É lembrar… com o coração em paz.
É olhar para trás sem se prender no que passou.
É ter a chance de dizer:
“Eu honro o que vivi. Mas escolho seguir sem carregar dor.”
Perdoar é libertar-se da prisão do ressentimento interno,
e descobrir que o amor ainda mora aí dentro —
mesmo onde a ferida foi mais funda e colorida.
Quando você se perdoou, talvez nem tenha percebido…
mas algo no mundo ficou mais leve.
Alguém respirou melhor.
Talvez até você.
Perdoar é isso:
Um ato de coragem silenciosa, que transforma passado em aprendizado e dor em liberdade.
Amigo
Dos momentos incertos
Das momentos sofridos
Dos momentos alegres
Dos momentos de paz
Dos momentos de luz
Dos momentos que nos conduz
Aos momentos de solidão... de sofreguidão !!!
Não importa o momento
Mas é nesse rebento
Que te quero ao meu lado
De abraço apertado
Sentido que tenho um escudo arretado !!!!!!!
Que venha com flechas
Com voz guerreira
Venhas com eras e beiras
Pois ele está ao lado
Mas quem é esse amigo
Que está sempre contigo
Nas horas certas e incertas
Há !!!!!ele nasceu comigo ...
E me protege ...
Quem o vê !!!!
não pode ser herege ...
Mas pode ser cego
A LUZ PARA QUEM ACREDITA NUNCA SERÁ BREVE
ACREDITE , ACREDITE E TERÁ UM AMIGO ETERNO !!!!
Para qual deus você reza?
A gente nunca sabe quando alguém vai entregar paz ou tormento.
Eu só consigo pensar que uma parte de mim pertence a você.
Meus deuses me vigiam e me testam com probabilidades, mas na minha negociação com eles e com a promessa de casamentos fictícios de sonhos, indago a eles como você se atreve ser a primeira etapa do processo entre mim e a vida?
Como você se atreve a ser meu altar sagrado?
Com toda essa minha fome de mundo e em tudo que me requer êxtase, empatia e sobretudo coragem, como você se atreve a transformar tudo em mim me fazendo querer ser seu destino?
Yana Ya-Ya (Sorte Lançada - 08/2024)
O Caipira Raiz e o Jacu Enfeitado
Na beira da cerca, com um palito no dente e a paz no olhar,
tá o caipira de verdade, aquele que pensa antes de falar.
Com dois ditado ele desmonta um diploma,
e com um silêncio ele humilha quem faz drama.
Mas não demora muito, chega ele...
O tal do jacu metido, de celular com capinha de strass,
bota brilhando, camisa colada,
parecendo cantor sertanejo... que foi demitido em Goiás.
Chega falando grosso,
palavra em inglês, sotaque de novela,
mas tropeça no português
e chama “cuscuz” de “massa amarela”.
Diz que entende de tudo: agro, clima e até NFT,
mas se perder o sinal do Wi-Fi,
não sabe nem onde fica o pé.
Se acha “moderno da roça”,
fala que é do agro business,
mas confunde adubo com fermento
e acha que boi dá leite com fitness.
Já o caipira de respeito,
coça o queixo e só observa:
“Esse aí é tipo assombração…
aparece, faz barulho e não serve pra reserva.”
O jacu compra trator sem saber dirigir,
grava vídeo colhendo milho de boné pra trás,
e ainda manda:
“Galeraaa, esse é meu lifestyle, sou raiz demais!”
Raiz? De quê? De samambaia de plástico?
Nunca arrancou um mato, nunca levou coice de burro...
Só vive de selfie no campo,
igual criança em zoológico: acha tudo ‘estranho e sujo’.
E o caipira de verdade ri, mas é por dentro.
Porque ele sabe:
quanto mais o jacu fala,
mais o mundo vê que é só vento.
Moral do mato:
Jacu com internet acha que é influenciador,
mas é só um papagaio com 4G,
falando grosso e pensando menor.
