Textos de Ilusao

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“Anjos, asas de ilusão, um sonho audaz.”
Ser assim: brilhar como um farol, luz na escuridão.
Ouvir as músicas que lhe convierem, ser eclético.
Gostar de ir por onde ninguém foi.
Querer viver — viver mais e mais — e não fingir, não esconder no olhar, mas se permitir ser feliz, aqui ou em qualquer outro lugar.

Não! Não vou mudar a minha maneira de ser, pois é isso que me dá vida.
Viver é ter o mundo real na cabeça e os pés firmes no chão; e, ainda assim, nos é permitido sonhar e projetar coisas. É somente assim que transformamos realidades e preenchemos o inexplicável vazio da alma e do coração.

Cante uma canção.
Dance.
Faça a vida entender que você está feliz por estar aqui.

Os sentimentos — ah, os sentimentos! — são eles que fazem toda a diferença. São responsáveis pela criação de tudo o que vivemos… ou deixamos de viver.
O pensamento é a energia que dá forma ao que desejamos materializar.

AOS MEUS IRMÃOS NA FÉ


Não é que o nosso sofrimento seja uma ilusão. Esse sofrimento existe.


Por vezes, sentimos na pele o que Jesus sentiu: medo, pavor, frio, fome, dor, cansaço e desânimo.
Por vezes, o que queremos é dizer as palavras do Mestre: "Pai, se possível, passa de mim este cálice".


Por vezes somos maltratados, julgados mal, caluniados, xingados, desprezados e tratados como se nosso valor fosse muito menor do que é, na realidade.


Por vezes, nossas palavras e "gritos" não serão ouvidos, ainda que utilizemos um alto falante, ou um megafone.
E se formos ouvidos, por vezes não seremos compreendidos.


É assim na vida de quem quer servir a Deus. É assim na vida de quem quer ser fiel.


Por vezes, vamos agir tal qual o profeta Jonas: pagar uma passagem e nos mandarmos para bem longe do problema e da luta, só porque a gente não quer sofrer, nem se envolver com aquilo que a gente "acha" que não é problema nosso.


Em tudo isso, é preciso que a gente abra bem os ouvidos. Que a gente apure a audição espiritual, para "enxergarmos" que é preciso passar por todo esse Processo porque:


1) Sairemos melhores (aperfeiçoados) dessa provação. Sairemos mais parecidos com Cristo, pois Ele também sofreu aqui, por amor a nós.


2) O nome do Senhor será glorificado no mundo espiritual, e entre os homens.


3) Ao final, já aperfeiçoados, iremos desfrutar do banquete preparado pelo Senhor para nós, que tem o gostinho maravilhoso de vitória!


Deus nunca perdeu uma batalha. Não vai ser desta vez que Ele irá perder.


Coragem, servos de Deus! Vamos adiante, porque o Senhor é conosco!


(Fabi Braga, 20/09/2025)

Se a vida for um sonho, que sejamos sonhadores lúcidos.
Porque o que diferencia o sonho da ilusão é o despertar dentro dele.
Talvez Deus não nos tenha colocado em um mundo para sermos reais,
mas para percebermos a ilusão e transformá-la em consciência.
O sonho é o palco, a alma é a atriz, e a realidade é apenas o nome que damos àquilo que acreditamos acordar.

Sou do tipo falastrão, pois não gosto de mentiras, falsidade ou de gente que se apega na ilusão...

Às vezes peco pela sinceridade, coleciono alguns inimigos, pessoas que não gostam da verdade, a maioria se apresenta como gente manipuladora, que não se aguenta em pé diante de um fato, de uma realidade...

Não me escondo, pois a minha vida é como um livro aberto, exposto, em cada página registrada...

Brinco, me divirto e dou inúmeras risadas, sou feliz e adoro mostrar a minha história, a minha jornada, enfatizando que sou fiel e que não tenho medo de nada...

A vida é feita com etapas, já tive momentos tristes, com choro e lamentos, com pedras que já me foram atiradas, mas em contrapartida, recebi muito mais flores perfumadas...

Este é o desabafo de um menino que cresceu na estrada, que já brigou com o mundo, mas que nunca perdeu o rumo da jornada, pois Deus sempre esteve com ele, e estará por toda caminhada, pois a vida não termina, ela apenas segue para uma nova etapa...

O Amor e a Ilusão da Semelhança


Talvez uma das maiores curiosidades dos relacionamentos seja que raramente nos apaixonamos pelo desconhecido.


Quase sempre existe algo familiar no outro. Um jeito de enxergar a vida, uma ferida parecida com a nossa, um sonho compartilhado ou uma forma de sentir que reconhecemos sem perceber.


A semelhança aproxima.


Ela cria pontes, gera identificação e nos faz acreditar que encontramos alguém capaz de compreender aquilo que muitas vezes não conseguimos explicar.


Mas existe uma armadilha silenciosa nesse processo.


Depois de encontrar afinidades, passamos a desejar ainda mais correspondência. Aos poucos, deixamos de conhecer a pessoa que está diante de nós e começamos a compará-la com aquilo que esperamos dela.


Sem perceber, trocamos a descoberta pela expectativa.


O amor então corre o risco de deixar de ser encontro para se tornar exigência.


Talvez por isso os relacionamentos mais saudáveis não sejam aqueles em que duas pessoas se tornam iguais, mas aqueles em que aprendem a conviver com suas diferenças sem perder o respeito, o cuidado e a admiração.


Existem muitos tipos de amor.


Mas o amor que realmente transforma não é aquele que encontra alguém parecido conosco.


É aquele que nos ensina a acolher aquilo que é diferente sem desejar controlar, corrigir ou moldar.


Porque amar não é encontrar alguém que confirme quem somos.


É aprender a crescer ao lado de alguém que também está tentando descobrir quem é.


— Wander von Muller

A Ilusão das Respostas Definitivas


Existe uma inquietação comum aos seres humanos: a necessidade de encontrar respostas finais para tudo.


Queremos compreender o mundo, explicar os acontecimentos, prever o futuro e determinar com segurança o que é certo ou errado.


Talvez seja por isso que a dúvida nos incomode tanto.


Ela nos lembra que a vida é maior do que nossas conclusões.


Grande parte do sofrimento humano nasce da tentativa de controlar aquilo que não pode ser controlado. Queremos acelerar processos, mudar pessoas, corrigir caminhos e antecipar resultados.


Mas a existência raramente obedece às nossas expectativas.


A vida possui ritmos próprios.


As pessoas possuem tempos próprios.


E a verdade, muitas vezes, revela apenas fragmentos de si.


Talvez a sabedoria não esteja em acumular respostas, mas em aprender a conviver com as perguntas.


Porque algumas questões não existem para serem encerradas.


Existem para nos manter despertos.

Manifesto do Nadar


Bati de frente com a ilusão e me decepcionei.
Schopenhauer me mostrou o mundo sem filtro. Dói, mas é real.


Nietzsche me deu a chave: se não tem sentido pronto, cria o teu.
Libertar-se é parar de pedir permissão pro rebanho.


Sartre pesou essa liberdade.
Você é livre, sim. Mas cada escolha tua carrega consequência.
Ninguém vive por você, e você não vive por ninguém.


Bauman me ensinou a nadar entre os maremotos.
O mundo é líquido, caótico, sem chão.
Não parei a onda. Aprendi a não me afogar nela.


E quando achei que precisava explicar tudo, veio Clarice:
_Nem tudo pede explicação. É mistério._


Então eu sigo.
Sem ilusão, com liberdade, carregando a responsabilidade,
nadando no caos, e respeitando o que não cabe em palavra.


Filosofando com os filósofos
De Marcio Melo

O diabo não gasta flecha com quem já jaz caído.
Para os que se afogam na ilusão, ele oferece banquete e riso,
para que durmam tranquilos no berço da distração,
sem ouvir o eco da própria ruína.


Mas aos que sangram de pé,
aos que seguram a fé como quem segura a vida,
a esses ele persegue.
Porque são os únicos que ainda podem escapar.
E é deles que ele quer roubar a alma,
arrastando-os para o brilho falso da sua festa.


A festa e o ilusionista
Por marcio melo

A vida é arquitetada para nos vender uma ilusão: a de que somos os protagonistas, os mestres no controle de nosso próprio destino. Mas a verdade nua e crua é que o controle pertence, unicamente, a quem tem dinheiro.




Para o resto de nós, a agência é uma farsa. Não temos poder real de escolha, não temos voz, não temos um lugar de fala que seja verdadeiramente ouvido. Nossa função no sistema é simples e brutal: existir, crescer e, acima de tudo, enriquecer uma minoria que monopoliza a vida que todos nós desejaríamos — ou melhor, que todos teríamos o direito de viver.




E, como insulto final, somos forçados a engolir o consolo barato de que "amanhã será um novo dia". Que mentira. Nunca há um novo dia. Há apenas uma nova data no calendário para repetirmos o mesmo ciclo exaustivo, enquanto nos iludimos com a sensação de avanço ao adquirir coisas supérfluas, conquistas vazias que não preenchem absolutamente nada.




Esses pequenos prazeres materiais, que nos oferecem um alívio fugaz, logo revelam sua total inutilidade. Então, em um raro momento de clareza, a verdade nos atinge como um soco: todo o dinheiro gasto nessas distrações deveria ter sido guardado para uma fuga. Para um destino desconhecido, um lugar para, finalmente, ESFRIAR a cabeça e talvez sentir, nem que seja por um único e miserável instante, a brisa do que a vida de verdade poderia ser.

Anjo


És tu ilusão da minha mente?
Projeção dos meus desejos?
Materialização das minhas carências?
Ou minh'alma que transcende?


És um anjo em minha vida.
És de fato o que vejo?
Fé da minha expectativa?
Ou o amor que tanto almejo?


Poema de verso e cânticos
Platônico amor romântico
Me criva na tua memória


E nesse universo quântico
Quando eu pensar no meu anjo
Que eu viva na tua história.


Reeditada em 16/7/26

Será que sou uma pessoa ruim?


A pergunta parte da ilusão de que exista algo fixo em mim — uma essência, um rótulo, uma verdade escondida esperando ser descoberta.


Mas talvez não haja nada por trás.Talvez eu não seja “bom” nem “ruim”, apenas um ser lançado no mundo, condenado a existir antes de se explicar.


A angústia não vem do erro, mas da liberdade:não há destino escrito, nem justificativa suficiente, apenas escolhas que se acumulam e depois parecem sentença.


E se não há essência que me defina,também não há culpa que me absolva por completo.


Resta o desconforto de ser aquilo que ainda não terminei de escolher ser.E a estranha responsabilidade de continuar — mesmo quando nada dentro parece pedir continuidade.

Pare de acreditar que as coisas vão melhorar por conta própria. Isso é ilusão e desencadeia atraso de realizações. A mudança começa quando você faz os ajustes necessários, alinha-se ao lado bom da vida, decide agir e faz acontecer. Seja obstinada e nunca desconecte a chavinha dos sonhos! Seja teimosa, inflexível e inabalável quando o assunto for “tudo o que você deseja para si mesma!”

(Aline M. Abdalah)

Minhas sinceridades não estão expostas em versos para á incompreensão de uma ilusão desinteressada.
Teu silêncio transparece infinitamente a esperança para um caminho de felicidade onde á espera se manteve com a devida paciência em um brilho que reluziu de um céu altíssimo.
Curiosamente uma palavra transcendeu á um sentimento puro e verdadeiro, pois se mostrou indiferente com a felicidade.

⁠Giz e ilusão de aço


Esconda as lágrimas
por detrás desse sorriso.
Enxugue as palavras,tristes rimas
da tristeza em compasso.
Eu também faço isso.
E vem,apenas vem,
que te abraço.
Compondo,por ti,
as mais lindas poesias.


Vem ...minha inspiração
nesse corpo em agonia.
Descreveria minhas fantasias,
ilusões,poesia e disfarces
em cada traço
como alicerces.
Só para te ver feliz
e aliviar seus cansaços.


Somos apenas corpos de giz.
Crendo que somos feitos de aço.


Andréa

Exigir maturidade de quem vive na ilusão é desperdiçar sua própria paz em um poço sem fundo.
O tempo corre veloz e não aceita devoluções, tornando um luxo insistir no que é estéril.
Saber a hora exata de se retirar de diálogos vazios é o maior sinal de sabedoria prática.
Direcione sua energia preciosa apenas para os solos férteis

A Ilusão da Força.


Muitas vezes, o ser humano se deixa cegar pelo orgulho e comete a injustiça de humilhar ou magoar aqueles que cruzam o seu caminho em uma posição de aparente fragilidade. Sentir-se superior por conseguir subjugar alguém que não pode reagir é, na verdade, a maior demonstração de fraqueza que uma alma pode dar a si mesma. A espiritualidade nos ensina, em silêncio, que toda ação gera um eco na nossa própria jornada e que a verdadeira força reside na mansidão e na justiça. Tratar o outro com desdém apenas porque ele parece indefeso é plantar sementes de amargura no próprio solo, esquecendo-se de que a colheita do que fazemos é sempre certa e individual.

O que achei depois da ilusão


Esta não é uma carta de prosperidade.
Não é um relato de vitória.
Não é uma narrativa otimista construída para convencer alguém de que tudo acontece por uma razão ou de que, no final, tudo ficará bem.
Não sei se ficará.
Escrevo de um intervalo.
Um espaço estranho entre quem fui e aquilo que ainda não sei nomear.
Durante muito tempo acreditei que estava vivendo minha própria vida.
Hoje suspeito que apenas executava uma sequência de instruções herdadas.
Estude. Trabalhe. Produza. Conquiste. Resista. Suporte.
E eu suportei.
Suportei tanto que transformei o peso em identidade.
Passei a admirar minhas cicatrizes mais do que minhas necessidades.
Confundi exaustão com virtude.
Confundi utilidade com valor.
Confundi sobrevivência com existência.
Fui o homem que carregava.
O homem que resolvia.
O homem que seguia.
O homem que sempre encontrava uma forma.
Mas ninguém me perguntou se eu ainda queria carregar aquilo tudo.
Nem eu.
Talvez porque algumas perguntas sejam perigosas demais.
Elas não derrubam apenas respostas.
Derrubam estruturas inteiras.
Então o abismo apareceu.
Não como um monstro.
Não como um inimigo.
Mas como um espelho.
E pela primeira vez percebi algo perturbador:
eu não estava com medo do abismo.
Estava com medo do que descobriria sobre mim ao olhar para dentro dele.
Porque durante anos me tornei especialista em observar o mundo.
Analisei sistemas.
Pessoas.
Comportamentos.
Estratégias.
Falhas.
Mas havia uma região inteira de mim que permanecia interditada.
Uma caverna onde escondi desejos.
Medos.
Raivas.
Carências.
Sonhos abandonados.
Partes de mim que não cabiam na narrativa do homem forte.
E quando aquela porta começou a abrir, tudo entrou em conflito.
A carreira.
Os relacionamentos.
As crenças.
A espiritualidade.
A identidade.
A própria ideia que eu tinha sobre quem era.
Descobri que saber meu nome não responde quem sou.
Saber meus gostos não responde quem sou.
Saber meus objetivos não responde quem sou.
Nem mesmo minhas conquistas respondem.
Porque existe um ponto da existência onde o currículo perde valor.
Onde a performance social perde força.
Onde os títulos deixam de explicar a alma.
E foi exatamente ali que me encontrei.
Ou talvez tenha sido exatamente ali que me perdi.
Ainda não sei.
Só sei que algo morreu.
Não fisicamente.
Mas simbolicamente.
Morreram versões de mim que eu jurava serem definitivas.
Morreram certezas.
Morreram personagens.
Morreram narrativas que me mantiveram funcional por anos.
E quando a poeira baixou, restou apenas o silêncio.
Um silêncio pesado.
Incômodo.
Sem promessas.
Sem aplausos.
Sem distrações.
Foi então que percebi que minha solidão não era ausência.
Era convocação.
Ela não queria me punir.
Queria conversar.
Queria que eu sentasse diante dela sem telefone, sem trabalho, sem justificativas e sem fuga.
Queria me apresentar a alguém que passei anos evitando.
Eu mesmo.
E essa conversa continua acontecendo.
Nem sempre de forma gentil.
Nem sempre de forma bonita.
Às vezes ela chega como revolta.
Às vezes como vergonha.
Às vezes como tristeza.
Às vezes como uma pergunta simples que destrói uma semana inteira:
"Se ninguém esperasse nada de você, quem você escolheria ser?"
Ainda não tenho a resposta.
Mas pela primeira vez parei de fingir que tenho.
Hoje compreendo algo que antes me ofendia:
a consciência tem um preço.
Toda visão ampliada dói.
Toda lucidez cobra.
Toda verdade exige espaço.
Porque enxergar não é ganhar conforto.
É perder ilusões.
E nenhuma ilusão abandona o palco sem resistência.
Por isso não escrevo esta carta como alguém que venceu.
Escrevo como alguém que despertou.
E despertar não é um momento glorioso.
É um processo brutal.
É perceber que algumas das grades eram feitas pelas próprias mãos.
É descobrir que parte do sofrimento vinha das correntes que chamávamos de identidade.
É admitir que certas escolhas eram abandono disfarçado de responsabilidade.
Hoje caminho sem muitas respostas.
Mas com menos mentiras.
E isso precisa bastar por enquanto.
Não sei exatamente quem me tornarei depois desta travessia.
Mas sei quem não consigo mais continuar sendo.
Talvez esse seja o verdadeiro começo.
Não a certeza.
Não a paz.
Não a iluminação.
Mas a coragem de permanecer acordado enquanto tudo aquilo que era falso desmorona.
E continuar olhando.
Mesmo quando o abismo devolve o olhar.

O EFÊMERO BRILHO DA ILUSÃO


Por gerações, a ideia de que "os opostos se atraem" foi romantizada, vendida como a magia que equilibra o caos e a ordem. Milhares de pessoas, sem conhecimento real da dinâmica dos relacionamentos duradouros, repetem essa frase como um mantra. No entanto, é a maior tolice. A realidade é que os opostos podem até gerar uma faísca inicial de curiosidade, um breve momento de novidade, mas essa mesma oposição é o que, no fim das contas, os afasta. A atração momentânea cede lugar ao atrito constante. O que sustenta uma ponte sobre o abismo do tempo não é a diferença de seus pilares, mas a igualdade de propósito e a força da mesma matéria. São os iguais que se achegam, que encontram um terreno comum onde podem, de fato, construir um novo horizonte rumo a um maravilhoso futuro juntos.

O REFLEXO E A METAMORFOSE DA ILUSÃO




A busca por um parceiro ou companheiro é, fundamentalmente, a busca por um espelho. Não um espelho que reflete nossas imperfeições, mas um que ecoa nossos valores, sonhos e a essência de nossa alma. A ideia de que "os opostos se atraem" sugere uma completude por meio da carência, uma visão que rapidamente se mostra insustentável. As pessoas que realmente se conectam descobrem que a verdadeira força está na semelhança, na partilha de visões de mundo. Elas não buscam alguém para preencher um vazio, mas alguém para caminhar na mesma direção. É na igualdade de propósitos que a jornada se torna prazerosa e o destino, alcançável. Juntos, os iguais descobrem um novo horizonte, pois partem do mesmo ponto de entendimento e seguem rumo a um maravilhoso futuro construído em bases sólidas e compartilhadas.

Sinceridade é meu jogo, não brinco de ilusão,
digo na cara, sem medo, sem enrolação.
Se minha verdade assusta, não é meu problema, não, quem foge do espelho,
não merece meu chão.
Quem fica, fica forte, com alma e coração,
sem máscara, sem mentira, só pura conexão.
Sou raio de clareza, luz que corta a escuridão,
quem entende meu brilho, ganha minha devoção. ✨