Textos de Otimismo e Felicidade
Dez chaves para se construir a paz...
1. Olhe para todas as pessoas com respeito e benevolência.
2. Não fale mal de ninguém.
3. Perdoe as injúrias presentes e passadas, liberte-se das garras do ódio, conserve a liberdade de seu coração para amar, para conviver, para começar uma nova vida a cada dia.
4. Deseje, simplesmente, a paz a todos, a colaboração, a convivência, o prazer da fraternidade e do serviço.
5. Trate de simplificar os problemas em vez de aumentá-los;
não acumule sombras, procure em tudo as réstias de luz e os caminhos da esperança.
6. Tenha a coragem de negar-se a colaborar com qualquer projeto violento; afaste-se dos que ensinam e praticam o ódio, a vingança, o amedrontamento e a violência.
7. Crie em torno de si sentimentos e atitudes de paz, de concórdia, de convivência, de misericórdia e de consolo.
8. Apoie os que trabalham sinceramente pela paz, na verdade, na liberdade e na justiça.
9. Dedique algum tempo para você também trabalhar pela paz, com serenidade, esperança e generosidade.
10. Peça a Deus que lhe dê o espírito de sabedoria, de bondade,
de fortaleza e de generosidade para ser instrumento de sua bondade e de seu amor, em um mundo renovado, onde todos possamos viver na verdade, o amor, a liberdade e a fraternidade.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino
As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.
Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.
Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.
No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como consequência, não administramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pessoas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.
Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.
A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural.
O ser psicológico está fadado a uma realização de plena alegria, mas por enquanto a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.
Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros é também a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único rebanho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.
É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensamos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esquecemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta.
Nossa felicidade baseia-se numa adaptação satisfatória à nossa vida social, familiar, psíquica e espiritual, bem como numa capacidade de ajustamento às diversas situações vivenciais.
Felicidade não é simplesmente a realização de todos os nossos desejos; é antes a noção de que podemos nos satisfazer com nossas reais possibilidades.
Em face de todas essas conjunturas e de outras tantas que não se fizeram objeto de nossas presentes reflexões, consideramos que o trabalho interior que produz felicidade não é, obviamente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas moradas da Casa do Pai.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino
As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.
Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.
Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.
No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como consequência, não administramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pessoas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.
Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.
A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural.
O ser psicológico está fadado a uma realização de plena alegria, mas por enquanto a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.
Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros é também a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único rebanho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.
É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensamos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esquecemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta.
Nossa felicidade baseia-se numa adaptação satisfatória à nossa vida social, familiar, psíquica e espiritual, bem como numa capacidade de ajustamento às diversas situações vivenciais.
Felicidade não é simplesmente a realização de todos os nossos desejos; é antes a noção de que podemos nos satisfazer com nossas reais possibilidades.
Em face de todas essas conjunturas e de outras tantas que não se fizeram objeto de nossas presentes reflexões, consideramos que o trabalho interior que produz felicidade não é, obviamente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas moradas da Casa do Pai.
Uma pessoa verdadeiramente feliz não se preocupa em TER, porque sabe que a verdadeira riqueza está em SER
“Se você está feliz, você abraça. Se você está infeliz, você compra.”
As pessoas felizes são aquelas capazes de enxergar que o seu valor não é definido pelos seus bens, mas pelo seu caráter.
Após o período da Segunda Guerra Mundial foi propagada pela mídia a ideia de que a verdadeira felicidade vem do ato de consumir. Esse pensamento nos acompanha até hoje.
Crescemos ouvindo da mídia e da grande maioria das pessoas que seremos mais felizes se tivermos os melhores carros, as maiores casas e as roupas mais luxuosas. Aprendemos que só seremos respeitados se seguirmos determinado estilo de vida e que devemos viver de uma maneira que agrade mais as outras pessoas do que a nós mesmos.
Muitas pessoas ficam presas a esse padrão e nunca descobrem o que realmente significa viver com autenticidade, liberdade e alegria.
Ter coisas é algo muito bom, mas só encontramos o verdadeiro prazer de viver quando estamos verdadeiramente bem com nós mesmos.
Aqueles que fazem de suas vidas um observatório para os outros estão sempre insatisfeitos e com um sentimento de vazio no coração, porque os seus prazeres, apenas temporários, nunca são suficientes para trazer o verdadeiro significado às suas vidas.
Quando estamos apegados demais ao consumo, à vida de aparências, de alguma forma nos afastamos da necessidade de conhecer a nós mesmos e de guiar nossos caminhos com sabedoria e autoconhecimento. É por isso que muitas pessoas escolhem seguir essa direção, porque muitas vezes é mais fácil pensar na próxima coisa que se deseja comprar, do que refletir sobre o seu verdadeiro propósito no mundo.
Como o hábito de consumir revela a infelicidade
As pessoas que possuem o hábito de comprar compulsivamente fazem isso por alguma razão, e na maioria das vezes não é apenas porque podem e querem comprar. De fato, vemos cada vez mais pessoas endividadas, perdendo tudo o que têm como um resultado de sua ganância.
O consumismo exagerado é uma maneira equivocada que as pessoas encontram de trazer alguma felicidade e significado para as suas vidas. Elas experimentam um vazio interior muito grande, porque não conseguem se encontrar no mundo ou não possuem a coragem necessária para se libertar dos padrões e viver com autenticidade, por isso buscam nos bens materiais uma fonte de realização.
No entanto, nós sabemos que uma vida totalmente voltada para as aparências não pode ser uma vida feliz. O dinheiro e os bens podem ser importantes para nós, mas a felicidade verdadeira nunca vem do exterior, ela é criada dentro de nós.
Uma pessoa verdadeiramente feliz é aquela que, mesmo nos seus piores dias, é capaz de sorrir, encarar a vida com otimismo e compartilhar amor com aqueles ao seu redor.
É aquela que abraça, que demonstra o seu amor pelas pessoas de uma forma saudável e que sabe que ter boas companhias é muito melhor do que ter muito dinheiro.
As pessoas felizes são aquelas capazes de enxergar que o seu valor não é definido pelos seus bens, mas pelo seu caráter.
A necessidade de consumir e estar em evidência são características das pessoas que ainda não se encontraram, porque aqueles que realmente vivem bem consigo mesmos sabem que, se forem capazes de se deitar e dormir todos os dias com tranquilidade, suas vidas já valeram a pena.
Deus abençoe a todos a aqueles que neste natal e anos vindouro, só queriam apenas ter, não presentes nem ostentações, mas sim algo para comer em sua mesa.
E para esse eu peço abençoe Deus, pois os homens a esses que são os mais sofridos e necessitados esses foram esquecidos pelos homens.
Mais não pelo senhor Meu Deus!
Não me importo mais
Já vivi sem limites
Me embriaguei para esquecer
Gritei para todo mundo ouvir
Desejei a felicidade
Enlouqueci por ti
Prendi a respiração para morrer
Desejei que desaparecesses
Arrependi-me de tudo que desejei
Vivi como se o mundo fosse acabar
Acabei-me de tanto rir
Cantei como se a canção fosse de minha autoria
Desisti de viver
Dei asas à minha imaginação
Desejei voar
Voei até onde pude ir...
Já me importei com tanta coisa
Hoje, nada mais me importa.
Escrever
Gosto de escrever...
Enquanto escrevo meus pensamentos vão além
Minha imaginação voa
Minhas mãos deslizam
E sai um poema.
Adoro escrever...
Enquanto escrevo é em você que eu penso
Minha alma canta
Meu coração bate descompassado
Ao descrever o que sinto.
Amo escrever...
Enquanto escrevo a tristeza não chega
A felicidade explode
A vida enaltece
A saudade não bate.
De tanta paixão pelos escritos
Deixo aqui minha vida
Na certeza de nunca ser esquecida.
COM CERTEZA
Se for para invadir meu mundo que seja para valer, que seja sem muitos rodeios. Adentre com convicção, com certeza, não acorde minha felicidade, não desperte a saudade, nem cultive expectativas se não for para ficar.
Deixe as delicadezas de lado, o romantismo adormecido, as gentilezas fora do contexto, afinal de contas você está só de passagem e esta sua vinda foi só um acaso.
Nada foi programado. O destino apenas quis provar que tudo ficou a uma distância adormecida, nada será sólido se não for unido com convicção.
Analise a situação. Cada dia, cada mês, cada ano, tudo foi evoluindo sem que tivéssemos planejado, fugiu do nosso propósito, ficou longe do nosso entendimento.
Mesmo assim foi bom o reencontro do passado com o presente. Movimentou as águas serenas, demoliu os muros que dividia as certezas das incertezas, despertou o rubro e forte sangue das veias que permaneceram estáveis a um longo período.
Pare de verbalizar, ninguém mais aguenta esse tipo de coisa. Vejamos: nada mais importa, a não ser os que nos deixe com a certeza de que tudo vale a pena.
Arriscar o que? Nada. Nada tem para arriscar, a não ser uma certeza dentro da outra. Ninguém mais quer incertezas, inseguranças, dissabores; o que importa hoje em dia é a certeza do que vamos sentir.
Portanto, se for para ter certeza, com certeza.
O CAMINHO
Lembremo-nos de que sempre será uma luta árdua. Não haverá retorno sem lutas. Não haverá felicidade sem buscas e não haverá vida plena sem conhecer o verdadeiro caminho. O caminho sempre estará a nossa disposição. Teremos apenas que o seguir com sabedoria e ele se abrirá como um leque para nos amparar.
Leis Universais
Em tempos de guerras interiores, acabamos não percebemos o que deveríamos. Vivemos alheios aos acontecimentos. Alheios a vida. Alheios ao agora. Por estarmos sempre vivendo no futuro, não vivemos o presente. E por não entender as leis universais deixamos passar as pequenas coisas que o presente nos oferece. Tememos o básico por medo e a felicidade que tanto almejamos se encontra alojada ali. Por buscá-la em outros lugares, ficamos a mercê num caminho sem perspectiva.
Manter o equilíbrio para encontrar a tal felicidade é difícil. Não fomos educados e nem preparados para isto. Por não estarmos preparados, não queremos passar trabalho, buscamos o que a nossa personalidade acha mais fácil e o mais fácil, não nos leva aonde gostaríamos. Percebemos então, que estamos patinando no mesmo lugar, faz tempo. Sem entender, vivemos buscando, e esta busca se torna cansativa e sem êxito. Somente entendendo as Leis Universais e os seus sinais é que poderemos sair vencedores nessa jornada.
Felicidade
A jovem de 15 anos que se suicidou não resistiu à própria pressão psicológica depois de inúmeras tempestades mentais na qual se sentia diferente e não conseguia satisfazer aos sonhos de seu pai, mães e exigências sociais.
O viciado em drogas de 26 anos foi preso por assassinar três pessoas que presenciaram o roubo de suas casas, surpreendidas enquanto assistiam a um filme, à medida que ele necessitava do valor financeiro das mercadorias para obter satisfação ao vício.
O homossexual de 35 anos hoje vive afastado de sua família, que se deu devido ao fim do seu primeiro casamento, financiado por seus pais cristãos conservadores e com o aval de seu filho em nome da felicidade da família. Hoje não há mais família, a não ser a sua formada depois do novo casório com um homem.
O padre de 57 anos foi levado ao seminário para cumprir a promessa de seus pais cristãos e também para vê-los felizes, tudo em contraste às dezenas de pais tristes das crianças de 5 à 12 anos por ele abusadas.
Um homem de 37 anos hoje é executivo de uma grande empresa de tecnologia após sabotar, roubar, aliciar, criminalizar e contraverter ex-colegas de trabalho que hoje ganham um salário mínimo, estimulado pelo orgulho de seu pai morto que foi trabalhava em condições precárias naquela empresa e também pelos desafios sociais sofridos por ele, que o levaram a querer provar a própria capacidade.
O comum garoto de 5 anos chamado William não tem discernimento suficiente para sentir-se pressionado a satisfazer qualquer vício, gosto excessivo, sentimento de culpa, orgulho ou vingança, ou ainda para fazer alguém que não seja ele feliz.
William não se importa com nada além de sua própria felicidade. William é feliz.
Os Amantes
Amaram-se como amam dois amantes
Da felicidade beberam toda a taça
Todo o vinho, todo o cio... de graça
Amaram-se como amam dois amantes
Somente pele e boca e mamilos e mãos
Em cada grito, greta, gole... mãos
Amaram-se como amam dois amantes
Sem palavras, sem pressa, sem “não”
Sujaram-se e fundiram-se no chão
Dois amantes não fazem escolhas
São como o tempo passando
Ou uma brisa espalhando as folhas
Nascem e renascem se amando
O caminho da felicidade não é a priori conhecido, não é algo fisicamente palpável; sua extensão, provavelmente infinita, é um repleto de curvas sinuosas e obstáculos complicados. Alcança-lo é uma operação, bem sucedida, de busca complexa e contínua, em um ambiente dinâmico e caótico, permitindo-nos acessar alguns de seus infinitos e voláteis estados - instâncias de felicidade. De modo determinístico ou aleatório, chegar no caminho da felicidade é, geralmente, resolver, satisfatoriamente, desafios não triviais, mas que nos são demasiadamente caros e gratificantes. No entanto, não há instrumento de busca guiada para nos orientar a atingi-lo, daí a necessidade de sacarmos outros recursos - não óbvios- para acessá-lo. Conseguir isso a cada momento em nossas vidas é algo especial, muito prazeroso, razão do viver bem e, consequentemente, do estar feliz.
Não adianta cuidar do corpo e se esquecer da alma. Não adianta se garantir com as coisas externas e não se fortalecer por dentro! A felicidade vem de dentro pra fora, o amor vem de dentro e não o inverso.... retribua sempre os gestos de amizade e carinho, deixe um sinal de amor por onde passar, a felicidade atrai felicidade, se quer ser amado, ame! Seja o amor.
Existem coisas que não valem a pena serem lembradas...E existem coisas boas que jamais esquecemos, essas coisas que não saem do pensamento e enchem nossos corações de alegria, são maravilhosos presentes de Deus! São coisas assim, especiais e sinceras, que só pessoas de bom coração tem para nos oferecer. São poucas pessoas capazes de fazer outras felizes. Não me importo com os que um dia me magoaram, pois, tenho muitos motivos para agradecer a Deus pelas pessoas que me proporcionaram os melhores momentos de minha vida. Obrigada Deus, por todos os momentos felizes, por todas as chances que o Senhor me deu, por sempre estar ao me lado e proteger as pessoas que amo e que fazem da minha vida a melhor!
A felicidade não está diretamente ligada ao trabalho em si ou ao trabalhar no que se gosta, mas sim à realização da expansão da felicidade. Encontrar a felicidade envolve diversos aspectos da vida, e trabalhar em algo que traga satisfação pode ser um dos caminhos para alcançar esse estado de realização, mas não é o único. O importante é criar a felicidade em todas as áreas da vida, independentemente do trabalho que se realiza.
O segredo da felicidade e tirar um tempo de si mesmo e torna-se feliz apenas sendo quem realmente é. ou seja, liberta-se de si mesmo e viver aquilo que é real, sem padrões de sociedade. É começar à fazer aquilo que se tem vontade e que está ao alcance. O segredo para ser feliz e não aquilo que as outras pessoas empoem, mas sim aquilo que você realmente determinou. Isso sim é ser feliz!
Não podemos esperar que vamos encontrar a felicidade em se ter alguém ao nosso lado. Não podemos transferir a responsabilidade da nossa felicidade para mãos de outra pessoa. A felicidade só é conseguida quando entendermos que para sermos felizes, precisamos aprender a dar e a receber. Não podemos obrigar outra pessoa a nos dar o que não querem. Só poderemos ser felizes no momento em que nos reconhecermos como filhos de Deus e que estamos aqui em uma longa caminhada de aprendizado. No momento em que conseguirmos aceitar todas as pessoas como são, sem tentar muda-las, pois, cada um tem seu próprio tempo para as mudanças necessárias para sua evolução. No momento em que aprendermos a não exigir que alguém nos ame da mesma maneira que a amamos. No momento em que perdoamos a alguém que tenha nos ofendido, pois sabemos que muitas vezes também ofendemos e precisamos de perdão. Todos nós podemos ser felizes, basta somente não esperar que ela venha de fora, mas sim de dentro de cada um.
Felicidade. Cada um tem seu jeito para definir o que é. Muitos definem apenas a palavra, pois nunca sentiram realmente o sentimento. Mas o que é felicidade? É um sentimento almejado por todos, conseguido por poucos, às vezes chegamos a pensar que nunca iremos encontrar esse sentimento em sua forma pura. Dizemos que as crianças são felizes e não sabem, mas ser feliz não condiz com o que os outros dizem, a felicidade está para nós como algo inalcançável. Quando somos crianças, queremos ser mais velhos; quando crescemos queremos voltar a ser crianças; quando temos alguma coisa, pensamos em sempre melhorá-la, nunca nos satisfazemos com o que temos ou vivemos. Então por aí tiramos a conclusão de o que é felicidade. Felicidade é conseguir nas coisas mais simples, nas atitudes mais bobas, em todas as pessoas aquele curto momento em que esquecemos de tudo e apenas conseguimos sorrir.
Naquela noite, estava feliz demais para pensar em uma coisa só. Essa felicidade era diferente, pois não havia motivo, ela simplesmente estava feliz. É, ela havia descoberto que não precisava de que ninguém a fizesse feliz ela já era, só pelo simples fato de saber o que era. De repente era como se sua visão da vida fosse mais nítida e ela conseguia enxergar perfeitamente como ela era e o que merecia. Sim ela agora tinha consciência de que merecia o melhor, depois de tanto tempo oferecendo seu melhor para os outros ela iria ficar com esse seu melhor pra si. Não, ela não é egoísta, ela apenas descobriu o tal do amor-próprio.
