Textos de Filosofia
Para solucionar uma dúvida, é só você duvidar da dúvida que você está duvidando, consequentemente sua dúvida duvidará da dúvida que você deixou de duvidar, que logo em seguida formou outra dúvida que será mais uma dúvida que você terá que solucionar, mas a dúvida que você duvidou, não será mais uma dúvida qualquer, e sim uma dúvida mais duvidosa.
Vejo a vida como uma peça única, quando nasce estreia, quando criança aprende, quando adulto pensa e logo cria sua história no decorrer do tempo. Por isso permita-se a criar uma nova história e descubra o quanto será valorosa sua peça deste palco mundo que nos foi presenteado. Chorar, cantar, sorrir, dançar, sentir emoções e sentimentos sentirá somente quem se arrisca de fazer da peça uma grande história de vida. Quando a cortina desse palco fechar, deixe caminhos para que os sábios possam seguir e aprender com a história que criastes com amor e dedicação.
Assim como em medicina não se questiona os valores do paciente angustiante, e nem se comporta como juiz de suas ações, mas se assume o papel de lhe reconstituir sua saúde, assim devemos nós, sobre qualquer ser vivente neste planeta que esteja sofrendo, nos oferecer como apoio e ponte para que restauremos a sua dignidade humana.
Entre nossos amigos, é melhor termos feito o apóstolo Pedro, que era grosseiro, intempestivo, irritadiço e genioso, mas acabou sendo o representante da própria igreja, do que feito Judas Iscariotes, que se dizia fiel, repleto de juras de amizade eterna e aparentemente preocupado com as pessoas, mas trai o amigo com um beijo e troca a amizade por 10 moedas de prata.
Como a eletricidade que passar por um fio cria um campo magnético ao seu redor, e este altera de intensidade conforme o respectivo fluxo, assim se dá diante de nossa tomada de ações na vida, a qual cria um magnetismo que atrai e impulsiona os pares afins, sendo proporcional a nossa força de atuação.
Muitos dizem que querem mudanças em suas vidas, e falam até que já tentaram várias vezes, mas que só conseguiram ilusão, frustração e descrédito. Mas o que geralmente ocorre, na verdade, é que falam que querem mudanças, mas se encontram apegados a tudo como sempre tem sido. É como alguém diz que quer mudar de lado da calçada, mas continua a insistir em caminhar pelo mesmo lado. Toda escolha acarreta uma perda, e é preciso estar preparado, tanto para receber algo, quanto para o que for necessário vir a perder para que este novo ocupe o seu lugar e se estabeleça.
Seja em que situação for, mesmo naquela que nos parece não ter mais como prosseguir e que não existe mais opções possíveis e formas de melhorar, sempre existirá possibilidade de análise de novas ações a se tomar e, não poucas das vezes, são nestas situações extremas que alcançamos os maiores 'insights' ou uma importante epifania, iniciando as maiores conquistas de nossas vidas.
Promovermos a PAZ está para muito além de abraçarmos árvores e soltarmos pombas brancas, mas sim desafiarmos tudo o que não contribua para a mesma em suas diversas instâncias sociais, desmistificando conceitos, questionando modelos apresentados, apoiando tentativas dignas, violando inclusive o estado aparente de paz se percebemos se tratar de um engodo projetivo de um mal maior.
Para colhermos bons resultados do que plantamos (como filhos, projetos, relacionamentos amorosos, profissão que abraçamos e etc.), faz-se necessário que tenhamos paciência para que se desenvolva tudo no tempo adequado, e que fiquemos acompanhando o desenvolvimento deles para certos ajustes necessários ao bom desenvolvimento seja feitos, e então devemos colher seus frutos somente quando estiverem prontos para tal, pois se atropelarmos qualquer processo, podemos perder o que buscamos, como amargo é o fruto que arrancamos da árvore antes de estar maduro, sendo assim de que nada servirá.
O Eu Acho é aquele cara auto confiante, sem medo de se comunicar, tem sempre mais conclusões do que informações, adora estar em debates e dar a última palavra. Porém é isolado, as pessoas não gostam muito de convida-lo para conversar, entretanto em um certo dia ele se apaixona loucamente por uma mulher descolada, uma mulher moderna, uma mulher que não tem idéias próprias igual ele, más é recíproco a paixão e os dois se casam, trazendo para as próximas gerações um exemplo e uma reflexão... Quem diz que Deus não da asas a cobra?
Jamais entendi os jovens, e jamais conseguirei compreender os mais velhos, minha idade é única por isso os que me acompanham e conseguem perceber que estamos presos em um lapso temporal criado apenas para nossa geração, é abastecido com coisas e momentos limitados a nossa instrução e relação com a sociedade atual, em termos mais práticos, o que consumo hoje é voltado apenas para minha geração, e o que os jovens consomem é apenas para a geração deles, e sempre foi e será sempre assim, e quando percebemos isso ficamos assustados, pois não conseguimos transmitir as ideias e conceitos para os demais, teremos que aguardar a chegada deles a esta mesma idade para que possam chamar isso de aprendizado de vida.
Para a estupidez humana não há e nunca haverá limites; pois a nossa existência é de tal forma que nos faz refletirmos sobre nossa própria reflexão ao ponto de ser indistinguível toda e qualquer forma que supostamente haveria nos criado, programado ou qualquer sinônimo que haja para a fase de criação de nossa espécie ou de nossa programação em geral.
O Egito é um país de muitos contrastes. Contrastes sociais, contrastes políticos, contrastes religiosos e esses contrastes você vê na rua, prédios milionários ao lado de miséria. Cairo parece uma grande favela, mas eu aprendi com isso que eles se importam mais com o interior. Por fora, sem tinta, sem embolso, sem cor, mas por dentro tapetes caros, lustres luxuosos, corrimãos de ouro. Contrates. Adultos brigões e nervosos, crianças sorridentes e amigáveis. Contrates... Contraste religioso, um pregando a paz através da tolerância, da aceitação dos diferentes o outro da aniquilação sumária do oposto. Contraste. Contraste político. Um governo populista que roubou em um ano o que o governo militar roubou em trinta. Extremos. No museu, só o esquife do Tutankamon tem mais de uma tonelada e meia de ouro maciço, na rua pobreza. Vai levar tempo pra eu digerir tudo o que eu vi, vai levar tempo pra eu compreender esse mundo. Mais uma coisa é certa, eu compreendi logo de cara que o que importa é o que está aqui dentro. Não importa o que as pessoas vêm, não importa. Só importa o que está dentro de nós. Aqui dentro... um coração de ouro... para amar... aqui dentro, uma mente iluminada, inteligente o suficiente pra saber que ela é limitada e que tem muito a aprender. Porque para uma mente expandir ela não pode se isolar em extremos, ela tem que fazer curvas como o Nilo. E acho que muito mais do que conhecer tudo isso, eu conheci a mim mesmo.
"Criei filosofias de vida a fim de buscar certo sentido na vida que a religião e a ciência não estivessem envolvidas e percebi o porquê são retratadas como um refúgio para a maioria: porque a vida não se tem um sentido racional, sem uma pitada de criatividade, teoria ou de fé. É engraçado dizer isso a público, pois muitos, que já imagino quem, pensarão: “E por que não se entrega de uma vez? Por que não faz o que aprendeu dês de criança?”. Bem, diferente de grande parte das pessoas, viver com um sentido/esperança/crença não se está em minha lista de “Coisas básicas para viver”. Afinal de contas, não sinto necessidade de ter um propósito, objetivo de vida ou até mesmo uma esperança que demais se submetem por medo da morte; algo irracional visto que o dia que você morrer, será impossível evitar. Para mim, o sentido da vida é evoluir – Reconhecer nossos erros e nos empenhar para mudar, principalmente as características/pensamentos/sentimentos que nos aprisionam e os mesmos que prejudicam as pessoas a nossa volta. Afinal, seja qual a religião ou filosofia de vida, todas focam na construção do próprio ser, na construção da alma e consciência de cada individuo; ambos só dão certa razão para tal. Para mim, tal razão não é uma necessidade, pois, ainda que eu saiba da grande porcentagem de que de fato não tenha, eu arrisco-me ao procurar por tal sentido. Ter dito tais coisas não significa de que sou um descrente, pois em uma definição bem especifica sobre minha religiosidade se é denominada por Deísmo, que diferente dos ateus, acredita na existência de Deus e até pode defender essa idéia, mas que também acredita na possibilidade da inexistência. Afinal, busco um sentido na vida e não uma religião ou fato científico. Para tal busca é necessário se libertar de qualquer possível prisão feita pela sociedade, ou seja, é necessária uma constante evolução. E para deixar claro: Sou um Procurador da Razão, e “não uma Pedra de tropeço” ou que desnecessariamente nega a Deus. Se um dia, supostamente encontrar uma resposta negativa sobre tal questão importante, não revelarei certamente ao mundo, deixarei ser apenas uma sombra de duvida, pois nem sempre a verdade é “Libertadora”. Espalhar o caos seria monstruosidade da minha parte, pois muitos manifestam o poder de Deus de forma descarada, pois mesmo que não exista, apenas pela fé do individuo, já o fez acreditar em milagres e de que poderia evoluir sua consciência para fazer o bem ao próximo e, de fato, conseguir. Isso até não prova a existência, mas prova a força que este ser tem, existindo ou não."
Sendo os homens Espíritos em expiação na Terra, Deus, como bom pai, não os deixou entregues a si mesmos, sem guias. Em primeiro lugar, eles têm os seus Espíritos protetores, ou anjos da guarda, que por eles velam e se esforçam por conduzi-los ao bom caminho; têm ainda os Espíritos em missão na Terra, Espíritos Superiores que de vez em quando encarnam entre eles para, pelos seus trabalhos, lhes iluminarem a estrada, fazendo avançar a Humanidade. Embora Deus haja gravado sua lei na consciência, julgou por bem formulá-la explicitamente. Primeiro lhes enviou Moisés; mas as leis de Moisés eram apropriadas aos homens de seu tempo; ele não lhes falou senão da vida terrena, de penas e recompensas temporais. Veio em seguida o Cristo completar a lei de Moisés, por meio de um ensino mais elevado: a pluralidade das existências, a vida espiritual, as penas e recompensas morais. Moisés os conduziu pelo temor, o Cristo pelo amor e pela caridade.
A Bíblia pode ser tanto palavra de Deus e devotamente se meditar nela, como pode ser um objeto de pesquisa. O problema é que na primeira opção, o homem adora a Deus, mesmo sem entender tudo o que se lê, mas na segunda opção, por causa da ciência em volta do objeto, o homem precisa de provas para que possa adorar em paz!
Me vejo em uma constante batalha interna, e por mais que a humanidade tenha evoluído ao ponto de recebermos o conhecimento mastigado - ao ponto de não precisarmos raciocinar -, não consigo me contentar com isso. O momento que a filosofia nasce, é o momento em que começamos a nos questionar. Concordo com quem disse que a dúvida é o que nos torna racionais.
O verbo mais empregado na relação que temos com a Bíblia é ouvir e não o verbo ler. Advertências para ouvir são mais presentes do que para ler, uma vez que vivemos numa cultura que valoriza a impessoalidade, que conspira contra relacionamentos mais íntimos, verdadeiros, comprometidos, pragmáticos, funcionais. superficiais. Ouvir torna-se cada vez mais raro.
Existe um elo de ligação entre o agressor e a vítima no bullying e ele precisa ser quebrado através da promoção de autoestima e segurança pessoal, bem como aprendendo a lidar com a frustração de forma mais construtiva, tendo assim ambos um posicionamento mais coerente diante dos problemas existenciais de cada qual.
A incitação ao pensamento filosófico pressupõe uma via de duas mãos, afinal, se em uma conversa orientada à reflexão os indivíduos fazem, cada um, um monólogo semi-interativo, onde há uma cusparada bilateral de ideias, sem sequer ter espaço para os pontos de reflexão apresentados pelo outro serem objetos de pensamento, temos que esta dita conversa não pode ser considerada "reflexiva". Algo assim se torna uma guerra cega, travada através de palavras, tendo como sua justificativa o "eu estou certo", e como seu fim a perda do respeito pelo outro.
