Textos de Mãe para Filho

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Maior inspiração de um homem muitas vezes é o pai,ou a mãe.
Más a maior inspiração deveria ser os dois juntos.
Porem nem todos filhos tem esse privilégio.
Eu tive um pequeno privilégio de usar todo bem e amor que tive de mãe para assim ,ser quem eu sou.
Mesmo com a perda da minha mãe, aprendir tanta coisa com ela que fez eu vira um homem e não um moleque imaturo.
Quando uma mãe educar seus filhos de verdade, eles tornam homens, ao contrário si tornam moleques mimados.

Gotas de lágrimas

Quando eu era criança presenciei inúmeras vezes a minha mãe chorar, horas para pedir a clemência de Deus, horas para agradecer pela clemência que Deus concedera a ela.

Presenciei inúmeras vezes suas lágrimas ocasionadas pelo preconceito que ela sofria por conta da vida humilde que ela tinha, quantidade de filhos que sustentava, e por que ganhava a vida sozinha.


Zombavam da sua casa simples Que era feita de alvenaria sem estrutura, enquanto minha mãe chorava de felicidade por sair da tapera cujo teto e as paredes eram feitas de tapete.

Sem entender o motivo de suas lágrimas, por conta da pouca idade que eu tinha, me perguntei inúmeras vezes porque tantas lágrimas caia.

Hoje eu sendo mulher, mãe de dois filhos e sozinha, vejo os mesmos motivos das lágrimas da mãezinha.

E como ela chorou, eu também posso chorar horas para agradecer a Deus por tanta clemência, horas para pedir de Deus clemência.

Nesse momento eu me calarei, não direi uma só palavra, deixarei que minha lágrima caia,
Que fale por mim como as lágrimas da minha mãe falavam.

E como inúmeras vezes por tanta clemência agradecem as minhas lágrimas, por clemência elas rolam de novo, molhando meu rosto pouco a pouco.

Não tenho mais palavras, nesse momento tudo que tenho são gotas de lágrimas.

E SE EU NUNCA CONSEGUIR SER MÃE?


É a pergunta que o silêncio faz
quando o calendário muda,
quando a esperança cresce
e, mais uma vez, escorre em lágrimas.


Há um quarto que ainda não existe,
mas já mora em meu coração.
Há um nome que ainda já foi escolhido,
E é chamado em minhas orações.


Cada atraso desperta um sonho.
Cada sonho veste um sorriso.
E, quando a realidade chega,
leva consigo um pedacinho de mim.


Não choro apenas pelo sangue que desce.
Choro pelo abraço que ainda não dei,
pela canção de ninar que ainda não cantei,
pelos pequenos passos que ainda não ouvi.


E se eu nunca conseguir ser mãe?
Então Deus conhece esse medo
que nem sempre consigo colocar em palavras.


Mas, enquanto a resposta não vem,
escolho acreditar
que os sonhos também amadurecem no tempo.
Que algumas promessas florescem devagar.
E que a esperança, mesmo ferida,
ainda encontra forças para amanhecer.


Porque, no fundo, o meu coração continua sussurrando:


"Talvez ainda não seja a hora...
mas quem sabe um dia eu escute a palavra
que mais desejo ouvir:
mamãe."

Essa é a Minha Mãe


Minha mãe nasceu no regime machista,
onde o silêncio era educação,
onde mulher aprendia cedo
que obedecer também era obrigação.


Ela cresceu ouvindo que homem manda,
que mulher deve compreender,
que certas portas não eram para ela,
e que questionar era aprender a perder.


Hoje ela cultiva o machismo,
não porque inventou suas raízes,
mas porque algumas correntes antigas
parecem familiares demais para serem vistas.


A visão dela é machista,
e talvez ela nem perceba.
Carrega dentro dos próprios olhos
a mesma prisão que um dia a cercou.


O feminismo nunca existiu na vida dela,
não como escolha, não como caminho.
Talvez porque, quando ela era jovem,
ninguém lhe mostrou que havia outro destino.


Talvez ela nunca tenha conhecido o feminismo.
Talvez nunca tenha precisado desse nome.
Talvez tenha apenas aprendido a sobreviver
com as regras que lhe deram.


Não uma vilã.
Não uma santa.
Apenas uma mulher moldada pelo seu tempo,
que carregou o passado para dentro do presente.


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Obrigado por tudo
( Mãe )



Mãe…
Obrigado por tudo.
Eu sei que nunca fui o melhor filho,
Já te trouxe preocupações,
Já errei mais do que deveria,
E mesmo assim a senhora
nunca soltou minha mão.


Mesmo nas minhas fases difíceis,
Seu amor continuou aqui, firme,
Me protegendo em silêncio,
Orando por mim quando ninguém mais acreditava.


Se hoje eu ainda consigo continuar,
É porque existiu uma mãe forte me sustentando.
Uma mulher que chorou escondido
Só pra me ver sorrir depois.


Obrigado pelos conselhos,
Pelos abraços, pelas broncas,
E principalmente por nunca
desistir de mim.
Eu talvez nunca consiga
retribuir tudo…
Mas vou passar a vida
Tentando te dar orgulho.

Mãe,
Teu Amor Ficou em Mim!!!


Mãe…
antes mesmo de eu entender o mundo, você já lutava contra
ele por mim.


Enquanto eu dormia tranquilo,
você perdia o sono.
Enquanto eu sonhava com brinquedos, você fazia planos
pra eu não desistir da vida.


E ninguém viu…
ninguém viu suas lágrimas escondidas no banheiro,
seu cansaço atrás do sorriso,
seu coração apertado fingindo força
só pra eu acreditar que estava tudo bem.


Você me carregou nos braços
quando eu ainda nem sabia andar,
e continuou me carregando em oração mesmo depois que eu cresci.


Mãe…
tem abraço seu que parece casa,
tem conselho seu que ecoa anos depois, tem silêncio seu que diz mais que mil palavras.


Às vezes eu lembro
de quantas coisas você abriu mão…
roupas, sonhos, descanso, vontades… só pra não faltar amor dentro de casa.


E faltou dinheiro algumas vezes…
faltou força…
faltou ajuda…
mas nunca faltou você.


Você foi milagre nos dias difíceis.
Foi luz quando tudo escureceu.
Foi coragem quando eu tive medo.
Foi a voz dizendo:
“vai dar certo”
quando nem eu acreditava mais.


Se hoje eu consigo continuar,
é porque um dia você me ensinou
a não desistir.


E talvez eu nunca consiga devolver tudo…
porque amor de mãe não se paga.
Só se honra.
Só se guarda no peito.


Mas quero que saiba:
cada oração sua ficou viva em mim.
Cada abraço seu virou força dentro da minha alma.


E mesmo que o tempo passe…
mesmo que o mundo mude…
eu sempre vou carregar comigo
a maior prova de amor que Deus me deu:


você.


Feliz Dia das Mães. ❤️

A Rua dos Fracassos


A Rua dos Fracassos guarda os desmemoriados,
minha mãe diz que Deus
apaga a memória da gente
porque não quer ver ninguém sofrendo.
Deixa só uma marquinha no corpo.
Eu fico contando as marcas da minha mãe,
pensando no tanto que Deus teve que apagar.


O rosto macilento e enrugado dela exibe
marcas feias do tempo e das coisas que passou.


Depois de ir ao médico,voltou estranha
e cabisbaixa.Meditativa, calada e determinada
cismou de me ensinar a ler.
Força meus olhos na bela grafia e nada entendo.
Paciente,ela tenta me ensinar mas sou um bicho solto
e impaciente.Louca para fugir e brincar,invejando
os colegas que riem à solta na rua lá fora,
enquanto estou presa,sozinha com ela e os
lápis e cadernos.


Laboriosas letras,desenhadas a perfeição,
que me faz repetir
até doerem os dedos.
Seu olhar perdido,enquanto me diz que um dia
vou ser uma grande escritora.
Eu detesto,mas fico com medo dela
estar enlouquecendo
igual a vizinha que vive penteando
os cabelos na rua e falando sozinha.
Então consigo rabiscar o meu nome
e ela me olha tão feliz
Eu me sinto tão culpada e não digo a ela o que fiz.
Assustada com os tremores nas suas mãos.
A dificuldade ao levantar até um copo.
Então,eu chorei...por não conseguir ser
o que ela sonhou para mim.


As vezes,o fracasso mora junto com a gente.
E não dá para escapar.
O que ela diria,se dissesse
que vendi o corpo
para comprar o jantar?


Andréa

O Presente de Natal

Num Natal, eu botei na cabeça que ia dar um presente para minha mãe.

Nessa época, eu era engraxate. Lembrei-me disso hoje porque aquele Natal também caiu num domingo.

Na rodoviária de Santa Mariana havia um bazar. Certa vez, eu tinha visto ali uma xícara com uma paisagem de neve. Era aquela xícara que eu queria dar para minha mãe.

Só havia uma.

E eu corria o risco de ela ser vendida.

Pedi ao dono do bazar que a reservasse para mim. Ele sorriu e respondeu:

— Quem chegar primeiro, leva.

Isso foi de manhã, por volta das nove horas. E eu não tinha um único centavo no bolso do calção. Meu calção tinha um bolso, mas naquele momento ele estava vazio.

O dia foi passando e nada de conseguir o dinheiro.

De repente, começaram a aparecer alguns dos meus fregueses tradicionais. Um aqui, outro ali, e algum dinheirinho começou a entrar. Mas ainda era pouco para comprar o presente.

Eu engraxava um par de sapatos e, assim que terminava, ia até o bazar para ver se a xícara ainda estava lá.

Nem fui almoçar naquele dia.

À tarde, eu já tinha conseguido boa parte do dinheiro, mas ainda não era suficiente. Continuava trabalhando e, de vez em quando, passava pelo bazar para pedir ao dono que, por favor, não vendesse a xícara.

No fim do dia, quase na hora de fechar o bazar, eu ainda não tinha conseguido juntar o valor necessário.

Então tomei coragem e pedi:

— O senhor não poderia deixar eu pagar o que falta na próxima semana? Eu engraxaria seus sapatos sem cobrar até completar o dinheiro.

Ele nem pensou.

— Nem pensar — respondeu. — E tem mais: já vendi a xícara.

Fiquei olhando para o chão, com os olhos cheios de lágrimas.

Naquele momento, pensei:

Como é difícil a vida de engraxate.

Se eu tivesse guardado o dinheiro dos outros dias...

Mas aquele dinheiro dos outros dias também fazia parte da receita da família. Vez ou outra, eu comprava carne ou alguma outra coisa para comer e levava para casa.

O que fazer?

Eu tinha chegado tão perto de conseguir comprar aquele presente.

Era para ser uma surpresa para minha mãe. Eu queria que ela ficasse feliz naquele dia de Natal.

Peguei minha caixa de engraxar, que havia deixado do lado de fora do bazar, e levantei-a para colocá-la no ombro.

Foi então que alguma coisa me chamou a atenção.

Havia dentro da caixa um embrulho de papel de presente.

E, pelo formato, parecia uma xícara.

Fiquei sem entender.

Hoje, penso que, enquanto eu estava ali, tentando negociar a compra da xícara, em algum momento aquele homem, Vitor, colocou o pacote dentro da minha caixa de engraxar.

Olhei para ele.

Ele me olhou de volta, com os olhos cheios de lágrimas.

Sorriu.

E me desejou:

— Feliz Natal.

Naquele dia, eu não consegui comprar a xícara.

Mas ganhei algo muito maior.

Ganhei a certeza de que, mesmo quando a vida parece dura demais, ainda existem pessoas capazes de enxergar o coração de um menino.

E aquele menino, que só queria fazer sua mãe feliz, voltou para casa carregando, no ombro, sua velha caixa de engraxate.

Dentro dela, além das escovas e da graxa, levava o mais bonito presente daquele Natal:

um gesto de amor.

Tombou a velha árvore.

A natureza-mãe preparou a grama macia para recebê-la.

O tempo não ceifou seus galhos; deixou que tombasse com o orgulho de sua existência.

Tombou a velha árvore na madrugada,
silenciosa.
Não fez barulho algum.

Comportou-se orgulhosa, carregando todas as suas lembranças, e foi deslizando suavemente até repousar sobre a terra.

Mas ficaram suas sementes,
carregando consigo suas memórias,
levando seu cerne para sempre.

Pesquisa no Google de mãe no meu tempo:

Sobrancelha levantada = "te aquieta aí"
Sobrancelha franzida = "você tá pedindo"
Duas sobrancelhas + respirada funda = "em casa a gente conversa"

Era o tradutor oficial da infância.
Não precisava de texto, não precisava de áudio.
Um movimento e a gente já calculava o tamanho da bronca 😂

Eu sou de um tempo que fui educada só com o movimento das sobrancelhas 🤭
Qual era o “código” da sua mãe?

Van Escher 🪐

Cubismo da natureza humana digitalizada no formigueiro humano.
Família constituída de pai mãe e filho e filha, ate fase dimensional globalização.
Mistura dos ideias capitalismo e socialismo.
Ouve desenvolvimento cultura e desenvolvimento Família.
O leque foi aberto mãe pais e pais mães. Assim o cenário mundial tomou um novo formato.
Aonde tínhamos filhos temos pets filhos aonde caminhamos pela imersão da existência contemporânea de reprodução e ideal é reprodução a família... um ideial esta caindo pois planeta está super povoado.
Como tratamos a fome mundial.
Temos um percentual absurdo de gente no mundo.
Que vemos é devastação do planeta e com governantes omissos e aproveitadores, meio ambiente sofre muito, ainda a negacionista, gente aposta no apocalíptico sistema da alienação religiosa e social.

Mãe não vem com manual de instrução, um dia você vira mãe e pah... Sua vida muda completamente!
E em meio à tantas questionamentos, cobranças, auto questionamento, (fiz o melhor?!
Onde eu eu errei?! )
Você vê os acertos e é neles que você tem que focar!!!
Eu sou a melhor mãe que eu posso ser.
No filho você planta as sementes , mas é ele quem vai germina-las, fazê-las florir ou não...⁠

Dia das MÃES
Mãe é o amor sem igual,
Sim amor verdadeiro,
Puro e incondicional
Que ama o tempo inteiro.
Mas por mais que eu tente
Nunca vou explicar
O amor que uma mãe sente
E tão pouco expressar.
Seja numa poesia,
Até mesmo num lindo gesto,
Homenageie todo dia,
É pouco para um amor tão complexo.
Por ser o dom mais bonito,
Não tenho dúvida alguma,
Repare que até Cristo
Veio precisar de uma.
Mãe que se retratam naquelas
Que sofre quando o filho cai,
Também em algumas delas
Que faz até papel de pai.
Naquela que dá lição
Sem nunca ter estudado
Muitas sem formação
Dá aula qualquer formado.
Daquela que tá sempre pronta
Pra ajudar e apoiar,
É aquela que dá bronca
Se acaso precisar.
A conselheira a amiga
Aquela que dá carinho
A que acalma,a que briga!
Não deixa você sozinho.
Aquela que não mede esforço
Pro filho crescer na vida
Passa por tanto sufoco
E as vezes despercebida.
Ser mãe não é fácil não
É uma tarefa bem comprida,
É ter uma preocupação
Pro resto da sua vida.
E pelo o que eu percebo
É a mais solicitada
Uma mãe não tem sossego
Em casa é a mais chamada.
Ela é aquela que liga ,
Em qualquer situação
É quem faz a melhor comida
É a que te dar mais atenção.
Quem tem sua mãe que dê valor
Dê carinho e dê afeto,
Pois quem perdeu é grande a dor
De nunca mais vê-la por perto.
O dia das mães sem ela;
É vago é muito triste
O carinho e o colo dela
É o melhor que existe.
Carregam um amor sem fim
Doces, dedicadas aos filhos seus,
Um amor tão grande assim
Quase igual o amor de Deus.
Nesses versos de carinho
Não falei tudo que queria,
E um dia só é tão pouquinho
Mas Dia das mães é todo dia.
Sérgio.

MÃE QUILOMBOLA!

Talvez o barulho provocado na natureza do meu desejo materno tenha despertado, em nós, a conexão com o amor desta união. O que verdadeiramente revelo não se compara a nenhum outro sentimento já sentido, já experimentado. Uma providência se justifica: as intenções são sagradas!

As bonitezas de ser mãe são como um jardim florido, onde as conjugações sentimentais despertam propósitos divinos. Não há surpresas quando o coração anseia, quando a emoção pulsa em certezas e a ancestralidade presenteia.

A semente do amor brotou!

Em meu útero de mulher preta, vingou.

Meu ventre é solo livre. Nele, uma semente consciente se movimenta, regada pela minha essência. Germinou!

E a descendência, com liberdade, chegou.

A esperança é quilombola: fruto saudável da resistência, alimentada pela memória, pela ancestralidade e pela coragem de existir. Cresce para protagonizar novas trajetórias, abrir caminhos e escrever outras páginas de vitórias na história.

Sou mãe quilombola.
Meu ventre é território.
Minha maternidade é ancestralidade.
Minha descendência é continuidade.
E a semente que germinou em mim carrega a liberdade de florescer. Eli Odara Theodoro

Acredita-se que o amor mais verdadeiro e profundo mora no coração de uma mãe. Esse sentimento começa muito antes do nascimento, ainda durante a gestação, quando a vida começa a se formar em seu ventre sagrado. A cada toque na barriga, ela sonha e imagina o futuro, pensando no mundo que deseja preparar com carinho para seu filho.
Ser mãe é viver um sentimento eterno, nascido do amor mais puro. Mesmo enfrentando os incômodos da gestação, como enjoos e desejos, ela continua sonhando, fazendo planos e acariciando com carinho cada pequeno movimento do bebê, que já bate em harmonia com seu coração.
Os filhos nascem, crescem e, um dia, formam suas próprias famílias, num ciclo onde os sentimentos renascem, marcados pelos laços de um amor que nunca se desfaz. O tempo pode passar, a vida pode seguir outros caminhos, mas, no íntimo de uma mãe, um filho será sempre sua criança — alguém que precisa do seu colo, do seu cuidado, do seu amor incondicional.
Uma vez mãe, sempre mãe. O amor que nasce ali é eterno.
Acredito que Deus, em Sua infinita sabedoria, escolheu as mães como a forma mais pura de expressar o Seu amor. Em cada abraço, em cada gesto de carinho, revela-se a fonte divina da vida. Nos olhos de uma mãe, encontramos a essência mais verdadeira do que é amar sem limites.
Podemos afirmar com certeza que mãe é um anjo, que cuida, protege e, à medida que os filhos crescem, seu amor permanece imutável. O que ela sente vai além de qualquer imaginação, ultrapassa todas as fronteiras. Os instintos de uma mãe nos dão fé em sua direção, pois ela sempre deseja o melhor para seus filhos e luta para que não faltem felicidade e paz em suas vidas.
Mãe é o nome mais doce de se pronunciar. Ela é a base segura de nossos sentimentos, a certeza de que, mesmo quando crescemos, continuamos sendo para ela, eternamente, crianças..

“Como eu não poderia amar minha mãe com todas as minhas forças?
Se o próprio Deus declarou que o amor de uma mãe é o amor humano que mais se compara ao Seu.
E, cá entre nós, Deus me deu o privilégio de ter uma mãe extraordinária. Foi ela quem escolheu um pai incrível e Deus me presenteou com irmãos maravilhosos.
Sou imensamente grato a Deus por essa família.”

A velha árvore
Tombou a velha árvore.

A Mãe Natureza preparou a grama macia para recebê-la.

O tempo não ceifou seus galhos. Deixou que tombasse com seu orgulho de nascença.

Tombou a velha árvore na madrugada.
Silenciosa. Não fez barulho algum.

Comportou-se orgulhosa, com todas as suas lembranças, e foi deslizando devagar.

Levou consigo as memórias de suas sementes, que agora levarão seu cerne para sempre.

Tombou a velha árvore.

Mas suas sementes ficaram.

Mãe

Ela não comprava pra si,
comprava para as filhas.
Não comia primeiro,
servia primeiro as filhas.

Deixava o seu sonho de lado,
para viver o sonho delas.
Escola particular sem poder,
trabalhando dia após dia.
com ajuda da vovó
mas com o amor todo dela.

Ela fez faculdade paga,
mesmo sem poder pagar,
porque mãe dedicada
acha que amor é dar.

E um dia escuta
que nunca incentivou...
Dói. Dói fundo na alma.
Parece que tudo que fez,
se apagou.

Mas não se apagou, mãe.
Nenhum prato que você deixou de comer,
nenhuma roupa que deixou de comprar,
nenhuma noite sem dormir,
se apaga com uma frase.

Você foi e é dedicada.
Você fez o seu melhor.
E o seu melhor foi muito.
Foi tudo.

Fica em paz, mãe.
Quem planta com amor,
um dia a colheita vem.
Mesmo que hoje a ingratidão doa,
o seu valor ninguém tira de você.
Você foi gigante. E ainda é.

Sabe o que eu acho muito engraçado? É que nossa mãe/pai acha que está no direito de dizer coisas extremamente feias para os seus filhos, e em que base cientificamente, no que isso vai ajudar a criança a "crescer"? Ela só vai ficar mal, muitas vezes os adultos erram. "Ai, mas é culpa do celular que ela/ele é assim!" Não, não é, é culpa sua (às vezes).
Acha que brigar, xingar e bater até arrancar sangue da sua/seu filha/filho vai resolver alguma coisa? Não, não vai, isso só vai fazer ela(e) sentir medo de você, não respeito. Acho que quem tem que crescer aqui não são os adolescente, e sim os adultos (a maioria).

Mãe
Missão de cuidar
Sem medida, amar
Ela sempre em construção


Mãe
Ensaia a paciência
Descobre resiliência
E aos filhos dá proteção


Mãe
Uma vida a evoluir
Há dissabores a sentir
Mas segue com doação


Mãe
Zelosa se faz presente
Dedica-se intensamente
E resiste à exaustão


Mãe
Sinônimo de afeto e carinho
Com bravura constrói seu caminho
Sua marca é doçura e emoção


10/05/26