Textos de Meninas

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Eu sou apenas uma menina, nada, além disso, posso ter 100 anos, mas serei apenas uma menina, aquela que a infância fora roubada, e a imaginação recriada, desfiz toda a dor da infância e a adiei como sempre... Para mais tarde! – E o tarde chegou!
Eu sei que tenho problemas psicológicos, mas sei que de todos os fiascos que já passei é apenas uma questão de reflexão, talvez a loucura faça parte de mim, ou eu... Simplesmente faço parte da loucura.
Existe alguém aqui que seja são?

Tatyane Nicklas

Mulher menina..


Ah,linda mulher menina,


Assim,como uma bela paisagem de um chalé à beira do mar, a sua voz canta e encanta.


Como não se apaixonar?
por esse leve swing, em seu andar...


Swing esse, que faz balançar, seus lindos cabelos, como ondas no belo azul do mar.
Ah, linda mulher menina,
como não amar?


"Caio Camara Cesar"

Menina em forma de mulher

Delicadeza no olhar, maliciosa e cheia de inocência,

Que cativa até o mais experiente.

Posa pra foto, como uma pintura feita pelos deuses,

Enfeitiçando um mero mortal com essa aparência angelical com ar de malícia.

Um enigma moldado em curvas e mistério,

Onde o sagrado e o profano fazem morada.

Domina o mundo sem precisar de um império,

Na linha tênue entre o tudo e o nada.

O flash da câmera tenta registrar o instante,

Mas a alma que brilha recusa o papel.

É uma criatura livre, joia lapidada e brilhante,

Um pedaço de pecado disfarçado de céu.

E o fotógrafo, estático, perde o compasso,

Diante do feitiço que ela mesma teceu.

Prisioneiro voluntário desse doce laço,

Onde o homem se rende e o poeta nasceu!

Aquela menina cresceu, virou mulher e não aceita mais migalhas. Aprendeu que quem não sabe o valor da sua presença, não merece espaço na sua vida, e que a própria companhia vale muito mais do que metades.
Aquela menina cresceu, virou mulher e não aceita mais migalhas. Descobriu a força do próprio abraço, aprendeu a recomeçar em silêncio e entendeu que transbordar é a sua única medida.
Aquela menina cresceu, virou mulher e não aceita mais migalhas. Quem quiser espaço na vida dela, que aprenda a oferecer banquetes de consideração e respeito.
Aquela menina cresceu, virou mulher e não aceita mais migalhas. Deixou para trás o hábito de se diminuir para caber nos outros e hoje só aceita o que vem para somar de verdade.
Aquela menina cresceu, virou mulher e cansou de migalhas. Aprendeu o valor de viver e transbordar. Hoje, ela sabe que é imensidão de oceano: quem não souber nadar, que se afogue na própria rasa existência.


Transborde amor, aquele que nao souber nadar, que afunde sozinho...

A menina sonhadora



Eu era uma menina sonhadora.


Daquelas que acreditavam
que o amor era capaz de unir tudo.
Por amar demais minha família,
guardei meus próprios sonhos
na última gaveta do coração.


Sendo filha única,
fiz do cuidado minha missão.
Enquanto muitos corriam atrás da própria vida,
eu estendia as mãos
para segurar a dos meus pais.


Mas havia segredos...
Segredos antigos,
guardados pelo tempo e pelo silêncio.
Meus pais se casaram depois de dezoito anos,
e eu...
nem sequer fui convidada.
Conheci aquele dia
pelas fotografias.


Aos vinte e dois anos,
construí minha própria casa de boneca.
Casei, tive uma filha,
e acreditei que ali
morava a felicidade.


Então a vida virou a página.


Meu pai adoeceu.
Minha mãe carregava feridas
que nunca cicatrizaram.
E aquela menina,
agora mulher,
voltou para a casa onde nasceu,
com uma filha pela mão
e um filho crescendo no ventre.


Descobri também
que meu casamento estava desmoronando.


Era dor demais
para um único coração.


Perdi meu pai
quando meu menino tinha apenas um ano.
Depois veio a separação,
as discussões,
as ausências,
e o silêncio de um pai
que deixou de estar presente.


Aos trinta e seis anos,
eu era filha,
era mãe,
era pai,
era abrigo.


Enquanto enfrentava
a Síndrome do Pânico,
levantava todos os dias
como quem veste uma armadura invisível.


Criei dois tesouros:
uma menina
e um menino.


Cuidei da minha mãe,
forte e rígida,
mas também guerreira.
Aprendi que, às vezes,
a força nasce
quando ninguém mais pode nos sustentar.


Vieram críticas.
Poucas mãos estendidas.
Mesmo assim,
eu continuei.


Houve uma chance
de recomeçar no Sul.
Mas o amor pelos filhos
falou mais alto.
E eu fiquei.


Mais tarde,
conheci outro homem.
Sabia que ele não seria
a rocha firme dos meus sonhos.
Mas ambos carregávamos
nossas próprias tempestades.
Talvez não fosse amor perfeito...
Talvez fôssemos apenas
duas pessoas tentando sobreviver.


Os filhos cresceram.
Construíram suas histórias.
E eu...
perdi minha mãe para a COVID.
Perdi muito também
do que havia construído.


Ainda assim,
não perdi tudo.


Porque ninguém consegue arrancar
de uma sonhadora
a capacidade de sonhar.


Hoje,
eu não imploro mais por amor.


Aprendi que a paz
vale mais do que qualquer companhia.


Minha casa ficou silenciosa.
Meu coração,
mais reservado.


Mas existe uma diferença.


Antes,
eu sonhava pelos outros.


Hoje,
eu finalmente começo
a sonhar por mim.


E talvez...
esse seja o sonho
mais bonito de todos.

A MENINA QUE AINDA MORA EM MIM

Minha criança interior grita.

Grita tão alto que, às vezes, eu sinto sua voz presa na garganta.
Como se ela estivesse ali, atrás do choro que não sai, atrás do suspiro que se interrompe, atrás desse nó que aperta o peito e me faz perguntar, em silêncio:

Quem foi que eu me tornei?

Ela me olha.

E talvez, por um instante, sorria orgulhosa e diga:

— Cara… você chegou lá.

Você cresceu.
Você venceu.
Você se tornou uma mulher incrível.

Mas, logo depois, seus olhos parecem entristecer.

— Que pena…

Que pena que, no caminho, você deixou de ser um pouco de quem era.

Você era apaixonada pela vida.
Apaixonada por tudo.
Pelas pequenas coisas, pelos grandes sonhos, pelas pessoas, pelas possibilidades.

Você era verdadeira.

Exuberante.

Autêntica.

Você sentia sem pedir licença.

Amava sem fazer contas.

Confiava sem imaginar o depois.

Mergulhava inteira nas pessoas, nos sonhos, nos lugares, nas palavras, nos abraços, nos amores.

Você tinha uma sensibilidade tão bonita… tão nítida… que conseguia enxergar beleza onde quase ninguém via.

E agora?

Agora, quem é você?

A menina pergunta.

E eu não sei responder.

Talvez porque, em algum momento, eu tenha começado a me abandonar para caber.

Para agradar.

Para não decepcionar.

Para não perder pessoas.

Para ser forte.

Para ser aquilo que esperavam de mim.

E fui me adaptando tanto, tanto, que um dia percebi que algumas partes minhas já não sabiam mais onde morar.

Eu me traí.

Não de uma vez.

Foi aos poucos.

Cada vez que engoli uma palavra que queria dizer.

Cada vez que sorri quando queria chorar.

Cada vez que disse “está tudo bem” quando dentro de mim nada estava.

Cada vez que aceitei menos do que merecia para não parecer difícil.

Cada vez que me calei para preservar relações que não preservavam a mim.

E minha criança viu tudo.

Ela viu.

Ela guardou.

Ela esperou.

E agora ela grita.

Grita porque está cansada de assistir à minha própria ausência.

Ela percebe que aquilo em que eu antes confiava passou a ser motivo de desconfiança.

Que os olhos que antes mergulhavam no amor agora hesitam diante dele.

Que os olhos que não tinham medo de acreditar aprenderam a se proteger.

Aprenderam a recuar.

A observar.

A desconfiar.

A não se entregar.

E talvez seja por isso que meu corpo trema às vezes.

Talvez seja por isso que minha garganta se feche.

Talvez seja por isso que exista esse cansaço que não é apenas do corpo.

É um cansaço de alma.

Um cansaço de quem passou tempo demais tentando ser forte.

E minha criança me olha novamente.

Dessa vez, não cobra.

Só pergunta:

— Você ainda se lembra de mim?

E eu quero dizer que sim.

Que me lembro daquela menina que inventava mundos.

Que se encantava.

Que ria alto.

Que sonhava sem pedir autorização.

Que acreditava que a vida poderia ser bonita simplesmente porque estava viva.

A menina que não precisava se explicar o tempo inteiro.

A menina que era inteira.

A menina que se apaixonava pela vida antes mesmo de saber o que era paixão.

Ela ainda está aqui.

Eu sei.

Só está cansada.

Está escondida em algum lugar dentro de mim, esperando que eu tenha coragem de voltar.

Não para ser quem eu era.

Mas para recuperar aquilo que nunca deveria ter perdido.

Minha verdade.

Minha espontaneidade.

Minha capacidade de sentir.

Minha coragem de sonhar.

Minha autenticidade.

Minha capacidade de amar sem me abandonar.

Talvez eu não precise voltar no tempo.

Talvez precise apenas voltar para mim.

Porque aquela menina não morreu.

Ela apenas se calou.

E talvez o choro que hoje aperta minha garganta não seja o fim dela.

Talvez seja o começo da sua volta.

Então, se ela me perguntar novamente:

— Quem é você agora?

Talvez eu finalmente consiga responder:

Sou a mulher que sobreviveu a tudo aquilo que tentou me afastar de mim.

E estou aprendendo, devagarinho, a voltar para casa.

Para dentro de mim.

Para onde aquela menina ainda espera.

De braços abertos.

Com os olhos cheios de sonhos.

E, quem sabe, quando eu finalmente chegar até ela, ela sorria e diga:

— Agora sim… eu reconheço você.

Hoje me encontrei pensando na minha versão criança: como aquela menina estaria orgulhosa da mulher que me tornei e dos méritos conquistados. Pois um ser pequeno acreditou em si mesmo, buscou os horizontes da vida e buscou o conhecimento, tendo a dedicação como base e sem esquecer as suas raízes.
Saber que a flecha 🏹 e o arco precisam de foco, disciplina e impulso me fez forte. Caí várias vezes, tirei as pedras do caminho e as carreguei comigo; a cada dia acordo mais sorridente, pois as pedras já estão tomando forma

"Amor Menina"

Um dia um homem
Amou uma menina
Sem saber como seria.
Esse amor se fez poesia
Mas se escondeu nos vales do impossível...
Um dia esse amor, tanto quanto aquela menina,
Cresceu
E se tornou maior do que o tempo
E o destino...

Um dia um homem amou uma mulher
Um amor louco e maior que o tempo e
o destino...
Mas ainda parecia impossível
Até que amor virou menino e o homem se rendeu ao tempo...

Tendo também o tempo se rendido ao destino.

Ah amor
Que o tempo regou
Ah destino que uniu os amantes,
Num louco e possível amor.
Um amor menino
Sempre renovado.
Que seja, como se sabe,
Eterno
Em várias vidas.
Amor menino
Amor menina...

*Menina das Vieira*

Ela é a menina das Vieira
Que veio de tão longe
E que morava tão perto
Já chegou semeada,
E cheia de vida
Pra dar vida a mais uma vida

Veio de longe o destino
Mas ficou perto o carinho
No ventre um mundo inteiro
No peito um amor pioneiro

Ela é chegada, é casa, é chão
É começo é continuação, e toda minha inspiração

(Saul Beleza)

*Menina Vieira,*

Você não deixa ser amada.

É como fruta madura, pronta, doce, na hora certa de ser colhida.
Mas se esconde entre as folhas.
Com medo da mão, com medo da queda, com medo de não ser guardada direito depois.

Menina, não precisa se esconder mais.

Eu não quero te arrancar do pé com pressa.
Quero te colher com cuidado. Te esperar amadurecer no meu tempo, no meu peito.
Quero ser cesto, não faca. Quero ser casa, não fome.

Se entregue.
Deixa eu te amar do jeito que você merece: sem susto, sem pressa, sem ter que se esconder entre as folhas pra se proteger.

Você já tá pronta. E eu já tô aqui.
Só falta você acreditar que pode ser colhida sem ser machucada.

Deixa eu te amar, Menina Vieira.
Só isso.
(Saul Beleza)

Menina teimosa


Escaladora de montanhas muito altas conhecida por ser inimiga do desfibrilador,
Incansável corredora das pistas que fleta com o eletrocardiógrafo,
Ela é afrontosa e sarcástica com o seu próprio karma,
Nos três poderosos pedidos para o gênio da lâmpada ela não pestanejou e pediu por ele três vez seguidas,
Ela é duro na queda é rocha pura nos sentimentos, mas peca na insistência de construir seus castelos em cima da areia fofa.

Sou mulher...Sou menina...

Sou uma mulher que anda de salto alto. Ás vêzes...
Uma menina que brinca quase todo o tempo...
Sou uma mulher que luta...
E uma menina que chora...
Sou uma mulher cheia de desejos...
E um menina cheia de sonhos, planos e projetos...
Sou uma mulher que briga, e briga feio...
E uma menina que perdoa, facim, facim...
Sou uma mulher que faz regime, quando quer...
E uma menina que se “entope”
de guloseimas, quando gosta...
Sou uma mulher que grita, e alto...
E uma menina que ouve, só o que quer...rs
Sou uma mulher que fica triste...
E uma menina que dá risada...
Sou uma mulher que tem grandes irmãos...
E uma menina cheia de “coleguinhas”...
Sou uma mulher que acredita em Deus...
E uma menina que confia no
“Papai do céu"...
Sou uma mulher que "se encanta"...
E uma menina que aplaude...
Sou uma mulher que sobrevive
sem o carinho de determinadas pessoas...
E uma menina que chora de
saudades..
-Haredita Angel

Ainda sou a menina flor!
Aquela por quem um dia você se apaixonou.
Em teus braços me fiz mulher.
Entre os lençóis do amor me fiz mãe.
Entre passos no tempo me fiz vó.
Fostes o homem que me viu crescer.
És o homem que eu sonhava ter.
Desde que a flor era menina...

Flor menina.
☆Haredita Angel

Sou uma mulher que adora flores,
e uma menina que corre atrás das borboletas.

Sou uma mulher que peca, e uma menina que todas as noites reza e pede a benção
do Papai do céu e da Mamãe do céu.

Sou uma mulher que sabe que tudo tem; Começo, Meio e Fim, e uma menina inimiga
dos fins.

Sou uma mulher que procura entender tudo, e uma menina que teima em não compreender nada!
Haredita Angel
08.08.25

"O que também me fez fugir das redes sociais foi aquela menina que quis saber meu peso e altura. Achei que ela iria me presentar com um caixão. Oh, Raios... Qual outra razão para tal pergunta?"
Frase Minha 0460, Criada no Ano 2010

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"No ano passado, a filha da minha vizinha venceu o Concurso de Menina Mais Linda do Bairro. 'Ela é mesmo linda e o Concurso não mente', disse a mãe. Neste ano, a menina perdeu. 'Foi fraude', disse a mãe!"
0746 | Criado por Mim | Em 2014

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

..Seria muito difícil pra alguém entender,
mas a menina sofria ao ver seu amor sofrendo. Então ela decidiu, ela pediu com todas as forças a Deus que Ele trocasse as lágrimas daquele amor pelo seu próprio sorriso, e o Senhor te deu de bônus um coração mais forte, porque a menina não imaginava o quanto essa missão seria tão difícil..

Inserida por BarbaraEllenDeLima

PRINCESA

Menina
que segredos guardam
este coração aprisionado?

Que tristeza é esta em seus olhos
sempre tão cabisbaixos?

E teu sorriso?
Onde escondeu-se sua alegria?

Levaram embora
seus sonhos e fantasias?

Deixe-lhe que eu cure
suas feridas mal curadas...

Que eu faça parte dos seus sonhos
na romântica madrugada!

Dar-lhe-ei a lua como presente,
simbolizando o meu amor onipotente!

Enxugarei suas lágrimas
que correm como cascatas em seu rosto...

De mim não terás decepção
ou desgosto!

E servir-te-ei prazeroso
e curvarei-me a sua beleza...

E não estranhe ou ache exagero
ao ver-me chamar-te de Vossa Alteza!

É que por ti, morro de amor
e farei de você
minha Princesa!

Inserida por MellGlitter

Ela é atrevida, sexy e charmosa,
sabe ser meiga e ao mesmo tempo interessante,
olhos de menina, e paladar de mulher,
nome estrangeiro, calças rasgadas no joelho,
ela para qualquer olhar e qualquer um.

Thalia, a menina que me alucina,
que faz com que eu perca meu sono,
mas que eu tenha vontade de dormir ao mesmo tempo,
apenas para sonhar com ela.

Parece droga, viciante,
algo parecido com coisa de outro planeta,
rosto de anjo, mas que faz eu cometer pecados,
e faz com que eu a busque aonde ela estiver,
só para poder tocar seu rosto e beijar tua boca.

Não sei o que é mais forte,
a ansiedade de te ver,
a vontade de te beijar,
ou o sentimento de te ter.

Inserida por danilofina

Análise de uma menina-mulher

Para uma mulher de mais de trinta, algumas descobertas podem fazer com que seu mundo caia.
Não desmoronei por não ser forte, não caí por não aguentar a vida e não me machuquei por não conseguir brincar. Apenas desmoronei, cai e me machuquei quando descobri que o príncipe não iria mais vir, e que ele, na verdade, não estava perdido no caminho com seu cavalo branco, e sim que realmente ele não chegaria. Demorei anos para aceitar esta verdade e até hoje, no fundo do meu coração, ainda tem uma parte de mim que ainda acredita. Me tornei uma pessoa estranha, confusa e perdida por não querer aceitar esta realidade. Hoje sou mais sonhadora do que antes e tenho ainda esperanças que um dia irei acordar e estar vivendo o meu conto de fadas e com o tão esperado final feliz e o príncipe salvando a princesa da bruxa má.
Será que sou normal por pensar assim? Por ser tão sonhadora? Por acreditar em contos que sei que não existem?
Apesar de todos os males que os contos me provocaram, eles também me ensinaram a ser esta pessoa cheia de esperança que sou hoje, apesar de viver num mundinho só meu: tenho minha família, minha casa, meu trabalho. Acordo todos os dias às 6 horas da manhã e saio para a batalha. E à noite, quando chego em casa, faço comida, preparo tudo para o próximo dia e só então quando todos já estão dormindo, me perco em meus pensamentos até a madrugada, com príncipes, princesas e muito amor, mas nestes meus pensamentos a princesa não sou mais eu, e sim outras.
A verdade é que sei que não existem príncipes, mas existem homens protetores que salvariam, sim, a mulher que amam. Aquele que destrói meio mundo para se vingar de alguém que fez mal a quem amam ou então aquele que acorda no meio da noite ouvindo barulhos e sai pela casa para ver o que é.
Este, sim, seria o príncipe encantado: o super protetor, apaixonado e companheiro.
Quem sabe um dia...

Inserida por epiresmila